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terça-feira, 5 de março de 2013

Marketing de Atribuição: Resultados para sua Campanha Digital


O crescimento contínuo do número de pessoas que acessam a internet e as redes sociais tem incentivado muitas empresas de diferentes setores a realizarem campanhas de comunicação nos mais diversos meios digitais: portais, sites de nicho, links patrocinados nos buscadores, blogs e nas redes sociais.



vantagem de uma campanha de marketing digital é a possibilidade de obter as informações sobre os resultados de cada um dos diferentes meios, veículos, canais e formatos, como a entrega de impressões, cliques, taxa de clique, taxa de conversão, entre outras.

Porém, essas informações não são integradas, o que pode acarretar análises equivocadas ao se atribuir todo o retorno obtido apenas ao veículo que gerou a conversão final do cliente, sendo essa conversão uma venda, um cadastro ou mesmo a formação de uma comunidade engajada na sua marca.

Para não cair neste erro, o ideal é mapear os pontos de contato do cliente com a sua campanha online durante seu caminho para a conversão e assim, saber de maneira precisa, como as ações nos diferentes veículos e formatos estão impactando o seu público alvo, quais estão gerando mais conversões e devem receber um volume maior de recursos e investimento.

Portanto, a integração das informações de sua campanha online é essencial. Para isso é preciso investir numa ferramenta de Digital Marketing Suite (DMS), que é um método centralizado que permite medir de que forma cada usuário foi impactado e quanto cada veículo e formato contribuíram para a conversão do cliente, além da personalização da comunicação em função do seu comportamento e interesse. Um bom exemplo dessa ferramenta é a empresa IgnitionOne, há pouco tempo no Brasil, mas que já demonstra a que veio, através de muitos cases interessantes, como da concessionária GM.

Exemplo: uma cliente encontra seu site clicando em um link patrocinado. Ela volta uma semana depois clicando em uma rede social. Nesse mesmo dia, ela recebe um email e volta pela terceira vez para o seu site, agora com uma possibilidade maior de conversão, na visão da ferramenta que calcula a pretensão do usuário para a compra. Ainda assim, não faz a compra. Como a ferramenta sabe o produto de interesse desta cliente, é possível gerar um banner com uma promoção desse produto em um site qualquer que ela acesse. Mais uma vez ela é impactada, entra no site e finalmente realiza a compra.

Na prática não é apenas um veículo ou formato que proporcionou a conversão, conforme o exemplo apresentado, mas cada um dos pontos de contato com a campanha online teve sua parcela de contribuição. Afinal, o último clique no banner poderia não ter ocorrido se não houvesse uma conhecimento adquirido sobre o produto de interesse e o estágio de compra desta usuária, de modo a reconhecer o momento apropriado para fazer uma oferta diferenciada. Tudo isso só foi possível devido à integração e centralização dos conhecimentos obtidos durante o processo.

Esse conhecimento permite desenvolver campanhas online baseadas na experiência de cada usuário (engajamento), o que pode ser chamado de atribuição de comportamento ou marketing de atribuição, e, consequentemente, obter melhores resultados e rentabilizar o investimento ao destinar para cada veículo e formato o correspondente ao seu peso de contribuição para o caminho de conversão, além do desenvolvimento de uma comunicação mais personalizada e adequada ao estágio de compra.

É por conta dessa sofisticação que o marketing de atribuição tem se tornado a última palavra quando o assunto é Marketing no mundo digital.
* Com Renata Benigna**.

**Renata Benigna atua como profissional de Mídia Online e Offline no segmento de telecomunicações e é especialista em Marketing Digital. Graduada em Engenharia Civil pela UNIP, com pós-graduação em Administração em Marketing pela FAAP e Comunicação com o Mercado pela ESPM.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Redes sociais são preferência nacional no uso da internet

Um estudo divulgado pelo instituto Net Insight, do Ibope Media, revelou que as redes sociais foram o tipo de site mais acessado pelos internautas brasileiros em janeiro deste ano. Ao todo, passamos cerca de 10 horas e 26 minutos conectados a serviços desse tipo, um aumento de utilização na faixa dos 13% em relação ao registrado no ano passado.





Sites de vídeos ou filmes online também mostraram crescimento, ficando em segundo lugar na preferência nacional. Os brasileiros passaram 14,8% a mais de tempo nesse tipo de serviço, ficando conectados, em média, por 1 hora e 52 minutos.

Números globais

De acordo com a pesquisa, existem hoje 72,4 milhões de brasileiros com acesso à internet, sendo que 53,5 milhões deles são considerados ativos, ou seja, utilizam a rede regularmente. O pico de acessos ocorre às 17h, com 73% dos usuários conectados. A faixa mais conectada vai dos 25 aos 49 anos, representando 52,7% do total.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Geração digital provocará impacto positivo no mundo, diz Tapscott

Por Vinícius Félix

Don Tapscott é pianista. Toca desde os cinco anos e começou a se esforçar de verdade aos 13, quando queria escrever canções de amor para a namorada. Mas Tapscott não fez fama virando um mestre do jazz com seu órgão Hammond B3. Preferiu fazer seu nome discutindo os impactos da tecnologia e da inovação na economia e na sociedade.

Muitas vezes definido como cyber-guru, Tapscott foi considerado - com certo exagero - pela revista Washington Technology (especializada no setor de contratos com governos) como a pessoa mais influente sobre mídia desde Marshall McLuhan. "Não uso esse termo, mas me considero uma autoridade na área, faço consultorias para governos e empresários no mundo todo", disse Tapscott durante entrevista. Ele esteve no Brasil há duas semanas para participar da Campus Party, em São Paulo.


Já são 30 anos de carreira na área, cerca de 400 palestras nos últimos cinco anos e 15 livros publicados. Seu maior sucesso é o best-seller de 2007 Wikinomics - Como a colaboração em massa pode mudar o seu negócio, traduzido para 20 línguas. Escrito por Tapscott e Anthony D. Williams, o livro foi responsável por popularizar o conceito de como a colaboração em massa pode reinventar a forma como as empresas se comunicam, criam valores e competem em novo mercado global disseminado - citando os exemplos do Myspace, do Linux, do Projeto do Genoma Humano e do conceito da Wikipedia.
Em 2010, a tese ganhou uma sequência no livro Macrowikinomics, que mostra a falência do modelo econômico tradicional, que tornou obsoletos alguns setores. A proposta de Tapscott e Williams? Reiniciar tudo.

"A extensão da colaboração aumenta a cada dia. A reviravolta na música e no setor de mídia será repetida em muitas outras indústrias", disse ele à reportagem. "Uma reviravolta é iminente no ensino superior, por exemplo. A abertura de cursos online tem se espalhado em todas as instituições de ensino superior nos Estados Unidos." O livro foi definido por Eric Schmidt, presidente do conselho do Google, como um caminho para todos no futuro.

Como em toda sua obra, o livro revela um Tapscott otimista quanto ao futuro - algo que ele carrega desde jovem. "Eu era idealista, queria ser agente da mudança. Estava envolvido em várias causas sociais, como a luta contra a guerra do Vietnã, o racismo e o sexismo", diz. Tapscott acreditava que as mudanças seriam rápidas, o que não aconteceu, mas ele compreende que algumas coisas mudam lentamente. E está na mão dos jovens, outro público alvo de seus estudos, resolver isso.

Para definir a geração nascida entre 1977 e 1997, Tapscott criou o termo "net generation" (geração em rede) em 2000, no seu livro Geração Digital, que teve continuidade em 2008 com o livro A Hora da Geração Digital. "São as pessoas que cresceram ‘banhadas em bits’ e têm o cérebro diferente", afirma. Para ele o ponto chave para isso está no período entre os 8 e 18 anos. É o momento, explica, em que o cérebro humano é construído como a fiação e conexões sinápticas do cérebro.

"Minha geração passou 24 horas por semana olhando para uma televisão. Hoje jovens gastam uma quantidade de tempo equivalente com as tecnologias digitais, mas como usuários, organizadores, atores, colaboradores", diz.
Tapscott explica que os games desenvolvem o pensamento estratégico e trazem determinação, enquanto as redes sociais servem para a colaboração. "Para os adolescentes de hoje, fazer o dever de casa é um evento social que conta com a colaboração de SMS e do Facebook, enquanto o iPod toca ao fundo."
Quando essa geração chegar ao poder, Tapscott prevê um mundo melhor. "O principal interesse da geração conectada não é a tecnologia, mas o que pode ser feito com ela", diz. "Eles são inteligentes, têm grandes valores, sabem como usar ferramentas de colaboração e estão preparados para lidar com muitos dos grandes desafios e problemas que a minha geração está deixando como herança".

Abertura radical. Seu otimismo chega a outros campos. Usando o tino de músico, ele acredita que local de trabalho dessa geração será como um conjunto de jazz, "com os músicos improvisando criativamente em torno de uma melodia e um ritmo", ao contrário do local de trabalho do passado, que lembra mais "um exército marchando em sincronia militar".
Já na política, Tapscott vê que o resultado será um mundo menos partidário e mais preocupado com o consenso.
Em seu novo livro lançado em janeiro, Radical Openness (sem edição brasileira), também escrito com Williams e baseado em uma palestra no TED, essa visão do mundo ganha mais elementos.
Tapscott reafirma a importância da transparência das empresas e a força da geração digital para um mundo capaz de resolver seus grandes problemas. Os movimentos de liberdade de informação, como Wikileaks, vão mudar a maneira que os negócios e a política são feitos.

O livro trata de quatro princípios: colaboração, transparência, compartilhamento e o poder disseminado. Tapscott conta histórias como a de um empresário que não conseguia encontrar ouro em sua mina. Anos de trabalho e dinheiro gastos com geólogos terminaram quando ele resolveu expor seu problema na rede e criou um concurso para premiar o projeto.

Uma empresa de computação gráfica encontrou o minério e levou US$ 500 mil - o empresário levantou US$ 3,4 bilhões em ouro.

O futuro não é a era da informação, mas da inteligência em rede, defendeu o autor durante sua palestra na Campus Party. Tapscott elogiou o evento e fez uma cobrança: "a Campus Party não é apenas o que você pensa. É um ambiente que servirá de modelo para como problemas do futuro são resolvidos no futuro".
O escritor não apenas defende a ideia, mas vive dessa maneira - é presença constante no Twitter, mantém seu site atualizado com os textos que escreve para jornais, tem um aplicativo para iPad e compartilha as canções do pai, que foi compositor e músico. Praticamente um integrante da geração conectada - porém com 66 anos.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Cinco táticas para conquistar o consumidor brasileiro online

A empresa de consultoria em mídia US Media Consulting publicou recentemente uma série de artigos em português contendo análises a partir de pesquisas sobre o consumidor online brasileiro. Diante de uma fonte tão rica de informações procederemos a um esforço de reflexão para consolidar as principais consequências desses dados para o processo decisório em marketing online para as empresas brasileiras.

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A maioria dos brasileiros de todas as classes sociais acredita que os produtos mais conhecidos são os de melhor qualidade. Fonte: US Media Consulting (2013) Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.
Razões e Motivações de Compra do Consumidor Brasileiro
O artigo intitulado simplesmente “Por que os brasileiros compram” faz um elenco de dados de diversos estudos sobre o comportamento de compra do consumidor brasileiro.
Só compra de quem conhece. Como alertamos neste blog desde agosto de 2009, a reputação de sua marca na internet é um dos fatores mais salientes na decisão de compra do consumidor. Em números, a reputação de uma marca é o fator de maior peso na decisão de compra de 49% dos brasileiros, sendo que dois terços dos brasileiros de todas as classes sociais preferem marcas consolidadas no mercado. Mais da metade dos brasileiros das classes A, B e C associam a popularidade de uma marca à qualidade do produto, número que chega a impressionantes 67% nas classes D/E.
Não resiste a uma boa pechincha. O brasileiro é extremamente sensível a descontos e ofertas: 83% tem o hábito de pesquisar o menor preço antes de comprar.
Gosta de produtos feitos para durar. 70% dos brasileiros são sensíveis ao “barato que sai caro”, considerando a durabilidade do produto além do preço em sua decisão de compra.
Amores antigos. O brasileiro estabelece relacionamentos de longo prazo com produtos e marcas: 75% afirmam que a experiência com um produto é determinante na decisão de compra.
A força da família. A opinião da família influencia 68% dos brasileiros contra 31% que se dizem influenciados pelos amigos.

Que estratégia adotar com base nesses dados
Os cinco dados apresentados acima representam um mapa estratégico de tudo o que é necessário fazer para conquistar o consumidor brasileiro.
Em primeiro lugar, torne-se conhecido. Como o brasileiro prefere comprar de quem conhece, você nunca pode investir demais em se tornar conhecido. A comunicação de marketing é, portanto, um fator-chave para quem deseja crescer no mercado brasileiro. Nesse contexto, cortar investimentos em publicidade em momentos de crise revela-se uma tática praticamente suicida.

Em segundo lugar, cuide do preço e da qualidade. Se puder, ofereça os preços mais baixos. Caso contrário, justifique a diferença de preço a seu favor como consequência da durabilidade de seu produto.
Terceiro, cultive relacionamentos. Como já dizíamos em junho de 2008 no artigo “Promova um relacionamento duradouro com seus clientes”, a empresa que deseja conquistar o consumidor brasileiro precisa ter uma visão de longo prazo, usando as redes sociais para enriquecer a experiência de consumo e aprofundar os vínculos positivos com a marca.

Finalmente, amplie sua estratégia de comunicação para que inclua entre os seus públicos de interesse, os principais influenciadores da decisão compra, com destaque especial para os membros da família.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Eleitores americanos confiam nas redes sociais tanto quanto nas mídias tradicionais para notícias de política, diz pesquisa

Os eleitores americanos confiam nas redes sociais tanto quanto nas mídias tracionais como fonte de notícias de política, diz uma nova pesquisa.
O site Politico divulgou uma pesquisa da George Washington University Graduate School of Political Management/ORI segundo a qual as notícias de política compartilhadas nas redes sociais são tão consideradas tão confiáveis quanto as distribuídas por jornais e emissoras de rádio e TV.

De acordo com o levantamento, 71% dos eleitores com 25 anos menos disseram ter nível alto de confiança nas notícias compartilhadas nas redes sociais, informou o Politico. Os americanos mais velhos são um pouco mais desconfiados - apenas 36% consideram as redes sociais fontes confiáveis de notícias sobre política.
John Kagia, diretor estratégico do ORI, disse ao Politico que a rapidez com as informações erradas são esclarecidas nas redes sociais reforça sua reputação de fonte confiável de informação.

Kagia destacou ainda que o aspecto pessoal das redes sociais ajuda a estabelecer uma credibilidade. "Quando o conteúdo é postado por pessoas que você conhece, você está mais propenso a confiar nesse conteúdo", disse.

O presidente Barack Obama, que tomou posse para seu segundo mandato na segunda-feira 21 de janeiro, foi pioneiro no uso das redes sociais em campanhas políticas. Segundo a pesquisa, mais pessoas disseram ter visto notícias sobre Obama em seus perfis do que sobre o candidato republicano, Mitt Romney.
As mídias tradicionais também lançaram mão das redes sociais na campanha eleitoral americana, em 2012, usando o Google+ Hangouts, o Foursquare, o YouTube e outras redes para compartilhar notícias.

O Facebook é a rede social mais popular entre os entrevistas (74%), seguida por LinkedIn (32%) e Twitter (24%). Embora a maioria deles tenha apontado o computador como forma de acesso às redes, os aparelhos móveis também tiveram destaque: 46% das pessoas ouvidas disseram acessar as redes sociais por smartphone, contra 37% em 2011.

A pesquisa foi feita com 806 usuários de internet e tem uma margem de erro de 3,45 pontos percentuais para mais ou para menos, segundo o Politico.

sábado, 26 de janeiro de 2013

Conheça 7 redes sociais que devem surpreender em 2013

Já que 2012 parece ter sido mesmo o ano do Instagram - apesar de o serviço ter surgido em dezembro de 2010 -, qual será a revelação de 2013, no segmento de redes sociais? A Forbes, que costuma divulgar listas sobre temas variados, fez suas apostas.

São sete aplicativos e o primeiro é o Pheed, que tem uma ideia arrojada sobre como deve funcionar a privacidade numa rede social: se você quer apreciar meu conteúdo, pague por isso. É simples, usuários desembolsam entre US$ 1,99 e US$ 34,99 por mês e, assim, podem acompanhar certas publicações de certos usuários. A rede já faz algum sucesso entre celabridades - como Miley Cyrus e Paris Hilton.

Depois aparece o Thumb, que usa o crowdsource para ajudar os indecisos. Funciona assim: se você vai sair e não sabe qual roupa usar, basta fotografar as peças e deixar que os outros decidam. A Forbes destaca que o nível de engajamento no Thumb impressiona, segurando usuários por, em média, quatro horas ao mês.

A seguir vem o Medium, sobre o qual já falamos aqui no Olhar Digital. É um mix de redes sociais encabeçado pelos criadores do Twitter. Por ora disponível apenas a convidados, o site tem foco no conteúdo e tenta se afastar um pouco das efemeridades das redes convencionais.

Chirpify, o próximo da lista, levou às mídias sociais o conceito da Amazon de 1-Click payments. Você oferece alguma coisa pelo Twitter ou Instagram (roupas, álbuns, ingressos etc.), então o interessado responde com a palavra "buy" (comprar) e pronto, está vendido. Sem cartões de crédito, sem carrinhos, toda a operação é conduzida pela conta do Twitter.

Já a proposta do Flayvr é organizar fotos e vídeos capturados pelos smartphones. Tudo é dividido em pastas por data, localização e evento - casamento de João e Maria na Bahia em janeiro, por exemplo. Pode-se compartilhar as informações em redes sociais e até montar páginas em HTML5 com o conteúdo.

Compartilhamento de arquivos por áudio é o que faz o Chirp. Imagine trocar fotos, vídeos ou mensagens sem precisar de Bluetooth ou e-mail, basta usar uma frequência específica tocada por 2 segundos e os aparelhos habilitados baixam o conteúdo auitomaticamente. O detalhe é que dá pra amplificar isso usando, por exemplo, caixas de som; assim várias pessoas podem fazer download ao mesmo tempo.

Por último ficou o Conversations, recurso do já conhecido HootSuite que leva o conceito de redes sociais ao meio corporativo. É como se fosse um grupo do Facebook em que é possível conversar e trocar informações com pessoas de seu trabalho, separando inclusive por departamento.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Os (des)mandamentos das redes sociais


E outro dia o Facebook anunciou ter alcançado a marca de um bilhões de usuários. Isso mesmo, você fez a conta certo, de cada seis pessoas que habitam este planeta, aproximadamente uma tem uma página na rede social criada por Mark Zuckerberg. Com tanta gente envolvida, mais cedo ou mais tarde os desmandos, maus modos e falta de noção que pululam no nosso dia a dia migrariam do mundo real para o virtual. Pois bem, infelizmente foi mais cedo. Exemplos de mau uso das redes sociais não faltam.

Encher a timeline das pessoas com atualizações, postagens e recados é o primeiro e talvez mais grave dos pecados que podem ser cometidos nas redes sociais. Na minha opinião, quem faz isso deveria ser condenado à fogueira, mas me parece que a Santa Inquisição abandonou a prática. Uma pena. Eu sei que você foi criada em um lar cheio de amor que girava em torno de cada pequena nescessidade sua e que por isso precisa, quase patologicamente, avisar a todos quando vai tomar água, fazer xixi, descascar uma laranja ou deixar/chegar ao trabalho. Na boa, não precisa. Mesmo. Primeiro porque a gente não liga. Depois porque faz você parecer uma louca carente e sem amigos. Melhor não, né?

Postar um milhão de fotos de bichinhos fofinhos com frases inspiradoras ou de autoria questionável é outro deslize que me faz considerar seriamente parar de receber as atualizações de certas pessoas. Caio Fernando Abreu, Clarice Linspector e Drummond JAMAIS escreveriam aquelas coisas e se tivessem escrito não gostariam que suas palavras viessem acompanhadas da foto de um filhote de cachorro. Se isso não for razão suficiente para você abandonar esse hábito, pensa que essas imagens são cafonas, muito cafonas. Tipo apresentação de Power Point com parábolas bíblicas. Se você ainda manda e-mails com apresentações em Power Point com parábolas bíblicas, pare de ler esse texo agora mesmo e volte para os anos 90. A humanindade agradece.

Compartilhar coisas que não são de interesse público é outra coisa que convém evitar. Outro dia uns amigos comentavam que a página deles foi invadida pelas fotos da cirurgia do menisco de um colega em comum. Eu, de verdade, não consigo imaginar o que passa pela cabeça do sujeito para ele achar que as pessoas vão curtir ver o joelho dele todo aberto. A dica é simples: a vida pessoal continua pessoal. Tente limitar o conteúdo das postagens a algo que realmente pode ser útil para quem recebe suas atualizações.

Tópicos muito específicos devem ser compartilhados com pessoas que se interessam pelo tema. Se você é super fã daquela banda finlandesa que faz múscia a partir de latas de sardinha, ótimo. Isso não quer dizer que eu vou achar super legal receber notificações sobre cada um dos videoclipes dos caras que você postar. Futebol, religião e novelas são assuntos que costumam gerar situações assim. Gente, o facebook permite que você separe seus contatos em justamente para evitar esse tipo de aborrecimento. Bora aprender a usar esse recurso e parar de encher o saco dos outros porque o seu time ganhou a partida do final de semana ou a Carminha levou uma surra do Tufão.

Ok, algumas causas são universais e devem ser defendidas por todos nós, mas as pessoas têm o direito de escolher até que ponto querem se envolver. Eu sou contra a violência doméstica ou contra crianças e animais, e não perco a oportunidade de alertar as pessoas sobre esses problemas. Mas prefiro não ver as fotos de um cão que apanhou até morrer ou assistir o video de uma criança sendo espancada pela babá. Esses são os meus limites. Seria elegante respeitá-los.

Marcar os outros em posts e fotos sem autorização também é pisar feio na bola. O mesmo vale para os aplicativos que mostram os lugares que você visitou. A pessoa tem o direito de não querer que saibam onde ela jantou ou o tanto que ela bebeu na última balada. Se para você não tem problema, tudo bem, mas tem gente que prefere não se expor tanto nas redes sociais. Na dúvida pergunte antes se pode associar as imagens e informações ao profile do outro.

No fundo, minha gente, é sempre sobre respeitar o espaço do outro e se colocar no lugar dele. Tipo civilidade, sabe? Pode parecer frescura no começo, mas todo mundo sai ganhando no final. Pode apostar.

Fonte. yahoo

sábado, 18 de agosto de 2012

Moradores de rua se sentem aceitos em redes sociais, diz estudo

Pesquisa mostra que alguns moradores de rua veem as redes sociais como um lugar onde podem interagir com outras pessoas sem ser julgados. Foto: Flickr/radiatorcat/Reprodução Pesquisa mostra que alguns moradores de rua veem as redes sociais como um lugar onde podem interagir com outras pessoas sem ser julgados

Uma pesquisa da Universidade de Dayton, nos Estados Unidos, revela que moradores de rua que usam redes sociais encontram nelas condições mais igualitárias e um contexto de maior aceitação. O estudo, conduzido pelo sociólogo e criminologista Art Jipson, será apresentando durante o 107º Encontro Anual da American Sociological Association, de 17 e 20 de agosto na cidade de Denver, EUA.

Jipson entrevistou diversos moradores de rua e descobriu que eles usam o Facebook e outros sites de relacionamento não só para criar páginas de ajuda, mas também para consultar questões práticas, como onde conseguir a próxima refeição, encontrar lugares seguros e quentes para dormir, além de pesquisar serviços sociais que os interessem.

"Eu tenho tanto direito a isso (usar o Facebook) quanto qualquer outra pessoa. Só porque eu sou sem-teto não significa que eu não me importe com essas coisas, sabe? Minha família está no Facebook. Meus amigos estão no Facebook. As pessoas que se preocupam comigo estão no Facebook", disse um dos entrevistados.

O sociólogo também percebeu que alguns moradores de rua veem as redes sociais como uma espécie de refúgio, um lugar onde podem interagir com outras pessoas sem serem julgados. "Ninguém na internet se importa se eu tomei banho ontem, ou se tenho algum cheiro. Eles não me julgam, sabe?... Eu me sinto aceito. Eu sou aceito", declarou outro entrevistado.

"Para os usuários sem-teto de redes sociais - uma população em crescimento - o maior valor é a comunidade online em si, que é muito igualitária", constatou Jipson, acrescentando que, apesar de todos os objetivos comerciais inclusos nos sites de relacionamento, ainda assim há espaço para que usuários sem nenhum apelo mercadológico possam desfrutar dos mesmos benefícios destes serviços.

Segundo o sociólogo, a inspiração para o estudo veio por acaso, enquanto ele apresentava um programa de rádio que mantém na universidade. Ao pedir o nome e a localização de um ouvinte que havia ligado para o programa, descobriu que ele era um morador de rua, mas tinha um telefone celular.

O pesquisador marcou um encontro com o ouvinte, que o levou a ter contato com um grupo de moradores de rua. Jipson então descobriu que a maioria deles usava o Facebook, e que cada um tinha em média 100 contatos adicionados na rede social.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Uso das redes sociais revoluciona os Jogos Olímpicos

Após a descição do COI de abrir os Jogos Olímpicos às redes sociais, Londres 2012 representa a consolidação do modelo, com o auge do Twitter, Facebook e WhatsApp – aplicativo mensagens instantâneas.

Foram produzidas quase 44 milhões de mensagens com a temática olímpica no Twitter, segundo dados oferecidos pela empresa ‘Mass Relevance’.

O micro blog bateu duas vezes seu recorde de mensagens, ambas com Usain Bolt como protagonista, uma após a final de 100 metros e a outra depois que o jamaicano triunfou na prova dos 200 metros.
O Twitter publicou um alerta depois que Bolt ganhou os 200m rasos na quinta-feira passada às 16h55 (hora de Brasília): “@usainbolt bateu um novo recorde com mais de 80 mil menções por minuto após sua vitória na prova”. Após a final dos 100 metros, as menções sobre a vitória de Bolt tinham alcançado as 74 mil por minuto.

Mas Bolt não é o campeão dos Jogos sociais. A vitória é do americano Michael Phelps, que decidiu pôr um ponto final a sua carreira após conseguir 22 medalhas nos Jogos Olímpicos.

O nadador de Baltimore ganhou mais de 930 mil seguidores nos Jogos, mais que qualquer outro esportista. O tweet que mereceu mais menções foi quando finalizou uma das sessões no Centro Aquático e recebeu uma ligação telefônica do presidente americano Barack Obama. Phelps a publicou na rede.

A tenista americana Serena Williams e a ginasta Gabby Douglas são, após Bolt e Phelps, as que mais menções receberam na segunda semana dos Jogos.

A britânica Jessica Ennis, campeã olímpica de heptatlo, é a primeira local na lista, à frente do sul-africano Oscar Pistorius, e dos conterrâneos Andy Murray e Mo Farah.

Os Estados Unidos lideram as citações na classificação das mídias sociais, seguidos pela Grã-Bretanha. A China é terceira, à frente da Austrália, Japão, Rússia, França, Alemanha, Coreia do Sul e Itália.
Outro produto digital que teve destaque nos Jogos foi o WhatsApp. Essa aplicação, cada vez mais indispensável em todos os telefones de última geração, pôs um fim no reinado das mensagens (SMS).

A empresa ‘WhatsApp’, com sede no Vale do Silício, anunciou em abril deste ano que seus usuários manejam até 2 bilhões de mensagens diárias, praticamente duas vezes mais que no semestre anterior.
Muitos dos esportistas admitiram o uso desta aplicação para se comunicar com o exterior, embora as restrições de segurança do Locog impedissem o uso de redes “wireless” nas instalações, atendendo a questões de segurança.

Em uma cidade na qual o transporte, a comida e os bens imóveis alcançam preços proibitivos, por uma quantidade muito acessível (entre 15 e 20 libras mensais – entre R$ 47 e 63) se pode dispor de uma conexão 3G com possibilidade de dados e voz.

O impacto das redes sociais no movimento olímpico é definitivo. Ficaram para trás as restrições de Pequim, quando o COI, amparado na idiossincrasia do país asiático e na necessidade de se preservar a informação, pôs em prática uma política muito restritiva.

Além disso, as novas redes 4G, muitas mais rápidas, a criação de novos protocolos em redes fixas e sem fio e a possibilidade de se publicar de telefones cada vez mais potentes e com mais aplicações abre um mundo novo, novas perspectivas para os próximos Jogos no Rio em 2016. EFE.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Quanto pequenas empresas devem investir em marketing

Mulher gritando no megafone
 
Quanto pequenas empresas devem investir em marketing

Respondido por Maurício Galhardo, especialista em finanças

Altos investimentos em campanhas publicitárias e ações em mídias sociais costumam ser associados a grandes empresas. No entanto, com a necessidade de expansão de mercado, também as pequenas empresas têm dado certa atenção a investimentos em marketing.

Aqui não me refiro a ter um departamento de marketing ou mesmo uma equipe completa, mas ao planejamento de verba para as ações de marketing.

E quanto deve ser investido em marketing? A resposta sairá deste planejamento, ou como é comumente chamado, do plano de marketing. É listar possíveis ações, fazer orçamentos para saber os custos, buscar por fornecedores que possam executá-las, criar um cronograma para adequar as ações à sazonalidade de seu negócio e, principalmente, determinar objetivos para estas ações.

Podemos dividir os investimentos em marketing em dois grupos. O marketing institucional é aquele com ações para que os clientes conheçam a empresa e seus produtos e serviços. Refere-se, por exemplo, ao desenvolvimento da logomarca, do website, das mídias sociais, dos materiais gráficos (cartões de visita, folders, catálogos, etc.) e de propagandas em revistas. Neste caso, recomenda-se investimento constante. Assim, em vez de um percentual do faturamento, melhor seria estabelecer um valor fixo mensal que cubra o planejamento de marketing da empresa.

Já o marketing comercial é feito com ações para gerar aumento de vendas, como campanhas para datas especiais e promoções. O percentual de investimento tende a variar muito de acordo com o segmento da empresa. Empresas que dependem de ações de marketing para vender chegam a investir 10% do faturamento ou até mais. No geral, investir de 3% a 5% do faturamento é um bom patamar.

Fonte : Exame

domingo, 12 de agosto de 2012

Carreira em redes sociais vai além de monitorar reclamações

O Brasil é campeão mundial no tempo gasto em redes sociais: cada internauta fica em média oito horas e cinco minutos por mês nesses sites, segundo o Ibope Nielsen On-line. A consequência é a crescente demanda por profissionais que transformem essa paixão do brasileiro em publicidade para as marcas.

Mas trabalhar com comunidades virtuais é mais do que fazer posts atraentes no Twitter ou no Facebook.

"Embora a gente fale de analistas de mídia social, existem especialidades diferentes nesse universo", diz Ian Black, presidente-executivo da agência New Vegas.

Quando a profissão surgiu, há cerca de cinco anos, era comum que as empresas contratassem pessoas que ficavam muitas horas na internet para cuidar de tudo o que fosse relacionado à sua presença nas redes sociais, desde a estratégia até o relacionamento com os consumidores. Hoje, isso mudou.

SEGMENTAÇÃO

A agência de marketing digital Frog, do Rio, chegou a divulgar um manifesto em que anunciava a "morte" do analista de mídias sociais e afirmava que a função na empresa seria dividida entre pessoas de planejamento, conteúdo, análise e pesquisa.

"Os próprios candidatos às vagas ficam confusos por não saberem exatamente qual é o escopo da profissão", diz Roberto Cassano, diretor de estratégia da empresa.

Essa vontade de se especializar parte dos próprios profissionais. Marina Bonafé, 26, era coordenadora de mídias sociais de um site de downloads, mas neste ano decidiu mudar de emprego para se dedicar somente a um dos nichos da profissão, o de monitoramento.

"Eu verifico o que as pessoas estão falando sobre a marca, faço análises e dou ideias de posts para a área de conteúdo", conta.

Algumas vezes, o trabalho com mídias sociais tem pouca relação com comunicação. Uma tarefa importante é analisar números sobre o desempenho das empresas e fazer relatórios, algo mais próximo da matemática e da estatística.

"Esse profissional precisa ter bom raciocínio lógico, saber analisar tabelas e gráficos", diz Roberta Paixão, sócia-diretora da agência Espalhe.

REMUNERAÇÃO

Apesar da importância das redes sociais para as marcas, os profissionais ainda recebem salários baixos, se comparados aos de outras carreiras de publicidade relacionadas a mídias digitais.

Uma pesquisa da Abradi (Associação Brasileira das Agências Digitais) em 112 empresas do setor indica que, no Sudeste, um analista de mídia social sênior ganha em média R$ 3.661, a segunda pior remuneração entre as funções analisadas.

Jonatas Abbott, presidente da associação, diz que a tendência é que esse quadro mude em um futuro próximo.

"A demanda por esses profissionais é surpreendente. O cargo vai ser valorizado naturalmente", diz.

A consultoria de recrutamento Michael Page aponta cenário positivo para a remuneração. A empresa indica a profissão de gerente de comunidade, que tem a função de criar e implementar estratégias corporativas em redes sociais, como uma das sete novas profissões do futuro.

Segundo a consultoria, a remuneração média para essas vagas vai de R$ 7.000 a R$ 10 mil no Brasil.

Marcelo Cuellar, "headhunter" da empresa, diz que esses salários mais altos são de pessoas com funções de coordenação, e não as envolvidas no "trabalho braçal" da profissão.

O consultor da Michael Page afirma que, atualmente, cresce nas empresas a exigência de que altos executivos tenham vivência no trabalho com redes sociais.

"As companhias procuram pessoas que saibam lidar com várias áreas do marketing e também tenham experiência comprovada em mídias sociais", diz.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

O consumidor está integrado. As marcas não!

Não há mais como fugir. A comunicação está integrada. Se a sua marca ainda não percebeu isso, o consumidor, que é quem deveria ser o centro das atenções, já está integrado há muito tempo.

Não há mais como fugir. A comunicação está integrada. Se a sua marca ainda não percebeu isso, o consumidor, que é quem deveria ser o centro das atenções, já está integrado há muito tempo. Não adianta brigar com isso, quanto mais ações as marcas fizerem na TV, Rádio e Jornal, mais acessos o seu site terá, mais seguidores nas Redes Sociais e visualizações no YouTube. Mas a sua marca ainda não acredita que a internet é uma plataforma que mesmo sem venda direta (e-commerce) vende? Que promove interação? Que promove o aumento no conhecimento de marca e produto? Como dizia um antigo slogan da FIAT “está na hora de você rever os seus conceitos...”
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  Nós, profissionais de planejamento estratégico digital, devemos estar sempre atentos aos novos comportamentos do consumidor, esqueçam, por favor, que o consumidor são homens, 25+ classe ABC. Não é mais. Estamos falando com seres humanos, que são mais do que isso. São pessoas que tem um porquê em cada ação que fazem, por que compram? Por que interagem com uma marca? O que desejam receber no Twitter? É como a grande Martha Gabriel diz “hoje o consumidor não fica mais parado esperando as coisas acontecerem. Ele é impactado pela mensagem, claro, mas hoje ele tuita, ele dá opinião, ele indica, ele recomenda”. As pessoas estão atrás de conteúdo e as palavras “relevante” e “exclusivo” se encaixam perfeitamente nisso.

Pesquisa do Google mostra que 79% das pessoas se conectam ao buscador após verem uma campanha publicitária no offline (TV, Rádio, Jornal...) ou seja, essas mídias são importantes, claro, mas se não tiver uma continuidade no online a marca pode perder um potencial cliente. Gasta-se milhões na mídia para levar o consumidor até o conhecimento da marca, não se investe no digital e depois alguém diz “50% do que eu investi em mídia foi para o lixo” ou “Fizemos uma ação que gerou branding”. Balela. Não se soube trabalhar a comunicação como um todo, não se entendeu a importância disso. Cerca de 60% dos acessos de um site vem do Google. Cerca de 95% dos usuários de Internet usam o Google. O Google é disparado o site mais acessado do Brasil. Não está no Google por que? Está na Globo, Estadão, Jovem Pan, Veja e? Facebook? Twitter? Google? Blog? Mobile? Isso é estranho para a sua marca? Ok, mas para a concorrência talvez possa não ser.

Vamos aprofundar mais o dado citado acima: 79% das pessoas se conectam ao Google após receber uma mensagem publicitária, dessas 53% vão ao Google após serem impactados pelo boca-a-boca ou indicação. Mais uma vez, cadê a marca no Twitter estimulando que as pessoas falem dela? Nem todas estão, ou melhor, nem todas sabem como estar. Monitorar e fazer promoção é não saber explorar o lado SOCIAL que Twitter, Facebook e YouTube possuem em sua essência. Anuncio de TV representa 51%, jornais e revistas 35% e lojas físicas 27%. Dessas pessoas, 47% vão atrás do nome do produto ou serviço e só 30% atrás do nome da empresa, mais uma vez, se dá a importância de saber trabalhar as palavras-chave e assim o Google.

As marcas precisam ser as curadoras de conteúdo dentro do digital. Assim serão referências nos seus segmentos e referência é a primeira marca que vem na mente do consumidor. Ele vai buscar no Google, ele vai buscar uma Fan Page, ele vai querer assistir um vídeo. O consumidor mudou, você ainda não percebeu?

Fonte: Oficina da Net

segunda-feira, 18 de junho de 2012

O Pós-Vendas nas Redes Sociais

Desde a criação dos primeiros sites de relacionamentos as redes sociais caíram no gosto do brasileiro, sempre em grande proporção em comparação aos demais internautas no mundo. Muitos usuários, antes de adquirir um produto ou serviço, consultam a reputação das empresas para saberem se farão um bom negócio. As principais buscas de informação são as opiniões de outros compradores de determinado bem. Estas opiniões são bastante relevantes para um novo cliente, pois ele poderá conseguir muito material de pesquisa sobre o que pretende comprar.

Atualmente as redes sociais são ferramentas poderosas para organizações que querem um relacionamento direto e ágil com o cliente. Visando este novo nicho as grandes empresas investem cada vez mais neste canal.

Em primeiro momento imagina-se que a empresa visa apenas à publicidade, porém há muito mais por trás disso. A rede social, quando bem utilizada, pode servir para monitoramento de reputação da marca e produto, interação com o público, produzir e publicar conteúdos através de perfis oficiais, manter atualizada a política de posicionamento da marca/produto, etc.

A relação Pós-Vendas x Mídias Sociais baseia-se principalmente no monitoramento da marca/produto, onde é analisado o feedback do cliente; e na interação com o público, que pode se tornar uma grande fonte de dados para pesquisa e desenvolvimento a um baixo custo e proporcionar um retorno imediato às críticas, dúvidas e sugestões dos clientes.

Grandes organizações mantêm um relacionamento direto com seus clientes através das redes sociais com diversas finalidades, temos como exemplos a publicidade, atendimento e esclarecimentos de problemas técnicos ou de uso do produto.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Pinterest é uma nova plataforma de marketing

Uma excelente opção para compartilhar produtos ou serviços, uma vez que a rede é para compartilhamento de interesses e tudo que é publicado pode ser replicado por outros usuários em seus pinboards.

Por Roberto Soares Costa

De mansinho o Pinterest vai ganhando cena no Brasil. Um número crescente de empresas estão aproveitando a plataforma para atingir novos públicos, aumentar o tráfego de visitas em seus sites e gerar leads ou vendas de varejo. E adivinhem? Está funcionando, os resultados estão aparecendo.

Criada em março de 2010, nos EUA, a rede social já está despontando também no Brasil como uma das plataformas mais quentes para marketing B2C. O Pinterest se apresenta como um mural virtual no qual os usuários, chamados “pinners” compartilham seus interesses através de imagens, vídeos, infográficos, separados por categorias como moda, gastronomia, arquitetura, fotografia, música, entre outras.

Os “pins” como são chamados os posts, são transformados em quadros temáticos, os “pinboards”, que podem ser nomeados pelo usuário, como quiserem.

Uma excelente opção para compartilhar produtos ou serviços, uma vez que a rede é para compartilhamento de interesses, e tudo que é publicado pode ser replicado por outros usuários em seus pinboards. Como fez, por exemplo, a construtora e incorporadora paulista Gafisa, que criou pinbords relacionados à arquitetura, casa e decoração, incluindo nos pins imagens dos seus “produtos”, apartamentos decorados dos seus próprios empreendimentos imobiliários.

Os pinboards funcionam como catálogos de produtos, porém sem referências ou preços, dando liberdade e atraindo o interesse dos consumidores apenas pelo que eles representam como imagem. O Pinterest traz a oportunidade de capturar vários insights e hábitos de consumo do público, permitindo que as empresas identifiquem seus alvos e possam fornecer conteúdo estratégico em cada um dos seus pinbords, segmentando suas ofertas.

A parte mais interessante é que nos EUA, o Pinterest já gera mais tráfego que o Twitter, Google +, Linkedin, YouTube e MySpace. De olho nesse potencial, já é bastante usado como loja virtual, onde as empresas utilizam o canal para expor e vender seus produtos, direcionando os acessos para seus respectivos sites.

Aqui no Brasil, uma plataforma semelhante ao Pinterest já é bastante utilizada, o Instagram, a qual oferece uma ferramenta poderosa de tratamento de imagem, porém não permite vincular imagens de outros álbuns no seu e tão pouco criar pastas de interesse, no máximo tags para pesquisa.

A evolução do Pinterest no Brasil lembra o estágio inicial de crescimento do Twitter e do Facebook por aqui. Por isso, é bom ficar de olho e embarcar o quanto antes.

Fonte: [Webinsider]

terça-feira, 12 de junho de 2012

Três dicas para otimizar o relacionamento com os clientes nas mídias sociais

 

Ninguém mais discute se as mídias sociais alteraram ou não a maneira de nos comunicarmos. A mudança é irreversível. Pessoas, empresas e até mesmo a própria imprensa estão no Facebook, Twitter, Instagram e afins para expressar o que quer que seja: opiniões, produtos, reivindicações, entre outros.

E é neste ambiente - em que os usuários estão ávidos por novidades e prontos para absorver o que lhes for apresentado - que as empresas precisam se posicionar, de forma transparente e inteligente para agregar valor aos produtos perante seus clientes, tanto efetivos como em potencial.

Como colocar um negócio em evidência? Como se "redescobrir" para alcançar os consumidores certos, na hora certa, com a linguagem certa? Certamente estas são questões cruciais para o empresário que quer aparecer na internet, principalmente em tempos em que, mais do que nunca, é preciso aparecer para crescer.

Primeiro: para um uso eficiente das mídias sociais é preciso compreender que o ambiente das comunicações digitais difere das formas tradicionais de comunicação. As mensagens neste ambiente se multiplicam com intensidade e os usuários não precisam ser "celebridades" para influenciar uns aos outros. Portanto, aqui, não se deve desconsiderar um seguidor sequer e a comunicação constante com os clientes se mostra não apenas um diferencial, mas uma necessidade.

Segundo
: o ponto importante é saber que alcançar seus consumidores no Facebook e Twitter, por exemplo, pode até parecer simples num primeiro instante, mas a grande dificuldade que se impõe para uma empresa é mantê-los atentos aos seus produtos ou serviços, e isso pede não apenas muita criatividade nas ações, como também conteúdo de qualidade e interatividade com transparência.

Terceiro
: é fundamental mensurar os resultados obtidos com as divulgações e interações feitas nas mídias sociais, para então se avaliar as próximas ações. A análise destes dados é importante para o futuro da empresa porque lhe permitirá identificar e quantificar preferências e impressões de uma amostragem de consumidores, de maneira a obter o correto diagnóstico de sua imagem e de seus produtos. É importante frisar que todo esse tempo de resposta nas redes digitais é muito mais urgente do que em qualquer outra mídia, pois, utilizadas também como

SAC online, as mídias sociais mantém as portas da empresa abertas 24 horas por dia.

Em resumo, muito além de marketing, estudar a "voz" de seus consumidores transforma a ferramenta digital em um verdadeiro canal de relacionamento, o que pode ser bastante positivo se aproveitado corretamente.

Acácia Lima
é jornalista e diretora da YellowA, agência especializada em mídias sociais

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Mídias sociais devem se tornar o principal canal de relacionamento

 

Entre os próximos 3 a 5 anos, as mídias sociais tornar-se-ão o principal canal de relacionamento entre empresas e consumidores, apesar de hoje serem as menos utilizadas, de acordo com uma pesquisa da IBM que entrevistou mais de 1.700 CEOs ao redor do mundo. Apesar de apenas 16% dos empresários buscarem interação com os compradores por meio das mídias sociais, 57% preveem que essa atitude será efetivada nos próximos anos, proporção que coloca o canal atrás somente dos métodos de envolvimento presenciais (67%), e à frente dos websites (55%) e dos call centers (31%). A ascensão das mídias sociais provavelmente será evidenciada em detrimento das mídias tradicionais, as quais passam por um processo de decadência: atualmente utilizadas por 39% dos varejistas, mas com queda prevista para apenas 15%.

Os CEOs parecem estar no caminho certo ao focarem seus negócios através das mídias sociais para obter envolvimento: de acordo com um estudo divulgado em dezembro de 2011, pela CMO Council em parceria com a Lithium, a interação do consumidor e os insights são os principais benefícios do marketing de mídia social.

Clientes são o foco para os insights

De fato, os dados do estudo da IBM sugerem que os CEOs possuem forte interesse em conhecer profundamente seus consumidores. 73% dos entrevistados indicaram que iriam fazer investimentos significativos, com a finalidade de adquirir habilidades para extrair dados sobre os seus consumidores. Essa foi a única área relacionada a estudos / conhecimentos que conseguiu obter a grande maioria: cerca de metade procura investir na coleta de insights sobre vendas e operações, enquanto a minoria procura aumentar seus conhecimentos sobre os mercados e a concorrência.

7 em cada 10 querem entender melhor as necessidades dos clientes

No entanto, após coletar dados sobre os consumidores será necessário interpretá-los para que seja possível entender as necessidades dos clientes, carência reconhecida por 72% dos entrevistados. Percentual igual a dos executivos que procuram melhorar o seu tempo de resposta às necessidades do mercado, enquanto a maioria também busca enfocar na harmonia das experiências dos clientes entre os diversos canais. Maior transparência e responsabilidade corporativa (47%), bem como uma maior responsabilidade social e ambiental (44%) são de importância relativamente menor.

O estudo também mostra que os CEOs das áreas de educação (77%), telecomunicações (73%) e varejo (72%) apresentam maior probabilidade em entender as mídias sociais como um canal importante para o engajamento do consumidor para os próximos 3-5 anos. No entanto, líderes de empresas dos setores de eletrônicos (52%), seguros (51%) e produtos industriais (34%) são relativamente menos propensos a visualizar o papel de relacionamento das mídias sociais.

Como decidir qual rede social usar

 

Há uma infinidade de redes sociais buscando sua fidelidade no mundo afora. Logicamente, o Facebook e o Twitter são as maiores. Mas será que elas são corretas para o seu estilo? E o LinkedIn? Ou então, Google+? Além disso, você pode usar as mídias sociais para diferentes propósitos. Entenda cada uma e escolha qual usar ou priorizar:

01-Redes-sociais-em-alta

Como decidir qual rede social usar - 1. Facebook
O Facebook tem 845 milhões de usuários e é recomendável que você o use para interagir com as pessoas em um nível mais pessoal. O grande diferencial da rede é que você pode hospedar todas as informações necessárias sobre a sua marca e empresa em um só lugar. O maior segmento de usuários no Facebook está concentrado nos jovens, de 21 a 24 anos. 17,5% deles é do sexo masculino e 16,6% destes é do sexo feminino. Os outros grupos que estão em peso no Facebook são os de 18 a 20 anos e de 35 a 44 anos.
Como decidir qual rede social usar - 2. Twitter
As estatísticas de 2012 mostram que 140 milhões de pessoas usam o Twitter e há uma média de 340 milhões de tweets por dia. A rede social é boa para compartilhar experiências efêmeras e atualizações curtas. Além de monitorar interações sobre sua marca e encontrar clientes em potencial. O diferencial da rede é que muitas marcas têm usado o Twitter para dar satisfação ao cliente e se tornou uma "arma" para o cliente insatisfeito. As companhias têm prestado cada vez mais atenção à rede social e valorizado seus usuários. 42,3% dos usuários do Twitter tem de 31 a 49 anos e 41,5% tem de 18 a 29. As mulheres usam mais o Twitter. Elas compõem 54,6% dos usuários do microblog.
Como decidir qual rede social usar - 3. LinkedIn
O linkedIn tem 150 milhões de usuários e é bom para quem está concentrado na carreira e quer se conectar com outros que têm os mesmos interesses laborais. O diferencial da rede é que você pode liderar e criar discussões sobre sua empresa e responder perguntas frequentes nas páginas de dúvidas. A audiência do LindkedIn é equilibrada. 51% de homens e 49% de mulheres. A maioria tem de 35 a 44 anos, dando um status de uma rede social mais séria ao LinkedIn.
Como decidir qual rede social usar - 4. Google+
O Google+ tem mais de 100 milhões de usuários e apresenta crescimento vertiginoso. É interessante porque permite que você crie conversas e adicione a elas pessoas específicas (é só colocar um + na frente delas para ter alertas destas interações). O diferencial da rede são os círculos. Você pode organizar seus contatos por grupos e pode direcionar mensagens a grupos diferentes. Quase 70% do Google+ é masculino. A mídia social também é interessante para compartilhar posts de blog, "insights" e informações relacionadas com a sua empresa, pois a rede tem usuários de nichos, como web designers, profissionais de marketing ou engenheiros.

Marketing de conteúdo.

A internet inaugura uma nova era no tocante às comunicações, à mudança da velociade da informação, à concepção da rede de conteúdo e ao fato virtual do relacionamento.

 

 

marketing

As redes de relacionaemnto, desde o orkut, provocam a apoximação de pessoas de diversas formas, modalidades e conceitos diferentes:

1 – Pessoas amigas em 1º grau;

2 – Pessoas amigas que se conhecem, mas não têm um nível de proximidade semelhante aos amigos em 1º grau;

3 – Pessoas amigas de amigos, que um dia poderão estabelecer algum tipo de relacionamento real;

4 – Pessoas virtuais – está em um perfil do outro, mas nunca se encontraram de verdade;

5 – Relação direta de pessoas físicas, amigas de pessoas jurídicas;

Porém, todos estes cinco níveis de conhecimento existenciais estão na rede por um único fato: a conversa.

A troca de informações, o busca por novas ideias e a possibilidade de viver novas oportunidades é a proposta nas entrelinhas das redes. Mas, todos estão ligados intrinsecamente pela geração, provocação e retenção de conteúdos.

O que eu chamo de marketing de conteúdo é essa percepção. O objetivo é que as empresas compreendam esse universo de construção conceitual e entrem na conversa, apresentando o conteúdo dos seus negócios e as soluções oferecidas.

Quando eu faço um blog para minha empresa, eu estou dando início a um canal de geração de informação. A um novo canal de relacionamento e um novo canal de posicionamento e representatividade, para o meu empreendimento.

Um blog não é apenas uma página gratuita que pode ser criada. Um blog é um manual de instrução de como as pessoas podem usar, onde comprar, como pagar, como trocar, como solucionar problemas para suas vidas e como minha empresa pode resolver isso.

Nesse tipo de canal a técnica impressa pela empresa tem espaço justificável para todas as explicações plausíveis e de demonstrações relevantes de produtos e serviços, sem falar na construção da vitrine virtual. Mais do que um cartão de visitas ou um guia de como usar a sua empresa, o blog é uma porta de entrada do cliente na sua empresa ,e o início de um processo de relacionamento.

Quando eu gero conteúdo explicativo da minha empresa, eu gero credibilidade, confiabilidade, segurança para o usuário e demonstro total controle e conhecimento dos processos de que a empresa se vale para a prestação de seus serviços.

O Google é uma empresa que se vale do conteúdo para fazer seu principal marketing.

Acesse por exemplo a página do Adwords, veja todo o manual de explicação que o Google disponibiliza. E se, mesmo assim, você não entendeu bem ou tiver preguiça de ler, veja o vídeo no youtube.

Agora, vamos fazer um exercício?

Vamos construir os conteúdos explicativos da sua empresa?

O segredo do sucesso na internet está relacionado à quantidade de tempo de trabalho que você dedicará para a produção de informações sobre o seus produtos, serviços e sua instituição de modo geral.

Quanto mais canais de informação você disponibilizar e quanto mais informações você produzir conceituando o universo de soluções que a sua empresa oferece, mais acesso a sua home page você provocará e, com isso, mais negócios você realizará.

Aqui está a explicação do porquê de tantas empresas criarem perfis no orkut, no facebook e do porquê estes virarem perfis fantasmas. Se você não tem nada para falar, o que você vai fazer em uma rede de conteúdo?

A concepção de Kotler em seu marketing 3.0 é a conquista do cliente em sua totalidade, atingindo a mente, o coração e o espírito.

Conquistar clientes é saber vender através das palavras, com verdade, caráter e paixão.

Fábio Mesquita Torres - Consultor de Marketing da Grão Novo

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Marketing em mídias sociais é da empresa e não externo

 

Encher a timeline dos usuários com excesso de informações e promoções é um raciocínio ultrapassado de visibilidade de mídia e está arruinando a qualidade da experiência que geramos para os usuários.

 

O profissional de mídias sociais é a bola da vez, para ser amado, criticado, odiado ou idolatrado.

Nunca foi tão evidente a necessidade das empresas se posicionarem através das mídias sociais; não existe nada de revolucionário ou inovador, trata-se apenas de rotina de marketing ou arroz com feijão se você preferir.

As pessoas que lidam com a realidade, desprovidas do entusiasmo excessivo daqueles que enxergam a revolução e retomada do poder pelo homem comum, vivem o “agora” de uma necessidade de entendimento da linguagem e do potencial que ela pode trazer para o seu negócio.

Na minha visão ainda míope, enxergo as mídias sociais enquanto ferramenta de marketing, sobre um aspecto fundamental e simples: valor.

O tempo que se perde enchendo a time line dos usuários com pilhas de informações e promoções, através de uma linha de raciocínio ultrapassada de visibilidade de mídia está arruinando a qualidade da experiência que geramos para os usuários.

Mais e mais marcas caminham para o marketing colaborativo enquanto dezenas de outras caminham para uma morte social anunciada.

A falha aqui é de princípios – ninguém entendeu direito que o marketing social é fundamento das organizações e não é competência externa. Ouvir e monitorar não é tão simples quanto parece, nem toda força de automação consegue capturar o conceito social de uma marca e colocar em um Excel.

Como todo processo fundamental de uma organização, ele precisa ser interno, precisa passar pelo aprendizado, tentativa e erro e principalmente, pelas lições aprendidas

Perguntas simples estão perdendo o sentido prático para algumas pessoas. Qual o valor do que estou fazendo para o meu negócio? Por que fazer mais do mesmo faz algum sentido em um ambiente onde a inovação é o ouro e a informação é uma commodity?

Vivemos a era da informação ou a era da interação? Quanto vale a informação para sua marca enquanto ela se torna cada vez mais gratuita e o quando vale para ela tocar realmente as pessoas?

Fonte: [Webinsider]

Use Bem As Mídias Sociais Para Promover Sua Empresa Seus Negócios

Empresas de pequeno e médio porte, bem como profissionais liberais, podem e devem sim usar as mídias sociais para promoverem seus produtos/serviços.

Eugênio Sales Queiroz

Estar presente na rede mundial de computadores não é mais privilégio das grandes empresas. Empresas de pequeno e médio porte podem e devem sim usar as mídias sociais para promoverem seus produtos/serviços.

Podemos incluir também nesta lista os profissionais liberais, que usando de forma contínua e eficiente conseguirão chegar mais perto dos seus potenciais clientes. As mídias sociais têm revolucionado a maneira como empresa e clientes se comunicam, pois essas ferramentas bem usadas os aproximam de forma quase instantâneas.

Você empresário ou profissional autônomo que ainda não está usando as mídias sociais para divulgar seus produtos/serviços é bom ficar sabendo que as mais usadas do momento são: Twitters, Facebooks, Blogs, Linkedin, entre outros, cabe a você escolher qual ou quais melhores ferramentas de se aproximar dos seus clientes.

É sempre bom lembrar que é preciso saber usar essas mídias sociais, para não passar uma imagem negativa para o público formador de opinião.

Nada de postar no Facebook, por exemplo, aquelas fotos de uma festinha particular com os amigos, essa atitude pode ser desastrosa para sua imagem e para a imagem da sua empresa.

Para se aprofundar neste assunto aconselho a leitura do livro “Marketing nas Mídias Sociais em 30 Minutos” de Susan Gunelius lançado no Brasil pela Cultrix. *Siga-nos no www.facebok.com/eugeniosalesqueiroz