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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

O consumidor está integrado. As marcas não!

Não há mais como fugir. A comunicação está integrada. Se a sua marca ainda não percebeu isso, o consumidor, que é quem deveria ser o centro das atenções, já está integrado há muito tempo.

Não há mais como fugir. A comunicação está integrada. Se a sua marca ainda não percebeu isso, o consumidor, que é quem deveria ser o centro das atenções, já está integrado há muito tempo. Não adianta brigar com isso, quanto mais ações as marcas fizerem na TV, Rádio e Jornal, mais acessos o seu site terá, mais seguidores nas Redes Sociais e visualizações no YouTube. Mas a sua marca ainda não acredita que a internet é uma plataforma que mesmo sem venda direta (e-commerce) vende? Que promove interação? Que promove o aumento no conhecimento de marca e produto? Como dizia um antigo slogan da FIAT “está na hora de você rever os seus conceitos...”
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  Nós, profissionais de planejamento estratégico digital, devemos estar sempre atentos aos novos comportamentos do consumidor, esqueçam, por favor, que o consumidor são homens, 25+ classe ABC. Não é mais. Estamos falando com seres humanos, que são mais do que isso. São pessoas que tem um porquê em cada ação que fazem, por que compram? Por que interagem com uma marca? O que desejam receber no Twitter? É como a grande Martha Gabriel diz “hoje o consumidor não fica mais parado esperando as coisas acontecerem. Ele é impactado pela mensagem, claro, mas hoje ele tuita, ele dá opinião, ele indica, ele recomenda”. As pessoas estão atrás de conteúdo e as palavras “relevante” e “exclusivo” se encaixam perfeitamente nisso.

Pesquisa do Google mostra que 79% das pessoas se conectam ao buscador após verem uma campanha publicitária no offline (TV, Rádio, Jornal...) ou seja, essas mídias são importantes, claro, mas se não tiver uma continuidade no online a marca pode perder um potencial cliente. Gasta-se milhões na mídia para levar o consumidor até o conhecimento da marca, não se investe no digital e depois alguém diz “50% do que eu investi em mídia foi para o lixo” ou “Fizemos uma ação que gerou branding”. Balela. Não se soube trabalhar a comunicação como um todo, não se entendeu a importância disso. Cerca de 60% dos acessos de um site vem do Google. Cerca de 95% dos usuários de Internet usam o Google. O Google é disparado o site mais acessado do Brasil. Não está no Google por que? Está na Globo, Estadão, Jovem Pan, Veja e? Facebook? Twitter? Google? Blog? Mobile? Isso é estranho para a sua marca? Ok, mas para a concorrência talvez possa não ser.

Vamos aprofundar mais o dado citado acima: 79% das pessoas se conectam ao Google após receber uma mensagem publicitária, dessas 53% vão ao Google após serem impactados pelo boca-a-boca ou indicação. Mais uma vez, cadê a marca no Twitter estimulando que as pessoas falem dela? Nem todas estão, ou melhor, nem todas sabem como estar. Monitorar e fazer promoção é não saber explorar o lado SOCIAL que Twitter, Facebook e YouTube possuem em sua essência. Anuncio de TV representa 51%, jornais e revistas 35% e lojas físicas 27%. Dessas pessoas, 47% vão atrás do nome do produto ou serviço e só 30% atrás do nome da empresa, mais uma vez, se dá a importância de saber trabalhar as palavras-chave e assim o Google.

As marcas precisam ser as curadoras de conteúdo dentro do digital. Assim serão referências nos seus segmentos e referência é a primeira marca que vem na mente do consumidor. Ele vai buscar no Google, ele vai buscar uma Fan Page, ele vai querer assistir um vídeo. O consumidor mudou, você ainda não percebeu?

Fonte: Oficina da Net

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Marketing de Resultados

 

As vezes é necessário enxergar nosso carro preto e pintá-lo de outra cor, ou seja, o produto é o mesmo, o preço é o mesmo, a qualidade é a mesma, mas o meu conjunto produto, preço, e qualidade não pode ser o mesmo, pois as empresas não são as mesmas e o lucro final não vai para o mesmo bolso.

Marketing: Estar atento às tendências do mercado para produzir de forma rápida aquilo que o consumidor quer.

Prever as características e tendências de consumo para daqui a um certo período. Como será o comportamento dos consumidores daqui a 5 anos em relação a minha marca? Quais serão suas características de consumo para o próximo período? Essa antecipação é um grande passo para um diferencial com a concorrência. Uma ideia permanece inédita por um curto período, logo surgem no mercado produtos similares, porém sem a mesma qualidade e estrutura, que foram adquiridas graças a uma série de estudos prévios, permitindo a empresa estar sempre um passo a frente às demais.

Marketing de resultados: Relacionamento entre as ações, conscientização, conversação e pós venda.

Muito tempo e dinheiro se perdem dentro de uma empresa sem planejamento estratégico de marketing. Ações isoladas de mídia, sem uma mensuração de resultados, sem começo e nem fim acabam por maquiar os resultados obtidos com uma campanha. Muitas vezes se investe alto, e se obtêm um retorno aparentemente à altura, quando na verdade, o volume de novos clientes que aderiram o produto, não trouxe lucro à empresa a ponto de cobrir as despesas com o esforço feito pelo marketing para a sua divulgação. Ou seja, temos uma clássica relação entre vender mais e ganhar menos.

A ideia básica de marketing leva a uma conscientização do consumidor para aquele produto, depois ela deve abrir um diálogo entre consumidor e empresa, proporcionando o ambiente adequado para a venda, e posteriormente deve ser trabalhado o conceito de pós venda, para que aquele cliente tenha um atendimento personalizado e perceba entre outros o diferencial da empresa para com relação as concorrentes.

Quem controla o mercado?

O controle do mercado se da diretamente na relação entre oferta e demanda dos produtos.

Quando a demanda de consumidores é maior do que a oferta do produto, o mercado é controlado pelas indústrias, por aqueles que fazem o produto para que ele seja vendido, direta ou indiretamente para o consumidor final. Um caso clássico que marca o início do domínio do mercado pela indústria é a produção fordista, onde Henry Ford começou nos estados unidos o modelo Ford T, exclusivo na cor preta, neste caso toda linha de produção da Ford saia em uma única cor, foi neste período que Henry tornou-se famoso pela frase "O consumidor pode comprar um Ford em qualquer cor, desde que seja preta".

O padrão construído por Henry Ford sofreu um grande descenso quando a GM começou a produzir carros, de qualidade até mesmo inferior, porém com várias cores, antevendo as tendências do mercado, oferecendo opções de escolha ao consumidor.

As vezes é necessário enxergar nosso carro preto e pintá-lo de outra cor, ou seja, o produto é o mesmo, o preço é o mesmo, a qualidade é a mesma, mas o meu conjunto produto, preço, e qualidade não pode ser o mesmo, pois as empresas não são as mesmas e o lucro final não vai para o mesmo bolso.

A criação uma marca própria para o mesmo produto pode ser uma saída, assim como novos canais de atendimento, como toll free o famoso 0800, ou a simples disposição de produtos na loja, que pode ser um diferencial para que não haja perca de tempo com itens com baixo retorno lucrativo.

Quando a procura é maior do que a oferta de determinado produto, quem manda no mercado são os consumidores, estes se tornam cada vez mais exigentes, e com isso, requerem uma gama de investimentos cada vez maior.

Novos canais de venda, como os chamados Home Shoppings, ou seja, comprar em casa, é uma saída muito pouco explorada por empresas de médio e pequeno porte, muitas vezes por falta de investimento no setor de tecnologia. Compras pela internet ou via telefone, com entrega em domicílio facilitam a vida de qualquer consumidor e de qualquer empresa. Quem não deseja que aquele cliente indeciso, que nunca sabe o que quer, tire todas as suas duvidas em um site bem elaborado, faça sua compra sem sair da sua casa, e principalmente, sem levar a tarde toda sentado em frente a sua mesa?

O marketing de relacionamento cria ações individualizadas e personalizadas, gerando o contato direto com o consumidor, mesmo que este seja feito através de um web site. Quando este canal é bem aproveitado, ocorre por consequência, uma identificação dos consumidores com a marca, e a respectiva maximização de valores agregados a seu produto.

É preciso atentar-se que a qualidade dos clientes está crescendo juntamente com seu poder econômico, nos dias atuais, o grau de instrução dos compradores está diretamente ligado a sua informatização e a seu poder de compra, ou seja, são clientes cada vez mais antenados em tecnologia e buscando facilidades para sua compra. Clientes de alto valor estão cada vez mais em busca de praticidade e esperam também uma reciprocidade de mão de obra qualificada por parte da empresa.

Investir no cliente certo pode ser o grande salto para as empresas. Segundo a lei de Pareto cerca de 20% dos clientes de uma grande empresa são responsáveis pela compra de 80% de seus produtos. Este é um termo aceito e comprovado universalmente e nos mostra que é necessário investimento para a manutenção deste cliente de alto valor, assim como descobrir suas características, suas necessidades, traçar seu perfil para que sejam investidas ações de captação de novos clientes que se adequem a este quadro. Na maioria dos casos, investir em poucos, porém lucrativos clientes é muito melhor do que direcionar ações a uma quantidade demasiada que traga pouca lucratividade.

Tudo isso nos leva a perceber que o cliente também deve ser qualificado, dividido, estudado, e assim como os consumidores procuram as melhores empresas, as empresas devem procurar os melhores clientes. Desde que isso não seja feito de forma preconceituosa, pois todos merecem o mesmo atendimento, do pequeno ao grande cliente, ambos merecem o mesmo respeito. Estamos falando aqui de investimentos para a captação e maximização de negócios e não de formas de se tratar e atender um cliente!

Pensar em Marketing é pensar em números, a conta é logica, fria, e seu resultado, deve ser sempre positivo, e com tendência ao crescimento, se não for assim, não é marketing, são apenas um combinado de ações soltas e feitas pela empresa em uma tentativa desesperada de atingir qualquer público.