sexta-feira, 1 de março de 2013
Filme mostra que publicidade infantil contribui para o aumento do número de crianças obesas no Brasil
O padrão de consumo das famílias brasileiras e a publicidade infantil são dois dos fatores abordados no documentário "Muito Além do Peso: Obesidade, a maior epidemia infantil da história". O filme foi exibido nesta terça-feira (26) no anexo I do Palácio do Planalto, com a presença da diretora do documentário, Estela Renner. “A ideia do filme veio do caráter emergente do tema, pois crianças estão apresentando doenças de adultos, carregando um peso que não é delas”, afirmou a diretora paulista. Muitas das crianças entrevistadas não conhecem frutas comuns, pois consomem biscoitos, sanduíches e outros produtos com a composição chamada de ultrapalatável, uma mistura de açúcar, gordura e sal em quantidades pra lá do recomendável.
Com depoimentos reais de famílias das cinco regiões do país, o filme mostra hábitos alimentares e o adoecimento de crianças por problemas antes considerados de adultos, como doenças do coração, respiração, depressão e diabetes tipo 2. A produção alerta pais, educadores, profissionais de saúde e governo sobre um problema que já atinge 33% das crianças brasileiras, segundo dados do IBGE.
“A obesidade é um problema multifatorial”, destaca a advogada do Instituto Alana (patrocinador do documentário), Ekaterine Karageorgiadis. Segundo ela, entre esses fatores está o excesso de alimentos processados, com muitas calorias e poucos nutrientes, como biscoitos recheados, refrigerantes e lanches rápidos.
Por outro lado, as crianças estão brincando menos ao ar livre e ficando muito tempo no computador ou videogame, por isso gastam menos energia. A advogada também aponta o consumo gerado pelo aumento de renda da população, que traz consigo o suposto status de trocar o feijão com arroz por uma lasanha congelada, por exemplo. Outro problema é a escassez de informação por parte dos pais, embalagens com informações equivocadas e a publicidade infantil, que muitas vezes associa personagens de desenho animado a alimentos nada saudáveis. Em algumas redes de lanches rápidos, as crianças até ganham brinquedos quando consomem sanduíches calóricos e sem valores nutricionais.
Para a diretora do filme Estela Renner, é necessária a regulamentação da publicidade infantil para que as propagandas falem com os pais, não com as crianças. A regulação também é destacada como fundamental pelo vice-presidente do Instituo Alana, Marcos Nisti. “Pela Constituição, a criança tem prioridade sobre qualquer assunto discutido neste país. Eu não me conformo quando falamos em regulação de publicidade infantil e as pessoas olham apenas o lado do marketing ou da liberdade de expressão. Precisamos valorizar e proteger esse ser que está em formação, fazendo disso uma bandeira da sociedade”, afirmou.
O representante da Organização Panamericana da Saúde, Enrique Jacoby, que também participou do debate, lembra que as causas da epidemia de obesidade infantil já são conhecidas, sendo necessárias políticas firmes dos governos, com ação regulatória na área, além de apoio à agricultura familiar e recuperação das tradições culinárias de cada país.
Tereza Campello, ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, esteve na abertura da sessão e falou que o filme é um alerta aos gestores públicos, que devem atuar rapidamente, pois a obesidade coloca em risco o futuro das crianças brasileiras.
O filme está disponível para ser baixado no site muitoalemdopeso.com.br
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
O marketing aplicado à modernização das igrejas
O marketing desenvolvido em cada uma dessas instituições pode ser considerado o que o - ainda - papa Bento XVI apontou como demandas da sociedade. Em resposta a elas, a orientação do pontífice foi que a Igreja se mantivesse fiel à sua natureza, ou seja, na contramão do desejo social. “O que pode não significar, num primeiro momento, aquilo que mais agrada as pessoas, o que mais elas querem ouvir”, reforça Borba.
Ainda que a posição oficial da Igreja não ofereça aos fieis aquilo que, ao menos num primeiro momento, eles querem a atração se dá por identificação. Segundo Borba, quando o líder relata suas experiências religiosas, estabelece conexão com o ouvinte. “Isso é uma estratégia de mercado? Você pode até dizer que sim, que se encaixa nas características, mas não é pensado assim”, declara.
Marketing
Mas Danilo Amaral, consultor de Marketing, diz que o marketing está posicionado em todos os setores da sociedade e a Igreja não é diferente.
“Podemos identificar várias características do marketing nas igrejas“, afirma.
Amaral explica usando metáforas do cenário musical: “os jovens de hoje querem música popular, então você não vai ter muitos discos de música gregoriana”. A adequação da oferta à demanda é fundamento do marketing encontrado nas religiões segundo o consultor.
Os meios de comunicação também são ferramentas de marketing para as igrejas segundo o consultor, que destaca a necessidade de conhecer o público-alvo para a adequação do discurso. “Desde os anos 1960 que programas de TV e, hoje, as mídias sócias, são utilizadas para pregações”.
Amaral destaca o papel do papa João Paulo II para a chegada das missas católicas aos meios de comunicação. “O papa João Paulo II foi quem impulsionou, já tardiamente, a transmissão de missas. Hoje existem vários canais católicos que se utilizam de toda essa linguagem”.
Frases
Isso é uma estratégia de mercado?
Você pode até dizer que sim, que se encaixa nas características, mas não é pensado assim”
Francisco Borba Ribeiro Neto, Coordenador do núcleo Cultura e Fé da PUC
Podemos identificar várias características do marketing nas igrejas”
“Desde os anos 1960 que programas de TV e, hoje, as mídias sociais, são utilizadas para pregações”
Danilo Amaral, consultor de marketing
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Vendas online: atendimento de qualidade aumenta conversão
Diferente das lojas físicas, que têm horários restritos de funcionamento, os canais virtuais funcionam 24 horas, independente do dia do ano. O atendimento também precisa acompanhar o cliente no momento em que sua intenção de compra surgir. “Se uma pessoa tenta fechar um negócio de madrugada e tiver uma dúvida, precisa de resposta. Um mecanismo eficiente que esclareça imediatamente o consumidor contribui potencialmente para a compra. Uma forma de oferecer respostas 24 horas e poupar recursos é o atendimento automatizado, onde o cliente preenche um campo no site com sua pergunta que é instantaneamente respondida sem intervenção humana”, aponta Albert Deweik.
A facilidade da internet de viabilizar transações fora dos horários comerciais atende a necessidade de quem chega cada vez mais tarde em casa. As construtoras se adequaram a esta tendência e ampliaram o seu horário de atendimento online, diversificando seus meios de contato com o público. “O imóvel é o bem mais caro que o consumidor vai adquirir na vida. Ele precisa sentir confiança. Ampliamos o horário do chat até a meia noite e criamos alternativas de contato telefônico: se o interessado não quiser ligar, nós ligamos. Tudo pode ser feito de forma remota: vídeo conferência com o corretor, que reproduz uma visita ao apartamento decorado, exposição de plantas, vídeos e até simulação de alterações na construção. Hoje cerca de 10% de todas as vendas da construtora são realizadas inteiramente à distância”, analisa Denilson Novelli, gerente de e-business da Tecnisa.
Atendimento: chave para a confiança na primeira compra
As vendas realizadas na internet no país cresceram 29% no ano passado: 43 milhões de brasileiros realizaram alguma compra de forma virtual. Isso representa uma movimentação de R$ 24,12 bilhões no e-commerce, de acordo com dados da Abcomm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico). Mesmo com o crescimento desta modalidade, mais de 150 milhões de pessoas ainda não realizaram nenhuma transação na rede. O bom atendimento é percebido com um conjunto de fatores que vai desde o primeiro contato com o site até a entrega e alia o acesso rápido, sites com boa navegabilidade, além de flexibilização nas formas de pagamento que são fundamentais para conquistar essa camada da sociedade.
A aproximação da empresa com a realidade do cliente inclusive na linguagem é fundamental para ganhar sua confiança e tornar o seu ingresso no consumo on-line fácil e agradável. “O setor da aviação com seus termos em inglês geralmente traz complicação para quem viaja pela primeira vez. A solução é traduzir estes termos para a realidade do consumidor que está acostumado a viajar de ônibus. Invés de check in, falamos balcão de atendimento; no lugar de e-tiket, utilizamos passagem. Informamos todos os procedimentos que ele precisa fazer, sem gerar dúvidas”, diz Bob Rossato, Sócio Fundador do Viajanet.
Para conquistar de vez a confiança do internauta, a agência de viagens online investe em forma hibridas de fechar negócio. “Se o cliente não se sentir seguro para informar dados bancários pela internet, pode terminar a conexão e telefonar para a nossa central de atendimento. O passageiro busca se sentir confortável no momento de tomar uma decisão complexa e planejada como uma viagem. Não é algo impulsivo como entrar em um site e comprar um sapato. A decisão envolve a família, trabalho e economia”, analisa o Sócio da Viajanet.
Conhecimento das lojas físicas é importante no online
As lojas que têm presença física anterior ao seu ingresso no ambiente virtual trazem consigo a habilidade para atender o cliente pessoalmente. Com o dia a dia do varejo, elas passam a conhecer as necessidades, desejos e senso de urgência do consumidor. Esse conhecimento é adaptado aos modelos de interação online. As marcas que dispensam a estrutura física e se estabelecem desde o começo na internet, por outro lado, além de se adaptar as particularidades do meio, precisam conhecer seu cliente sem um contato prévio e aprender a compreender suas necessidades que vão além da web.
A Guiliana Flores tem 23 anos de atuação no varejo e está na internet há 13. Em 2000, o site recém inaugurado era uma extensão do catálogo de arranjos para facilitar a escolha dos produtos antes do cliente formalizar o pedido na loja do bairro São Caetano, em São Paulo. Sem saber da proporção que a internet ganharia, Clóvis Souza, o CEO da empresa, não tinha aspiração de realizar vendas pela homepage. “Atualmente, as lojas Guiliana Flores e o site têm funcionamentos muito particulares, como se fossem negócios distintos. Mas o fato de entrarmos na web com 10 anos de bagagem de loja física nos deu conhecimento de trato com o cliente. Quem compra flores é para presentear em uma data importante. Temos que compreender a necessidade da entrega no prazo, caso contrário, aquele momento especial terá passado. Esse é um compromisso que vem da loja”, diz Juliano Souza, Gerente de Marketing da Guiliana Flores, em entrevista ao Mundo do Marketing.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Marketing: marca holandesa inova e promove aluguel de calças jeans
domingo, 17 de fevereiro de 2013
A grande jogada de marketing da Samsung
Em 2013, cada segundo de espaço na programação custou 125 000 dólares, de longe o valor mais alto da televisão mundial. Neste ano, um dos comerciais que mais chamaram a atenção foi o da coreana Samsung. A empresa investiu 15 milhões de dólares em um filme que durou 2 minutos, o mais longo deste ano. “Sem entrar no mérito do conteúdo, quando uma empresa usa 2 minutos de comercial no Super Bowl, ela mostra, já de saída, que pode fazer frente a qualquer companhia”, diz John Quelch, professor de marketing da Universidade Harvard.
A grande jogada da empresa não foi um lance isolado. É o resultado de uma estratégia agressiva de marketing que a Samsung vem adotando nos últimos anos, depois de décadas de uma postura mais tímida. Seus gastos com anúncios publicitários em 2012 totalizaram 4 bilhões de dólares, disparado o maior entre as grandes empresas de tecnologia.
A Samsung também tem investido em estandes gigantescos nas grandes feiras de tecnologia, como a Consumer Electronics Show, em Las Vegas, e a Mobile World Congress, em Barcelona. Estima-se que a verba global com marketing e promoções chegue próximo a 12 bilhões de dólares. O número supera o investimento que a Samsung faz em pesquisa e desenvolvimento — cerca de 9 bilhões de dólares anuais.
Além de reforçar sua imagem em robustas campanhas na mídia impressa e na TV, a Samsung tem se destacado nos “anúncios virais” — propagandas criadas para a internet que, se bem executadas, passam a ser compartilhadas freneticamente por usuários de redes sociais. O mote da coreana é alfinetar os produtos de sua principal concorrente, a Apple. Curiosamente, essa é a mesma estratégia que a Apple adotou na década de 90 para fazer frente à Microsoft, sua rival histórica.
Um vídeo feito pela Samsung em 2011 ridicularizava os fãs da Apple, que passavam dias na fila para comprar um iPhone. Em setembro do ano passado, a Samsung voltou à carga. Escolheu o dia do início das vendas do iPhone 5 para lançar um vídeo com ironias sobre o aparelho. O objetivo era dizer que as grandes novidades do smartphone da Apple já estavam presentes na linha Galaxy, da Samsung. O anúncio foi assistido mais de 120 milhões de vezes no YouTube e tornou-se a quarta propaganda online com maior audiência em 2012.
“A empresa passou a usar um toque de humor, mais criativo nas propagandas”, diz o diretor do curso de pós-graduação em marketing da ESPM, Edson Crescitelli. “Isso mostra que os coreanos se sentem no mesmo páreo de sua maior concorrente.” Não por coincidência, a Samsung tornou-se em 2012 a empresa de tecnologia com o maior faturamento do mundo (a Apple continua sendo a maior em valor de mercado). De quebra, ainda roubou do iPhone a liderança do mercado. O sucesso da estratégia foi tão grande que o assédio a seus executivos aumentou. O Google é uma das empresas que conseguiram atrair profissionais da área de marketing da fabricante de eletrônicos.
À frente da Samsung está o nada carismático Lee Kun-hee, um senhor de mais de 70 anos famoso por ter sido condenado na Coreia pelo crime de evasão fiscal. O fato de ter escapado da prisão graças a um perdão presidencial não ajudou a melhorar sua imagem. Ou seja, falta muito para a Samsung passar a Apple no imaginário do consumidor. Mas é bom não subestimar a vontade dos coreanos de derrubar a Apple do pedestal. Ao contrário do Super Bowl, essa partida está apenas no começo.
sábado, 16 de fevereiro de 2013
Boas práticas são responsáveis pelo sucesso das campanhas de e-mail marketing
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| Email Marketing Boas Maneiras |
Em tempos de Oscar e grandes estreias, começo a pensar no quanto a boa propaganda pode influenciar um negócio. Mesmo no cinema, vem destaca-se como favorito um filme de baixo orçamento, com grandes estrelas, chamado “O Lado Bom da Vida”. Se você ainda não assistiu, as apostas populares, em blogs, enquetes e redes sociais, torcem pelo filme sair vencedor nas categorias de elenco e roteiro original. A história tem pitadas tragicômicas,e a propaganda, por incrível que pareça, teve o tão famoso boca-a-boca como um grande aliado, assim como aconteceu com Pequena Miss Sunshine e Juno em anos anteriores.
Este não é um fenômeno tão inusitado assim. Ao promovermos um conteúdo, temos que ter em mente o público que queremos atingir. Se a propaganda não corresponder à realidade de quem a recebe, as repercussões negativas irão prejudicar a sua imagem.Porém, assim como no cinema, no e-mail marketing, além da propaganda, o sucesso depende muito do conteúdo e da relevância da mensagem. Muito já foi feito no passado para que se apresentem mesmices. É preciso inovar para se destacar, sempre!
Uma campanha exitosa chamará a atenção se estiver inserida em um contexto de relacionamento relevante e se for trabalhada adequadamente. Assim como em “O Lado Bom da Vida”, ao respeitarmos as características e utilizarmos o e-mail marketing para as finalidades para as quais ele foi desenvolvido, em conformidade com as boas práticas, nos tornaremos unanimidades. Simplesmente não haverá equivalentes no mercado.
Não sou só eu que digo isto. O e-mail marketing foi protagonista no último E-mail Evolution Conference, realizado em Miami. Mais de 75% dos participantes apontaram a ferramenta de envio como a melhor forma de uma empresa entrar em contato com o público, mesmo diante da concorrência acirrada das mídias sociais.
O “lado bom” da reputação
Uma reputação impecável será conquistada com o tempo e a confiança dos provedores dependerá de planejamento, subdividido em estratégias passo a passo, em grande parte porque os provedores estão estreitando cada vez mais os filtros de spam para impedir que mensagens irrelevantes alcancem a caixa de entrada de seus usuários.
Da mesma maneira, o público dos cinemas também já não se deixa impressionar somente pelo que a mídia decide promover. As redes sociais e os blogs revelam verdadeiros especialistas na sétima arte – ou seja, não há possibilidade de fazer as pessoas acreditarem em algo que elas assistem e não gostam, tentando dissuadi-las. Elas interagem em sites, no Facebook e em tantos canais abertos para reportar o que as agrada ou desagrada.
Estas pessoas não aceitarão positivamente suas campanhas ao se sentirem incomodadas. Se o conteúdo for ofensivo ou o usuário não tiver solicitado a inclusão de seu e-mail na base de contatos, prepare-se: os filtros de reputação, sofisticados o bastante para bloquear e-mails com base em feedback, engajamento e uma variedade de outras métricas advindas do usuário, irão agir!
Por isso, vale a pena o esforço de atuar dentro das regras de boas práticas do e-mail marketing e garantir que suas mensagens cheguem ao usuário sempre na caixa de entrada. Vá além do domínio das boas práticas, focando na criação de valor para o usuário por meio da divulgação de conteúdo relevante.
O engajamento do seu público-alvo será proporcional ao seu esforço em entregar o melhor.
Fonte: Administradores
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Diretor de marketing aposta em Flamengo com a maior arrecadação do Brasil em 2014
"No Flamengo, tudo é para ontem. Mas eu diria que a partir de 2014 nós vamos ser o clube de maior arrecadação do Brasil. Até 2015 ou 2016, queremos estar entre as dez maiores do mundo", disse Bap, ao site Época Negócios. "É evidente que isso depende de resultados dentro do campo, mas o potencial da marca é tão grande que não temos dúvida que irá acontecer. Não é “se” vai acontecer. O Flamengo vai ter a maior arrecadação do Brasil."
Perguntado sobre como alcançar tal objetivo em tão pouco tempo, o diretor rubro-negro aposta na força do Manto Sagrado, que para ele deve render, no mínimo, R$ 50 milhões.
"O número da camisa do Flamengo são exatos R$ 50 milhões. Mais variáveis. Caso o Flamengo conquiste títulos, cada patrocinador dará a sua contribuição. Se o Flamengo ganhar tudo em um ano, iria para R$ 75 milhões", revelou.
Rodízio de patrocinadores
Já com contrato de três anos assinado com a Peugeot, Baptista, que exclui o acordo com a Adidas de suas contas de patrocínio, explicou o sistema de rodízios e o desmentido da montadora sobre a mudança de lugar da marca na camisa do Fla.
"Há uma confusão em relação a isso. O que acontece é o seguinte: o patrocínio rotativo não é nada mais do que uma opção que você coloca no contrato. Você tem três patrocinadores na camisa. Se você perde o patrocinador máster, por contrato, nenhum dos outros dois patrocinadores poderia pular para a frente da camisa pagando mais. Criamos uma alternativa para minimizar a perda de um dos patrocinadores da camisa do clube", afirmou.
Segundo ele, a marca francesa, por ter sido a primeira a acertar, ganhou um bônus nesta operação. "A Peugeot foi bonificada por ser o primeiro patrocinador. Como temos um contrato com a Olympikus até o dia 30 de abril, nós concedemos o espaço máster da camisa da Olympikus, que não estava vendido, à Peugeot, como premiação por ter sido a primeira a aderir ao modelo de marketing que estamos propondo. A partir de 1º de maio, a Peugeot vai estampar as costas da camisa do Flamengo", explicou.
Esportes olímpicos e cadastro
Ciente do espaço majoritário ocupado pelo futebol na vida do clube, Bap também disse que não pretende descuidar do incentivo aos esportes olímpicos. A solução neste caso seria a aquisição das Certidões Negativas de Débito (CND), que liberariam o clube de utilizar recursos estatais.
"Trabalhamos para ter todas as certidões que nos qualifiquem a usar as leis absolutamente espetaculares que temos no Brasil. A Lei de Incentivo ao Esporte é um gol de placa do Governo Federal e o Flamengo irá se planejar para buscar recursos para esportes olímpicos. Vamos apoiar e temos muito orgulho disso", disse o diretor do clube que atualmente conta, entre outras, com equipes de basquete, remo e ginástica.
Sonhando criar uma relação mais próxima entre a instituição e seus torcedores, estimados por Bap em 39 milhões, o dirigente pretende criar um dia nacional de cadastro dos torcedores do Flamengo.
Com meta de cadastrar 1 milão de rubro-negros apenas no primeiro ano, Baptista não deu detalhes sobre a ação, mas informou que ela irá ocorrer nos próximos três meses.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Um bom design é essencial para ser Miss
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
“Agências não querem que os grandes anunciantes migrem para o digital”
Marcos Henrique Facó – Esta migração é uma evolução e não uma mudança brusca. É a evolução de uma estratégia que adotamos desde 2007, quando começamos a investir mais forte no digital. Mas na realidade, realizamos ações de Marketing na internet desde 2003. Sendo que naquela época tinhamos duas ferramentas apenas, o banner e o e-mail marketing. De lá para cá, acompanhamos e aprendemos sobre como funciona o meio digital. E por isso nos últimos anos estamos investindo cada vez mais.
Mundo do Marketing – Os resultados foram positivos?
Marcos Henrique Facó – Sim. O perfil do nosso aluno possui características que vão ao encontro do que nós oferecemos. Nosso público está na internet e recebe bem este tipo de comunicação. É na internet onde ele escolhe o curso que vai fazer. Estes alunos não tomam a decisão sem pesquisar. E quanto mais alto o custo do curso, mais intensas são as pesquisas. Temos análises do próprio Google apontando que a escolha de um curso de MBA, por exemplo, gera até seis meses de pesquisa online. O nosso target está online. Nada mais interessante do que investir cada vez mais. E temos o retorno disso. Dados do Ibope de 2011 mostram que 6% do investimento em mídia no Brasil vão para a internet. Nos Estados Unidos a média é um pouco maior. Nosso online representa até 65% do montante total investido em mídia e para algumas ações específicas, o percentual do online chega até 80%.
Mundo do Marketing - Quais são as principais ferramentas hoje dentro do investimento em digital?
Marcos Henrique Facó –
Marcos Henrique Facó - As redes sociais não são ainda tão importantes, mas serão. O Foursquare, por exemplo, é apenas uma brincadeira no Brasil. Lá fora, existe uma cultura de cupons de desconto que faz desta rede uma plataforma muito interessante para as marcas. Ainda há muita coisa para ser definida neste cenário. As mudanças são tão rápidas que eu, como professor do MBA em Marketing Digital, sou obrigado a revisar constantemente meu material de aula. As próprias plataformas concorrentes se integram. Por exemplo: posto um vídeo em nosso canal do YouTube, que pertence ao Google, e o compartilho usando o Facebook. Mais uma razão para investirmos neste aprendizado.
Mundo do Marketing - Como é o investimento nos canais mobile?
Marcos Henrique Facó – Temos ações no mobile. Inclusive, nosso número de acessos cresceu 400% no mobile. Somos case do Google para as melhores práticas em canais mobile. Há uma integração muito grande entre todas essas plataformas e isso dificulta um pouco a mensuração, pois como saber exatamente qual foi a plataforma responsável por determinado resultado?
Mundo do Marketing - A mensuração das ações no universo digital ainda é uma dificuldade?
Marcos Henrique Facó - Quando olhamos, por exemplo, apenas o Facebook, as métricas mostram que ele não converte. Ao mesmo tempo, temos alguns vídeos do Desafio FGV onde grandes empresas postam conteúdo na nossa fanpage convidando os usuários a participar e as melhores respostas ganham prêmios. Só este ano, tivemos 200 mil views para estes vídeos. Isso não impactou muito em visitações no nosso hotsite, porém gerou 20% a mais de candidatos para o vestibular realizado no Rio de Janeiro. Temos todas as métricas e olhamos para todas elas. Porém, como são muitas variáveis e elas mudam o tempo todo, fica difícil atribuir um determinado resultado a esta ou aquela ação. Cruzamos os resultados das campanhas realizadas no Rio, em São Paulo e em Brasília. Isso nos gera números fantásticos, mas a problemática está em entender de onde veio tal resultado e porque ele aconteceu. Este é um desafio para o qual a maioria dos profissionais de Marketing tem resistência em investir.
Mundo do Marketing – Qual a razão de tanta resistência?
Marcos Henrique Facó - O digital te dá dados. E é preciso analisá-los, mas para isso o profissional tem que entender do assunto. Quando se investe na TV, por exemplo, é muito mais fácil. Colocamos todo o dinheiro lá e não temos trabalho nenhum. Para as agências, situação semelhante acontece: a agência recebe a sua comissão de veiculação, faz o comercial, coloca na TV e nos principais veículos e pronto. O problema do cliente está resolvido. Agora é preciso entender de Google, de Facebook, de online, das métricas e todo o resto. As agências não querem que os grandes anunciantes migrem para o online, pois dá muito mais trabalho. Uma métrica importante que quase ninguém olha é o bounce rate. As agências não olham, até porque não é responsabilidade delas e sim do Marketing da empresa. Fazer o digital bem feito é bem mais complicado e ainda prevalece a máxima: ninguém será demitido por anunciar na Globo. No digital, o seu resultado está ali, para qualquer um ver. E muitas empresas levam um verdadeiro “tapa na cara” do internauta. Este é um risco para quem está presente na web. Por isso é tão importante a questão do aprendizado. Temos 140 mil usuários em nossa fanpage. É a maior fanpage de uma instituição de ensino. No Twitter, perdemos apenas para o perfil da USP em número de seguidores. Uma coisa muito legal é que no Marketing digital, estamos praticamente no mesmo nível do que é feito lá fora.
Mundo do Marketing – Qual o caminho para o profissional de Marketing se manter atualizado em meio a tudo isso?
Marcos Henrique Facó – É um ambiente complexo e isso gera para o profissional uma ansiedade muito grande, pois ele precisa estar sempre acompanhando lá na ponta tudo o que está acontecendo. Porém, o mais importante é entender de comunicação e Marketing. Vejo os mais jovens investindo e abrindo agências digitais, mas sem o devido entendimento de Marketing. Não acredito em agências online e offline. Existem agências que fazem só TV, só revistas ou só jornais? Por que existe essa divisão no online? Eu acredito na comunicação integrada. A comunicação tem que ser a mesma independente no canal. Faz sentido um profissional especialista em Marketing Mobile? Ou uma agência que só fala para o mobile? O caminho é para a convergência. Antes havia apenas a TV, a mesma TV para todos os públicos. Hoje a audiência está em múltiplos canais. Ela é fragmentada. O jovem da classe C interage com um smartphone da mesma forma que um jovem da classe A? No passado, a TV era a mesma para todos. Marketing antes era tido como uma piscina rasa: qualquer um podia entrar sem grandes riscos de se afogar. Mas agora a piscina está cada vez mais funda e muita gente vai morrer afogada. Por isso muitos profissionais se agarram com tanto afinco à maneira tradicional de se trabalhar com a comunicação e o Marketing.
fonte Mundo do Marketing
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Quanto pequenas empresas devem investir em marketing
Quanto pequenas empresas devem investir em marketing
Respondido por Maurício Galhardo, especialista em finanças
Altos investimentos em campanhas publicitárias e ações em mídias sociais costumam ser associados a grandes empresas. No entanto, com a necessidade de expansão de mercado, também as pequenas empresas têm dado certa atenção a investimentos em marketing.
Aqui não me refiro a ter um departamento de marketing ou mesmo uma equipe completa, mas ao planejamento de verba para as ações de marketing.
E quanto deve ser investido em marketing? A resposta sairá deste planejamento, ou como é comumente chamado, do plano de marketing. É listar possíveis ações, fazer orçamentos para saber os custos, buscar por fornecedores que possam executá-las, criar um cronograma para adequar as ações à sazonalidade de seu negócio e, principalmente, determinar objetivos para estas ações.
Podemos dividir os investimentos em marketing em dois grupos. O marketing institucional é aquele com ações para que os clientes conheçam a empresa e seus produtos e serviços. Refere-se, por exemplo, ao desenvolvimento da logomarca, do website, das mídias sociais, dos materiais gráficos (cartões de visita, folders, catálogos, etc.) e de propagandas em revistas. Neste caso, recomenda-se investimento constante. Assim, em vez de um percentual do faturamento, melhor seria estabelecer um valor fixo mensal que cubra o planejamento de marketing da empresa.
Já o marketing comercial é feito com ações para gerar aumento de vendas, como campanhas para datas especiais e promoções. O percentual de investimento tende a variar muito de acordo com o segmento da empresa. Empresas que dependem de ações de marketing para vender chegam a investir 10% do faturamento ou até mais. No geral, investir de 3% a 5% do faturamento é um bom patamar.
Fonte : Exame
domingo, 12 de agosto de 2012
Carreira em redes sociais vai além de monitorar reclamações
Mas trabalhar com comunidades virtuais é mais do que fazer posts atraentes no Twitter ou no Facebook.
"Embora a gente fale de analistas de mídia social, existem especialidades diferentes nesse universo", diz Ian Black, presidente-executivo da agência New Vegas.
Quando a profissão surgiu, há cerca de cinco anos, era comum que as empresas contratassem pessoas que ficavam muitas horas na internet para cuidar de tudo o que fosse relacionado à sua presença nas redes sociais, desde a estratégia até o relacionamento com os consumidores. Hoje, isso mudou.
SEGMENTAÇÃO
A agência de marketing digital Frog, do Rio, chegou a divulgar um manifesto em que anunciava a "morte" do analista de mídias sociais e afirmava que a função na empresa seria dividida entre pessoas de planejamento, conteúdo, análise e pesquisa.
"Os próprios candidatos às vagas ficam confusos por não saberem exatamente qual é o escopo da profissão", diz Roberto Cassano, diretor de estratégia da empresa.
Essa vontade de se especializar parte dos próprios profissionais. Marina Bonafé, 26, era coordenadora de mídias sociais de um site de downloads, mas neste ano decidiu mudar de emprego para se dedicar somente a um dos nichos da profissão, o de monitoramento.
"Eu verifico o que as pessoas estão falando sobre a marca, faço análises e dou ideias de posts para a área de conteúdo", conta.
Algumas vezes, o trabalho com mídias sociais tem pouca relação com comunicação. Uma tarefa importante é analisar números sobre o desempenho das empresas e fazer relatórios, algo mais próximo da matemática e da estatística.
"Esse profissional precisa ter bom raciocínio lógico, saber analisar tabelas e gráficos", diz Roberta Paixão, sócia-diretora da agência Espalhe.
REMUNERAÇÃO
Apesar da importância das redes sociais para as marcas, os profissionais ainda recebem salários baixos, se comparados aos de outras carreiras de publicidade relacionadas a mídias digitais.
Uma pesquisa da Abradi (Associação Brasileira das Agências Digitais) em 112 empresas do setor indica que, no Sudeste, um analista de mídia social sênior ganha em média R$ 3.661, a segunda pior remuneração entre as funções analisadas.
Jonatas Abbott, presidente da associação, diz que a tendência é que esse quadro mude em um futuro próximo.
"A demanda por esses profissionais é surpreendente. O cargo vai ser valorizado naturalmente", diz.
A consultoria de recrutamento Michael Page aponta cenário positivo para a remuneração. A empresa indica a profissão de gerente de comunidade, que tem a função de criar e implementar estratégias corporativas em redes sociais, como uma das sete novas profissões do futuro.
Segundo a consultoria, a remuneração média para essas vagas vai de R$ 7.000 a R$ 10 mil no Brasil.
Marcelo Cuellar, "headhunter" da empresa, diz que esses salários mais altos são de pessoas com funções de coordenação, e não as envolvidas no "trabalho braçal" da profissão.
O consultor da Michael Page afirma que, atualmente, cresce nas empresas a exigência de que altos executivos tenham vivência no trabalho com redes sociais.
"As companhias procuram pessoas que saibam lidar com várias áreas do marketing e também tenham experiência comprovada em mídias sociais", diz.
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
O consumidor está integrado. As marcas não!
Não há mais como fugir. A comunicação está integrada. Se a sua marca ainda não percebeu isso, o consumidor, que é quem deveria ser o centro das atenções, já está integrado há muito tempo. Não adianta brigar com isso, quanto mais ações as marcas fizerem na TV, Rádio e Jornal, mais acessos o seu site terá, mais seguidores nas Redes Sociais e visualizações no YouTube. Mas a sua marca ainda não acredita que a internet é uma plataforma que mesmo sem venda direta (e-commerce) vende? Que promove interação? Que promove o aumento no conhecimento de marca e produto? Como dizia um antigo slogan da FIAT “está na hora de você rever os seus conceitos...”
Nós, profissionais de planejamento estratégico digital, devemos estar sempre atentos aos novos comportamentos do consumidor, esqueçam, por favor, que o consumidor são homens, 25+ classe ABC. Não é mais. Estamos falando com seres humanos, que são mais do que isso. São pessoas que tem um porquê em cada ação que fazem, por que compram? Por que interagem com uma marca? O que desejam receber no Twitter? É como a grande Martha Gabriel diz “hoje o consumidor não fica mais parado esperando as coisas acontecerem. Ele é impactado pela mensagem, claro, mas hoje ele tuita, ele dá opinião, ele indica, ele recomenda”. As pessoas estão atrás de conteúdo e as palavras “relevante” e “exclusivo” se encaixam perfeitamente nisso.
Pesquisa do Google mostra que 79% das pessoas se conectam ao buscador após verem uma campanha publicitária no offline (TV, Rádio, Jornal...) ou seja, essas mídias são importantes, claro, mas se não tiver uma continuidade no online a marca pode perder um potencial cliente. Gasta-se milhões na mídia para levar o consumidor até o conhecimento da marca, não se investe no digital e depois alguém diz “50% do que eu investi em mídia foi para o lixo” ou “Fizemos uma ação que gerou branding”. Balela. Não se soube trabalhar a comunicação como um todo, não se entendeu a importância disso. Cerca de 60% dos acessos de um site vem do Google. Cerca de 95% dos usuários de Internet usam o Google. O Google é disparado o site mais acessado do Brasil. Não está no Google por que? Está na Globo, Estadão, Jovem Pan, Veja e? Facebook? Twitter? Google? Blog? Mobile? Isso é estranho para a sua marca? Ok, mas para a concorrência talvez possa não ser.
Vamos aprofundar mais o dado citado acima: 79% das pessoas se conectam ao Google após receber uma mensagem publicitária, dessas 53% vão ao Google após serem impactados pelo boca-a-boca ou indicação. Mais uma vez, cadê a marca no Twitter estimulando que as pessoas falem dela? Nem todas estão, ou melhor, nem todas sabem como estar. Monitorar e fazer promoção é não saber explorar o lado SOCIAL que Twitter, Facebook e YouTube possuem em sua essência. Anuncio de TV representa 51%, jornais e revistas 35% e lojas físicas 27%. Dessas pessoas, 47% vão atrás do nome do produto ou serviço e só 30% atrás do nome da empresa, mais uma vez, se dá a importância de saber trabalhar as palavras-chave e assim o Google.
As marcas precisam ser as curadoras de conteúdo dentro do digital. Assim serão referências nos seus segmentos e referência é a primeira marca que vem na mente do consumidor. Ele vai buscar no Google, ele vai buscar uma Fan Page, ele vai querer assistir um vídeo. O consumidor mudou, você ainda não percebeu?
Fonte: Oficina da Net
segunda-feira, 18 de junho de 2012
O Pós-Vendas nas Redes Sociais
Desde a criação dos primeiros sites de relacionamentos as redes sociais caíram no gosto do brasileiro, sempre em grande proporção em comparação aos demais internautas no mundo. Muitos usuários, antes de adquirir um produto ou serviço, consultam a reputação das empresas para saberem se farão um bom negócio. As principais buscas de informação são as opiniões de outros compradores de determinado bem. Estas opiniões são bastante relevantes para um novo cliente, pois ele poderá conseguir muito material de pesquisa sobre o que pretende comprar.
Atualmente as redes sociais são ferramentas poderosas para organizações que querem um relacionamento direto e ágil com o cliente. Visando este novo nicho as grandes empresas investem cada vez mais neste canal.
Em primeiro momento imagina-se que a empresa visa apenas à publicidade, porém há muito mais por trás disso. A rede social, quando bem utilizada, pode servir para monitoramento de reputação da marca e produto, interação com o público, produzir e publicar conteúdos através de perfis oficiais, manter atualizada a política de posicionamento da marca/produto, etc.
A relação Pós-Vendas x Mídias Sociais baseia-se principalmente no monitoramento da marca/produto, onde é analisado o feedback do cliente; e na interação com o público, que pode se tornar uma grande fonte de dados para pesquisa e desenvolvimento a um baixo custo e proporcionar um retorno imediato às críticas, dúvidas e sugestões dos clientes.
Grandes organizações mantêm um relacionamento direto com seus clientes através das redes sociais com diversas finalidades, temos como exemplos a publicidade, atendimento e esclarecimentos de problemas técnicos ou de uso do produto.
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Pinterest é uma nova plataforma de marketing
Uma excelente opção para compartilhar produtos ou serviços, uma vez que a rede é para compartilhamento de interesses e tudo que é publicado pode ser replicado por outros usuários em seus pinboards.
De mansinho o Pinterest vai ganhando cena no Brasil. Um número crescente de empresas estão aproveitando a plataforma para atingir novos públicos, aumentar o tráfego de visitas em seus sites e gerar leads ou vendas de varejo. E adivinhem? Está funcionando, os resultados estão aparecendo.
Criada em março de 2010, nos EUA, a rede social já está despontando também no Brasil como uma das plataformas mais quentes para marketing B2C. O Pinterest se apresenta como um mural virtual no qual os usuários, chamados “pinners” compartilham seus interesses através de imagens, vídeos, infográficos, separados por categorias como moda, gastronomia, arquitetura, fotografia, música, entre outras.
Os “pins” como são chamados os posts, são transformados em quadros temáticos, os “pinboards”, que podem ser nomeados pelo usuário, como quiserem.
Uma excelente opção para compartilhar produtos ou serviços, uma vez que a rede é para compartilhamento de interesses, e tudo que é publicado pode ser replicado por outros usuários em seus pinboards. Como fez, por exemplo, a construtora e incorporadora paulista Gafisa, que criou pinbords relacionados à arquitetura, casa e decoração, incluindo nos pins imagens dos seus “produtos”, apartamentos decorados dos seus próprios empreendimentos imobiliários.
Os pinboards funcionam como catálogos de produtos, porém sem referências ou preços, dando liberdade e atraindo o interesse dos consumidores apenas pelo que eles representam como imagem. O Pinterest traz a oportunidade de capturar vários insights e hábitos de consumo do público, permitindo que as empresas identifiquem seus alvos e possam fornecer conteúdo estratégico em cada um dos seus pinbords, segmentando suas ofertas.
A parte mais interessante é que nos EUA, o Pinterest já gera mais tráfego que o Twitter, Google +, Linkedin, YouTube e MySpace. De olho nesse potencial, já é bastante usado como loja virtual, onde as empresas utilizam o canal para expor e vender seus produtos, direcionando os acessos para seus respectivos sites.
Aqui no Brasil, uma plataforma semelhante ao Pinterest já é bastante utilizada, o Instagram, a qual oferece uma ferramenta poderosa de tratamento de imagem, porém não permite vincular imagens de outros álbuns no seu e tão pouco criar pastas de interesse, no máximo tags para pesquisa.
A evolução do Pinterest no Brasil lembra o estágio inicial de crescimento do Twitter e do Facebook por aqui. Por isso, é bom ficar de olho e embarcar o quanto antes.
Fonte: [Webinsider]
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Mídias sociais devem se tornar o principal canal de relacionamento
Entre os próximos 3 a 5 anos, as mídias sociais tornar-se-ão o principal canal de relacionamento entre empresas e consumidores, apesar de hoje serem as menos utilizadas, de acordo com uma pesquisa da IBM que entrevistou mais de 1.700 CEOs ao redor do mundo. Apesar de apenas 16% dos empresários buscarem interação com os compradores por meio das mídias sociais, 57% preveem que essa atitude será efetivada nos próximos anos, proporção que coloca o canal atrás somente dos métodos de envolvimento presenciais (67%), e à frente dos websites (55%) e dos call centers (31%). A ascensão das mídias sociais provavelmente será evidenciada em detrimento das mídias tradicionais, as quais passam por um processo de decadência: atualmente utilizadas por 39% dos varejistas, mas com queda prevista para apenas 15%.
Os CEOs parecem estar no caminho certo ao focarem seus negócios através das mídias sociais para obter envolvimento: de acordo com um estudo divulgado em dezembro de 2011, pela CMO Council em parceria com a Lithium, a interação do consumidor e os insights são os principais benefícios do marketing de mídia social.
Clientes são o foco para os insights
De fato, os dados do estudo da IBM sugerem que os CEOs possuem forte interesse em conhecer profundamente seus consumidores. 73% dos entrevistados indicaram que iriam fazer investimentos significativos, com a finalidade de adquirir habilidades para extrair dados sobre os seus consumidores. Essa foi a única área relacionada a estudos / conhecimentos que conseguiu obter a grande maioria: cerca de metade procura investir na coleta de insights sobre vendas e operações, enquanto a minoria procura aumentar seus conhecimentos sobre os mercados e a concorrência.
7 em cada 10 querem entender melhor as necessidades dos clientes
No entanto, após coletar dados sobre os consumidores será necessário interpretá-los para que seja possível entender as necessidades dos clientes, carência reconhecida por 72% dos entrevistados. Percentual igual a dos executivos que procuram melhorar o seu tempo de resposta às necessidades do mercado, enquanto a maioria também busca enfocar na harmonia das experiências dos clientes entre os diversos canais. Maior transparência e responsabilidade corporativa (47%), bem como uma maior responsabilidade social e ambiental (44%) são de importância relativamente menor.
O estudo também mostra que os CEOs das áreas de educação (77%), telecomunicações (73%) e varejo (72%) apresentam maior probabilidade em entender as mídias sociais como um canal importante para o engajamento do consumidor para os próximos 3-5 anos. No entanto, líderes de empresas dos setores de eletrônicos (52%), seguros (51%) e produtos industriais (34%) são relativamente menos propensos a visualizar o papel de relacionamento das mídias sociais.
Como decidir qual rede social usar
Há uma infinidade de redes sociais buscando sua fidelidade no mundo afora. Logicamente, o Facebook e o Twitter são as maiores. Mas será que elas são corretas para o seu estilo? E o LinkedIn? Ou então, Google+? Além disso, você pode usar as mídias sociais para diferentes propósitos. Entenda cada uma e escolha qual usar ou priorizar:
Como decidir qual rede social usar - 1. Facebook
O Facebook tem 845 milhões de usuários e é recomendável que você o use para interagir com as pessoas em um nível mais pessoal. O grande diferencial da rede é que você pode hospedar todas as informações necessárias sobre a sua marca e empresa em um só lugar. O maior segmento de usuários no Facebook está concentrado nos jovens, de 21 a 24 anos. 17,5% deles é do sexo masculino e 16,6% destes é do sexo feminino. Os outros grupos que estão em peso no Facebook são os de 18 a 20 anos e de 35 a 44 anos.Como decidir qual rede social usar - 2. Twitter
As estatísticas de 2012 mostram que 140 milhões de pessoas usam o Twitter e há uma média de 340 milhões de tweets por dia. A rede social é boa para compartilhar experiências efêmeras e atualizações curtas. Além de monitorar interações sobre sua marca e encontrar clientes em potencial. O diferencial da rede é que muitas marcas têm usado o Twitter para dar satisfação ao cliente e se tornou uma "arma" para o cliente insatisfeito. As companhias têm prestado cada vez mais atenção à rede social e valorizado seus usuários. 42,3% dos usuários do Twitter tem de 31 a 49 anos e 41,5% tem de 18 a 29. As mulheres usam mais o Twitter. Elas compõem 54,6% dos usuários do microblog.Como decidir qual rede social usar - 3. LinkedIn
O linkedIn tem 150 milhões de usuários e é bom para quem está concentrado na carreira e quer se conectar com outros que têm os mesmos interesses laborais. O diferencial da rede é que você pode liderar e criar discussões sobre sua empresa e responder perguntas frequentes nas páginas de dúvidas. A audiência do LindkedIn é equilibrada. 51% de homens e 49% de mulheres. A maioria tem de 35 a 44 anos, dando um status de uma rede social mais séria ao LinkedIn.Como decidir qual rede social usar - 4. Google+
O Google+ tem mais de 100 milhões de usuários e apresenta crescimento vertiginoso. É interessante porque permite que você crie conversas e adicione a elas pessoas específicas (é só colocar um + na frente delas para ter alertas destas interações). O diferencial da rede são os círculos. Você pode organizar seus contatos por grupos e pode direcionar mensagens a grupos diferentes. Quase 70% do Google+ é masculino. A mídia social também é interessante para compartilhar posts de blog, "insights" e informações relacionadas com a sua empresa, pois a rede tem usuários de nichos, como web designers, profissionais de marketing ou engenheiros.Marketing de conteúdo.
A internet inaugura uma nova era no tocante às comunicações, à mudança da velociade da informação, à concepção da rede de conteúdo e ao fato virtual do relacionamento.
As redes de relacionaemnto, desde o orkut, provocam a apoximação de pessoas de diversas formas, modalidades e conceitos diferentes:
1 – Pessoas amigas em 1º grau;
2 – Pessoas amigas que se conhecem, mas não têm um nível de proximidade semelhante aos amigos em 1º grau;
3 – Pessoas amigas de amigos, que um dia poderão estabelecer algum tipo de relacionamento real;
4 – Pessoas virtuais – está em um perfil do outro, mas nunca se encontraram de verdade;
5 – Relação direta de pessoas físicas, amigas de pessoas jurídicas;
Porém, todos estes cinco níveis de conhecimento existenciais estão na rede por um único fato: a conversa.
A troca de informações, o busca por novas ideias e a possibilidade de viver novas oportunidades é a proposta nas entrelinhas das redes. Mas, todos estão ligados intrinsecamente pela geração, provocação e retenção de conteúdos.
O que eu chamo de marketing de conteúdo é essa percepção. O objetivo é que as empresas compreendam esse universo de construção conceitual e entrem na conversa, apresentando o conteúdo dos seus negócios e as soluções oferecidas.
Quando eu faço um blog para minha empresa, eu estou dando início a um canal de geração de informação. A um novo canal de relacionamento e um novo canal de posicionamento e representatividade, para o meu empreendimento.
Um blog não é apenas uma página gratuita que pode ser criada. Um blog é um manual de instrução de como as pessoas podem usar, onde comprar, como pagar, como trocar, como solucionar problemas para suas vidas e como minha empresa pode resolver isso.
Nesse tipo de canal a técnica impressa pela empresa tem espaço justificável para todas as explicações plausíveis e de demonstrações relevantes de produtos e serviços, sem falar na construção da vitrine virtual. Mais do que um cartão de visitas ou um guia de como usar a sua empresa, o blog é uma porta de entrada do cliente na sua empresa ,e o início de um processo de relacionamento.
Quando eu gero conteúdo explicativo da minha empresa, eu gero credibilidade, confiabilidade, segurança para o usuário e demonstro total controle e conhecimento dos processos de que a empresa se vale para a prestação de seus serviços.
O Google é uma empresa que se vale do conteúdo para fazer seu principal marketing.
Acesse por exemplo a página do Adwords, veja todo o manual de explicação que o Google disponibiliza. E se, mesmo assim, você não entendeu bem ou tiver preguiça de ler, veja o vídeo no youtube.
Agora, vamos fazer um exercício?
Vamos construir os conteúdos explicativos da sua empresa?
O segredo do sucesso na internet está relacionado à quantidade de tempo de trabalho que você dedicará para a produção de informações sobre o seus produtos, serviços e sua instituição de modo geral.
Quanto mais canais de informação você disponibilizar e quanto mais informações você produzir conceituando o universo de soluções que a sua empresa oferece, mais acesso a sua home page você provocará e, com isso, mais negócios você realizará.
Aqui está a explicação do porquê de tantas empresas criarem perfis no orkut, no facebook e do porquê estes virarem perfis fantasmas. Se você não tem nada para falar, o que você vai fazer em uma rede de conteúdo?
A concepção de Kotler em seu marketing 3.0 é a conquista do cliente em sua totalidade, atingindo a mente, o coração e o espírito.
Conquistar clientes é saber vender através das palavras, com verdade, caráter e paixão.
Fábio Mesquita Torres - Consultor de Marketing da Grão Novo
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Marketing em mídias sociais é da empresa e não externo
Encher a timeline dos usuários com excesso de informações e promoções é um raciocínio ultrapassado de visibilidade de mídia e está arruinando a qualidade da experiência que geramos para os usuários.
O profissional de mídias sociais é a bola da vez, para ser amado, criticado, odiado ou idolatrado.
Nunca foi tão evidente a necessidade das empresas se posicionarem através das mídias sociais; não existe nada de revolucionário ou inovador, trata-se apenas de rotina de marketing ou arroz com feijão se você preferir.
As pessoas que lidam com a realidade, desprovidas do entusiasmo excessivo daqueles que enxergam a revolução e retomada do poder pelo homem comum, vivem o “agora” de uma necessidade de entendimento da linguagem e do potencial que ela pode trazer para o seu negócio.
Na minha visão ainda míope, enxergo as mídias sociais enquanto ferramenta de marketing, sobre um aspecto fundamental e simples: valor.
O tempo que se perde enchendo a time line dos usuários com pilhas de informações e promoções, através de uma linha de raciocínio ultrapassada de visibilidade de mídia está arruinando a qualidade da experiência que geramos para os usuários.
Mais e mais marcas caminham para o marketing colaborativo enquanto dezenas de outras caminham para uma morte social anunciada.
A falha aqui é de princípios – ninguém entendeu direito que o marketing social é fundamento das organizações e não é competência externa. Ouvir e monitorar não é tão simples quanto parece, nem toda força de automação consegue capturar o conceito social de uma marca e colocar em um Excel.
Como todo processo fundamental de uma organização, ele precisa ser interno, precisa passar pelo aprendizado, tentativa e erro e principalmente, pelas lições aprendidas
Perguntas simples estão perdendo o sentido prático para algumas pessoas. Qual o valor do que estou fazendo para o meu negócio? Por que fazer mais do mesmo faz algum sentido em um ambiente onde a inovação é o ouro e a informação é uma commodity?
Vivemos a era da informação ou a era da interação? Quanto vale a informação para sua marca enquanto ela se torna cada vez mais gratuita e o quando vale para ela tocar realmente as pessoas?
Fonte: [Webinsider]
sexta-feira, 25 de maio de 2012
As Sete Estratégias do Marketing Digital
Este modelo foi criado com base em estudos de casos e trabalhos de outros especialistas, consistindo em um guia para que empresas, profissionais e consultores de Marketing Digital possam desenvolver de forma consistente o Planejamento Estratégico de Marketing Digital, criando ações de forte impacto e resultado.
As Sete Estratégias do Marketing Digital são um modelo de Marketing Digital cujo objetivo é ligar os pontos e estabelecer presença em todos os pontos de contato entre a marca e o consumidor. Além disso, o modelo otimiza os resultados do trabalho de Marketing Digital na medida que cada estratégia colabora com a eficiência da outra.
As Sete Estratégias do Marketing Digital são:
Marketing de conteúdo
Ao gerar conteúdo relevante no site, aumentamos a exposição nas ferramentas de busca. O consumidor que esta buscando assuntos relacionados ao tema, os encontra no site, e se relaciona com a marca. Além disso, o conteúdo gera interesse de outros blogs, gerando referências de links, e pode ser utilizado nas redes sociais, aumento da visitação e maior exposição da marca.
Marketing nas mídias sociais
A conversa nas mídias sociais permite ampliar a exposição da marca e o relacionamento com o cliente. Criar perfis e publicar partes do conteúdo do site, e outras informações ajuda a atrair consumidores. Além disso, as redes sociais servem como plataforma para as ações de marketing viral, e para as pesquisas on-line.
E-mail marketing
O E-mail marketing, quando bem estruturado, é uma poderosa ferramenta de comunicação. O site deve possuir uma área própria para cadastro, e campanhas podem ser direcionadas para atrair mais inscritos no mailing da marca. As ações de e-mail marketing devem focar o envio de informativos regulares e de promoções.
Marketing viral
O Marketing viral, é usado para propagar a marca entre os consumidores através de ações que trabalhem as emoções e motivações do púbico alvo. Uma das grandes vantagens do marketing viral é o efeito multiplicador da comunicação, permitindo que milhares de consumidores tenham acesso a marca através da recomendação de outros consumidores.
Publicidade on-line
Na internet a publicidade ajuda a dar maior exposição a marca, com a criação de ações específicas de publicidade, como banner, links patrocinados, vídeos.
Pesquisa on-line
A pesquisa visa conhecer o perfil do consumidor e entender melhor suas necessidades e motivações de compra. A pesquisa permite ainda conhecer melhor o mercado e os concorrentes, criando a inteligência competitiva da marca.
Monitoramento de resultados
Para unir todas as estratégias e permitir que se otimizem recursos e ações, o monitoramento é fundamental. Com ele podemos estabelecer métricas e metas para o trabalho de Marketing Digital.
Fonte: Tips
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Faça amor, não faça Marketing
Rasgue todas as suas cartilhas de marketing! Os 4 Ps - Produto, Preço, Praça e Promoção – estão desatualizados. Calma! Não siga ao pé da letra. Acalme-se, eles ainda são mais do que válidos. A proposta é ter uma visão diferente do que Jeromy McCartthy teve em 1960. O motivo é óbvio: a vida evolui. E o grande salto da humanidade não é só ter ideias novas e sim ver as antigas de formas diferentes.
Muito se fala de marketing e das estratégias de vender tudo a qualquer preço. Esse modelo caiu. O Rei está nu. A empresa que têm como missão conquistar apenas a mente e o coração do consumidor está equivocada. Temos que conquistar o espírito. É isso que prega o mago do marketing Philip Kotler em sua abordagem do marketing, na versão 3.0 e é isso que o mercado tem cobrado.
Quando estamos apaixonados, ficamos bobos, nos entregamos totalmente a algo, trabalhamos com amor, nos entregamos de corpo e alma, queremos o bem de nosso bem querer. E é isso que as empresas devem ter com seus consumidores, pois são eles que mantêm a empresa. Eles que deslumbram todos os benefícios de sua marca e seus produtos para os outros consumidores.
Lembre-se de seu 1º beijo. Lembre-se de sua infância, quando a vida lhe fazia mais sentido e o medo de perder, de arriscar, de errar era mera brincadeira. Assim como as crianças são moldadas, os consumidores também o são, e se essa criação não obtiver amor, segurança, afeto, compreensão, compartilhamento, provavelmente essa criança tornar-se-á um adulto frustrado. E um consumidor frustrado deveria ser como uma lágrima para as empresas. Ela está desviada de sua missão, visão e seus valores, sejam eles quais forem.
Sei que muitos empresários vão ler esse material, acredito que muitos vão se questionar: o que estamos fazendo? Qual a nossa obra? O que ficará após partirmos? A resposta é obvia – aliás, o óbvio não nos chama a atenção, pois é apenas óbvio – plante amor para receber afeto. Faça de seus consumidores além de fãs, que se tornem parceiros, colaboradores. Mexa com a vida das pessoas, traga boas lembranças. Exemplo, se você vende detergente para louças, não se foque apenas que sua marca faz mais espuma, é mais eficaz contra a sujeira. Compartilhe a lembrança de que lavar louça é igual a brincar com água quando éramos criança – e como adorávamos banhos de mangueira, mergulho em riachos... – pode ter certeza, você não está vendendo limpeza, você está vendendo nostalgia.
Outro exemplo claro é esse próprio texto publicado aqui, no portal do Mundo do Marketing. Nesse momento tenho a oportunidade de colaborar com o portal, de escrever junto com ele a história da vida das pessoas e da humanidade. Minha relação deixa de ser de consumidor de notícias para ser coautor. Sou paulista de nascimento e paranaense de coração. O Paraná me deu condições de concluir meus estudos, iniciar minha carreira profissional, me apaixonar por uma mulher maravilhosa, e ter uma linda família. E mesmo estando longe, não deixo de seguir, acompanhar, e contribuir com a empresa que deixou de ser empresa, para ser minha parceira. Sim, não se chama só Mundo do Marketing, chama-se Mundo do Marketing e Elizeu Alves. Estamos incorporados.
Assim, deve ser com os consumidores. Eles não querem ser só ficar assistindo, querem participar, co-criar, chamar de seu. Entregue o seu coração e o consumidor corresponderá e como dizia Steve Jobs, como todas as coisas do coração, só tendem a melhorar com o tempo.
Fonte: mundodomarketing.com.br





