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segunda-feira, 18 de junho de 2012

O Pós-Vendas nas Redes Sociais

Desde a criação dos primeiros sites de relacionamentos as redes sociais caíram no gosto do brasileiro, sempre em grande proporção em comparação aos demais internautas no mundo. Muitos usuários, antes de adquirir um produto ou serviço, consultam a reputação das empresas para saberem se farão um bom negócio. As principais buscas de informação são as opiniões de outros compradores de determinado bem. Estas opiniões são bastante relevantes para um novo cliente, pois ele poderá conseguir muito material de pesquisa sobre o que pretende comprar.

Atualmente as redes sociais são ferramentas poderosas para organizações que querem um relacionamento direto e ágil com o cliente. Visando este novo nicho as grandes empresas investem cada vez mais neste canal.

Em primeiro momento imagina-se que a empresa visa apenas à publicidade, porém há muito mais por trás disso. A rede social, quando bem utilizada, pode servir para monitoramento de reputação da marca e produto, interação com o público, produzir e publicar conteúdos através de perfis oficiais, manter atualizada a política de posicionamento da marca/produto, etc.

A relação Pós-Vendas x Mídias Sociais baseia-se principalmente no monitoramento da marca/produto, onde é analisado o feedback do cliente; e na interação com o público, que pode se tornar uma grande fonte de dados para pesquisa e desenvolvimento a um baixo custo e proporcionar um retorno imediato às críticas, dúvidas e sugestões dos clientes.

Grandes organizações mantêm um relacionamento direto com seus clientes através das redes sociais com diversas finalidades, temos como exemplos a publicidade, atendimento e esclarecimentos de problemas técnicos ou de uso do produto.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Pinterest é uma nova plataforma de marketing

Uma excelente opção para compartilhar produtos ou serviços, uma vez que a rede é para compartilhamento de interesses e tudo que é publicado pode ser replicado por outros usuários em seus pinboards.

Por Roberto Soares Costa

De mansinho o Pinterest vai ganhando cena no Brasil. Um número crescente de empresas estão aproveitando a plataforma para atingir novos públicos, aumentar o tráfego de visitas em seus sites e gerar leads ou vendas de varejo. E adivinhem? Está funcionando, os resultados estão aparecendo.

Criada em março de 2010, nos EUA, a rede social já está despontando também no Brasil como uma das plataformas mais quentes para marketing B2C. O Pinterest se apresenta como um mural virtual no qual os usuários, chamados “pinners” compartilham seus interesses através de imagens, vídeos, infográficos, separados por categorias como moda, gastronomia, arquitetura, fotografia, música, entre outras.

Os “pins” como são chamados os posts, são transformados em quadros temáticos, os “pinboards”, que podem ser nomeados pelo usuário, como quiserem.

Uma excelente opção para compartilhar produtos ou serviços, uma vez que a rede é para compartilhamento de interesses, e tudo que é publicado pode ser replicado por outros usuários em seus pinboards. Como fez, por exemplo, a construtora e incorporadora paulista Gafisa, que criou pinbords relacionados à arquitetura, casa e decoração, incluindo nos pins imagens dos seus “produtos”, apartamentos decorados dos seus próprios empreendimentos imobiliários.

Os pinboards funcionam como catálogos de produtos, porém sem referências ou preços, dando liberdade e atraindo o interesse dos consumidores apenas pelo que eles representam como imagem. O Pinterest traz a oportunidade de capturar vários insights e hábitos de consumo do público, permitindo que as empresas identifiquem seus alvos e possam fornecer conteúdo estratégico em cada um dos seus pinbords, segmentando suas ofertas.

A parte mais interessante é que nos EUA, o Pinterest já gera mais tráfego que o Twitter, Google +, Linkedin, YouTube e MySpace. De olho nesse potencial, já é bastante usado como loja virtual, onde as empresas utilizam o canal para expor e vender seus produtos, direcionando os acessos para seus respectivos sites.

Aqui no Brasil, uma plataforma semelhante ao Pinterest já é bastante utilizada, o Instagram, a qual oferece uma ferramenta poderosa de tratamento de imagem, porém não permite vincular imagens de outros álbuns no seu e tão pouco criar pastas de interesse, no máximo tags para pesquisa.

A evolução do Pinterest no Brasil lembra o estágio inicial de crescimento do Twitter e do Facebook por aqui. Por isso, é bom ficar de olho e embarcar o quanto antes.

Fonte: [Webinsider]

sexta-feira, 25 de maio de 2012

As Sete Estratégias do Marketing Digital

 

 

Este modelo foi criado com base em estudos de casos e trabalhos de outros especialistas, consistindo em um guia para que empresas, profissionais e consultores de Marketing Digital possam desenvolver de forma consistente o Planejamento Estratégico de Marketing Digital, criando ações de forte impacto e resultado.
As Sete Estratégias do Marketing Digital são um modelo de Marketing Digital cujo objetivo é ligar os pontos e estabelecer presença em todos os pontos de contato entre a marca e o consumidor. Além disso, o modelo otimiza os resultados do trabalho de Marketing Digital na medida que cada estratégia colabora com a eficiência da outra.
As Sete Estratégias do Marketing Digital são:
Marketing de conteúdo
Ao gerar conteúdo relevante no site, aumentamos a exposição nas ferramentas de busca. O consumidor que esta buscando assuntos relacionados ao tema, os encontra no site, e se relaciona com a marca. Além disso, o conteúdo gera interesse de outros blogs, gerando referências de links, e pode ser utilizado nas redes sociais, aumento da visitação e maior exposição da marca.


Marketing nas mídias sociais
A conversa nas mídias sociais permite ampliar a exposição da marca e o relacionamento com o cliente. Criar perfis e publicar partes do conteúdo do site, e outras informações ajuda a atrair consumidores. Além disso, as redes sociais servem como plataforma para as ações de marketing viral, e para as pesquisas on-line.


E-mail marketing
O E-mail marketing, quando bem estruturado, é uma poderosa ferramenta de comunicação. O site deve possuir uma área própria para cadastro, e campanhas podem ser direcionadas para atrair mais inscritos no mailing da marca. As ações de e-mail marketing devem focar o envio de informativos regulares e de promoções.


Marketing viral
O Marketing viral, é usado para propagar a marca entre os consumidores através de ações que trabalhem as emoções e motivações do púbico alvo. Uma das grandes vantagens do marketing viral é o efeito multiplicador da comunicação, permitindo que milhares de consumidores tenham acesso a marca através da recomendação de outros consumidores.


Publicidade on-line
Na internet a publicidade ajuda a dar maior exposição a marca, com a criação de ações específicas de publicidade, como banner, links patrocinados, vídeos.


Pesquisa on-line
A pesquisa visa conhecer o perfil do consumidor e entender melhor suas necessidades e motivações de compra. A pesquisa permite ainda conhecer melhor o mercado e os concorrentes, criando a inteligência competitiva da marca.


Monitoramento de resultados
Para unir todas as estratégias e permitir que se otimizem recursos e ações, o monitoramento é fundamental. Com ele podemos estabelecer métricas e metas para o trabalho de Marketing Digital.

 

Fonte: Tips

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Faça amor, não faça Marketing

Rasgue todas as suas cartilhas de marketing! Os 4 Ps - Produto, Preço, Praça e Promoção – estão desatualizados. Calma! Não siga ao pé da letra. Acalme-se, eles ainda são mais do que válidos. A proposta é ter uma visão diferente do que Jeromy McCartthy teve em 1960. O motivo é óbvio: a vida evolui. E o grande salto da humanidade não é só ter ideias novas e sim ver as antigas de formas diferentes.
Muito se fala de marketing e das estratégias de vender tudo a qualquer preço. Esse modelo caiu. O Rei está nu. A empresa que têm como missão conquistar apenas a mente e o coração do consumidor está equivocada. Temos que conquistar o espírito. É isso que prega o mago do marketing Philip Kotler em sua abordagem do marketing, na versão 3.0 e é isso que o mercado tem cobrado.


Quando estamos apaixonados, ficamos bobos, nos entregamos totalmente a algo, trabalhamos com amor, nos entregamos de corpo e alma, queremos o bem de nosso bem querer. E é isso que as empresas devem ter com seus consumidores, pois são eles que mantêm a empresa. Eles que deslumbram todos os benefícios de sua marca e seus produtos para os outros consumidores.


Lembre-se de seu 1º beijo. Lembre-se de sua infância, quando a vida lhe fazia mais sentido e o medo de perder, de arriscar, de errar era mera brincadeira. Assim como as crianças são moldadas, os consumidores também o são, e se essa criação não obtiver amor, segurança, afeto, compreensão, compartilhamento, provavelmente essa criança tornar-se-á um adulto frustrado. E um consumidor frustrado deveria ser como uma lágrima para as empresas. Ela está desviada de sua missão, visão e seus valores, sejam eles quais forem.


Sei que muitos empresários vão ler esse material, acredito que muitos vão se questionar: o que estamos fazendo? Qual a nossa obra? O que ficará após partirmos? A resposta é obvia – aliás, o óbvio não nos chama a atenção, pois é apenas óbvio – plante amor para receber afeto. Faça de seus consumidores além de fãs, que se tornem parceiros, colaboradores. Mexa com a vida das pessoas, traga boas lembranças. Exemplo, se você vende detergente para louças, não se foque apenas que sua marca faz mais espuma, é mais eficaz contra a sujeira. Compartilhe a lembrança de que lavar louça é igual a brincar com água quando éramos criança – e como adorávamos banhos de mangueira, mergulho em riachos... – pode ter certeza, você não está vendendo limpeza, você está vendendo nostalgia.


Outro exemplo claro é esse próprio texto publicado aqui, no portal do Mundo do Marketing. Nesse momento tenho a oportunidade de colaborar com o portal, de escrever junto com ele a história da vida das pessoas e da humanidade. Minha relação deixa de ser de consumidor de notícias para ser coautor. Sou paulista de nascimento e paranaense de coração. O Paraná me deu condições de concluir meus estudos, iniciar minha carreira profissional, me apaixonar por uma mulher maravilhosa, e ter uma linda família. E mesmo estando longe, não deixo de seguir, acompanhar, e contribuir com a empresa que deixou de ser empresa, para ser minha parceira. Sim, não se chama só Mundo do Marketing, chama-se Mundo do Marketing e Elizeu Alves. Estamos incorporados.


Assim, deve ser com os consumidores. Eles não querem ser só ficar assistindo, querem participar, co-criar, chamar de seu. Entregue o seu coração e o consumidor corresponderá e como dizia Steve Jobs, como todas as coisas do coração, só tendem a melhorar com o tempo.

Fonte: mundodomarketing.com.br

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

O marketing digital e as campanhas vencedoras

 

Conheça as estruturas, perfis e boas práticas para criar uma interação eficiente com os clientes e aumentar as taxas de conversão e satisfação.

Antes de entender o que é marketing digital vamos aos princípios básicos aplicados ao marketing:

  • Conheça o seu cliente e seus concorrentes;
  • Defina seu segmento-alvo;
  • Seja bem claro sobre as prioridades de sua mensagem e posicionamento.

Infelizmente não é só isso, marketing digital não é apenas mais um canal, exige uma nova abordagem e uma nova compreensão do comportamento do cliente.

Ele é uma série de ações que visa um objetivo final como a venda de produto ou serviços ofertados e/ou divulgados em ambientes digitais.

Por que é diferente?

O marketing digital inclui uma grande variedade de meios de contato com seu cliente. Cada meio tem suas características e é fundamental saber distingui-las dos canais tradicionais:

  • Duração - recursos on-line podem ser permanentes, isto é, a campanha não está limitada a um determinado espaço de tempo. É importante lembrar: o material online pode repercutir pela web mesmo depois que sua campanha ou site tenha encerrado.
  • Interatividade – o visitante busca informações. Cada um escolhe quando iniciar o contato, quanto tempo permanecer e quais as páginas a serem visitadas e quando seguir em frente.
  • Interesse - você precisa atrair as pessoas para o seu conteúdo, ao invés de empurrar conteúdo para elas. O tempo “publique e eles virão” se foi. Você vai precisar de orientação sobre como promover usando motor de busca, rede sociais, link patrocinado.
  • Conteúdo - a amplitude e profundidade de seu conteúdo podem variar de acordo com o público e a região. A adequação deste conteúdo requer conhecimento de usabilidade e conceitos de design.
  • Mensuráveis – É preciso analisar as métricas. Na verdade, o truque é saber quais métricas são importantes para você.

O resultado final de tudo isso é a necessidade de uma nova abordagem. Temos um novo modelo no qual o controle está com consumidor. Profissionais de marketing digital precisam se comunicar com os clientes finais de forma amigável e aos poucos.

Um mundo de escolhas

Temos cada vez mais opções disponíveis. O consumo na mídia digital está mais verticalizado, por isso a importância de entender e conhecer como seu negócio se comporta no mercado segmentado.

Considere quais meios estão apropriados para a sua marca ou site em termos de necessidades e preferências dos seus clientes. O que funciona para um site pode não funcionar para outro, não caia na cilada de seguir modismos e replicar regras sem um estudo completo de mercado, concorrência e público. Lembre-se sempre: a web é um mercado dinâmico, não há regras pré-estabelecidas

 

Fonte/ Webinsider

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Cinco ideias de marketing para 2012

E ai, já fez seu Plano de Marketing Quebra Tudo para 2012? O meu palpite é que você nem começou a pensar neste assunto. Acertei? O lado bom da coisa é que pode começar a pensar agora mesmo levando em conta algumas ideias de marketing. São estratégias, táticas, pontuais, dê o nome que quiser, mas recomendo colocá-las em prática antes que o mundo acabe para a sua empresa em 2012. Aqui vão elas:

1. Fazer negócios com você TEM QUE SER divertido. A era sisuda já era. O web site, os textos dos seus produtos, as fotos, os vídeos, o futuro aplicativo móvel da empresa, o atendimento de vendas, o ambiente de trabalho, as reuniões, tudo tem que ser divertido.

Se o Google, que é o Google, bagunça com a própria marca quando celebra alguma data especial, por que você, que nem de perto é um Google, é rabugento com a sua marquinha?

2. A sua empresa tem que entrar na era do vídeo! 17% de todas as televisões vendidas no Brasil em 2011 serão com conexão à internet. Estima-se que, até 2015, 75% das televisões vendidas terão acesso à internet. Internet e TV, tudo a ver! Imagina o que vai acontecer com a televisão e internet quando a Apple lançar a AppleTV no ano que vem, o tráfego vai explodir!

Em 2013, 90% de todo o tráfego na web será VÍDEO. O YouTube tive mais de 3,5 bilhões de visualizações no mês passado, um crescimento de 500 milhões em apenas seis meses. Revolution total! Uma pessoa lê, dez escutam música, mil assistem vídeos. Nunca se esqueça disso. Vídeo é muito poderoso.

3. Chega de muros, chega de paranóia. A sua empresa tem que ser social! Nós somos o resultado da rede de relacionamentos que conseguimos formar durante a nossa vida. Quanto maiores forem as conexões dos funcionários da sua empresa, maiores serão as oportunidades de negócios que ela terá.  Em 2012, a sua empresa PRECISA incentivar e premiar a sociabilidade dos seus funcionários.

Permita que a galera use as redes sociais durante o horário de trabalho, e premie aqueles que fizerem o melhor uso delas. Premie quem apresentar o maior crescimento de número de seguidores da sua marca pessoal; quem melhor engajar os clientes da empresa nas suas redes sociais pessoais; quem tiver o maior número de comentários no texto que escreveu e publicou no blog da companhia; quem obter o maior número de “likes” na Facebook.

Premie o funcionário que der a cara para bater nos vídeos da empresa e quem transformar os relacionamentos virtuais em cara a cara. Premie também quem participar do maior número de eventos presenciais ou online. Premie o mais sociável. Pessoas compram de pessoas, não de empresas.

4. Meça a satisfação do usuário, e não a satisfação do consumidor. Para muita gente o mundo dos negócios é a arena do toma lá dá cá, tipo “Se não vai comprar nada, cai fora”. Dá para contar nos dedos de uma mão as empresas que incentivam os consumidores a se tornarem usuárias dos seus serviços. Explico. A grande maioria quer apenas que o consumidor consuma a droga do produto que vendem e caiam fora o mais rápido possível.  Não existem sofás e cadeiras para você relaxar dentro das lojas de varejo. Não existe conteúdo relevante dentro dos web sites das empresas.

Ao terminar a sua refeição, em 95% dos restaurantes que tem por aí, você é imediatamente convidado a se retirar para livrar a mesa para o próximo consumidor.  No Fran´s Café, por exemplo, não existe uma única maldita tomada de energia elétrica para o consumidor plugar o seu notebook enquanto consome o seu cafezinho. A Starbucks, por outro lado, oferece uma dúzia de tomadas em seus restaurantes.

A ideia aqui é criar situações online ou offline que incentivem a permanência do seu cliente DENTRO da sua empresa.

As agências de propaganda, escritórios de advocacia, engenharia ou mesmo contabilidade, poderiam criar a SALA DO CLIENTE dentro dos seus escritórios, e incentivá-los a trabalhar de lá mesmo; as empresas poderiam fazer uso da sua Fan Page na Facebook para criar um espaço de troca de ideias.
Em 2012, você deveria medir a quantidade de tempo que o seu cliente permanece em contato com você, e não apenas o número de transações.

5. Compre cinco, doamos 1. 50% das ONGs que tem por aí são entidades de fachada criadas para lavar dinheiro ou ajudar a empresa-mantenedora a pagar menos impostos. Ao invés de criar uma ONG ou Fundação ou qualquer coisa do tipo para ajudar uma causa que não tem nada a ver com o que você faz todos os dias, simplesmente doe alguns dos produtos que você vende para quem precisa.

Eu faço isso desde sempre. Em todos os meus cursos, palestras e web seminários tem gente participando de graça.

Se o produto que nós vendemos realmente resolve os problemas da humanidade, por que não usá-lo para ajudar as pessoas?

 

Por Ricardo Jordão

sábado, 7 de janeiro de 2012

Marketing Digital Eleitoral


 

O marketing digital eleitoral e sua influência no marketing político digital

O marketing digital eleitoral já é uma realidade na política mundial e brasileira, principalmente em decorrência da popularização do acesso à Internet e o uso das redes sociais como forma de esclarecimento e pesquisa. O marketing político passa por um momento de transição e é importante que os políticos tomem consciência das consequências dessas mudanças em termos de marketing político digital. Nas eleições de 2010 o TSE já deixou claras as regras para o marketing digital eleitoral, agora cabe aos candidatos assumirem suas posições no ambiente online.

Marketing Digital Eleitoral

Uma campanha de marketing político não pode fechar os olhos ao mais de 60 milhões de internautas no Brasil. É uma legião de eleitores que fazem a diferença em uma campanha eleitoral seja ela majoritária ou proporcional. .

As pesquisas mostram que aproximadamente 40% dos eleitores chegam no dia da eleição sem ter a mínima ideia de em quem votar. É nesse cenário que o marketing digital eleitoral se faz presente e esclarece a população, principalmente através das mídias sociais.

As redes sociais como Orkut, Facebook e Twitter se transformaram em verdadeiros oráculos, formando opiniões e apontando problemas que afligem o eleitorado. Dessa forma, se torna obrigatório em uma campanha de marketing digital eleitoral uma forte atuação nestas mídias para que os candidatos possam levar ao publico suas plataformas, ideias, posicionamentos e realizações. O marketing político digital está se tornando um segmento cada vez mais sofisticado e por isso exige dedicação e conteúdo relevante.

O novo eleitor

O próprio eleitor mudou. Ele não espera pelas informações da forma passiva que assumia antigamente. Nos dias de hoje o eleitorado busca na Internet a informação que precisa, e se o candidato não tem uma estratégia de marketing político na Internet ele simplesmente se coloca de fora do leque de opções. Esse é um cenário novo com o qual as campanhas de marketing eleitoral devem se preocupar e se preparar.

O grande desafio das campanhas de marketing digital eleitoral é entender esse novo eleitor e montar mecanismos que vão ao encontro dessa necessidade de informações. O posicionamento dos candidatos na Internet deverá ser adaptado para essa nova mídia, que antes de tudo deve ser entendida pelos coordenadores de campanha, pois é um ambiente bastante diferente do encontrado nas campanhas de marketing político tradicionais.

O novo eleitor trata o marketing político eleitoral de forma seletiva. Ele busca conteúdo que seja realmente relevante para sua decisão de voto em qualquer campanha de marketing eleitoral na Internet.

O desafio do marketing digital eleitoral nas novas mídias

Criar uma campanha de marketing digital eleitoral não é mais uma opção e sim uma imposição do eleitorado. Para ser eficiente esta ação deve ser muito bem planejada e executada por profissionais gabaritados com pleno conhecimento das ferramentas disponíveis no marketing digital atual. Não adianta juntar uma monte de peças do marketing convencional, digitalizar e chamar isso de campanha de “marketing digital eleitoral”. Isso simplesmente é uma colcha de retalhos. Uma verdadeira campanha de marketing digital eleitoral envolve pesquisa do público-alvo, planejamento de mídia, cronograma e mensuração de resultados.

Os candidatos ao pleito de 2012 deverão se preparar para expor de forma clara suas propostas nos diversos canais da Internet e principalmente, interagir com os eleitores, o que não estão muito acostumados. Usar a Internet como simplesmente um palanque eleitoral digital, sem interação com o público não é ter uma campanha de marketing digital eleitoral.

 

Alberto Valle

Alberto Valle é Administrador de Empresas e a mais de 10 anos atua como consultor em e-commerce e marketing digital. É um dos instrutores da equipe do Curso de E-Commerce e articulista de blogs como Blog do E-commerce, E-commerce News, Artigos E-Commerce e Webinsider.