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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Google+ influencia ranking de buscas; saiba como

Para chegar a essa conclusão, foram criados seis sites por uma agência, onde um foi utilizado para controle e cada um dos demais utilizou uma mídia social específica para divulgar suas informações. Após 10 meses de pesquisa, desenvolveu-se uma análise verificando o impacto de tais páginas nos resultados de buscas do Google

 

 Segundo um estudo desenvolvido pela agência americana de marketing digital, Tasty Placement, a utilização das mídias sociais interfere diretamente no posicionamento de uma empresa em sites buscadores.
Para chegar a essa conclusão, foram criados seis sites pela agência, onde um foi utilizado para controle e cada um dos demais utilizou uma mídia social específica para divulgar suas informações. Após 10 meses de pesquisa, desenvolveu-se uma análise verificando o impacto de tais páginas nos resultados de buscas do Google.

A página com mais retornos nas buscas foi a que utilizou o Google+ como mídia de divulgação. Tal constatação revela a crescente relevância que o Google atribui aos usuários dessa rede.
Percebe-se, portanto, que assim como o Facebook e o Twitter, o Google+ merece atenção e participação constante das lojas virtuais. Com um bom trabalho de SEO, somado à presença eficaz do empreendimento nas mídias, as chances de ser encontrado pelo consumidor só irão aumentar!
Fonte: Administradores

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

4 lições que um bombeiro me ensinou sobre marketing digital

“Eu sou bombeiro.”
 
Será que um bombeiro realmente poderia saber tanto assim sobre marketing digital? Será que eu poderia aprender algo com ele?

Para poder lhe contar esta história, eu preciso antes lhe perguntar:
Alguém alguma vez já tentou lhe perguntar mais sobre o que você faz exatamente ou que diabos são todos aqueles artigos com um monte de siglas que você insiste em postar no Facebook?
Ou perdeu um bom tempo tentando explicar como o marketing digital funciona e como, na verdade, não é tão complicado assim?
Mas mesmo depois de toda explicação invariavelmente as pessoas acabam com aquela cara de:
“Mas, hein!?”
Pois é. Eu sei como é.

Por muito tempo tento explicar para as pessoas como eu trabalho 100% online e como, por causa disso, estou me mudando temporariamente para a Tailândia. Estou indo para lá para iniciar uma viagem ao redor do mundo levando o meu, “escritório” (aka, meu laptop), nas costas.
Como trabalho online, que diferença faz se estou aqui ou perdido em algum templo budista?!
(Contanto que esse tenha uma conexão de 10+ Mbs claro.)
Mas mesmo assim as pessoas parecem não entender direito como tudo funciona.
“Ésse-o quê?! Otimização de sites? Mas de onde vêm o tráfego? Google? Não é tipo uma loja no Mercado Livre? Ahh então é um site de compras coletivas … não?!”
Não.

Exatamente por essa dificuldade enorme e para me economizar pelo menos uns bons 30 minutos TODA vez que alguém me pergunta exatamente o que eu faço, que eu decidi resolver isso. Não podia perder tanto tempo e algo deveria ser feito. Felizmente achei uma solução. Simples, rápida e indolor (na maioria dos casos).
Hoje, toda vez que alguém me pergunta o que eu faço, eu simplesmente respondo:
“Eu sou bombeiro.”
Pronto.
Simples. Prático. Entendível em menos de 5 segundos.
Perfeito.
Por um tempo experimentei responder que eu era “cientista”, mas essa na maioria das vezes era PIOR. Gerava mais e mais perguntas e a vida das formigas africanas vermelhas não parecia me interessar muito para falar.
Mas enfim, problema resolvido.
Só que após isso eu comecei a me perguntar por que tantas pessoas têm TANTA dificuldade em entender o “mundo online”. Quase como se fosse um mundo diferente do que elas estão acostumadas a viver. E pior ainda:

Por que as pessoas têm tantas dificuldades de utilizar a web para seus negócios ou até criar um negócio na internet?

Claro, há diversas diferenças, mas a maioria das regras de marketing e de negócios se aplicam tanto no mundo real como na internet. É questão de adaptar as mesmas regras para o mundo virtual – e isso nem é tão difícil!

Então aqui vão algumas dicas e lições que aprendi durante todo este tempo que trabalhei como “bombeiro” que realmente me ajudaram. 5 dicas rápidas que você pode começar a aplicar hoje mesmo e catapultar os seus resultados.

4 lições em marketing digital… por um “bombeiro”

Vamos lá:

#1: Um cliente já existente vale de 3 a 10x mais que um cliente novo

Isso é fundamental! As pessoas insistem e insistem em tentar atrair novos clientes quando na verdade elas deveriam estar cuidando dos que ela já tem!

É MUITO mais fácil você vender para um cliente que já provou com dinheiro, e não com simples intenções ou em respostas em pesquisas, algum outro produto seu do que tentar conquistar um novo cliente e passar por todo processo de novo. Claro, ainda antes de tudo, você tem que se certificar que o seu mercado de atuação REALMENTE possui um alto potencial de lucro e é rentável. Basicamente saber se há ou não um pote cheio de ouro no final do arco-íris.
Numa comparação para deixar mais claro, qual é mais fácil:
  • Você levar para cama e praticar a antiga arte do amor com a sua namorada de anos OU
  • Uma garota que você conheceu hoje a noite?!
O que já me leva para a segunda lição:

#2: Crie uma relação antes de tudo

Outro dia, alguém que eu mal conheço e mal conversei apareceu, DO NADA, com a seguinte mensagem:

Essa é a PIOR maneira de se pedir um favor ou se vender algo.
O segredo está em primeiro se construir uma relação com seu possível e futuro cliente. Ai depois podemos fazer uso do que o mestre Robert Cialdini cita em seu brilhante livro “Influência” chama de “Reciprocidade”. Isto não é nada mais do que aquele sentimento que sentimos de quase uma “dívida” com alguém se esta nos faz um favor ou nos traz algum benefício.
E para fazermos isso da melhor maneira, devemos seguir a lição número 3:

#3: Esqueça você, o que importa são os outros

Responda rápido: quem é pessoa mais importante do mundo, hoje?
Pensou?
Simples.
Eu (do meu ponto de vista). Você (do seu ponto de vista).

O que eu quero dizer é que para aumentar exponencialmente as suas chances de sucesso, você deve esquecer completamente o que VOCÊ quer, o que VOCÊ pretende e o que VOCÊ deseja. O que você deve fazer é se concentrar no que ELES querem, no que ELES precisam e no que ELES desejam.
É fundamental que você comece sempre pelos seus clientes. Para isso, você precisa definir exatamente quais os problemas que os seus clientes estão enfrentado e ajudá-los a resolver da melhor maneira possível.
Nas palavras do sábio Zig Ziglar:
“Você pode conseguir absolutamente TUDO o que você deseja em sua vida … contanto que você ajude um número suficiente de pessoas a conseguirem o que ELAS querem!”
Ponto.

#4: conecte o emocional com o informacional

Outro erro comum que vejo muitos cometerem é o fato de achar que simplesmente por ter algo importante ou de valor a ensinar, basta escrever e puf!, tudo vai dar certo. Artigos serão compartilhados, convites para aparecer no Jô serão feitos … talvez até no Altas Horas!

Já aconteceu de você publicar algo que você tem certeza absoluta que é útil e realmente poderia ajudar muitas pessoas… e parecer que só você acha isso!?
Quer saber como resolver esse problemas?
Simples.

Conecte o emocional com o informacional.
Beagle

Não fale somente “vou lhe ensinar agora uma técnica para fazer o seu cachorro parar de latir em menos de 30 minutos”, que num primeiro olhar pode parecer suficiente, mas sim:
“Vou lhe ensinar agora uma técnica para fazer o seu cachorro parar de latir em menos de 30 minutos para que não só a sua mulher, finalmente, pare de reclamar e ameaçar “Ou eu, ou ele!” e seus vizinhos parem de lhe ameaçar com multas por barulho, mas também para que você não perca seu emprego por não conseguir dormir direito a noite.”
Bingo.

Agora você deu um motivo real e emocional do porquê o cidadão deve prestar atenção no que você tem a ensinar. E isso faz TODA diferença do mundo.
Estas são somente algumas das técnicas que aprendi durante esses anos trabalhando com marketing digital. Elas com certeza vão lhe ajudar a melhorar seus resultados na internet e você pode começar a aplicá-las HOJE mesmo.

Agora, de onde veio estas obviamente há muitas outras.
Por isto, se tiver interessado em aprender não só quais são os melhores mercados para se trabalhar na internet, como achar o seu espaço em QUALQUER mercado (mesmo naqueles mais concorridos com maior potencial de lucro!) e muito mais, então recomendo imensamente que você dê uma olhada na série de vídeos que disponibilizei em meu site.
Nele você irá aprender isso e muito mais!

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Quanto pequenas empresas devem investir em marketing

Mulher gritando no megafone
 
Quanto pequenas empresas devem investir em marketing

Respondido por Maurício Galhardo, especialista em finanças

Altos investimentos em campanhas publicitárias e ações em mídias sociais costumam ser associados a grandes empresas. No entanto, com a necessidade de expansão de mercado, também as pequenas empresas têm dado certa atenção a investimentos em marketing.

Aqui não me refiro a ter um departamento de marketing ou mesmo uma equipe completa, mas ao planejamento de verba para as ações de marketing.

E quanto deve ser investido em marketing? A resposta sairá deste planejamento, ou como é comumente chamado, do plano de marketing. É listar possíveis ações, fazer orçamentos para saber os custos, buscar por fornecedores que possam executá-las, criar um cronograma para adequar as ações à sazonalidade de seu negócio e, principalmente, determinar objetivos para estas ações.

Podemos dividir os investimentos em marketing em dois grupos. O marketing institucional é aquele com ações para que os clientes conheçam a empresa e seus produtos e serviços. Refere-se, por exemplo, ao desenvolvimento da logomarca, do website, das mídias sociais, dos materiais gráficos (cartões de visita, folders, catálogos, etc.) e de propagandas em revistas. Neste caso, recomenda-se investimento constante. Assim, em vez de um percentual do faturamento, melhor seria estabelecer um valor fixo mensal que cubra o planejamento de marketing da empresa.

Já o marketing comercial é feito com ações para gerar aumento de vendas, como campanhas para datas especiais e promoções. O percentual de investimento tende a variar muito de acordo com o segmento da empresa. Empresas que dependem de ações de marketing para vender chegam a investir 10% do faturamento ou até mais. No geral, investir de 3% a 5% do faturamento é um bom patamar.

Fonte : Exame

segunda-feira, 18 de junho de 2012

O Pós-Vendas nas Redes Sociais

Desde a criação dos primeiros sites de relacionamentos as redes sociais caíram no gosto do brasileiro, sempre em grande proporção em comparação aos demais internautas no mundo. Muitos usuários, antes de adquirir um produto ou serviço, consultam a reputação das empresas para saberem se farão um bom negócio. As principais buscas de informação são as opiniões de outros compradores de determinado bem. Estas opiniões são bastante relevantes para um novo cliente, pois ele poderá conseguir muito material de pesquisa sobre o que pretende comprar.

Atualmente as redes sociais são ferramentas poderosas para organizações que querem um relacionamento direto e ágil com o cliente. Visando este novo nicho as grandes empresas investem cada vez mais neste canal.

Em primeiro momento imagina-se que a empresa visa apenas à publicidade, porém há muito mais por trás disso. A rede social, quando bem utilizada, pode servir para monitoramento de reputação da marca e produto, interação com o público, produzir e publicar conteúdos através de perfis oficiais, manter atualizada a política de posicionamento da marca/produto, etc.

A relação Pós-Vendas x Mídias Sociais baseia-se principalmente no monitoramento da marca/produto, onde é analisado o feedback do cliente; e na interação com o público, que pode se tornar uma grande fonte de dados para pesquisa e desenvolvimento a um baixo custo e proporcionar um retorno imediato às críticas, dúvidas e sugestões dos clientes.

Grandes organizações mantêm um relacionamento direto com seus clientes através das redes sociais com diversas finalidades, temos como exemplos a publicidade, atendimento e esclarecimentos de problemas técnicos ou de uso do produto.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Pinterest é uma nova plataforma de marketing

Uma excelente opção para compartilhar produtos ou serviços, uma vez que a rede é para compartilhamento de interesses e tudo que é publicado pode ser replicado por outros usuários em seus pinboards.

Por Roberto Soares Costa

De mansinho o Pinterest vai ganhando cena no Brasil. Um número crescente de empresas estão aproveitando a plataforma para atingir novos públicos, aumentar o tráfego de visitas em seus sites e gerar leads ou vendas de varejo. E adivinhem? Está funcionando, os resultados estão aparecendo.

Criada em março de 2010, nos EUA, a rede social já está despontando também no Brasil como uma das plataformas mais quentes para marketing B2C. O Pinterest se apresenta como um mural virtual no qual os usuários, chamados “pinners” compartilham seus interesses através de imagens, vídeos, infográficos, separados por categorias como moda, gastronomia, arquitetura, fotografia, música, entre outras.

Os “pins” como são chamados os posts, são transformados em quadros temáticos, os “pinboards”, que podem ser nomeados pelo usuário, como quiserem.

Uma excelente opção para compartilhar produtos ou serviços, uma vez que a rede é para compartilhamento de interesses, e tudo que é publicado pode ser replicado por outros usuários em seus pinboards. Como fez, por exemplo, a construtora e incorporadora paulista Gafisa, que criou pinbords relacionados à arquitetura, casa e decoração, incluindo nos pins imagens dos seus “produtos”, apartamentos decorados dos seus próprios empreendimentos imobiliários.

Os pinboards funcionam como catálogos de produtos, porém sem referências ou preços, dando liberdade e atraindo o interesse dos consumidores apenas pelo que eles representam como imagem. O Pinterest traz a oportunidade de capturar vários insights e hábitos de consumo do público, permitindo que as empresas identifiquem seus alvos e possam fornecer conteúdo estratégico em cada um dos seus pinbords, segmentando suas ofertas.

A parte mais interessante é que nos EUA, o Pinterest já gera mais tráfego que o Twitter, Google +, Linkedin, YouTube e MySpace. De olho nesse potencial, já é bastante usado como loja virtual, onde as empresas utilizam o canal para expor e vender seus produtos, direcionando os acessos para seus respectivos sites.

Aqui no Brasil, uma plataforma semelhante ao Pinterest já é bastante utilizada, o Instagram, a qual oferece uma ferramenta poderosa de tratamento de imagem, porém não permite vincular imagens de outros álbuns no seu e tão pouco criar pastas de interesse, no máximo tags para pesquisa.

A evolução do Pinterest no Brasil lembra o estágio inicial de crescimento do Twitter e do Facebook por aqui. Por isso, é bom ficar de olho e embarcar o quanto antes.

Fonte: [Webinsider]

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Como decidir qual rede social usar

 

Há uma infinidade de redes sociais buscando sua fidelidade no mundo afora. Logicamente, o Facebook e o Twitter são as maiores. Mas será que elas são corretas para o seu estilo? E o LinkedIn? Ou então, Google+? Além disso, você pode usar as mídias sociais para diferentes propósitos. Entenda cada uma e escolha qual usar ou priorizar:

01-Redes-sociais-em-alta

Como decidir qual rede social usar - 1. Facebook
O Facebook tem 845 milhões de usuários e é recomendável que você o use para interagir com as pessoas em um nível mais pessoal. O grande diferencial da rede é que você pode hospedar todas as informações necessárias sobre a sua marca e empresa em um só lugar. O maior segmento de usuários no Facebook está concentrado nos jovens, de 21 a 24 anos. 17,5% deles é do sexo masculino e 16,6% destes é do sexo feminino. Os outros grupos que estão em peso no Facebook são os de 18 a 20 anos e de 35 a 44 anos.
Como decidir qual rede social usar - 2. Twitter
As estatísticas de 2012 mostram que 140 milhões de pessoas usam o Twitter e há uma média de 340 milhões de tweets por dia. A rede social é boa para compartilhar experiências efêmeras e atualizações curtas. Além de monitorar interações sobre sua marca e encontrar clientes em potencial. O diferencial da rede é que muitas marcas têm usado o Twitter para dar satisfação ao cliente e se tornou uma "arma" para o cliente insatisfeito. As companhias têm prestado cada vez mais atenção à rede social e valorizado seus usuários. 42,3% dos usuários do Twitter tem de 31 a 49 anos e 41,5% tem de 18 a 29. As mulheres usam mais o Twitter. Elas compõem 54,6% dos usuários do microblog.
Como decidir qual rede social usar - 3. LinkedIn
O linkedIn tem 150 milhões de usuários e é bom para quem está concentrado na carreira e quer se conectar com outros que têm os mesmos interesses laborais. O diferencial da rede é que você pode liderar e criar discussões sobre sua empresa e responder perguntas frequentes nas páginas de dúvidas. A audiência do LindkedIn é equilibrada. 51% de homens e 49% de mulheres. A maioria tem de 35 a 44 anos, dando um status de uma rede social mais séria ao LinkedIn.
Como decidir qual rede social usar - 4. Google+
O Google+ tem mais de 100 milhões de usuários e apresenta crescimento vertiginoso. É interessante porque permite que você crie conversas e adicione a elas pessoas específicas (é só colocar um + na frente delas para ter alertas destas interações). O diferencial da rede são os círculos. Você pode organizar seus contatos por grupos e pode direcionar mensagens a grupos diferentes. Quase 70% do Google+ é masculino. A mídia social também é interessante para compartilhar posts de blog, "insights" e informações relacionadas com a sua empresa, pois a rede tem usuários de nichos, como web designers, profissionais de marketing ou engenheiros.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Marketing em mídias sociais é da empresa e não externo

 

Encher a timeline dos usuários com excesso de informações e promoções é um raciocínio ultrapassado de visibilidade de mídia e está arruinando a qualidade da experiência que geramos para os usuários.

 

O profissional de mídias sociais é a bola da vez, para ser amado, criticado, odiado ou idolatrado.

Nunca foi tão evidente a necessidade das empresas se posicionarem através das mídias sociais; não existe nada de revolucionário ou inovador, trata-se apenas de rotina de marketing ou arroz com feijão se você preferir.

As pessoas que lidam com a realidade, desprovidas do entusiasmo excessivo daqueles que enxergam a revolução e retomada do poder pelo homem comum, vivem o “agora” de uma necessidade de entendimento da linguagem e do potencial que ela pode trazer para o seu negócio.

Na minha visão ainda míope, enxergo as mídias sociais enquanto ferramenta de marketing, sobre um aspecto fundamental e simples: valor.

O tempo que se perde enchendo a time line dos usuários com pilhas de informações e promoções, através de uma linha de raciocínio ultrapassada de visibilidade de mídia está arruinando a qualidade da experiência que geramos para os usuários.

Mais e mais marcas caminham para o marketing colaborativo enquanto dezenas de outras caminham para uma morte social anunciada.

A falha aqui é de princípios – ninguém entendeu direito que o marketing social é fundamento das organizações e não é competência externa. Ouvir e monitorar não é tão simples quanto parece, nem toda força de automação consegue capturar o conceito social de uma marca e colocar em um Excel.

Como todo processo fundamental de uma organização, ele precisa ser interno, precisa passar pelo aprendizado, tentativa e erro e principalmente, pelas lições aprendidas

Perguntas simples estão perdendo o sentido prático para algumas pessoas. Qual o valor do que estou fazendo para o meu negócio? Por que fazer mais do mesmo faz algum sentido em um ambiente onde a inovação é o ouro e a informação é uma commodity?

Vivemos a era da informação ou a era da interação? Quanto vale a informação para sua marca enquanto ela se torna cada vez mais gratuita e o quando vale para ela tocar realmente as pessoas?

Fonte: [Webinsider]

sexta-feira, 25 de maio de 2012

As Sete Estratégias do Marketing Digital

 

 

Este modelo foi criado com base em estudos de casos e trabalhos de outros especialistas, consistindo em um guia para que empresas, profissionais e consultores de Marketing Digital possam desenvolver de forma consistente o Planejamento Estratégico de Marketing Digital, criando ações de forte impacto e resultado.
As Sete Estratégias do Marketing Digital são um modelo de Marketing Digital cujo objetivo é ligar os pontos e estabelecer presença em todos os pontos de contato entre a marca e o consumidor. Além disso, o modelo otimiza os resultados do trabalho de Marketing Digital na medida que cada estratégia colabora com a eficiência da outra.
As Sete Estratégias do Marketing Digital são:
Marketing de conteúdo
Ao gerar conteúdo relevante no site, aumentamos a exposição nas ferramentas de busca. O consumidor que esta buscando assuntos relacionados ao tema, os encontra no site, e se relaciona com a marca. Além disso, o conteúdo gera interesse de outros blogs, gerando referências de links, e pode ser utilizado nas redes sociais, aumento da visitação e maior exposição da marca.


Marketing nas mídias sociais
A conversa nas mídias sociais permite ampliar a exposição da marca e o relacionamento com o cliente. Criar perfis e publicar partes do conteúdo do site, e outras informações ajuda a atrair consumidores. Além disso, as redes sociais servem como plataforma para as ações de marketing viral, e para as pesquisas on-line.


E-mail marketing
O E-mail marketing, quando bem estruturado, é uma poderosa ferramenta de comunicação. O site deve possuir uma área própria para cadastro, e campanhas podem ser direcionadas para atrair mais inscritos no mailing da marca. As ações de e-mail marketing devem focar o envio de informativos regulares e de promoções.


Marketing viral
O Marketing viral, é usado para propagar a marca entre os consumidores através de ações que trabalhem as emoções e motivações do púbico alvo. Uma das grandes vantagens do marketing viral é o efeito multiplicador da comunicação, permitindo que milhares de consumidores tenham acesso a marca através da recomendação de outros consumidores.


Publicidade on-line
Na internet a publicidade ajuda a dar maior exposição a marca, com a criação de ações específicas de publicidade, como banner, links patrocinados, vídeos.


Pesquisa on-line
A pesquisa visa conhecer o perfil do consumidor e entender melhor suas necessidades e motivações de compra. A pesquisa permite ainda conhecer melhor o mercado e os concorrentes, criando a inteligência competitiva da marca.


Monitoramento de resultados
Para unir todas as estratégias e permitir que se otimizem recursos e ações, o monitoramento é fundamental. Com ele podemos estabelecer métricas e metas para o trabalho de Marketing Digital.

 

Fonte: Tips

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Faça amor, não faça Marketing

Rasgue todas as suas cartilhas de marketing! Os 4 Ps - Produto, Preço, Praça e Promoção – estão desatualizados. Calma! Não siga ao pé da letra. Acalme-se, eles ainda são mais do que válidos. A proposta é ter uma visão diferente do que Jeromy McCartthy teve em 1960. O motivo é óbvio: a vida evolui. E o grande salto da humanidade não é só ter ideias novas e sim ver as antigas de formas diferentes.
Muito se fala de marketing e das estratégias de vender tudo a qualquer preço. Esse modelo caiu. O Rei está nu. A empresa que têm como missão conquistar apenas a mente e o coração do consumidor está equivocada. Temos que conquistar o espírito. É isso que prega o mago do marketing Philip Kotler em sua abordagem do marketing, na versão 3.0 e é isso que o mercado tem cobrado.


Quando estamos apaixonados, ficamos bobos, nos entregamos totalmente a algo, trabalhamos com amor, nos entregamos de corpo e alma, queremos o bem de nosso bem querer. E é isso que as empresas devem ter com seus consumidores, pois são eles que mantêm a empresa. Eles que deslumbram todos os benefícios de sua marca e seus produtos para os outros consumidores.


Lembre-se de seu 1º beijo. Lembre-se de sua infância, quando a vida lhe fazia mais sentido e o medo de perder, de arriscar, de errar era mera brincadeira. Assim como as crianças são moldadas, os consumidores também o são, e se essa criação não obtiver amor, segurança, afeto, compreensão, compartilhamento, provavelmente essa criança tornar-se-á um adulto frustrado. E um consumidor frustrado deveria ser como uma lágrima para as empresas. Ela está desviada de sua missão, visão e seus valores, sejam eles quais forem.


Sei que muitos empresários vão ler esse material, acredito que muitos vão se questionar: o que estamos fazendo? Qual a nossa obra? O que ficará após partirmos? A resposta é obvia – aliás, o óbvio não nos chama a atenção, pois é apenas óbvio – plante amor para receber afeto. Faça de seus consumidores além de fãs, que se tornem parceiros, colaboradores. Mexa com a vida das pessoas, traga boas lembranças. Exemplo, se você vende detergente para louças, não se foque apenas que sua marca faz mais espuma, é mais eficaz contra a sujeira. Compartilhe a lembrança de que lavar louça é igual a brincar com água quando éramos criança – e como adorávamos banhos de mangueira, mergulho em riachos... – pode ter certeza, você não está vendendo limpeza, você está vendendo nostalgia.


Outro exemplo claro é esse próprio texto publicado aqui, no portal do Mundo do Marketing. Nesse momento tenho a oportunidade de colaborar com o portal, de escrever junto com ele a história da vida das pessoas e da humanidade. Minha relação deixa de ser de consumidor de notícias para ser coautor. Sou paulista de nascimento e paranaense de coração. O Paraná me deu condições de concluir meus estudos, iniciar minha carreira profissional, me apaixonar por uma mulher maravilhosa, e ter uma linda família. E mesmo estando longe, não deixo de seguir, acompanhar, e contribuir com a empresa que deixou de ser empresa, para ser minha parceira. Sim, não se chama só Mundo do Marketing, chama-se Mundo do Marketing e Elizeu Alves. Estamos incorporados.


Assim, deve ser com os consumidores. Eles não querem ser só ficar assistindo, querem participar, co-criar, chamar de seu. Entregue o seu coração e o consumidor corresponderá e como dizia Steve Jobs, como todas as coisas do coração, só tendem a melhorar com o tempo.

Fonte: mundodomarketing.com.br

segunda-feira, 26 de março de 2012

Google Analytics ganha ferramentas para medir impacto das redes sociais em sites

 
Será possível ver o quanto financeiramente plataformas como Twitter e Google+ trouxeram para o portal ou descobrir quais os conteúdos mais populares.

A Google anunciou um conjunto de ferramentas a ser adicionado ao seu serviço de análise de audiência, o Analytics. Ele servirá para medir o impacto das mídias sociais sobre o desempenho do portal.

“Os novos recursos preenchem o vazio entre as redes sociais e as métricas que te interessam – permitindo uma melhor medição de seu valor para os negócios”, afirmou Phil Mui, gerente de produtos da gigante. “Afinal, apesar da crescente popularidade das redes sociais, os sites ainda são os lugares onde as pessoas costumam consumir.”

Segundo a companhia de Mountain View, as novidades chegam para ajudar em três tarefas: medir como as mídias sociais levam a conversões diretas ou conversões futuras, entender como elas melhoram indicadores de performance (KPI, na sigla em inglês) e otimizam o engajamento, e elaborar estratégias eficientes de marketing social que considerem tais índices.

Será possível, por exemplo, ver uma estimativa de quanto monetariamente as redes sociais trouxeram, como as pessoas estão interagindo com seu site a partir delas ou quais conteúdos são os mais populares em cada um dos serviços.

Curiosamente, as imagens de divulgação exibidas no blog fazem referência apenas ao Google+, ao Twitter e ao Reddit, omitindo, assim, plataformas importantes como Facebook e LinkedIn. De acordo com Mui, as novas ferramentas chegarão a todos os usuários nas próximas semanas.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

8 dicas para melhorar o seu marketing digital

Num início de ano em que as novidades sobre redes sociais e smartphones se multiplicam, as ideias e sugestões de como utilizar essas plataformas para marketing também estão por toda parte. A blogueira Carol Tice, do site da revista Entrepreneur, teve a boa ideia de filtrar, selecionar e agrupar os melhores conselhos. O resultado é uma lista com os oito itens a seguir:

1. Pergunte aos clientes. Pesquisas são sempre bem-vindas e redes como o Facebook têm aplicativos específicos para questionários instantâneos. É só saber perguntar.

2. Programe e-mails coordenados. Quando um cliente abandona o carrinho de compras no meio de uma operação em seu site de e-commerce, é porque ele esteve perto de efetuar uma aquisição. Nada melhor do que programar um email para esse cliente, com mais ofertas e informações.

3. Use mensagens de texto. Uma pergunta diretamente no celular do cliente sobre o que ele gostaria de comprar pode gerar uma oferta de desconto. Boa ideia para o público das gerações X e Y, que praticamente abandonou os emails.

4. Preencha lacunas. Observando a concorrência, pode-se deduzir como ocupar os espaços que ainda estão mais ou menos livres. Bons exemplos são redes sociais novas, como a Pinterest, canais do You Tube e até os velhos anúncios em ônibus e vagões do metrô.

5. Não fique só na web. Aproveite as redes sociais para convidar seus clientes e promover eventos coletivos, principalmente se você tiver uma sede física (uma loja, por exemplo).

6. Dê prêmios para indicações. Esta é uma estratégia antiga que pode ser turbinada com as ferramentas digitais: oferecer descontos para quem apresentar um novo cliente.

7. Concentre esforços. Mensagens demais podem confundir e irritar o cliente. Escolha o número três como limite para todos os itens, desde a repetição de texto nos posts até quantas vezes você faz um follow up.

8. Use música. Se você tem um jingle ou uma vinheta musical, compartilhe o streaming (no serviço Spotify, por exemplo).

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Empresas e marcas nas redes sociais: um caminho sem volta

 

A reclamação 2.0 gerou alguns casos bastante repercutidos no ano que passou, como o vídeo criado por Oswaldo Borelli para reclamar de um defeito em sua geladeira. Postado logo no início de 2011, o vídeo no Youtube teve mais de 820 mil visualizações e fez a marca figurar entre os Trending Topics do Twitter na época. O que também movimentou os TT’s foi a campanha contra a coleção Pelemania, que logo após o lançamento levou mais de sete mil usuários a se reunirem em uma página de boicote à empresa no Facebook.

No ano de 2011 as grandes marcas e empresas compreenderam a força das mídias sociais, tanto no relacionamento com o consumidor, quanto para a construção e manutenção de sua imagem corporativa. Canais como Facebook e Twitter – apenas para citar os mais utilizados – alteraram a dinâmica de contato entre cliente e instituição, obrigando as empresas a se adaptarem para manterem um bom relacionamento com os consumidores via canal social.

A reclamação 2.0 gerou alguns casos bastante repercutidos no ano que passou, como o vídeo criado por Oswaldo Borelli para reclamar de um defeito em sua geladeira. Postado logo no início de 2011, o vídeo no Youtube teve mais de 820 mil visualizações e fez a marca figurar entre os Trending Topics do Twitter na época. O que também movimentou os TT’s foi a campanha contra a coleção Pelemania, que logo após o lançamento levou mais de sete mil usuários a se reunirem em uma página de boicote à empresa no Facebook.

Depois da repercussão, Oswaldo teve seu problema resolvido, a Pelemania foi retirada das prateleiras e as empresas definitivamente começam a entender o alcance e a dinâmica para essas novas mídias.

O ano terminou com os maiores anunciantes do país investindo também na internet. Não apenas nas redes sociais, mas também em sites e novos canais de relacionamento e engajamento do público. No Facebook, as Casas Bahia incentivaram seus fãs a criarem enfeites natalinos com materiais recicláveis e mandarem suas fotos para concorrerem a prêmios. No site institucional, o grupo Colgate-Palmolive criou uma ferramenta interativa para apresentar quais os produtos mais indicados para a limpeza de cada cômodo da casa. O Magazine Luiza também aproveitou o caminho aberto pelas redes sociais para angariar “consultores”, que utilizam sua rede de contatos no Facebook e Orkut para vender produtos através de uma vitrine virtual. E, inovando, o Bradesco se destaca dentre os 30 maiores anunciantes do país ao manter uma página nacional corporativa no Google+.

Mais do que apenas estar lá, as empresas estão buscando nas redes formas de conhecer melhor o seu consumidor. Em 2011, o público abriu seu coração: lamentou a morte de Steve Jobs com mais de oito milhões de menções no Twitter em apenas 36 horas; posicionou-se em relação à construção da Usina de Belo Monte, com quase 500 mil pessoas curtindo a fanpage no Movimento Gota D’Água; esperou ansiosamente a chegada do iPhone 4S, com mais de um milhão de menções no Twitter antes mesmo de o produto chegar às lojas e curtiu muito “rock, bebê” – foram mais de 300 mil seguidores no perfil oficial do Rock in Rio no Twitter, quase 600 mil likes na sua página no Facebook, cerca de 11 mil check-ins pelo Foursquare e nada menos que 3 milhões e quatrocentos mil membros em uma comunidade do Orkut.

Com tanta informação, as corporações se bem embasadas podem antecipar as tendências, prever crises e oferecer aos consumidores exatamente o que eles querem e precisam. Muito além da divulgação institucional, Youtube, Linkedin, Vimeo, Flickr, Instragram, blog e muitas outras ferramentas, também já estão sendo utilizadas pelas marcas que querem inovar, mas – mais do que isso – por quem quer se relacionar, sinceramente, com seu público. São essas empresas que vão ganhar o “curtir” do consumidor em 2012.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Novas estratégias no marketing digital

Nada como uma boa estratégia de marketing digital para temperar os mercados e trazer resultados positivos para seu negócio. Mas, para obter excelência é necessário possuir informações relevantes à seu comportamento, e o que lhe faz mudar de hábitos, as tendências. Essas são informações imprescindíveis para entender melhor seu nicho e dar a ele aquilo que ele quer e pode utilizar.

marketing digital

Segundo dados do E-bit, 75% dos e-consumidores estão cursando ou já cursaram o ensino superior, correlacionado ao fato de que 86% tem mais de 25 anos. Óbvio ou não, fica observado que informações como essas devem ser tidas como relevantes para sua estratégia de marketing digital. É importante considerar fatores que podem ditar o rumo de seus empreendimentos on-line, como que 98% dos usuários utilizam o sistema operacional Windows, enquanto o Internet Explorer (49,87%), navegador nativo desse sistema operacional já vem sentindo a aproximação do Mozilla (31,5%) e do Google Chrome (11,54%).

A tecnologia avança, e com ela o poderio dos concorrentes, os desejos dos consumidores e a escassez de recursos. E para ganhar sua fatia de mercado, a investigação a respeito de cada passo dado pelo consumidor, deve ser analisada minuciosamente com investimentos em SEO e pleno desenvolvimento do marketing 3.0 proposto por Kotler (2010).

Empresas de sucesso respiram pesquisa e expiram resultados. Toda nova marca ao entrar no mercado, tem seu tempo para mostrar sua competência e laçar o consumidor de alguma forma. Não adianta entrar com uma página mal elaborada, com pouco conteúdo relevante, um planejamento de marketing mal definido e ficar aguardando resultados para posteriormente evoluir seu e-commerce. O único resultado que irá obter é uma marca queimada pelo boca-a-boca da internet, que acontece de forma exponencial e pode destruir seus negócios.

O e-consumidor hoje está atento não só a preço, mas ao valor agregado de outros atributos ligados à sua marca. Responsabilidade social e ambiental, hoje são chaves para o desenvolvimento de seus produtos/serviços, visto que o consumidor está preocupado, e sentindo-se na obrigação de fazer algo para ajudar o planeta, por exemplo. Campanhas do WWF, Green Peace, e o Salve a Amazônia, estimulam esse desejo humanitário do consumidor, o que é uma oportunidade para empresas aproveitarem para ‘dançar conforme a música’ como Bradesco, Unilever, FIAT, entre outros já fazem.

Para lançar sua página na internet, seja ela corporativa ou não, deve-se planejar com intensidade antes de colocá-la no ar, valendo lembrar que é o primeiro passo do PDCA (Plan, Do, Check, Action). Um erro gravíssimo que ocorre na internet é de novos blogueiros, que criam uma página e no mesmo instante, ainda sem conteúdo, divulgam a todos seus amigos e contatos. Isso é um erro, pois o visitante está aberto para qualquer coisa, cria uma expectativa, e quando entra na página e se depara com um portal sem teor, com um layout ainda indefinido e bagunçado, sem conteúdo, muito provavelmente não voltará, e criará uma imagem negativa de sua marca.

O primeiro passo para fortalecer sua nova marca, partindo do zero, é realmente ter um conteúdo relevante e útil para seu público. Não adianta entrar no mercado sem uma boa estratégia para crescimento, o que vai destruindo sua marca em poucos dias. Inicialmente, é interessante que se faça um trabalho à surdina. Adaptar o layout, fazer testes, colocar todas as ferramentas que lhe serão úteis, rechear de conteúdo, investir em SEO, ou seja, configurar tudo antes de fazer sua inauguração.

Certifique-se de que tudo em seu portal está funcionando corretamente, confira com frequência, peça a amigos que entendem do assunto para entrarem para lhe dar dicas (muitas vezes não conseguimos enxergar) e, obviamente, corrija-os e volte a testar. Não tenha pressa, faça tudo no tempo necessário para que tudo esteja primoroso. É natural ouvir novos blogueiros falarem “não está muito bom, mas com o tempo vou melhorando” ou “quase ninguém visita, por isso quase não mexo”. Frases como essa mostram que a pressa em lançar o site, destruiu a ideia principal que talvez fosse genial, que devastou todo seu investimento e sua marca. O que levaria um visitante a voltar em sua página, sendo que ele conhece dezenas de páginas semelhantes e melhores que a sua?

O marketing de conteúdo, em fusão com outros componentes, ajuda a formar o marketing digital. Não é preciso dizer que o produto de seu site, é seu conteúdo. Não adiantaria continuarmos falando em estratégias de SEO, investimento em redes e mídias sociais e parcerias, senão deixasse claro que o usuário está na sua página apenas a procura de informação útil e relevante.

Entretanto muito mais do que encher sua página de muito (e qualquer) conteúdo é interessante ter um nicho, e de forma imprescindível, conhecê-lo. Para entender as necessidades e desejos de seus visitantes é necessário coletar dados sobre o seu comportamento, para que consiga trabalhar no ponto chave.

Investimento em pesquisa cai muito bem, adicionado de plataformas gratuitas que lhe informam estatísticas de seu visitante, como: páginas de entrada e saída, tempo da visita, número de páginas navegadas, palavras-chave numa busca orgânica que acabaram encontrando sua página (em sites de busca), palavras-chave numa busca dentro de seu próprio site, etc. Essas palavras-chave utilizadas para encontrar seu site são importantíssimas para saber o que o seu consumidor procura, e se isso pode ser encontrado em sua página. A partir dessa análise, é possível entender se está no caminho certo no seu planejamento de marketing, ou se precisará traçar novas rotas.

 

fonte/ netstudio

9 Tendencias do Marketing DIgital em 2012

Vira ano e não só as tendências de moda e beleza mudam: o marketing também!

A Agência Hive vasculhou o mundo do marketing digital estudando cases e opiniões de gurus no assunto e separou algumas das principais tendências para você que quer ter sucesso em 2012 utilizando a tecnologia digital e a internet. Vamos lá!

1. Mídias Sociais Marketing não irá mais existir!
Calma, não se apavore. Social Media Marketing passará a ser uma obrigação das empresas e constituirá o mix de marketing integralmente, assim como já ocorreu com o e-mail marketing e o SEO, as mídias sociais serão outra ferramenta da caixa!

2. Mais utilização das Mídias Sociais com foco em SAC
Uma pesquisa realizada e divulgada pelo Estadão em 2011 já anunciavam: O Twitter é 8 mil vezes mais eficiente que o Twitter frente a reclamações dos consumidores. Porém em 2012 não basta apenas atender as reclamações, será preciso mais. Será preciso solucionar não só problemas, mas sugerir e aperfeiçoar a relação tornando as mídias sociais verdadeiros helpdesks para o cliente.

3. As Mídias Sociais irão influenciar as vendas como nunca até então
Em 2012 as mídias sociais se tornarão o principal meio de pesquisa do consumidor antes de ele realizar uma compra. Se até agora o Google era o centralizador das pesquisas de qualidade de produto isso irá mudar, pois os consumidores irão direto ao ponto: O que outros consumidores falam sobre o produto comprado?

4. O investimento em Marketing na Internet irá aumentar
E este investimento irá ser pautado principalmente por mais budget focado no trabalho realizado em Mídias Sociais. Parte deste investimento será para relações públicas em blogs, fóruns e comunidades virtuais e a maior parte do bolo será para a gestão de suas próprias Redes Sociais em sites externos como Facebook, Twitter e Linkedin.

5. A utilização dos anúncios pagos e no Facebook e Google serão tendência
As empresas não investirão só em páginas de revista ou rodapés de jornal. Assim como as Mídias Sociais serão uma ferramenta integral do Marketing, os anúncios pagos no Facebook (Facebook Ads) e Google (Adwords) serão elementos obrigatórios no orçamento de mídia das empresas.

6. O Facebook irá ultrapassar o número de 1 bilhões de membros
Os países com mais de 20 milhões de pessoas, onde o Facebook ainda tem pouca penetração irão ser os principais responsáveis deste crescimento em 2012. Adicione a isto o crescimento ainda constante em países como Brasil, Rússia, Argentina e outros e a rede social chegara a 1.1 bilhões de usuários facilmente. E ah, este cálculo não inclui a China.

7. Do Social para o Espacial
Com o crescimento fulminante da internet móvel através dos smartphones o marketing quebrará a barreira do social virtual e invadirá o mundo físico. As empresas se beneficiarão disto através de novos e inteligentes cartões de fidelidade e outras inúmeras possibilidades que a mobilidade irá possibilitar ao usuário.

8. Sua identidade é o que você compra
Cada vez mais as empresas estão investindo na compra da opinião. A opinião do usuário virou moeda de troca, e vale mais que  dinheiro (ou barras de ouro, parafraseando Silvio Santos). Trocar postagem em blogs por produtos para que blogueiros falem bem da marca, disponibilizar um livro gratuitamente em troca do Twitter são os novos tipo de transação de valor sem moeda que vieram para ficar.

9. O vídeo é a bola da vez
O YouTube vai bombar como nunca antes nenhum site bombou no Brasil. Com o fácil acesso a banda larga de alta velocidade e o aumento dos dispositivos móveis conectados a internet os vídeos como forma de marketing serão a principal arma das empresas para convencer o consumidor  e gerar conteúdo relevante. Câmera, ação!

Estas tendências vieram pra ficar e a Hive já esta colocando em prática. Você também não quer ficar pra trás né? Fica ligado no nosso blog que mais novidade vem por aí.

O marketing digital e as campanhas vencedoras

 

Conheça as estruturas, perfis e boas práticas para criar uma interação eficiente com os clientes e aumentar as taxas de conversão e satisfação.

Antes de entender o que é marketing digital vamos aos princípios básicos aplicados ao marketing:

  • Conheça o seu cliente e seus concorrentes;
  • Defina seu segmento-alvo;
  • Seja bem claro sobre as prioridades de sua mensagem e posicionamento.

Infelizmente não é só isso, marketing digital não é apenas mais um canal, exige uma nova abordagem e uma nova compreensão do comportamento do cliente.

Ele é uma série de ações que visa um objetivo final como a venda de produto ou serviços ofertados e/ou divulgados em ambientes digitais.

Por que é diferente?

O marketing digital inclui uma grande variedade de meios de contato com seu cliente. Cada meio tem suas características e é fundamental saber distingui-las dos canais tradicionais:

  • Duração - recursos on-line podem ser permanentes, isto é, a campanha não está limitada a um determinado espaço de tempo. É importante lembrar: o material online pode repercutir pela web mesmo depois que sua campanha ou site tenha encerrado.
  • Interatividade – o visitante busca informações. Cada um escolhe quando iniciar o contato, quanto tempo permanecer e quais as páginas a serem visitadas e quando seguir em frente.
  • Interesse - você precisa atrair as pessoas para o seu conteúdo, ao invés de empurrar conteúdo para elas. O tempo “publique e eles virão” se foi. Você vai precisar de orientação sobre como promover usando motor de busca, rede sociais, link patrocinado.
  • Conteúdo - a amplitude e profundidade de seu conteúdo podem variar de acordo com o público e a região. A adequação deste conteúdo requer conhecimento de usabilidade e conceitos de design.
  • Mensuráveis – É preciso analisar as métricas. Na verdade, o truque é saber quais métricas são importantes para você.

O resultado final de tudo isso é a necessidade de uma nova abordagem. Temos um novo modelo no qual o controle está com consumidor. Profissionais de marketing digital precisam se comunicar com os clientes finais de forma amigável e aos poucos.

Um mundo de escolhas

Temos cada vez mais opções disponíveis. O consumo na mídia digital está mais verticalizado, por isso a importância de entender e conhecer como seu negócio se comporta no mercado segmentado.

Considere quais meios estão apropriados para a sua marca ou site em termos de necessidades e preferências dos seus clientes. O que funciona para um site pode não funcionar para outro, não caia na cilada de seguir modismos e replicar regras sem um estudo completo de mercado, concorrência e público. Lembre-se sempre: a web é um mercado dinâmico, não há regras pré-estabelecidas

 

Fonte/ Webinsider

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Qual o papel de um gerente de marketing digital?

Talvez você ache um pouco estranho que eu, uma pessoa que construiu - e continua construindo - a sua carreira em agências, vir falar sobre o papel de um gerente de marketing digital dentro de uma empresa. Entretanto, o profissional de planejamento é, dentro da agência, aquele deve ser o mais próximo do gerente de marketing da empresa-cliente, pois ambos precisam se preocupar com as estratégias para atingir os objetivos – que sempre terminam no foco em vendas. 

O profissional de marketing digital tem que, acima de tudo, pensar na estratégia do negócio em que atua, na construção e no posicionamento da marca da sua empresa. É ele que vai pensar e encontrar a melhor forma para ampliar as vendas, entrar em novos canais, em como usar a web para melhorar a rentabilidade do negócio. Inclusive, a palavra “rentabilidade” está no jargão desse profissional, pois ele é cobrado por isso, e não é algo diário, é mais no sistema da Tele Sena, de “hora em hora”.

E o gerente de marketing digital, assim como o seu par “offline”, tem a responsabilidade de vender cada vez mais o produto ou serviço de sua empresa, independentemente do que seja e do seu valor, a única diferença é que a web é a sua plataforma de comunicação. 

Normalmente o profissional de marketing digital é uma pessoa que trabalhava com o offline e migrou pro online. No entanto, nem sempre ele está preparado para isso – quantas vezes você já ouviu um caso de alguém que era “bom no Facebook e no Twitter” e, por isso, foi trabalhar com digital? E, infelizmente, temos visto muito esse perfil no mercado. Gente que se acha muito preparada mas que não faz pesquisa, que não sabe o que é segmentação, que não sabe dizer se uma ação que “apenas eleva o número de acessos do site” valeu a pena ou não. E, se elevou o número de acessos, mas não as taxas de conversão, alguma coisa está errada, certo? 

Um bom gerente de marketing digital deve entender, respirar, comer, sonhar com o digital. Analisar as campanhas online do mercado, testar, se preocupar com o site e performance da marca no online. Não achar que o Google Analitycs é um bicho de sete cabeças e nem que só o Google resolverá todos os problemas de comunicação e vendas da empresa. 

É dele o papel de cobrar da agência (ou do profissional interno da empresa) as análises e a inteligência nos resultados. E isso vai muito além de uma planilha ou um gráfico bonito. E é dele, também, o papel de analisar todos esses relatórios e propor as ações inovadoras – porque inovar é preciso, e ter coragem para isso, também. E a web permite isso. 

Portanto, se você quer ser um bom gerente de marketing digital, converse mais com a sua agência, pense diferente, abra a cabeça. Saia do modelo “banner na home de portal”, isso não dá mais resultados! Não sozinho. Esse banner deve fazer parte de uma estratégia mais ampla. Pense nas palavras relacionamento, engajamento, presença e conteúdo como pilares das suas ações. A partir daí, faça a diferença. A web é um campo aberto e há muito ainda  ser explorado. Olha a oportunidade que você tem em mãos...

Fonte: Imasters

A Perspectiva Atual do Marketing Mix

O Que Significa os Quatro C’s? Quais São as Críticas ao Marketing Mix? Como Obter Uma Vantagem Competitiva Sustentável?

Algumas décadas atrás estudiosos de marketing identificaram algumas atividades empresariais que poderiam influenciar o comportamento dos consumidores de seus produtos. Neil Borden (da Universidade de Harvard) sugeriu que essas atividades se denominassem "mix de marketing" e que elas deveriam ser planejadas para obter o máximo de impacto e lucro.

Na década de 60, outro professor (Jerome Mc Carthy) propôs que o mix de marketing consistisse em quatro (4) P's – Produto, Preço, Ponto e Promoção. A estrutura dos quatro P's impõe que as empresas decidam sobre o produto – e suas características –, definam o preço praticado, decidam como distribuí-lo e selecionem métodos para promovê-lo.

Outros estudiosos de marketing acreditam que essa estrutura de quatro P's comete o pecado de não enfatizar certas atividades importantes como os serviços, o atendimento, as embalagens e a venda pessoal, por exemplo.

A questão não é se deveriam haver quatro, seis ou mais P's, mas sim qual seria a estrutura mais adequada para projetar a estratégia de marketing de um produto – ou serviço.

Existe uma crítica a qual divulga a idéia de que os quatro P's enxergam o mercado sob o ponto de vista do vendedor e não do comprador. Para esses críticos os quatro P's poderiam ser descritos sob o ponto de vista do comprador como "os quatro C's": (a) valor para o Cliente; (b) menor Custo; (c) Conveniência; (d) Comunicação.

Dessa forma, enquanto os marketeiros se vêem como vendedores de um produto, os consumidores se enxergam como compradores de um valor ou como compradores de uma solução de problemas. Estão mais interessados no custo total de obtenção do que apenas em preço. Eles exigem que o produto (ou serviço) esteja disponível da forma mais conveniente possível e, além disso, os consumidores não desejam promoção – eles querem comunicação bidirecional.

Sendo assim, os profissionais de marketing devem pensar primeiramente em atender aos quatro C's e, em seguida, utilizá-los como plataforma para o desenvolvimento dos quatro P's. Diante disso, examinaremos abaixo cada um dos P's:

A) Produto: O principal objetivo de uma empresa é oferecer ao seu público-alvo produtos (ou serviços) diferenciados, embora possam variar quanto ao grau de diferenciação. De um lado temos as commodities (como os hortifrutigranjeiros) e os produtos altamente diferenciáveis em termos físicos (veículos, por exemplo). O desafio está em criar uma diferenciação relevante e singular, as quais podem se basear em diferenças físicas, de disponibilidade, diferenças de serviços, de preços ou de imagem. Porém, qualquer diferenciação bem sucedida poderá ser imitada e, quando os imitadores lançam versões mais baratas, passam a exercer pressão sobre o pioneiro, o qual tem três alternativas:

Baixar os preços para proteger seu marketing share e se conformar com margens de lucros menores.Manter o preço e correr o risco de perder seu marketing share e lucros.Encontrar uma nova base para diferenciar seu produto e manter o preço.

OBSERVAÇÂO: A 3ª opção nos parece mais adequada, embora a empresa deva buscar constantemente uma vantagem competitiva mais sustentável e duradoura.

B) Preço: O preço difere dos outros três elementos do Marketing Mix, porque ele gera receitas e os outros geram custos e, conseqüentemente, as empresas tentam elevar o preço de seus produtos até onde a diferenciação permitir. Ao definir preços para seus produtos algumas organizações acrescentam um markup (margem de lucro bruta) aos seus custos, embora muitas empresas já componham seus preços baseados exclusivamente "em valor". Ou seja, elas estimam o valor máximo que o consumidor pagaria pelo seu produto (ou serviço) e cobram um pouco menos (preço de valor), a fim de dar a impressão aos consumidores que eles levaram vantagem.

C) Ponto: Cada fornecedor deve decidir como tornar seus produtos disponíveis no mercado e, nesse cenário, deverá optar entre vender diretamente aos consumidores ou através de intermediários. No mundo moderno as pessoas estão sendo pressionadas pela falta de tempo e, em função disso, aumentam as compras via internet em detrimento daquelas feitas nas lojas.

Sendo assim, o grande desafio dos varejistas é trazer os consumidores de volta às suas lojas e, nesse sentido, os varejistas criativos devem se engajar na melhoria da experiência de compra dos consumidores e acrescentar divertimentos, shows ou outras atrações para tentar mantê-los.

D) Promoção: O quarto "P" cobre todas aquelas ferramentas de comunicação que levam uma mensagem aos consumidores (Propaganda, Publicidade, Promoção de Vendas, Merchandising, Relações Públicas e Venda). A Propaganda é a ferramenta mais poderosa na promoção da conscientização de consumidores sobre uma organização, um produto, um serviço ou uma idéia

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Cinco ideias de marketing para 2012

E ai, já fez seu Plano de Marketing Quebra Tudo para 2012? O meu palpite é que você nem começou a pensar neste assunto. Acertei? O lado bom da coisa é que pode começar a pensar agora mesmo levando em conta algumas ideias de marketing. São estratégias, táticas, pontuais, dê o nome que quiser, mas recomendo colocá-las em prática antes que o mundo acabe para a sua empresa em 2012. Aqui vão elas:

1. Fazer negócios com você TEM QUE SER divertido. A era sisuda já era. O web site, os textos dos seus produtos, as fotos, os vídeos, o futuro aplicativo móvel da empresa, o atendimento de vendas, o ambiente de trabalho, as reuniões, tudo tem que ser divertido.

Se o Google, que é o Google, bagunça com a própria marca quando celebra alguma data especial, por que você, que nem de perto é um Google, é rabugento com a sua marquinha?

2. A sua empresa tem que entrar na era do vídeo! 17% de todas as televisões vendidas no Brasil em 2011 serão com conexão à internet. Estima-se que, até 2015, 75% das televisões vendidas terão acesso à internet. Internet e TV, tudo a ver! Imagina o que vai acontecer com a televisão e internet quando a Apple lançar a AppleTV no ano que vem, o tráfego vai explodir!

Em 2013, 90% de todo o tráfego na web será VÍDEO. O YouTube tive mais de 3,5 bilhões de visualizações no mês passado, um crescimento de 500 milhões em apenas seis meses. Revolution total! Uma pessoa lê, dez escutam música, mil assistem vídeos. Nunca se esqueça disso. Vídeo é muito poderoso.

3. Chega de muros, chega de paranóia. A sua empresa tem que ser social! Nós somos o resultado da rede de relacionamentos que conseguimos formar durante a nossa vida. Quanto maiores forem as conexões dos funcionários da sua empresa, maiores serão as oportunidades de negócios que ela terá.  Em 2012, a sua empresa PRECISA incentivar e premiar a sociabilidade dos seus funcionários.

Permita que a galera use as redes sociais durante o horário de trabalho, e premie aqueles que fizerem o melhor uso delas. Premie quem apresentar o maior crescimento de número de seguidores da sua marca pessoal; quem melhor engajar os clientes da empresa nas suas redes sociais pessoais; quem tiver o maior número de comentários no texto que escreveu e publicou no blog da companhia; quem obter o maior número de “likes” na Facebook.

Premie o funcionário que der a cara para bater nos vídeos da empresa e quem transformar os relacionamentos virtuais em cara a cara. Premie também quem participar do maior número de eventos presenciais ou online. Premie o mais sociável. Pessoas compram de pessoas, não de empresas.

4. Meça a satisfação do usuário, e não a satisfação do consumidor. Para muita gente o mundo dos negócios é a arena do toma lá dá cá, tipo “Se não vai comprar nada, cai fora”. Dá para contar nos dedos de uma mão as empresas que incentivam os consumidores a se tornarem usuárias dos seus serviços. Explico. A grande maioria quer apenas que o consumidor consuma a droga do produto que vendem e caiam fora o mais rápido possível.  Não existem sofás e cadeiras para você relaxar dentro das lojas de varejo. Não existe conteúdo relevante dentro dos web sites das empresas.

Ao terminar a sua refeição, em 95% dos restaurantes que tem por aí, você é imediatamente convidado a se retirar para livrar a mesa para o próximo consumidor.  No Fran´s Café, por exemplo, não existe uma única maldita tomada de energia elétrica para o consumidor plugar o seu notebook enquanto consome o seu cafezinho. A Starbucks, por outro lado, oferece uma dúzia de tomadas em seus restaurantes.

A ideia aqui é criar situações online ou offline que incentivem a permanência do seu cliente DENTRO da sua empresa.

As agências de propaganda, escritórios de advocacia, engenharia ou mesmo contabilidade, poderiam criar a SALA DO CLIENTE dentro dos seus escritórios, e incentivá-los a trabalhar de lá mesmo; as empresas poderiam fazer uso da sua Fan Page na Facebook para criar um espaço de troca de ideias.
Em 2012, você deveria medir a quantidade de tempo que o seu cliente permanece em contato com você, e não apenas o número de transações.

5. Compre cinco, doamos 1. 50% das ONGs que tem por aí são entidades de fachada criadas para lavar dinheiro ou ajudar a empresa-mantenedora a pagar menos impostos. Ao invés de criar uma ONG ou Fundação ou qualquer coisa do tipo para ajudar uma causa que não tem nada a ver com o que você faz todos os dias, simplesmente doe alguns dos produtos que você vende para quem precisa.

Eu faço isso desde sempre. Em todos os meus cursos, palestras e web seminários tem gente participando de graça.

Se o produto que nós vendemos realmente resolve os problemas da humanidade, por que não usá-lo para ajudar as pessoas?

 

Por Ricardo Jordão

sábado, 7 de janeiro de 2012

Marketing Digital Eleitoral


 

O marketing digital eleitoral e sua influência no marketing político digital

O marketing digital eleitoral já é uma realidade na política mundial e brasileira, principalmente em decorrência da popularização do acesso à Internet e o uso das redes sociais como forma de esclarecimento e pesquisa. O marketing político passa por um momento de transição e é importante que os políticos tomem consciência das consequências dessas mudanças em termos de marketing político digital. Nas eleições de 2010 o TSE já deixou claras as regras para o marketing digital eleitoral, agora cabe aos candidatos assumirem suas posições no ambiente online.

Marketing Digital Eleitoral

Uma campanha de marketing político não pode fechar os olhos ao mais de 60 milhões de internautas no Brasil. É uma legião de eleitores que fazem a diferença em uma campanha eleitoral seja ela majoritária ou proporcional. .

As pesquisas mostram que aproximadamente 40% dos eleitores chegam no dia da eleição sem ter a mínima ideia de em quem votar. É nesse cenário que o marketing digital eleitoral se faz presente e esclarece a população, principalmente através das mídias sociais.

As redes sociais como Orkut, Facebook e Twitter se transformaram em verdadeiros oráculos, formando opiniões e apontando problemas que afligem o eleitorado. Dessa forma, se torna obrigatório em uma campanha de marketing digital eleitoral uma forte atuação nestas mídias para que os candidatos possam levar ao publico suas plataformas, ideias, posicionamentos e realizações. O marketing político digital está se tornando um segmento cada vez mais sofisticado e por isso exige dedicação e conteúdo relevante.

O novo eleitor

O próprio eleitor mudou. Ele não espera pelas informações da forma passiva que assumia antigamente. Nos dias de hoje o eleitorado busca na Internet a informação que precisa, e se o candidato não tem uma estratégia de marketing político na Internet ele simplesmente se coloca de fora do leque de opções. Esse é um cenário novo com o qual as campanhas de marketing eleitoral devem se preocupar e se preparar.

O grande desafio das campanhas de marketing digital eleitoral é entender esse novo eleitor e montar mecanismos que vão ao encontro dessa necessidade de informações. O posicionamento dos candidatos na Internet deverá ser adaptado para essa nova mídia, que antes de tudo deve ser entendida pelos coordenadores de campanha, pois é um ambiente bastante diferente do encontrado nas campanhas de marketing político tradicionais.

O novo eleitor trata o marketing político eleitoral de forma seletiva. Ele busca conteúdo que seja realmente relevante para sua decisão de voto em qualquer campanha de marketing eleitoral na Internet.

O desafio do marketing digital eleitoral nas novas mídias

Criar uma campanha de marketing digital eleitoral não é mais uma opção e sim uma imposição do eleitorado. Para ser eficiente esta ação deve ser muito bem planejada e executada por profissionais gabaritados com pleno conhecimento das ferramentas disponíveis no marketing digital atual. Não adianta juntar uma monte de peças do marketing convencional, digitalizar e chamar isso de campanha de “marketing digital eleitoral”. Isso simplesmente é uma colcha de retalhos. Uma verdadeira campanha de marketing digital eleitoral envolve pesquisa do público-alvo, planejamento de mídia, cronograma e mensuração de resultados.

Os candidatos ao pleito de 2012 deverão se preparar para expor de forma clara suas propostas nos diversos canais da Internet e principalmente, interagir com os eleitores, o que não estão muito acostumados. Usar a Internet como simplesmente um palanque eleitoral digital, sem interação com o público não é ter uma campanha de marketing digital eleitoral.

 

Alberto Valle

Alberto Valle é Administrador de Empresas e a mais de 10 anos atua como consultor em e-commerce e marketing digital. É um dos instrutores da equipe do Curso de E-Commerce e articulista de blogs como Blog do E-commerce, E-commerce News, Artigos E-Commerce e Webinsider.