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quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Uso das redes sociais revoluciona os Jogos Olímpicos

Após a descição do COI de abrir os Jogos Olímpicos às redes sociais, Londres 2012 representa a consolidação do modelo, com o auge do Twitter, Facebook e WhatsApp – aplicativo mensagens instantâneas.

Foram produzidas quase 44 milhões de mensagens com a temática olímpica no Twitter, segundo dados oferecidos pela empresa ‘Mass Relevance’.

O micro blog bateu duas vezes seu recorde de mensagens, ambas com Usain Bolt como protagonista, uma após a final de 100 metros e a outra depois que o jamaicano triunfou na prova dos 200 metros.
O Twitter publicou um alerta depois que Bolt ganhou os 200m rasos na quinta-feira passada às 16h55 (hora de Brasília): “@usainbolt bateu um novo recorde com mais de 80 mil menções por minuto após sua vitória na prova”. Após a final dos 100 metros, as menções sobre a vitória de Bolt tinham alcançado as 74 mil por minuto.

Mas Bolt não é o campeão dos Jogos sociais. A vitória é do americano Michael Phelps, que decidiu pôr um ponto final a sua carreira após conseguir 22 medalhas nos Jogos Olímpicos.

O nadador de Baltimore ganhou mais de 930 mil seguidores nos Jogos, mais que qualquer outro esportista. O tweet que mereceu mais menções foi quando finalizou uma das sessões no Centro Aquático e recebeu uma ligação telefônica do presidente americano Barack Obama. Phelps a publicou na rede.

A tenista americana Serena Williams e a ginasta Gabby Douglas são, após Bolt e Phelps, as que mais menções receberam na segunda semana dos Jogos.

A britânica Jessica Ennis, campeã olímpica de heptatlo, é a primeira local na lista, à frente do sul-africano Oscar Pistorius, e dos conterrâneos Andy Murray e Mo Farah.

Os Estados Unidos lideram as citações na classificação das mídias sociais, seguidos pela Grã-Bretanha. A China é terceira, à frente da Austrália, Japão, Rússia, França, Alemanha, Coreia do Sul e Itália.
Outro produto digital que teve destaque nos Jogos foi o WhatsApp. Essa aplicação, cada vez mais indispensável em todos os telefones de última geração, pôs um fim no reinado das mensagens (SMS).

A empresa ‘WhatsApp’, com sede no Vale do Silício, anunciou em abril deste ano que seus usuários manejam até 2 bilhões de mensagens diárias, praticamente duas vezes mais que no semestre anterior.
Muitos dos esportistas admitiram o uso desta aplicação para se comunicar com o exterior, embora as restrições de segurança do Locog impedissem o uso de redes “wireless” nas instalações, atendendo a questões de segurança.

Em uma cidade na qual o transporte, a comida e os bens imóveis alcançam preços proibitivos, por uma quantidade muito acessível (entre 15 e 20 libras mensais – entre R$ 47 e 63) se pode dispor de uma conexão 3G com possibilidade de dados e voz.

O impacto das redes sociais no movimento olímpico é definitivo. Ficaram para trás as restrições de Pequim, quando o COI, amparado na idiossincrasia do país asiático e na necessidade de se preservar a informação, pôs em prática uma política muito restritiva.

Além disso, as novas redes 4G, muitas mais rápidas, a criação de novos protocolos em redes fixas e sem fio e a possibilidade de se publicar de telefones cada vez mais potentes e com mais aplicações abre um mundo novo, novas perspectivas para os próximos Jogos no Rio em 2016. EFE.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Potencial da Internet ainda não é explorado pelos Candidatos

Apesar do potencial gigante enquanto ferramenta gratuita e eficiente de comunicação e das novas restrições do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) sobre o uso de materiais permitidos nas campanhas, a internet é ainda não é explorada pelos candidatos às eleições municipais, pelo menos até agora. Numa rápida observação sobre a presença e o comportamento dos candidatos da região na rede, o RD se deparou com um cenário extremamente amador e pobre na utilização de sites e de redes sociais capaz de persuadir a grande massa de eleitores que sai por nada da internet.  

Quase todos os candidatos já possuem página na internet e perfil nas principais redes sociais, como o Facebook e Twitter, para realizar postagens. Mas a interatividade com os seus respectivos seguidores é nula, de mão única, e dá lugar ao pragmatismo da simples divulgação da agenda dos aspirantes aos cargos de prefeito. As falhas são inúmeras e primárias. Há sites em que a ‘alimentação’ está com atraso de semanas e sem informações básicas, como o endereço e o telefone do comitê do candidato. Além disso, poucos endereços oficiais são encontrados nos sistemas de busca rápida pela internet.

Eleitor crítico


Para os especialistas de plantão, o maior erro da maioria dos candidatos é tentar usar a tecnologia sem se cercar de profissionais qualificados para alimentar o ambiente virtual e acompanhar o comportamento do eleitorado, que está cada vez mais exigente e não aceita a simples propaganda política como antigamente. “Hoje, a população está muito mais informada que em outras eleições, e a geração de conteúdo relevante e a interatividade são fundamentais para criar o diferencial de um concorrente”, adverte Gabriel Rossi, especialista em gestão de marcas na era digital.

Segundo Rossi, apesar de representar um grande incremento se bem utilizadas, as redes sociais demandam cuidados importantes. O discurso virtual deve ser muito bem elaborado, pois qualquer erro neste meio pode multiplicar informações negativas, e até infundadas, em uma proporção difícil de ser contornada. “Tudo que um candidato busca em sua campanha é ter relevância, e não será invadindo o mural das pessoas ou direcionando inúmeros spans por dia que este objetivo será alcançado”, afirma ao citar o envio de publicidade não autorizada como um dos maiores vilões na busca por empatia de um político.

Campo de pesquisa

Para o professor e especialista em marketing político da Universidade Metodista de São Paulo (Umesp), Marcelo Alves Cruz, o potencial da internet na campanha eleitoral de uma região como o ABC, que não possui espaço na propaganda eleitoral televisiva, é ainda maior. “É claro que a TV faz falta aos candidatos e que as mídias sociais acabam tendo papel ainda mais relevante neste cenário. Os políticos ainda estão descobrindo o verdadeiro poder das redes sociais, sejam no campo da pesquisa do eleitorado alvo ou no contato pessoal com os usuários”, comenta o professor.

De acordo com o Cruz, neste contexto, a falta de sites oficiais acaba ficando em segundo plano. “Com o aquecimento da corrida eleitoral, tenho certeza que os sites passarão a ser alimentados, mas a relação é inversa e exige que os candidatos corram atrás de visibilidade. Dificilmente um eleitor se conectará com o objetivo de buscar informações sobre algum dos concorrentes, por exemplo”, ressalta.

Coordenadores antenados

Márcio Moreira é coordenador da campanha do candidato do PRTB ao Paço Municipal de Santo André, Alexandre Fláquer, e promete que a internet não será utilizada como um grande mural de notícias.“Temos uma equipe de marketing, onde cada um é responsável por cuidar de uma rede social. Realizamos uma pesquisa qualitativa de nosso público alvo através destas ferramentas e vamos dialogar de maneira diferente com cada uma das faixas etárias”, relata. “A interatividade com nossos seguidores também é vista por nós como importantíssima, já que ao responder a uma critica ou questionamentos estamos valorizando ainda mais quem mais nos importa, que é o eleitor”.

Outros políticos, como os candidatos à reeleição em Santo André, Aidan Ravin (PTB),e em Diadema, Mário Reali (PT), informaram através de seus assessores que as estratégias para o melhor aproveitamento da internet ainda sendo definida que a próxima semana será decisiva para a criação de ações e para o site oficial da campanha entrar no ar. Reali contará com o trabalho de sua Assessoria de Comunicação da campanha, que pretende responder perguntas sobre o candidato, e suas as propostas.

Já Luiz Marinho (PT), que disputa a reeleição em São Bernardo, ainda não possui perfil direcionado especificamente à campanha nas redes sociais, nem site oficial, o mesmo acontece com seus principais concorrentes. Em Mauá, a candidata Vanessa Damo (PMDB), conta com o auxilio de uma agência de comunicação para atualizar seu Facebook e Twitter, mas também informou possuir acesso às ferramentas e cuidar pessoalmente do conteúdo postado diariamente.

Até o fechamento desta matéria, a equipe dos demais aspirantes a prefeitos das cidades do ABC não responderam às tentativas de contato da equipe do RD para repassar maiores detalhes sobre o melhor aproveitamento da internet na campanha.

Legislação
Amparada pela lei 12.034/09, art. 57-B, inciso IV, a propaganda eleitoral pode ser feita em blogs, redes sociais e sites de mensagens instantâneas, cujo conteúdo seja gerado ou editado por candidatos, partidos, coligações ou resultantes de iniciativa de qualquer pessoa natural. Fora deste contexto, todas as propagandas são proibidas e não podem ser veiculadas mediante qualquer tipo pagamento. As multas neste caso variam de R$ 5mil a R$ 30 mil.

Em casos de conflitos e de troca de acusações entre os candidatos, o direito de resposta nas redes sociais seguirá os mesmos procedimentos da propaganda eleitoral em geral e deverá ser publicado na mesma página eletrônica em que o material ofensivo foi publicado, devendo permanecer acessível por pelo menos o dobro de tempo em que a mensagem considerada abusiva esteve no ar.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Não Fale Sozinho

Engajamento, palavra da moda entre quem pensa em internet e redes sociais, é o maior desafio para as empresas.

Criar um perfil institucional é fácil. Difícil é criar conteúdo que prenda a atenção das pessoas. O que muito se vê tanto no Twitter como no Facebook – nos perfis de empresas brasileiras – são atualizações constantes que não têm a menor repercussão.

Se você prestar atenção, a maioria das marcas tem perfis atualizados com posts constantes, mas várias estão falando sozinhas. Às vezes aparece alguém para dar um curtir em um post, mas na maioria dos exemplos isto é muito raro.

Faça o teste: tire um tempo e analise as timelines de alguns perfis institucionais no Facebook.

Com poucas e raras exceções, a maioria dos perfis apresentará um monte de posts com poucos likes/respostas. E se você investigar melhor, quem interage geralmente é a mesma pessoa (ou grupo), em geral da agência ou do marketing da empresa. No Twitter a mesma coisa acontece – inclusive para boas promoções.

Diversas variáveis afetam o sucesso de uma presença digital, mas a falta de entretenimento e aquela “chatura” na geração dos posts é uma constante naquelas presenças de pouco resultado.

Ninguém se relaciona com nada chato e para falar a verdade, se você observar, as últimas peças de comunicação com as quais você mais se relacionou foram coisas divertidas ligadas a entretenimento.

Enquanto isso, no planeta internet, o Klout – índice que reúne informações de todas as redes sociais para medir a eficiência da presença – divulgou seu ranking com as 10 marcas que tiveram mais influência no período das festas.

Quem ganhou disparado foi a Amazon, seguida pela Victoria’s Secrets e JCPenney… Vale a pena publicar o índice para vocês saberem: não é só o número que importa para os índices. Há que analisar muito e com profundidade para evitar erros crassos.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Os assuntos que foram destaque nas redes sociais em 2011

 

Por Bagarai

Avaliando os temas de maior relevância nas redes em 2011, a MITI Inteligência reuniu dados sobre os tópicos que movimentaram o ambiente online. Com base em estudos e análises produzidos a partir de métricas de repercussão e comportamento na web, foram selecionados assuntos que geraram buzz entre os usuários do ciberespaço.

Assuntos de 2011 (divulgação)

 

“Essa análise do ano nas redes é fundamental para mostrar em que o internauta está mais atento do que nunca, conhecer quais os temas que geram interesse, comentários e compartilhamentos e o porquê. Com isso, identifica-se o que atingiu repercussão real, o alcance e sua relevância, para que assim, tenhamos cada vez mais subsídios para entender e acompanhar o comportamento dos usuários”, observa Elizangela Grigoletti, gerente de inteligência e marketing da MITI Inteligência.

Os temas foram divididos em cinco principais grupos, sendo eles:

Indústria e Varejo

Um dos temas que se destacou na categoria Indústria e Varejo foi a denúncia de trabalho escravo da varejista Zara. Após matéria do programa A Liga, da Band, o tema entrou no Trending Topics do Twitter e teve mais de 50 mil menções nas primeiras 24 horas, sendo 9.000 só na primeira hora. Quem também se envolveu em crise nas mídias sociais em 2011 foi a marca Arezzo, após o lançamento da coleção Pelemania. “O termo ficou em primeiro lugar nos TTs Brasil e no Facebook concentrou cerca de 7.500 pessoas interessadas em boicotar a marca em uma Fan Page. Foi uma grande repercussão que levou a empresa a retirar a coleção do mercado. Isso é prova da força do consumidor desta nova era digital”, comenta Elizangela.

No segmento, o sucesso ficou por conta da campanha da Nissan “Pôneis Malditos”, que virou febre entre os internautas. O assunto ficou por seis dias entre os 20 mais comentados no Twitter, além de figurar entre os 10 vídeos mais assistidos no Youtube durante o ano e se tornar o vídeo nº 1 em volume de views no mês de julho, lançamento da campanha, somando 14 milhões de visualizações ao longo de 2011.

Tecnologia

Em 36 horas, a morte de Steve Jobs gerou mais de 8 milhões de menções no Twitter, tornando um dos assuntos de maior destaque no ano em Tecnologia, ao lado do sucesso das versões do iPad. Outro assunto que ganhou notoriedade foi a chegada do iPhone 4S às lojas do Brasil. Uma semana antes de estar nas lojas, o produto já tinha sido citado mais de 1 milhão de vezes no Twitter e, na semana do Natal, atingia a marca de quase 350.000 menções na rede.

Economia

No segmento de Economia, a novidade do Black Friday movimentou as redes e a hashtag #blackfriday também foi parar nos Trending Topics. Outro assunto que gerou polêmica e repercussão nas redes foi a licença para a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, principalmente com o Projeto Gota D’Água, que reuniu diversos artistas e ativistas contra a construção, movimentando mais de 480 mil pessoas na Fan Page do projeto. “A fusão da Gol e da Webjet também chamaram a atenção dos usuários, que no dia do anúncio citaram quase 5 mil vezes o fato nas redes sociais.”

Política

Na categoria Política, o ano foi das mulheres, com destaque para a presidente Dilma Roussef e Angela Merkel, chanceler da Alemanha. O termo “mulheres no poder” gerou mais de 170.000 resultados de busca no Google. As mortes de Osama e Kadafi, dominaram as redes sociais, só a hashtag #osama ultrapassou a marca de 5.000 tweets por segundo, conforme dados oficiais do Twitter. Conteúdos a respeito também foram publicados no Youtube e os dois vídeos mais populares sobre a morte de Kadafi tiveram quase 500.000 visualizações.

Comportamento

O Casamento Real foi um dos grandes destaques da categoria Comportamento. “Além de gerar um grande volume de visualizações no Youtube – foram 72 milhões no dia da cerimônia – o casamento mobilizou a criação de eventos no Facebook como o 1º Churrasco de Casamento do Príncipe Willians, que somou 300 mil participantes confirmados na rede.” Outro assunto bastante repercutido foi a morte da cantora Amy Winehouse, que gerou mais de 470 mil tweets no fim de semana do falecimento. Já o festival Rock in Rio movimentou diferentes redes: mais de 300 mil seguidores no perfil oficial do Twitter, quase 600 mil likes na sua página no Facebook, cerca de 11 mil check-in pelo Foursquare e nada menos que 3 milhões e quatrocentos mil membros em comunidade do Orkut

retrospectiva-bagarai-redes-sociais-2011