domingo, 27 de janeiro de 2013

Eleitores americanos confiam nas redes sociais tanto quanto nas mídias tradicionais para notícias de política, diz pesquisa

Os eleitores americanos confiam nas redes sociais tanto quanto nas mídias tracionais como fonte de notícias de política, diz uma nova pesquisa.
O site Politico divulgou uma pesquisa da George Washington University Graduate School of Political Management/ORI segundo a qual as notícias de política compartilhadas nas redes sociais são tão consideradas tão confiáveis quanto as distribuídas por jornais e emissoras de rádio e TV.

De acordo com o levantamento, 71% dos eleitores com 25 anos menos disseram ter nível alto de confiança nas notícias compartilhadas nas redes sociais, informou o Politico. Os americanos mais velhos são um pouco mais desconfiados - apenas 36% consideram as redes sociais fontes confiáveis de notícias sobre política.
John Kagia, diretor estratégico do ORI, disse ao Politico que a rapidez com as informações erradas são esclarecidas nas redes sociais reforça sua reputação de fonte confiável de informação.

Kagia destacou ainda que o aspecto pessoal das redes sociais ajuda a estabelecer uma credibilidade. "Quando o conteúdo é postado por pessoas que você conhece, você está mais propenso a confiar nesse conteúdo", disse.

O presidente Barack Obama, que tomou posse para seu segundo mandato na segunda-feira 21 de janeiro, foi pioneiro no uso das redes sociais em campanhas políticas. Segundo a pesquisa, mais pessoas disseram ter visto notícias sobre Obama em seus perfis do que sobre o candidato republicano, Mitt Romney.
As mídias tradicionais também lançaram mão das redes sociais na campanha eleitoral americana, em 2012, usando o Google+ Hangouts, o Foursquare, o YouTube e outras redes para compartilhar notícias.

O Facebook é a rede social mais popular entre os entrevistas (74%), seguida por LinkedIn (32%) e Twitter (24%). Embora a maioria deles tenha apontado o computador como forma de acesso às redes, os aparelhos móveis também tiveram destaque: 46% das pessoas ouvidas disseram acessar as redes sociais por smartphone, contra 37% em 2011.

A pesquisa foi feita com 806 usuários de internet e tem uma margem de erro de 3,45 pontos percentuais para mais ou para menos, segundo o Politico.

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