Os eleitores americanos confiam nas redes sociais tanto quanto nas mídias tracionais como fonte de notícias de política, diz uma nova pesquisa.
O site Politico divulgou uma pesquisa da George Washington University
Graduate School of Political Management/ORI segundo a qual as notícias
de política compartilhadas nas redes sociais são tão consideradas tão
confiáveis quanto as distribuídas por jornais e emissoras de rádio e TV.
De acordo com o levantamento, 71% dos eleitores com 25 anos menos
disseram ter nível alto de confiança nas notícias compartilhadas nas
redes sociais, informou o Politico. Os americanos mais velhos são um
pouco mais desconfiados - apenas 36% consideram as redes sociais fontes
confiáveis de notícias sobre política.
John Kagia, diretor estratégico do ORI, disse ao Politico que a rapidez com as informações erradas são esclarecidas nas redes sociais reforça sua reputação de fonte confiável de informação.
Kagia destacou ainda que o aspecto pessoal das redes sociais ajuda a
estabelecer uma credibilidade. "Quando o conteúdo é postado por pessoas
que você conhece, você está mais propenso a confiar nesse conteúdo",
disse.
O presidente Barack Obama, que tomou posse para seu segundo mandato
na segunda-feira 21 de janeiro, foi pioneiro no uso das redes sociais em
campanhas políticas. Segundo a pesquisa, mais pessoas disseram ter visto notícias sobre Obama em seus perfis do que sobre o candidato republicano, Mitt Romney.
As mídias tradicionais
também lançaram mão das redes sociais na campanha eleitoral americana,
em 2012, usando o Google+ Hangouts, o Foursquare, o YouTube e outras
redes para compartilhar notícias.
O Facebook é a rede social mais popular entre os entrevistas (74%),
seguida por LinkedIn (32%) e Twitter (24%). Embora a maioria deles
tenha apontado o computador como forma de acesso às redes, os aparelhos móveis também tiveram destaque: 46% das pessoas ouvidas disseram acessar as redes sociais por smartphone, contra 37% em 2011.
A pesquisa foi feita com 806 usuários de internet e tem uma margem de
erro de 3,45 pontos percentuais para mais ou para menos, segundo o
Politico.
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