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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Empresas e marcas nas redes sociais: um caminho sem volta

 

A reclamação 2.0 gerou alguns casos bastante repercutidos no ano que passou, como o vídeo criado por Oswaldo Borelli para reclamar de um defeito em sua geladeira. Postado logo no início de 2011, o vídeo no Youtube teve mais de 820 mil visualizações e fez a marca figurar entre os Trending Topics do Twitter na época. O que também movimentou os TT’s foi a campanha contra a coleção Pelemania, que logo após o lançamento levou mais de sete mil usuários a se reunirem em uma página de boicote à empresa no Facebook.

No ano de 2011 as grandes marcas e empresas compreenderam a força das mídias sociais, tanto no relacionamento com o consumidor, quanto para a construção e manutenção de sua imagem corporativa. Canais como Facebook e Twitter – apenas para citar os mais utilizados – alteraram a dinâmica de contato entre cliente e instituição, obrigando as empresas a se adaptarem para manterem um bom relacionamento com os consumidores via canal social.

A reclamação 2.0 gerou alguns casos bastante repercutidos no ano que passou, como o vídeo criado por Oswaldo Borelli para reclamar de um defeito em sua geladeira. Postado logo no início de 2011, o vídeo no Youtube teve mais de 820 mil visualizações e fez a marca figurar entre os Trending Topics do Twitter na época. O que também movimentou os TT’s foi a campanha contra a coleção Pelemania, que logo após o lançamento levou mais de sete mil usuários a se reunirem em uma página de boicote à empresa no Facebook.

Depois da repercussão, Oswaldo teve seu problema resolvido, a Pelemania foi retirada das prateleiras e as empresas definitivamente começam a entender o alcance e a dinâmica para essas novas mídias.

O ano terminou com os maiores anunciantes do país investindo também na internet. Não apenas nas redes sociais, mas também em sites e novos canais de relacionamento e engajamento do público. No Facebook, as Casas Bahia incentivaram seus fãs a criarem enfeites natalinos com materiais recicláveis e mandarem suas fotos para concorrerem a prêmios. No site institucional, o grupo Colgate-Palmolive criou uma ferramenta interativa para apresentar quais os produtos mais indicados para a limpeza de cada cômodo da casa. O Magazine Luiza também aproveitou o caminho aberto pelas redes sociais para angariar “consultores”, que utilizam sua rede de contatos no Facebook e Orkut para vender produtos através de uma vitrine virtual. E, inovando, o Bradesco se destaca dentre os 30 maiores anunciantes do país ao manter uma página nacional corporativa no Google+.

Mais do que apenas estar lá, as empresas estão buscando nas redes formas de conhecer melhor o seu consumidor. Em 2011, o público abriu seu coração: lamentou a morte de Steve Jobs com mais de oito milhões de menções no Twitter em apenas 36 horas; posicionou-se em relação à construção da Usina de Belo Monte, com quase 500 mil pessoas curtindo a fanpage no Movimento Gota D’Água; esperou ansiosamente a chegada do iPhone 4S, com mais de um milhão de menções no Twitter antes mesmo de o produto chegar às lojas e curtiu muito “rock, bebê” – foram mais de 300 mil seguidores no perfil oficial do Rock in Rio no Twitter, quase 600 mil likes na sua página no Facebook, cerca de 11 mil check-ins pelo Foursquare e nada menos que 3 milhões e quatrocentos mil membros em uma comunidade do Orkut.

Com tanta informação, as corporações se bem embasadas podem antecipar as tendências, prever crises e oferecer aos consumidores exatamente o que eles querem e precisam. Muito além da divulgação institucional, Youtube, Linkedin, Vimeo, Flickr, Instragram, blog e muitas outras ferramentas, também já estão sendo utilizadas pelas marcas que querem inovar, mas – mais do que isso – por quem quer se relacionar, sinceramente, com seu público. São essas empresas que vão ganhar o “curtir” do consumidor em 2012.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

O marketing digital e as campanhas vencedoras

 

Conheça as estruturas, perfis e boas práticas para criar uma interação eficiente com os clientes e aumentar as taxas de conversão e satisfação.

Antes de entender o que é marketing digital vamos aos princípios básicos aplicados ao marketing:

  • Conheça o seu cliente e seus concorrentes;
  • Defina seu segmento-alvo;
  • Seja bem claro sobre as prioridades de sua mensagem e posicionamento.

Infelizmente não é só isso, marketing digital não é apenas mais um canal, exige uma nova abordagem e uma nova compreensão do comportamento do cliente.

Ele é uma série de ações que visa um objetivo final como a venda de produto ou serviços ofertados e/ou divulgados em ambientes digitais.

Por que é diferente?

O marketing digital inclui uma grande variedade de meios de contato com seu cliente. Cada meio tem suas características e é fundamental saber distingui-las dos canais tradicionais:

  • Duração - recursos on-line podem ser permanentes, isto é, a campanha não está limitada a um determinado espaço de tempo. É importante lembrar: o material online pode repercutir pela web mesmo depois que sua campanha ou site tenha encerrado.
  • Interatividade – o visitante busca informações. Cada um escolhe quando iniciar o contato, quanto tempo permanecer e quais as páginas a serem visitadas e quando seguir em frente.
  • Interesse - você precisa atrair as pessoas para o seu conteúdo, ao invés de empurrar conteúdo para elas. O tempo “publique e eles virão” se foi. Você vai precisar de orientação sobre como promover usando motor de busca, rede sociais, link patrocinado.
  • Conteúdo - a amplitude e profundidade de seu conteúdo podem variar de acordo com o público e a região. A adequação deste conteúdo requer conhecimento de usabilidade e conceitos de design.
  • Mensuráveis – É preciso analisar as métricas. Na verdade, o truque é saber quais métricas são importantes para você.

O resultado final de tudo isso é a necessidade de uma nova abordagem. Temos um novo modelo no qual o controle está com consumidor. Profissionais de marketing digital precisam se comunicar com os clientes finais de forma amigável e aos poucos.

Um mundo de escolhas

Temos cada vez mais opções disponíveis. O consumo na mídia digital está mais verticalizado, por isso a importância de entender e conhecer como seu negócio se comporta no mercado segmentado.

Considere quais meios estão apropriados para a sua marca ou site em termos de necessidades e preferências dos seus clientes. O que funciona para um site pode não funcionar para outro, não caia na cilada de seguir modismos e replicar regras sem um estudo completo de mercado, concorrência e público. Lembre-se sempre: a web é um mercado dinâmico, não há regras pré-estabelecidas

 

Fonte/ Webinsider