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sexta-feira, 25 de maio de 2012

As Sete Estratégias do Marketing Digital

 

 

Este modelo foi criado com base em estudos de casos e trabalhos de outros especialistas, consistindo em um guia para que empresas, profissionais e consultores de Marketing Digital possam desenvolver de forma consistente o Planejamento Estratégico de Marketing Digital, criando ações de forte impacto e resultado.
As Sete Estratégias do Marketing Digital são um modelo de Marketing Digital cujo objetivo é ligar os pontos e estabelecer presença em todos os pontos de contato entre a marca e o consumidor. Além disso, o modelo otimiza os resultados do trabalho de Marketing Digital na medida que cada estratégia colabora com a eficiência da outra.
As Sete Estratégias do Marketing Digital são:
Marketing de conteúdo
Ao gerar conteúdo relevante no site, aumentamos a exposição nas ferramentas de busca. O consumidor que esta buscando assuntos relacionados ao tema, os encontra no site, e se relaciona com a marca. Além disso, o conteúdo gera interesse de outros blogs, gerando referências de links, e pode ser utilizado nas redes sociais, aumento da visitação e maior exposição da marca.


Marketing nas mídias sociais
A conversa nas mídias sociais permite ampliar a exposição da marca e o relacionamento com o cliente. Criar perfis e publicar partes do conteúdo do site, e outras informações ajuda a atrair consumidores. Além disso, as redes sociais servem como plataforma para as ações de marketing viral, e para as pesquisas on-line.


E-mail marketing
O E-mail marketing, quando bem estruturado, é uma poderosa ferramenta de comunicação. O site deve possuir uma área própria para cadastro, e campanhas podem ser direcionadas para atrair mais inscritos no mailing da marca. As ações de e-mail marketing devem focar o envio de informativos regulares e de promoções.


Marketing viral
O Marketing viral, é usado para propagar a marca entre os consumidores através de ações que trabalhem as emoções e motivações do púbico alvo. Uma das grandes vantagens do marketing viral é o efeito multiplicador da comunicação, permitindo que milhares de consumidores tenham acesso a marca através da recomendação de outros consumidores.


Publicidade on-line
Na internet a publicidade ajuda a dar maior exposição a marca, com a criação de ações específicas de publicidade, como banner, links patrocinados, vídeos.


Pesquisa on-line
A pesquisa visa conhecer o perfil do consumidor e entender melhor suas necessidades e motivações de compra. A pesquisa permite ainda conhecer melhor o mercado e os concorrentes, criando a inteligência competitiva da marca.


Monitoramento de resultados
Para unir todas as estratégias e permitir que se otimizem recursos e ações, o monitoramento é fundamental. Com ele podemos estabelecer métricas e metas para o trabalho de Marketing Digital.

 

Fonte: Tips

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

8 dicas para melhorar o seu marketing digital

Num início de ano em que as novidades sobre redes sociais e smartphones se multiplicam, as ideias e sugestões de como utilizar essas plataformas para marketing também estão por toda parte. A blogueira Carol Tice, do site da revista Entrepreneur, teve a boa ideia de filtrar, selecionar e agrupar os melhores conselhos. O resultado é uma lista com os oito itens a seguir:

1. Pergunte aos clientes. Pesquisas são sempre bem-vindas e redes como o Facebook têm aplicativos específicos para questionários instantâneos. É só saber perguntar.

2. Programe e-mails coordenados. Quando um cliente abandona o carrinho de compras no meio de uma operação em seu site de e-commerce, é porque ele esteve perto de efetuar uma aquisição. Nada melhor do que programar um email para esse cliente, com mais ofertas e informações.

3. Use mensagens de texto. Uma pergunta diretamente no celular do cliente sobre o que ele gostaria de comprar pode gerar uma oferta de desconto. Boa ideia para o público das gerações X e Y, que praticamente abandonou os emails.

4. Preencha lacunas. Observando a concorrência, pode-se deduzir como ocupar os espaços que ainda estão mais ou menos livres. Bons exemplos são redes sociais novas, como a Pinterest, canais do You Tube e até os velhos anúncios em ônibus e vagões do metrô.

5. Não fique só na web. Aproveite as redes sociais para convidar seus clientes e promover eventos coletivos, principalmente se você tiver uma sede física (uma loja, por exemplo).

6. Dê prêmios para indicações. Esta é uma estratégia antiga que pode ser turbinada com as ferramentas digitais: oferecer descontos para quem apresentar um novo cliente.

7. Concentre esforços. Mensagens demais podem confundir e irritar o cliente. Escolha o número três como limite para todos os itens, desde a repetição de texto nos posts até quantas vezes você faz um follow up.

8. Use música. Se você tem um jingle ou uma vinheta musical, compartilhe o streaming (no serviço Spotify, por exemplo).

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Os assuntos que foram destaque nas redes sociais em 2011

 

Por Bagarai

Avaliando os temas de maior relevância nas redes em 2011, a MITI Inteligência reuniu dados sobre os tópicos que movimentaram o ambiente online. Com base em estudos e análises produzidos a partir de métricas de repercussão e comportamento na web, foram selecionados assuntos que geraram buzz entre os usuários do ciberespaço.

Assuntos de 2011 (divulgação)

 

“Essa análise do ano nas redes é fundamental para mostrar em que o internauta está mais atento do que nunca, conhecer quais os temas que geram interesse, comentários e compartilhamentos e o porquê. Com isso, identifica-se o que atingiu repercussão real, o alcance e sua relevância, para que assim, tenhamos cada vez mais subsídios para entender e acompanhar o comportamento dos usuários”, observa Elizangela Grigoletti, gerente de inteligência e marketing da MITI Inteligência.

Os temas foram divididos em cinco principais grupos, sendo eles:

Indústria e Varejo

Um dos temas que se destacou na categoria Indústria e Varejo foi a denúncia de trabalho escravo da varejista Zara. Após matéria do programa A Liga, da Band, o tema entrou no Trending Topics do Twitter e teve mais de 50 mil menções nas primeiras 24 horas, sendo 9.000 só na primeira hora. Quem também se envolveu em crise nas mídias sociais em 2011 foi a marca Arezzo, após o lançamento da coleção Pelemania. “O termo ficou em primeiro lugar nos TTs Brasil e no Facebook concentrou cerca de 7.500 pessoas interessadas em boicotar a marca em uma Fan Page. Foi uma grande repercussão que levou a empresa a retirar a coleção do mercado. Isso é prova da força do consumidor desta nova era digital”, comenta Elizangela.

No segmento, o sucesso ficou por conta da campanha da Nissan “Pôneis Malditos”, que virou febre entre os internautas. O assunto ficou por seis dias entre os 20 mais comentados no Twitter, além de figurar entre os 10 vídeos mais assistidos no Youtube durante o ano e se tornar o vídeo nº 1 em volume de views no mês de julho, lançamento da campanha, somando 14 milhões de visualizações ao longo de 2011.

Tecnologia

Em 36 horas, a morte de Steve Jobs gerou mais de 8 milhões de menções no Twitter, tornando um dos assuntos de maior destaque no ano em Tecnologia, ao lado do sucesso das versões do iPad. Outro assunto que ganhou notoriedade foi a chegada do iPhone 4S às lojas do Brasil. Uma semana antes de estar nas lojas, o produto já tinha sido citado mais de 1 milhão de vezes no Twitter e, na semana do Natal, atingia a marca de quase 350.000 menções na rede.

Economia

No segmento de Economia, a novidade do Black Friday movimentou as redes e a hashtag #blackfriday também foi parar nos Trending Topics. Outro assunto que gerou polêmica e repercussão nas redes foi a licença para a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, principalmente com o Projeto Gota D’Água, que reuniu diversos artistas e ativistas contra a construção, movimentando mais de 480 mil pessoas na Fan Page do projeto. “A fusão da Gol e da Webjet também chamaram a atenção dos usuários, que no dia do anúncio citaram quase 5 mil vezes o fato nas redes sociais.”

Política

Na categoria Política, o ano foi das mulheres, com destaque para a presidente Dilma Roussef e Angela Merkel, chanceler da Alemanha. O termo “mulheres no poder” gerou mais de 170.000 resultados de busca no Google. As mortes de Osama e Kadafi, dominaram as redes sociais, só a hashtag #osama ultrapassou a marca de 5.000 tweets por segundo, conforme dados oficiais do Twitter. Conteúdos a respeito também foram publicados no Youtube e os dois vídeos mais populares sobre a morte de Kadafi tiveram quase 500.000 visualizações.

Comportamento

O Casamento Real foi um dos grandes destaques da categoria Comportamento. “Além de gerar um grande volume de visualizações no Youtube – foram 72 milhões no dia da cerimônia – o casamento mobilizou a criação de eventos no Facebook como o 1º Churrasco de Casamento do Príncipe Willians, que somou 300 mil participantes confirmados na rede.” Outro assunto bastante repercutido foi a morte da cantora Amy Winehouse, que gerou mais de 470 mil tweets no fim de semana do falecimento. Já o festival Rock in Rio movimentou diferentes redes: mais de 300 mil seguidores no perfil oficial do Twitter, quase 600 mil likes na sua página no Facebook, cerca de 11 mil check-in pelo Foursquare e nada menos que 3 milhões e quatrocentos mil membros em comunidade do Orkut

retrospectiva-bagarai-redes-sociais-2011

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Campanha contra a aids deve atingir jovens através de redes sociais

 

Alexandre Padilha afirma que campanha não contará com estratégias clássicas e, sim, com foco nos jovens através de programas populares e shows.

A campanha contra o HIV deste ano começará na próxima quinta-feira, dia 1º de dezembro, e deve acabar somente no Carnaval, como de costume. Porém, as estratégias serão diferentes na nova campanha contra a aids. Neste ano, por exemplo, o foco será nos jovens e por meios alternativos, diferente das estratégias clássicas usadas anteriormente.

“Mudamos a estratégia. Nossas pesquisas mostram redução do uso de camisinha entre os mais jovens. Mas os estudos mostram também que 95% da população brasileira sabe que a camisinha é a melhor forma de proteger contra DSTs”, revelou Alexandre Padilha, ministro da Saúde, durante a divulgação dos dados mundiais de prevalência do HIV pela Unaids.

Para isso, jovens devem ser atingidos através de redes sociais, programas populares de TV e shows. O principal alvo da campanha, portanto, são as mulheres com idades entre 13 e 29 anos e homens do grupo HSH – Homens que fazem Sexo com Homens – com idades entre 15 e 24 anos. A campanha atual será focada no combate ao preconceito.

Na divulgação dos dados mundiais de prevalência do HIV pela Unaids foi revelada uma curiosidade: a década de 2000 terminou com o aumento de 17% no número de pessoas que vive com HIV no mundo. Com isso, a escala mundial passou de 28,6 milhões em 2001 para 34 milhões em 2010, o que foi afetado pela queda de mortes em decorrência do vírus.

A redução de mortes, então, foi de 18% em comparação com o pico de 2006. Também houve menor número de novas infecções, caindo 21% em relação a 1997 – ano de pico. O que aumentou foi a oferta de tratamento, que chegou a atingir 6,6 milhões de pessoas com indicação de terapia antiretroviral em países de baixa e média renda em no ano passado, ou seja, 47% dos infectados.

Desafios da campanha

Pedro Chequer, chefe da Unaids no Brasil, afirmou: “A crise (financeira) está também atingindo a aids, há queda de aporte”. Para ele, um desafio da nova campanha é, agora, aumentar a contribuição financeira internacional, a fim de combater o vírus. Segundo ele, os países desenvolvidos contribuíram em 2009 com U$ 7,6 bilhões e em 2010 com U$ 6,9 bilhões.

Outro desafio, além da maior contribuição econômica, é melhorar o diagnóstico precoce, que é fraco nas regiões Norte e Nordeste do país. Segundo Padilha e Cheque, estima-se que entre 250 mil e 300 mil brasileiros tenham o vírus sem saber, o que representa o maior desafio no momento: ampliar a oferta de tratamento, principalmente para gestantes.

Para Chequer, ainda, o país ter de ampliar a oferta de tratamento não chega a ser um fator preocupante e, sim, desafiador. Quando perguntado sobre a relação do HIV com a abstinência sexual pregada por certas religiões, Chequer afirma que isso não ajuda na redução da epidemia do vírus. “Não é ético assumir posições filosóficas e moralistas que não contribuem para a redução da epidemia”, finalizou o chefe da Unaids.

Informações de Folha