domingo, 12 de agosto de 2012

Carreira em redes sociais vai além de monitorar reclamações

O Brasil é campeão mundial no tempo gasto em redes sociais: cada internauta fica em média oito horas e cinco minutos por mês nesses sites, segundo o Ibope Nielsen On-line. A consequência é a crescente demanda por profissionais que transformem essa paixão do brasileiro em publicidade para as marcas.

Mas trabalhar com comunidades virtuais é mais do que fazer posts atraentes no Twitter ou no Facebook.

"Embora a gente fale de analistas de mídia social, existem especialidades diferentes nesse universo", diz Ian Black, presidente-executivo da agência New Vegas.

Quando a profissão surgiu, há cerca de cinco anos, era comum que as empresas contratassem pessoas que ficavam muitas horas na internet para cuidar de tudo o que fosse relacionado à sua presença nas redes sociais, desde a estratégia até o relacionamento com os consumidores. Hoje, isso mudou.

SEGMENTAÇÃO

A agência de marketing digital Frog, do Rio, chegou a divulgar um manifesto em que anunciava a "morte" do analista de mídias sociais e afirmava que a função na empresa seria dividida entre pessoas de planejamento, conteúdo, análise e pesquisa.

"Os próprios candidatos às vagas ficam confusos por não saberem exatamente qual é o escopo da profissão", diz Roberto Cassano, diretor de estratégia da empresa.

Essa vontade de se especializar parte dos próprios profissionais. Marina Bonafé, 26, era coordenadora de mídias sociais de um site de downloads, mas neste ano decidiu mudar de emprego para se dedicar somente a um dos nichos da profissão, o de monitoramento.

"Eu verifico o que as pessoas estão falando sobre a marca, faço análises e dou ideias de posts para a área de conteúdo", conta.

Algumas vezes, o trabalho com mídias sociais tem pouca relação com comunicação. Uma tarefa importante é analisar números sobre o desempenho das empresas e fazer relatórios, algo mais próximo da matemática e da estatística.

"Esse profissional precisa ter bom raciocínio lógico, saber analisar tabelas e gráficos", diz Roberta Paixão, sócia-diretora da agência Espalhe.

REMUNERAÇÃO

Apesar da importância das redes sociais para as marcas, os profissionais ainda recebem salários baixos, se comparados aos de outras carreiras de publicidade relacionadas a mídias digitais.

Uma pesquisa da Abradi (Associação Brasileira das Agências Digitais) em 112 empresas do setor indica que, no Sudeste, um analista de mídia social sênior ganha em média R$ 3.661, a segunda pior remuneração entre as funções analisadas.

Jonatas Abbott, presidente da associação, diz que a tendência é que esse quadro mude em um futuro próximo.

"A demanda por esses profissionais é surpreendente. O cargo vai ser valorizado naturalmente", diz.

A consultoria de recrutamento Michael Page aponta cenário positivo para a remuneração. A empresa indica a profissão de gerente de comunidade, que tem a função de criar e implementar estratégias corporativas em redes sociais, como uma das sete novas profissões do futuro.

Segundo a consultoria, a remuneração média para essas vagas vai de R$ 7.000 a R$ 10 mil no Brasil.

Marcelo Cuellar, "headhunter" da empresa, diz que esses salários mais altos são de pessoas com funções de coordenação, e não as envolvidas no "trabalho braçal" da profissão.

O consultor da Michael Page afirma que, atualmente, cresce nas empresas a exigência de que altos executivos tenham vivência no trabalho com redes sociais.

"As companhias procuram pessoas que saibam lidar com várias áreas do marketing e também tenham experiência comprovada em mídias sociais", diz.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

O consumidor está integrado. As marcas não!

Não há mais como fugir. A comunicação está integrada. Se a sua marca ainda não percebeu isso, o consumidor, que é quem deveria ser o centro das atenções, já está integrado há muito tempo.

Não há mais como fugir. A comunicação está integrada. Se a sua marca ainda não percebeu isso, o consumidor, que é quem deveria ser o centro das atenções, já está integrado há muito tempo. Não adianta brigar com isso, quanto mais ações as marcas fizerem na TV, Rádio e Jornal, mais acessos o seu site terá, mais seguidores nas Redes Sociais e visualizações no YouTube. Mas a sua marca ainda não acredita que a internet é uma plataforma que mesmo sem venda direta (e-commerce) vende? Que promove interação? Que promove o aumento no conhecimento de marca e produto? Como dizia um antigo slogan da FIAT “está na hora de você rever os seus conceitos...”
http://www.oficinadanet.com.br//imagens/coluna/3431//comunicacao.jpg


  Nós, profissionais de planejamento estratégico digital, devemos estar sempre atentos aos novos comportamentos do consumidor, esqueçam, por favor, que o consumidor são homens, 25+ classe ABC. Não é mais. Estamos falando com seres humanos, que são mais do que isso. São pessoas que tem um porquê em cada ação que fazem, por que compram? Por que interagem com uma marca? O que desejam receber no Twitter? É como a grande Martha Gabriel diz “hoje o consumidor não fica mais parado esperando as coisas acontecerem. Ele é impactado pela mensagem, claro, mas hoje ele tuita, ele dá opinião, ele indica, ele recomenda”. As pessoas estão atrás de conteúdo e as palavras “relevante” e “exclusivo” se encaixam perfeitamente nisso.

Pesquisa do Google mostra que 79% das pessoas se conectam ao buscador após verem uma campanha publicitária no offline (TV, Rádio, Jornal...) ou seja, essas mídias são importantes, claro, mas se não tiver uma continuidade no online a marca pode perder um potencial cliente. Gasta-se milhões na mídia para levar o consumidor até o conhecimento da marca, não se investe no digital e depois alguém diz “50% do que eu investi em mídia foi para o lixo” ou “Fizemos uma ação que gerou branding”. Balela. Não se soube trabalhar a comunicação como um todo, não se entendeu a importância disso. Cerca de 60% dos acessos de um site vem do Google. Cerca de 95% dos usuários de Internet usam o Google. O Google é disparado o site mais acessado do Brasil. Não está no Google por que? Está na Globo, Estadão, Jovem Pan, Veja e? Facebook? Twitter? Google? Blog? Mobile? Isso é estranho para a sua marca? Ok, mas para a concorrência talvez possa não ser.

Vamos aprofundar mais o dado citado acima: 79% das pessoas se conectam ao Google após receber uma mensagem publicitária, dessas 53% vão ao Google após serem impactados pelo boca-a-boca ou indicação. Mais uma vez, cadê a marca no Twitter estimulando que as pessoas falem dela? Nem todas estão, ou melhor, nem todas sabem como estar. Monitorar e fazer promoção é não saber explorar o lado SOCIAL que Twitter, Facebook e YouTube possuem em sua essência. Anuncio de TV representa 51%, jornais e revistas 35% e lojas físicas 27%. Dessas pessoas, 47% vão atrás do nome do produto ou serviço e só 30% atrás do nome da empresa, mais uma vez, se dá a importância de saber trabalhar as palavras-chave e assim o Google.

As marcas precisam ser as curadoras de conteúdo dentro do digital. Assim serão referências nos seus segmentos e referência é a primeira marca que vem na mente do consumidor. Ele vai buscar no Google, ele vai buscar uma Fan Page, ele vai querer assistir um vídeo. O consumidor mudou, você ainda não percebeu?

Fonte: Oficina da Net

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Vestibular para vereador tem concorrência de 22,4 candidatos por vaga em Montes Claros. A disputa é mais concorrida em BH

A disputa à uma vaga na Câmara Municipal de Montes Claros pode ser comparada aos vestibulares e concursos públicos mais concorridos do país. Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), são 515 candidaturas registradas para as 23 vagas do Legislativo Municipal que serão preenchidas em 2013, com um índice disputa de 22,4 candidatos por vaga. Atualmente são 15 cadeiras na Câmara Municipal, sendo que o aumentou das 8 vagas para a próxima legislatura foi aprovado no final do ano passado, mesmo diante da manifestação contrária da população.

Belo Horizonte é a cidade onde o cargo de vereador é mais disputado no estado. Na Capital, são 1251 candidatos concorrendo a 41 vagas de vereador, o que dá uma disputa de 30,55/vaga. Depois vem Contagem, onde 531 nomes disputam 21 vagas (concorrência de 25,2). Nas cidades fora da Região Metropolitana, Uberlândia é a que registra maior numero de candidatos: 657 interessados em ocupar uma das 27 cadeiras do legislativo municipal (concorrência 24,3 candidastos/vaga). O "vestibular" para vereador em Juiz de Fora tem um índice de concorrência de 23,57 candidatos/vaga, com 448 candidaturas registradas para a disputa de 19 cadeiras na Câmara Municipal.

Por outro lado há cidades mineiras onde a concorrência é de apenas dois por vaga. É o caso de Grupiara, no Triangulo Mineiro e, Serra da Saudade na região centro-oeste do estado. Em cada uma das duas cidades são apenas 18 candidatos para ocupar nove vagas no Legislativo Municipal.

Em Montes Claros, a boa remuneração é um dos atrativos para a corrida as vagas na Câmara de Vereadores. O salário atual dos vereadores é R$ 9.608,55. Mas, no final do ano passado, a Câmara Municipal aprovou um reajuste de 46% para os 23 vereadores que assumirão mandato em janeiro de 2013. O vencimento dos vereadores eleitos em outubro será de R$ 14.029,65.

Mas, há um outro fator que pode estar contribuindo para que o "vestibular" da Câmara Municipal seja tão disputado: a possibilidade de ser eleito vereador e continuar exercendo outra atividade normalmente. Isto porque a Câmara de Vereadores promove duas reuniões ordinárias por semana: terça-feira (de manhã) e quinta-feira (à noite). Entre os candidatos a vereadoresna cidade estão professores, servidores públicos, cabeleireiros

segunda-feira, 18 de junho de 2012

O Pós-Vendas nas Redes Sociais

Desde a criação dos primeiros sites de relacionamentos as redes sociais caíram no gosto do brasileiro, sempre em grande proporção em comparação aos demais internautas no mundo. Muitos usuários, antes de adquirir um produto ou serviço, consultam a reputação das empresas para saberem se farão um bom negócio. As principais buscas de informação são as opiniões de outros compradores de determinado bem. Estas opiniões são bastante relevantes para um novo cliente, pois ele poderá conseguir muito material de pesquisa sobre o que pretende comprar.

Atualmente as redes sociais são ferramentas poderosas para organizações que querem um relacionamento direto e ágil com o cliente. Visando este novo nicho as grandes empresas investem cada vez mais neste canal.

Em primeiro momento imagina-se que a empresa visa apenas à publicidade, porém há muito mais por trás disso. A rede social, quando bem utilizada, pode servir para monitoramento de reputação da marca e produto, interação com o público, produzir e publicar conteúdos através de perfis oficiais, manter atualizada a política de posicionamento da marca/produto, etc.

A relação Pós-Vendas x Mídias Sociais baseia-se principalmente no monitoramento da marca/produto, onde é analisado o feedback do cliente; e na interação com o público, que pode se tornar uma grande fonte de dados para pesquisa e desenvolvimento a um baixo custo e proporcionar um retorno imediato às críticas, dúvidas e sugestões dos clientes.

Grandes organizações mantêm um relacionamento direto com seus clientes através das redes sociais com diversas finalidades, temos como exemplos a publicidade, atendimento e esclarecimentos de problemas técnicos ou de uso do produto.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Perolas do Jô ao entrevistar apresentador da ESPN

O jornalista Paulo Vinicius Coelho, da ESPN Brasil, foi o convidado do Programa do Jô, exibido pela TV Globo no início da madrugada desta quarta e, na condição de profundo conhecedor de futebol, falou bastante sobre seleção brasileira, mas foi o colega do PVC, o também jornalista Lúcio de Castro, da sucursal carioca da ESPN, quem virou o alvo de Jô Soares na entrevista, sendo chamado pelo apresentador de "gordinho do Rio".


Jô pegou no pé até do tom de voz do jornalista em suas participações no programa Bate-Bola, da emissora. "Quando o Guardiola deixou o Barcelona, ouvi no programa que vocês fazem alguém perguntar: 'por que a gente não convida ele para ser técnico da seleção?'. E aquele gordinho do Rio - como é o nome dele, mesmo? -, Lúcio de Castro dizer: 'ele era capaz de aceitar. Pode convidar'. Aliás, o Lúcio acha que ele tem que falar alto porque ele tá no Rio", cutucou novamente Jô, tentando imitar o jornalista carioca, para em seguida finalizar o seu raciocínio: "todo mundo, de uma maneira geral, sempre critica mais o técnico do que a seleção em si. Trazer o Guardiola é uma coisa impensável porque jamais trouxeram um técnico de fora".

Enfim, opinião de Jô Soares à parte — e nessa de um técnico do exterior não poder trabalhar na seleção eu discordo muito —, PVC era quem tinha muito a falar. E falou bem. Disse, entre outras coisas, que o time brasileiro hoje comandado por Mano Menezes vive um processo de formação e evolução para que, a partir dos Jogos de Londres, e com o acréscimo de outros atletas fora da idade olímpica, possa então ganhar corpo e se transformar em uma seleção capaz de brigar em 2014 pela inédita conquista de uma Copa do Mundo dentro do país.

E foi dentro desse raciocínio que o jornalista fez uma observação que certamente preocupa muita gente que torce pelo hexacampeonato, mas que é perfeita: com tantos jovens que carecem de amadurecimento, dois anos serão suficientes para toda essa evolução visando o Mundial?
Eis como PVC explicou no programa: "a Alemanha teve em 2000 uma eliminação vexatória na primeira fase da Eurocopa. Dois anos depois, ela fez uma seleção envelhecida e entendeu que tinha que jogar de uma maneira pragmática e foi vice-campeão do mundo. Não deu jeito. Dois anos mais tarde, ela foi eliminada da Eurocopa, de novo na primeira fase e novamente de forma vexatória. Aí o Klinsmann assumiu a seleção e começou um processo de renovação e investimento nas seleções Sub-17 e Sub-19. Ela acabou não chegando a uma final de Copa. Foi terceira colocada em 2006 e terceira em 2010, mas dali se montou um time que deu um vareio de bola no Brasil no amistoso em agosto [de 2011]", recordou.

E finalizou o raciocínio: "o caminho do Brasil é o mesmo. A pergunta é se dá tempo para transformar esses garotos talentosos num time forte para ganhar a Copa do Mundo daqui a dois anos. A minha impressão é que tem um processo de formação do time. Primeiro, o olímpico. Dali vai sair a base que vai virar o time da Copa do Mundo dali a dois anos, enxertando o Ramires, Hernanes, colocando o Daniel Alves, eventualmente Júlio César e vai ter a estrutura do time titular. E nesse acerto e erro, vai entrar o Hulk para dar maturidade, embora não tenha o talento do Lucas, que tem toda a habilidade e potencial para ser titular desse time ".

Ainda segundo o jornalista, a oscilação do futebol apresentado pela atual seleção brasileira tem relação com o intervalo de gerações entre os principais candidatos a protagonistas nas últimas Copas, Ronaldinho e Kaká, hoje com idades mais avançadas, e os jovens que hoje são apontados como as maiores esperanças do time brasileiro. "Tem muito a ver com um hiato de gerações: Kaká aos 30 e Ronaldinho Gaúcho aos 32 anos e o Neymar com 20. Pra mim, é muito menos uma crise de talento e mais de maturidade", avaliou.

Veja outros temas tratados pelo jornalista Paulo Vinicius Coelho na entrevista a Jô Soares:

Marcelo
"Tem que controlar. Dosar um pouco o facho".

Leandro Damião
"Ele tem tido dificuldade com zagueiros mais experientes. A gente joga com mais espaço no Brasil do que na Europa. Quando ele pega um zagueiro que está mais acostumado com futebol europeu, tem dificuldade".

Hulk e Lucas
"Eu acho que o Lucas é um jogador que está sendo preparado e que pode jogar no lugar do Hulk. É um jogador talhado para jogar pelo lado do campo. Talvez o que falte a ele é a experiência internacional que o Hulk tem".

Neymar
"Cada vez que pela seleção ou pelo Santos ele enfrenta um marcador mais forte, como foi contra o Vélez, a pergunta que se faz é: será que o Neymar tá jogando tão bem porque o nível do futebol brasileiro é mais fraco ou será que é porque ele é tão brilhante? Eu acho que o Neymar é um jogador de 20 anos. O Zico com 20 anos não era titular do Flamengo".

Oscar
"Oscar foi a melhor coisa dessa excursão de quatro jogos".

Pinterest é uma nova plataforma de marketing

Uma excelente opção para compartilhar produtos ou serviços, uma vez que a rede é para compartilhamento de interesses e tudo que é publicado pode ser replicado por outros usuários em seus pinboards.

Por Roberto Soares Costa

De mansinho o Pinterest vai ganhando cena no Brasil. Um número crescente de empresas estão aproveitando a plataforma para atingir novos públicos, aumentar o tráfego de visitas em seus sites e gerar leads ou vendas de varejo. E adivinhem? Está funcionando, os resultados estão aparecendo.

Criada em março de 2010, nos EUA, a rede social já está despontando também no Brasil como uma das plataformas mais quentes para marketing B2C. O Pinterest se apresenta como um mural virtual no qual os usuários, chamados “pinners” compartilham seus interesses através de imagens, vídeos, infográficos, separados por categorias como moda, gastronomia, arquitetura, fotografia, música, entre outras.

Os “pins” como são chamados os posts, são transformados em quadros temáticos, os “pinboards”, que podem ser nomeados pelo usuário, como quiserem.

Uma excelente opção para compartilhar produtos ou serviços, uma vez que a rede é para compartilhamento de interesses, e tudo que é publicado pode ser replicado por outros usuários em seus pinboards. Como fez, por exemplo, a construtora e incorporadora paulista Gafisa, que criou pinbords relacionados à arquitetura, casa e decoração, incluindo nos pins imagens dos seus “produtos”, apartamentos decorados dos seus próprios empreendimentos imobiliários.

Os pinboards funcionam como catálogos de produtos, porém sem referências ou preços, dando liberdade e atraindo o interesse dos consumidores apenas pelo que eles representam como imagem. O Pinterest traz a oportunidade de capturar vários insights e hábitos de consumo do público, permitindo que as empresas identifiquem seus alvos e possam fornecer conteúdo estratégico em cada um dos seus pinbords, segmentando suas ofertas.

A parte mais interessante é que nos EUA, o Pinterest já gera mais tráfego que o Twitter, Google +, Linkedin, YouTube e MySpace. De olho nesse potencial, já é bastante usado como loja virtual, onde as empresas utilizam o canal para expor e vender seus produtos, direcionando os acessos para seus respectivos sites.

Aqui no Brasil, uma plataforma semelhante ao Pinterest já é bastante utilizada, o Instagram, a qual oferece uma ferramenta poderosa de tratamento de imagem, porém não permite vincular imagens de outros álbuns no seu e tão pouco criar pastas de interesse, no máximo tags para pesquisa.

A evolução do Pinterest no Brasil lembra o estágio inicial de crescimento do Twitter e do Facebook por aqui. Por isso, é bom ficar de olho e embarcar o quanto antes.

Fonte: [Webinsider]

terça-feira, 12 de junho de 2012

Homenagem a minha Eterna Namorada


Te amo querida Esposa Fabiana Rodrigues Barbosa

Três dicas para otimizar o relacionamento com os clientes nas mídias sociais

 

Ninguém mais discute se as mídias sociais alteraram ou não a maneira de nos comunicarmos. A mudança é irreversível. Pessoas, empresas e até mesmo a própria imprensa estão no Facebook, Twitter, Instagram e afins para expressar o que quer que seja: opiniões, produtos, reivindicações, entre outros.

E é neste ambiente - em que os usuários estão ávidos por novidades e prontos para absorver o que lhes for apresentado - que as empresas precisam se posicionar, de forma transparente e inteligente para agregar valor aos produtos perante seus clientes, tanto efetivos como em potencial.

Como colocar um negócio em evidência? Como se "redescobrir" para alcançar os consumidores certos, na hora certa, com a linguagem certa? Certamente estas são questões cruciais para o empresário que quer aparecer na internet, principalmente em tempos em que, mais do que nunca, é preciso aparecer para crescer.

Primeiro: para um uso eficiente das mídias sociais é preciso compreender que o ambiente das comunicações digitais difere das formas tradicionais de comunicação. As mensagens neste ambiente se multiplicam com intensidade e os usuários não precisam ser "celebridades" para influenciar uns aos outros. Portanto, aqui, não se deve desconsiderar um seguidor sequer e a comunicação constante com os clientes se mostra não apenas um diferencial, mas uma necessidade.

Segundo
: o ponto importante é saber que alcançar seus consumidores no Facebook e Twitter, por exemplo, pode até parecer simples num primeiro instante, mas a grande dificuldade que se impõe para uma empresa é mantê-los atentos aos seus produtos ou serviços, e isso pede não apenas muita criatividade nas ações, como também conteúdo de qualidade e interatividade com transparência.

Terceiro
: é fundamental mensurar os resultados obtidos com as divulgações e interações feitas nas mídias sociais, para então se avaliar as próximas ações. A análise destes dados é importante para o futuro da empresa porque lhe permitirá identificar e quantificar preferências e impressões de uma amostragem de consumidores, de maneira a obter o correto diagnóstico de sua imagem e de seus produtos. É importante frisar que todo esse tempo de resposta nas redes digitais é muito mais urgente do que em qualquer outra mídia, pois, utilizadas também como

SAC online, as mídias sociais mantém as portas da empresa abertas 24 horas por dia.

Em resumo, muito além de marketing, estudar a "voz" de seus consumidores transforma a ferramenta digital em um verdadeiro canal de relacionamento, o que pode ser bastante positivo se aproveitado corretamente.

Acácia Lima
é jornalista e diretora da YellowA, agência especializada em mídias sociais

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Mídias sociais devem se tornar o principal canal de relacionamento

 

Entre os próximos 3 a 5 anos, as mídias sociais tornar-se-ão o principal canal de relacionamento entre empresas e consumidores, apesar de hoje serem as menos utilizadas, de acordo com uma pesquisa da IBM que entrevistou mais de 1.700 CEOs ao redor do mundo. Apesar de apenas 16% dos empresários buscarem interação com os compradores por meio das mídias sociais, 57% preveem que essa atitude será efetivada nos próximos anos, proporção que coloca o canal atrás somente dos métodos de envolvimento presenciais (67%), e à frente dos websites (55%) e dos call centers (31%). A ascensão das mídias sociais provavelmente será evidenciada em detrimento das mídias tradicionais, as quais passam por um processo de decadência: atualmente utilizadas por 39% dos varejistas, mas com queda prevista para apenas 15%.

Os CEOs parecem estar no caminho certo ao focarem seus negócios através das mídias sociais para obter envolvimento: de acordo com um estudo divulgado em dezembro de 2011, pela CMO Council em parceria com a Lithium, a interação do consumidor e os insights são os principais benefícios do marketing de mídia social.

Clientes são o foco para os insights

De fato, os dados do estudo da IBM sugerem que os CEOs possuem forte interesse em conhecer profundamente seus consumidores. 73% dos entrevistados indicaram que iriam fazer investimentos significativos, com a finalidade de adquirir habilidades para extrair dados sobre os seus consumidores. Essa foi a única área relacionada a estudos / conhecimentos que conseguiu obter a grande maioria: cerca de metade procura investir na coleta de insights sobre vendas e operações, enquanto a minoria procura aumentar seus conhecimentos sobre os mercados e a concorrência.

7 em cada 10 querem entender melhor as necessidades dos clientes

No entanto, após coletar dados sobre os consumidores será necessário interpretá-los para que seja possível entender as necessidades dos clientes, carência reconhecida por 72% dos entrevistados. Percentual igual a dos executivos que procuram melhorar o seu tempo de resposta às necessidades do mercado, enquanto a maioria também busca enfocar na harmonia das experiências dos clientes entre os diversos canais. Maior transparência e responsabilidade corporativa (47%), bem como uma maior responsabilidade social e ambiental (44%) são de importância relativamente menor.

O estudo também mostra que os CEOs das áreas de educação (77%), telecomunicações (73%) e varejo (72%) apresentam maior probabilidade em entender as mídias sociais como um canal importante para o engajamento do consumidor para os próximos 3-5 anos. No entanto, líderes de empresas dos setores de eletrônicos (52%), seguros (51%) e produtos industriais (34%) são relativamente menos propensos a visualizar o papel de relacionamento das mídias sociais.

Como decidir qual rede social usar

 

Há uma infinidade de redes sociais buscando sua fidelidade no mundo afora. Logicamente, o Facebook e o Twitter são as maiores. Mas será que elas são corretas para o seu estilo? E o LinkedIn? Ou então, Google+? Além disso, você pode usar as mídias sociais para diferentes propósitos. Entenda cada uma e escolha qual usar ou priorizar:

01-Redes-sociais-em-alta

Como decidir qual rede social usar - 1. Facebook
O Facebook tem 845 milhões de usuários e é recomendável que você o use para interagir com as pessoas em um nível mais pessoal. O grande diferencial da rede é que você pode hospedar todas as informações necessárias sobre a sua marca e empresa em um só lugar. O maior segmento de usuários no Facebook está concentrado nos jovens, de 21 a 24 anos. 17,5% deles é do sexo masculino e 16,6% destes é do sexo feminino. Os outros grupos que estão em peso no Facebook são os de 18 a 20 anos e de 35 a 44 anos.
Como decidir qual rede social usar - 2. Twitter
As estatísticas de 2012 mostram que 140 milhões de pessoas usam o Twitter e há uma média de 340 milhões de tweets por dia. A rede social é boa para compartilhar experiências efêmeras e atualizações curtas. Além de monitorar interações sobre sua marca e encontrar clientes em potencial. O diferencial da rede é que muitas marcas têm usado o Twitter para dar satisfação ao cliente e se tornou uma "arma" para o cliente insatisfeito. As companhias têm prestado cada vez mais atenção à rede social e valorizado seus usuários. 42,3% dos usuários do Twitter tem de 31 a 49 anos e 41,5% tem de 18 a 29. As mulheres usam mais o Twitter. Elas compõem 54,6% dos usuários do microblog.
Como decidir qual rede social usar - 3. LinkedIn
O linkedIn tem 150 milhões de usuários e é bom para quem está concentrado na carreira e quer se conectar com outros que têm os mesmos interesses laborais. O diferencial da rede é que você pode liderar e criar discussões sobre sua empresa e responder perguntas frequentes nas páginas de dúvidas. A audiência do LindkedIn é equilibrada. 51% de homens e 49% de mulheres. A maioria tem de 35 a 44 anos, dando um status de uma rede social mais séria ao LinkedIn.
Como decidir qual rede social usar - 4. Google+
O Google+ tem mais de 100 milhões de usuários e apresenta crescimento vertiginoso. É interessante porque permite que você crie conversas e adicione a elas pessoas específicas (é só colocar um + na frente delas para ter alertas destas interações). O diferencial da rede são os círculos. Você pode organizar seus contatos por grupos e pode direcionar mensagens a grupos diferentes. Quase 70% do Google+ é masculino. A mídia social também é interessante para compartilhar posts de blog, "insights" e informações relacionadas com a sua empresa, pois a rede tem usuários de nichos, como web designers, profissionais de marketing ou engenheiros.