terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Cinco ideias de marketing para 2012

E ai, já fez seu Plano de Marketing Quebra Tudo para 2012? O meu palpite é que você nem começou a pensar neste assunto. Acertei? O lado bom da coisa é que pode começar a pensar agora mesmo levando em conta algumas ideias de marketing. São estratégias, táticas, pontuais, dê o nome que quiser, mas recomendo colocá-las em prática antes que o mundo acabe para a sua empresa em 2012. Aqui vão elas:

1. Fazer negócios com você TEM QUE SER divertido. A era sisuda já era. O web site, os textos dos seus produtos, as fotos, os vídeos, o futuro aplicativo móvel da empresa, o atendimento de vendas, o ambiente de trabalho, as reuniões, tudo tem que ser divertido.

Se o Google, que é o Google, bagunça com a própria marca quando celebra alguma data especial, por que você, que nem de perto é um Google, é rabugento com a sua marquinha?

2. A sua empresa tem que entrar na era do vídeo! 17% de todas as televisões vendidas no Brasil em 2011 serão com conexão à internet. Estima-se que, até 2015, 75% das televisões vendidas terão acesso à internet. Internet e TV, tudo a ver! Imagina o que vai acontecer com a televisão e internet quando a Apple lançar a AppleTV no ano que vem, o tráfego vai explodir!

Em 2013, 90% de todo o tráfego na web será VÍDEO. O YouTube tive mais de 3,5 bilhões de visualizações no mês passado, um crescimento de 500 milhões em apenas seis meses. Revolution total! Uma pessoa lê, dez escutam música, mil assistem vídeos. Nunca se esqueça disso. Vídeo é muito poderoso.

3. Chega de muros, chega de paranóia. A sua empresa tem que ser social! Nós somos o resultado da rede de relacionamentos que conseguimos formar durante a nossa vida. Quanto maiores forem as conexões dos funcionários da sua empresa, maiores serão as oportunidades de negócios que ela terá.  Em 2012, a sua empresa PRECISA incentivar e premiar a sociabilidade dos seus funcionários.

Permita que a galera use as redes sociais durante o horário de trabalho, e premie aqueles que fizerem o melhor uso delas. Premie quem apresentar o maior crescimento de número de seguidores da sua marca pessoal; quem melhor engajar os clientes da empresa nas suas redes sociais pessoais; quem tiver o maior número de comentários no texto que escreveu e publicou no blog da companhia; quem obter o maior número de “likes” na Facebook.

Premie o funcionário que der a cara para bater nos vídeos da empresa e quem transformar os relacionamentos virtuais em cara a cara. Premie também quem participar do maior número de eventos presenciais ou online. Premie o mais sociável. Pessoas compram de pessoas, não de empresas.

4. Meça a satisfação do usuário, e não a satisfação do consumidor. Para muita gente o mundo dos negócios é a arena do toma lá dá cá, tipo “Se não vai comprar nada, cai fora”. Dá para contar nos dedos de uma mão as empresas que incentivam os consumidores a se tornarem usuárias dos seus serviços. Explico. A grande maioria quer apenas que o consumidor consuma a droga do produto que vendem e caiam fora o mais rápido possível.  Não existem sofás e cadeiras para você relaxar dentro das lojas de varejo. Não existe conteúdo relevante dentro dos web sites das empresas.

Ao terminar a sua refeição, em 95% dos restaurantes que tem por aí, você é imediatamente convidado a se retirar para livrar a mesa para o próximo consumidor.  No Fran´s Café, por exemplo, não existe uma única maldita tomada de energia elétrica para o consumidor plugar o seu notebook enquanto consome o seu cafezinho. A Starbucks, por outro lado, oferece uma dúzia de tomadas em seus restaurantes.

A ideia aqui é criar situações online ou offline que incentivem a permanência do seu cliente DENTRO da sua empresa.

As agências de propaganda, escritórios de advocacia, engenharia ou mesmo contabilidade, poderiam criar a SALA DO CLIENTE dentro dos seus escritórios, e incentivá-los a trabalhar de lá mesmo; as empresas poderiam fazer uso da sua Fan Page na Facebook para criar um espaço de troca de ideias.
Em 2012, você deveria medir a quantidade de tempo que o seu cliente permanece em contato com você, e não apenas o número de transações.

5. Compre cinco, doamos 1. 50% das ONGs que tem por aí são entidades de fachada criadas para lavar dinheiro ou ajudar a empresa-mantenedora a pagar menos impostos. Ao invés de criar uma ONG ou Fundação ou qualquer coisa do tipo para ajudar uma causa que não tem nada a ver com o que você faz todos os dias, simplesmente doe alguns dos produtos que você vende para quem precisa.

Eu faço isso desde sempre. Em todos os meus cursos, palestras e web seminários tem gente participando de graça.

Se o produto que nós vendemos realmente resolve os problemas da humanidade, por que não usá-lo para ajudar as pessoas?

 

Por Ricardo Jordão

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

O ano nas mídias sociais


 

Pesquisa levanta lista dos assuntos que mais geraram repercussão na internet em 2011

Com base em estudos e análises produzidos a partir de métricas de repercussão e comportamento na web, a empresa de monitoramento da rede Miti Inteligência levantou os assuntos que mais geraram burburinho entre os usuários do ciberespaço e dividiu-os em cinco grupos.

Confira:

Indústria e Varejo
Um dos temas que se destacou na categoria Indústria e Varejo foi a denúncia de trabalho escravo da varejista Zara. Após matéria do programa A Liga, da Band, o tema entrou no Trending Topics do Twitter e teve mais de 50 mil menções nas primeiras 24 horas, sendo nove mil só na primeira hora.


Quem também se envolveu em crise nas mídias sociais em 2011 foi a marca Arezzo, após o lançamento da coleção Pelemania. “O termo ficou em primeiro lugar nos TTs Brasil no Facebook concentrou cerca de 7,5 mil pessoas interessadas em boicotar a marca em uma Fan Page.
Outro destaque ficou por conta da campanha da Nissan “Pôneis Malditos”, que virou febre entre os internautas. O assunto ficou por seis dias entre os 20 mais comentados no Twitter, além de figurar entre os dez  vídeos mais assistidos no Youtube durante o ano e se tornar o vídeo nº 1 em volume de views no mês de julho, lançamento da campanha, somando 14 milhões de visualizações ao longo de 2011.


Tecnologia
Em 36 horas, a morte de Steve Jobs gerou mais de 8 milhões de menções no Twitter, tornando-se um dos assuntos de maior destaque no ano em Tecnologia, ao lado do sucesso das versões do iPad.
Outro assunto que ganhou notoriedade foi a chegada do iPhone 4S às lojas do Brasil. Uma semana antes de estar nas lojas, o produto já tinha sido citado mais de 1 milhão de vezes no Twitter e, na semana do Natal, atingia a marca de quase 350 mil menções na rede.


Economia
No segmento de Economia, a novidade do Black Friday movimentou as redes e a hashtag  #blackfriday também foi parar nos Trending Topics.
Outro tema que gerou polêmica e repercussão nas redes foi a licença para a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, principalmente com o Projeto Gota-d’Água, que reuniu diversos artistas e ativistas contra a construção, movimentando mais de 480 mil pessoas na Fan Page do projeto.


Política
Quanto à Política, o ano foi das mulheres, com destaque para a presidenta Dilma Roussef e a chanceler alemã Angela Merkel. O termo “mulheres no poder” gerou mais de 170 mil resultados de busca no Google.
As mortes de Osama e Kadafi dominaram as redes sociais, só a hashtag  #osama ultrapassou a marca de 5.000 tweets por segundo, conforme dados oficiais do Twitter.  Conteúdos a respeito também foram publicados no Youtube e os dois vídeos mais populares sobre a morte de Kadafi tiveram quase 500 mil visualizações.

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Comportamento
O Casamento Real foi um dos grandes destaques da categoria Comportamento. “Além de gerar um grande volume de visualizações no Youtube – foram 72 milhões no dia da cerimônia, o casamento mobilizou a criação de eventos no Facebook como o 1º Churrasco de Casamento do Príncipe Williams, que somou 300 mil participantes confirmados na rede.”
Outro assunto bastante repercutido foi a morte da cantora Amy Winehouse, que gerou mais de 470 mil tweets no fim de semana do falecimento.
Já o festival Rock in Rio movimentou diferentes redes: mais de 300 mil seguidores no perfil oficial do Twitter, quase 600 mil links na sua página no Facebook, cerca de 11 mil check-in pelo Foursquare e nada menos que 3 milhões e quatrocentos mil membros em comunidade do Orkut.
“Essa análise do ano nas redes é fundamental para mostrar em que o internauta está mais atento do que nunca, conhecer os temas que geram interesse, comentários e compartilhamentos e o porquê. Com isso, identifica-se o que atingiu repercussão real, o alcance e sua relevância, para que assim, tenhamos cada vez mais subsídios para entender e acompanhar o comportamento dos usuários”, observa Elizangela Grigoletti, gerente de inteligência e marketing da Miti.

Fonte: IstoE

Vida de estudante

10 obstáculos para redes sociais corporativas

por David F. Carr | InformationWeek EUA

Por que nem todas as empresas deveriam unir-se à visão de um time ágil, transparente, centrado em pessoas e colaborativo? Conheça as nossas razões

Eu gosto de relatar histórias de sucesso de empresas 2.0 e fiz muito isso ao longo do ano passado. Esse tipo de texto é mais sedutor por ser mais fácil de conseguir que histórias de fracasso com redes sociais corporativas. Os provedores oferecem casos de êxito a todo instante, na verdade, sempre que conseguem que um cliente sirva e se apresente como referência.

Acredito que na existência de diversas histórias de sucesso com redes sociais, mas também está claro de que elas não são tão comuns ou tão simples como você pode imaginar. Como parte de uma pesquisa que fiz para a gravação de um webcast, voltei minha atenção para os obstáculos existentes nesse tipo de projeto.

Boa parte do material abaixo vem da leitura de previsões para social business para 2012 escritas por Dion Hinchcliffe, vice-presidente executivo de estratégia no Dachis Group. Uma das previsões é que intranets sociais, ou redes sociais corporativas, continuarão lutando para ampliar a adoção.

“Todos aqueles que tentam converter suas intranets em algo mais social tem tido um trabalho muito longo e complexo”, escreveu Hinchcliffe. “Para ser mais claro, isso não acontece porque intranets sociais sejam inúteis, mas ao coordenar o departamento de TI, a comunicação corporativa, RH e, com frequência, provedores competindo pelo projeto mostra que muitas empresas não evoluíram como deveriam.

A noção de uma revolução 2.0 nos negócios em torno de softwares sociais remete a 2006 e à definição de Andrew McAfee sobre como as tecnologias de web 2.0 mudariam os negócios. As conferências sobre Enterprise 2.0 realizadas pela UBM (editora que publica a InformationWeek EUA) são desenvolvidas dentro de uma noção de que a verdade está para quem quiser ver. Dado o sucesso do Facebook e de outras experiências sociais, por que nem todas as empresas deveriam unir-se à visão de um time ágil, transparente, centrado em pessoas e colaborativo?

Aqui estão algumas razões:

1 – Cultura de comando e controle: quem disse que todas as organizações querem ser transparentes e flexíveis e fazer convites de participação em toda a esquina? E se o CEO avaliar que rede social corporativa é dar aos funcionários uma ferramenta na qual eles podem jogar contra o líder? Para que vender a ilusão de organização democrática se esta não é a forma que você quer levar sua companhia?

Muitas organizações moderadamente conservadoras pensarão duas vezes – talvez até três – quando avaliarem se uma rede social interna faz sentido para a cultura corporativa em vigor.

2 – Conotação Facebook: a frase “o Facebook dentro de sua empresa” soa como mágica para muita gente. Quanto escrevi sobre uma implantação do Socialcast, do SAS Institute, no início deste ano, esta era a frase que o pessoal da comunicação corporativa usavam para promover o projeto. Eles ouviam “Facebook” e pensavam: este sistema de colaboração se espalhará como uma campanha viral pela companhia. E não é esta maravilha.

O Facebook tem, entretanto, outras conotações. Se a equipe de gerentes ao ouvir Facebook pensar em “frivolidade e pessoas usando para compartilhar piadas e fotos de bebês”, então, o apelo comparativo trará mais dificuldade para que os líderes comprem o conceito internamente.

3 – Profusão de ferramentas: a explosão de ferramentas sociais é uma fonte de grande inovação, mas também causa muita confusão. Organizações podem facilmente ficar confusas diante de diversas redes sociais corporativas usadas por diferentes times ou departamentos, ou pelas diferenciadas propostas de cada uma delas. São diversas aplicações sociais apresentadas para gerenciamento de projeto ou reconhecimento de funcionário, cada uma vindo com seu próprio perfil de usuário, atividades e noções de como as conexões são formadas.

Um ambiente social fragmentado pode ser pior do que não ter nenhum.

4 – Integração: em TI corporativa a integração é o objetivo universal que nunca atinge um nível de perfeição. Embora a perfeição não seja algo possível, para cada aplicação há um estado de “bom o bastante” quando o assunto é integração e que torna o sistema adequado ao uso. Nesta toada, uma das maiores preocupações para o sucesso das redes sociais corporativas deve ser a integração com sistemas relevantas como diretórios corporativos e sistemas de gestão de conteúdo.

Os fornecedores podem entregar todas as interfaces de programação de aplicativos imagináveis, mas atingir a integração necessária ainda pede grande esforço da TI. Se uma rede social corporativa é lançada com significante integração de aplicativos, os empregados vão aderir naturalmente.

5 – SharePoint: a plataforma de colaboração da Microsoft foi um dos produtos que recebeu grandes críticas por parte do lamento de Hincliffe quando ele aborda “a competição dos provedores” dentro das empresas como fator da baixa adoção de social software. “O SharePoint tem sido lento no movimento para se integrar com mais ferramentas sociais especialmente para grande empresas”, escreveu o especialista.

Ainda que o SharePoint seja uma plataforma de colaboração e gestão de documentos, tem reputação de plataforma social incompleta. A Microsoft provê alguns elementos sociais básicos para perfis, feeds, mas criar um ambiente social completo a partir da solução requer personalização pesada ou adicionar produtos como NewsGator Social Sites.

6 – Competição das redes sociais gratuitas: os funcionários vão inevitavelmente comparar a experiência de uma rede social corporativa com a de um site como o Facebook. E isso pode ser um problema se o ambiente corporativo não oferecer uma interface à altura da expectativa do usuário, levando a uma frustração e fazendo com que a ferramenta perca sua importância.

Também pode afetar essa experiência o excesso de burocracia associada ao ambiente social corporativo. Alguns projetos podem encontrar um caminho fácil para colaborar via grupos no Facebook ou por produtos classificados como freemium como Yammer ou Teambox.

Seria isto algo ruim? Pode ser se informações críticas são compartilhadas em uma ferramenta que não atende aos requerimentos de segurança corporativa. Um grupo no Facebook poderia ser uma solução para organizar eventos, mas não abordar uma fusão, por exemplo. No caso de soluções freemium, como Yammer, a organização que tiver uma mente mais aberta deveria ao menos considerar a solução para pavimentar o caminho ao oficializar algo que já funciona e estabelecer um controle corporativo.

7 – Problemas com compliance: indústrias reguladas como a de serviços financeiros e saúde devem dispensar atenção especial na avaliação se a rede social corporativa atende a todos os requerimentos e regras que regem o setor como arquivamento de dados. Além disso, eles tendem a enxergar mais riscos que benefícios em tecnologias que facilitam o compartilhamento de informações, já que elas têm a responsabilidade de manter sob controle algumas categorias de dados.

8 – Processos de negócio e fluxos de trabalho: teoricamente, o software social deveria tornar os processos de negócio mais eficientes. Quando você lê alguns posts de pessoas que trabalham em problemas similares aos seus, você pode combinar forças. Quando tem uma questão, pode perguntar para toda a empresa e obter a resposta mais rapidamente. Para um efeito maior, a experiência social deve ser embarcada nos processos de negócio que você deseja acelerar. De outra forma, você pode inibir a adoção.

9 – Opcional x mandatório: com poucas exceções, como no caso da Atos, empresa de serviços de TI francesa, que baniu o e-mail em favor da colaboração social, organizações que adotam software social interno promovem seu uso, mas não o tornam mandatório. Ditar uma solução pode ser o caminho mais fácil. Ao menos parece ser.

Mas a adoção voluntária é provavelmente a abordagem mais rica. Se um software social é realmente tão maravilhoso, os empregados vão aderir naturalmente, assim como fazem com coisas que tornam a vida mais fácil. Se a adoção não acontece, talvez, a rede social interna precisa de mudanças para acomodar o comportamento das pessoas.

10 – Colaboração e gestão do conhecimento: todos já escutamos essas promessas antes? A visão de uma rede social corporativa pode realmente levantar a ideia de que trará diversos benefícios que, supostamente, poderiam ser entregues com as primeiras gerações de soluções de colaboração, workflow e gestão de conhecimento. Mas tudo mudou. Para um software social ter sucesso, ele precisa de um trabalho melhor e não apenas surfar na onda da moda

sábado, 7 de janeiro de 2012

Não Fale Sozinho

Engajamento, palavra da moda entre quem pensa em internet e redes sociais, é o maior desafio para as empresas.

Criar um perfil institucional é fácil. Difícil é criar conteúdo que prenda a atenção das pessoas. O que muito se vê tanto no Twitter como no Facebook – nos perfis de empresas brasileiras – são atualizações constantes que não têm a menor repercussão.

Se você prestar atenção, a maioria das marcas tem perfis atualizados com posts constantes, mas várias estão falando sozinhas. Às vezes aparece alguém para dar um curtir em um post, mas na maioria dos exemplos isto é muito raro.

Faça o teste: tire um tempo e analise as timelines de alguns perfis institucionais no Facebook.

Com poucas e raras exceções, a maioria dos perfis apresentará um monte de posts com poucos likes/respostas. E se você investigar melhor, quem interage geralmente é a mesma pessoa (ou grupo), em geral da agência ou do marketing da empresa. No Twitter a mesma coisa acontece – inclusive para boas promoções.

Diversas variáveis afetam o sucesso de uma presença digital, mas a falta de entretenimento e aquela “chatura” na geração dos posts é uma constante naquelas presenças de pouco resultado.

Ninguém se relaciona com nada chato e para falar a verdade, se você observar, as últimas peças de comunicação com as quais você mais se relacionou foram coisas divertidas ligadas a entretenimento.

Enquanto isso, no planeta internet, o Klout – índice que reúne informações de todas as redes sociais para medir a eficiência da presença – divulgou seu ranking com as 10 marcas que tiveram mais influência no período das festas.

Quem ganhou disparado foi a Amazon, seguida pela Victoria’s Secrets e JCPenney… Vale a pena publicar o índice para vocês saberem: não é só o número que importa para os índices. Há que analisar muito e com profundidade para evitar erros crassos.

Marketing por e-mail deve chegar a US$ 2 bilhões em 2014


 

Em tempos de investimentos massivos em publicidade nas redes sociais, o e-mail ainda consegue resistir como ferramenta de marketing para produtos e serviços de empresas globais.

Os gastos mundiais com ferramentas de e-mail marketing devem passar de US$ 1,3 bilhão, valor registrado em 2010, para cerca de US$ 2 bilhões em 2014, segundo dados da consultoria Forrester Research.

Os investimentos são menores do que os feitos em publicidade em sites como Facebook, Twitter ou Google+ - em anúncios laterais ou posts pagos, por exemplo-, de US$ 5 bilhões, segundo a Deloitte. Mas o crescimento do e-mail marketing ao longo dos próximos dois anos mostra que a ferramenta não está morrendo com a ascensão desses sites, como era previsto.

"Com o crescimento da comunicação entre marcas e consumidores nas redes sociais, muitos acreditaram que o e-mail marketing iria morrer, mas isso não acontecerá tão cedo", diz Adrian Drury, da consultoria britânica Ovum.

Segundo o especialista, a principal explicação está no fato de que a publicidade em redes sociais é mais utilizada para atrair consumidores para o primeiro contato com a marca, enquanto o e-mail marketing é usado para manter o relacionamento já criado entre empresa e cliente.

A rentabilidade é outro ponto a favor do e-mail marketing. Números globais da Direct Marketers Association mostram que para cada dólar investido na ferramenta --algo em torno de R$ 1,95--, há retorno de US$ 44,25 (R$ 86) em novas vendas.

No Brasil, o custo de envio de cerca de 100 mil mensagens por mês é de R$ 700, segundo a empresa paulistana de marketing digital Akna.

INTERNET EM ALTA

O e-mail marketing é ainda mais forte em mercados onde a internet e o comércio eletrônico estão em fase de amadurecimento. Nesses países, ele assume a forma de "porta de entrada" para as lojas virtuais, ao lado de ferramentas de busca.

Em novembro, no Brasil, o e-mail marketing gerou 9,3% do tráfego de todas as lojas virtuais e sites de classificados, segundo dados da Serasa Experian e da Hitwise - crescimento de 27%. Nesse mesmo período, as redes sociais foram responsáveis por 8,6% do tráfego, alta de 18,2%.

Nos Estados Unidos, onde as vendas virtuais já estão consolidadas, as redes sociais superaram o e-mail marketing, com 7% de participação no tráfego, ante 6,6% do e-mail marketing, segundo as mesmas fontes.

"O e-mail mantém a característica de ser o contato privado entre empresa e consumidor. Nem sempre o usuário do Facebook está disposto a curtir uma página de um produto que comprou e mostrar isso para todos os seus amigos", diz Juliano Marcílio, presidente da unidade de serviços de marketing da Experian na América Latina.

Marketing Digital Eleitoral


 

O marketing digital eleitoral e sua influência no marketing político digital

O marketing digital eleitoral já é uma realidade na política mundial e brasileira, principalmente em decorrência da popularização do acesso à Internet e o uso das redes sociais como forma de esclarecimento e pesquisa. O marketing político passa por um momento de transição e é importante que os políticos tomem consciência das consequências dessas mudanças em termos de marketing político digital. Nas eleições de 2010 o TSE já deixou claras as regras para o marketing digital eleitoral, agora cabe aos candidatos assumirem suas posições no ambiente online.

Marketing Digital Eleitoral

Uma campanha de marketing político não pode fechar os olhos ao mais de 60 milhões de internautas no Brasil. É uma legião de eleitores que fazem a diferença em uma campanha eleitoral seja ela majoritária ou proporcional. .

As pesquisas mostram que aproximadamente 40% dos eleitores chegam no dia da eleição sem ter a mínima ideia de em quem votar. É nesse cenário que o marketing digital eleitoral se faz presente e esclarece a população, principalmente através das mídias sociais.

As redes sociais como Orkut, Facebook e Twitter se transformaram em verdadeiros oráculos, formando opiniões e apontando problemas que afligem o eleitorado. Dessa forma, se torna obrigatório em uma campanha de marketing digital eleitoral uma forte atuação nestas mídias para que os candidatos possam levar ao publico suas plataformas, ideias, posicionamentos e realizações. O marketing político digital está se tornando um segmento cada vez mais sofisticado e por isso exige dedicação e conteúdo relevante.

O novo eleitor

O próprio eleitor mudou. Ele não espera pelas informações da forma passiva que assumia antigamente. Nos dias de hoje o eleitorado busca na Internet a informação que precisa, e se o candidato não tem uma estratégia de marketing político na Internet ele simplesmente se coloca de fora do leque de opções. Esse é um cenário novo com o qual as campanhas de marketing eleitoral devem se preocupar e se preparar.

O grande desafio das campanhas de marketing digital eleitoral é entender esse novo eleitor e montar mecanismos que vão ao encontro dessa necessidade de informações. O posicionamento dos candidatos na Internet deverá ser adaptado para essa nova mídia, que antes de tudo deve ser entendida pelos coordenadores de campanha, pois é um ambiente bastante diferente do encontrado nas campanhas de marketing político tradicionais.

O novo eleitor trata o marketing político eleitoral de forma seletiva. Ele busca conteúdo que seja realmente relevante para sua decisão de voto em qualquer campanha de marketing eleitoral na Internet.

O desafio do marketing digital eleitoral nas novas mídias

Criar uma campanha de marketing digital eleitoral não é mais uma opção e sim uma imposição do eleitorado. Para ser eficiente esta ação deve ser muito bem planejada e executada por profissionais gabaritados com pleno conhecimento das ferramentas disponíveis no marketing digital atual. Não adianta juntar uma monte de peças do marketing convencional, digitalizar e chamar isso de campanha de “marketing digital eleitoral”. Isso simplesmente é uma colcha de retalhos. Uma verdadeira campanha de marketing digital eleitoral envolve pesquisa do público-alvo, planejamento de mídia, cronograma e mensuração de resultados.

Os candidatos ao pleito de 2012 deverão se preparar para expor de forma clara suas propostas nos diversos canais da Internet e principalmente, interagir com os eleitores, o que não estão muito acostumados. Usar a Internet como simplesmente um palanque eleitoral digital, sem interação com o público não é ter uma campanha de marketing digital eleitoral.

 

Alberto Valle

Alberto Valle é Administrador de Empresas e a mais de 10 anos atua como consultor em e-commerce e marketing digital. É um dos instrutores da equipe do Curso de E-Commerce e articulista de blogs como Blog do E-commerce, E-commerce News, Artigos E-Commerce e Webinsider.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Os assuntos que foram destaque nas redes sociais em 2011

 

Por Bagarai

Avaliando os temas de maior relevância nas redes em 2011, a MITI Inteligência reuniu dados sobre os tópicos que movimentaram o ambiente online. Com base em estudos e análises produzidos a partir de métricas de repercussão e comportamento na web, foram selecionados assuntos que geraram buzz entre os usuários do ciberespaço.

Assuntos de 2011 (divulgação)

 

“Essa análise do ano nas redes é fundamental para mostrar em que o internauta está mais atento do que nunca, conhecer quais os temas que geram interesse, comentários e compartilhamentos e o porquê. Com isso, identifica-se o que atingiu repercussão real, o alcance e sua relevância, para que assim, tenhamos cada vez mais subsídios para entender e acompanhar o comportamento dos usuários”, observa Elizangela Grigoletti, gerente de inteligência e marketing da MITI Inteligência.

Os temas foram divididos em cinco principais grupos, sendo eles:

Indústria e Varejo

Um dos temas que se destacou na categoria Indústria e Varejo foi a denúncia de trabalho escravo da varejista Zara. Após matéria do programa A Liga, da Band, o tema entrou no Trending Topics do Twitter e teve mais de 50 mil menções nas primeiras 24 horas, sendo 9.000 só na primeira hora. Quem também se envolveu em crise nas mídias sociais em 2011 foi a marca Arezzo, após o lançamento da coleção Pelemania. “O termo ficou em primeiro lugar nos TTs Brasil e no Facebook concentrou cerca de 7.500 pessoas interessadas em boicotar a marca em uma Fan Page. Foi uma grande repercussão que levou a empresa a retirar a coleção do mercado. Isso é prova da força do consumidor desta nova era digital”, comenta Elizangela.

No segmento, o sucesso ficou por conta da campanha da Nissan “Pôneis Malditos”, que virou febre entre os internautas. O assunto ficou por seis dias entre os 20 mais comentados no Twitter, além de figurar entre os 10 vídeos mais assistidos no Youtube durante o ano e se tornar o vídeo nº 1 em volume de views no mês de julho, lançamento da campanha, somando 14 milhões de visualizações ao longo de 2011.

Tecnologia

Em 36 horas, a morte de Steve Jobs gerou mais de 8 milhões de menções no Twitter, tornando um dos assuntos de maior destaque no ano em Tecnologia, ao lado do sucesso das versões do iPad. Outro assunto que ganhou notoriedade foi a chegada do iPhone 4S às lojas do Brasil. Uma semana antes de estar nas lojas, o produto já tinha sido citado mais de 1 milhão de vezes no Twitter e, na semana do Natal, atingia a marca de quase 350.000 menções na rede.

Economia

No segmento de Economia, a novidade do Black Friday movimentou as redes e a hashtag #blackfriday também foi parar nos Trending Topics. Outro assunto que gerou polêmica e repercussão nas redes foi a licença para a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, principalmente com o Projeto Gota D’Água, que reuniu diversos artistas e ativistas contra a construção, movimentando mais de 480 mil pessoas na Fan Page do projeto. “A fusão da Gol e da Webjet também chamaram a atenção dos usuários, que no dia do anúncio citaram quase 5 mil vezes o fato nas redes sociais.”

Política

Na categoria Política, o ano foi das mulheres, com destaque para a presidente Dilma Roussef e Angela Merkel, chanceler da Alemanha. O termo “mulheres no poder” gerou mais de 170.000 resultados de busca no Google. As mortes de Osama e Kadafi, dominaram as redes sociais, só a hashtag #osama ultrapassou a marca de 5.000 tweets por segundo, conforme dados oficiais do Twitter. Conteúdos a respeito também foram publicados no Youtube e os dois vídeos mais populares sobre a morte de Kadafi tiveram quase 500.000 visualizações.

Comportamento

O Casamento Real foi um dos grandes destaques da categoria Comportamento. “Além de gerar um grande volume de visualizações no Youtube – foram 72 milhões no dia da cerimônia – o casamento mobilizou a criação de eventos no Facebook como o 1º Churrasco de Casamento do Príncipe Willians, que somou 300 mil participantes confirmados na rede.” Outro assunto bastante repercutido foi a morte da cantora Amy Winehouse, que gerou mais de 470 mil tweets no fim de semana do falecimento. Já o festival Rock in Rio movimentou diferentes redes: mais de 300 mil seguidores no perfil oficial do Twitter, quase 600 mil likes na sua página no Facebook, cerca de 11 mil check-in pelo Foursquare e nada menos que 3 milhões e quatrocentos mil membros em comunidade do Orkut

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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Essa eu recebi por Email_Simpatias



Simpatia para ganhar dinheiro

Numa sexta-feira treze, pegue uma meia usada e coloque-a na cabeça. Compre um revólver 38, amarre uma fita do Senhor do Bonfim nele e dirija-se a um banco localizado numa esquina. Lá chegando, diga três vezes, batendo o pé no chão: "isso é um assalto!". Siga tudo direitinho, você verá que os resultados são imediatos.
 
Simpatia para se livrar da sogra

Numa noite de lua cheia, vá até o quintal e cace um sapo de tamanho médio que tenha uma pinta preta na cabeça de cima. Arranque um cabelo do sapo e mergulhe-o (o cabelo, não o sapo) num copo que contenha dois dedos de vinagre. Se o seu vinagre não contiver dedos, arranje outro. Em seguida, acrescente um pouco de veneno de rato (cerca de um ou dois litros). Pronto, agora você terá apenas que fazer com que a velha beba o conteúdo do copo. Se ela relutar, apanhe um porrete grosso, de dois metros aproximadamente, e lave-o com uma água benzida por um padre caolho. Bata o porrete na cabeça dela sete vezes, dizendo: "você vai beber!".
Simpatia para arranjar casamento

Num dia chuvoso de julho, de preferência no dia 13, tome um belo banho de sal grosso, vista-se totalmente de branco, coloque uma folhinha de arruda na orelha direita e acenda um charuto baiano. Em seguida, pegue o telefone com a mão esquerda, depois de morder o nó do dedo três vezes, disque os números corretos e marque uma consulta com o Pitanguy. Ele vai mudar a tua cara e você vai ver como vai ficar muito mais fácil arranjar casamento.
Simpatia para o Brasil e/ou Portugal melhorarem

Calma! Eu só estou ensinando simpatias!
Milagres ficam para a próxima edição!


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Feliz 2012