Homem forte do marketing do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, o Bap, deve
saber como ninguém o mar de incertezas em que navegam as finanças
rubro-negras, sempre convivendo com uma infinidade de penhoras à
espreita. Quando perguntado, porém, o dirigente não teve dúvidas. Para
ele, o Mais Querido será o clube brasileiro com maior arrecadação já em
2014.
"No
Flamengo, tudo é para ontem. Mas eu diria que a partir de 2014 nós
vamos ser o clube de maior arrecadação do Brasil. Até 2015 ou 2016,
queremos estar entre as dez maiores do mundo", disse Bap, ao site Época
Negócios. "É evidente que isso depende de resultados dentro do campo,
mas o potencial da marca é tão grande que não temos dúvida que irá
acontecer. Não é “se” vai acontecer. O Flamengo vai ter a maior
arrecadação do Brasil."
Perguntado sobre como alcançar tal
objetivo em tão pouco tempo, o diretor rubro-negro aposta na força do
Manto Sagrado, que para ele deve render, no mínimo, R$ 50 milhões.
"O
número da camisa do Flamengo são exatos R$ 50 milhões. Mais variáveis.
Caso o Flamengo conquiste títulos, cada patrocinador dará a sua
contribuição. Se o Flamengo ganhar tudo em um ano, iria para R$ 75
milhões", revelou.
Rodízio de patrocinadores
Já
com contrato de três anos assinado com a Peugeot, Baptista, que exclui o
acordo com a Adidas de suas contas de patrocínio, explicou o sistema de
rodízios e o desmentido da montadora sobre a mudança de lugar da marca
na camisa do Fla.
"Há uma confusão em relação a isso. O que
acontece é o seguinte: o patrocínio rotativo não é nada mais do que uma
opção que você coloca no contrato. Você tem três patrocinadores na
camisa. Se você perde o patrocinador máster, por contrato, nenhum dos
outros dois patrocinadores poderia pular para a frente da camisa pagando
mais. Criamos uma alternativa para minimizar a perda de um dos
patrocinadores da camisa do clube", afirmou.
Segundo ele, a marca
francesa, por ter sido a primeira a acertar, ganhou um bônus nesta
operação. "A Peugeot foi bonificada por ser o primeiro patrocinador.
Como temos um contrato com a Olympikus até o dia 30 de abril, nós
concedemos o espaço máster da camisa da Olympikus, que não estava
vendido, à Peugeot, como premiação por ter sido a primeira a aderir ao
modelo de marketing que estamos propondo. A partir de 1º de maio, a
Peugeot vai estampar as costas da camisa do Flamengo", explicou.
Esportes olímpicos e cadastro
Ciente
do espaço majoritário ocupado pelo futebol na vida do clube, Bap também
disse que não pretende descuidar do incentivo aos esportes olímpicos. A
solução neste caso seria a aquisição das Certidões Negativas de Débito
(CND), que liberariam o clube de utilizar recursos estatais.
"Trabalhamos
para ter todas as certidões que nos qualifiquem a usar as leis
absolutamente espetaculares que temos no Brasil. A Lei de Incentivo ao
Esporte é um gol de placa do Governo Federal e o Flamengo irá se
planejar para buscar recursos para esportes olímpicos. Vamos apoiar e
temos muito orgulho disso", disse o diretor do clube que atualmente
conta, entre outras, com equipes de basquete, remo e ginástica.
Sonhando
criar uma relação mais próxima entre a instituição e seus torcedores,
estimados por Bap em 39 milhões, o dirigente pretende criar um dia
nacional de cadastro dos torcedores do Flamengo.
Com meta de
cadastrar 1 milão de rubro-negros apenas no primeiro ano, Baptista não
deu detalhes sobre a ação, mas informou que ela irá ocorrer nos próximos
três meses.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Por que um viral vira viral?
Por Paulo Krieser
"Minha mulher disse que nem com um milhão de 'curtir' nosso filho se chamaria Jaspion. Então cliquem no botão curtir para eu realizar este desejo". "Banho pelado às 6 da manhã no Guaíba no dia 8/7".
Estes são textos e convites que estão sendo compartilhados por milhares (ou milhões) de usuários no Facebook, que clicam em curtir e repassam o texto aos seus contatos, disseminando estas idéias (um tanto absurdas por sinal).
Fora das redes sociais, temos o Rebolation do Parangolé, que por um tempo foi escutado em qualquer avenida na praia e visto por mais de 6 milhões de pessoas no Youtube em menos de um ano.
Saindo dos exemplos um tanto inúteis e direcionando o raciocínio para o mercado real, podemos citar os Is da Apple: IPhone, IPad, IPod. Filas se formaram na Apple Store em NYC para comprar esses aparelhos no dia do lançamento. E além, é claro, do Facebook, que de uma hora para outra todos os meus amigos estavam utilizando (inclusive eu).
Não sei se viral é a nomenclatura mais adequada, mas é o que está se usando nas redes sociais. Um viral é aquele hit que rapidamente se espalha e todo mundo usa ou pelo menos todo mundo já ouviu falar. O pessoal de marketing criou o termo marketing viral, que segundo o Wikipedia refere-se a técnicas de marketing que tentam explorar redes sociais pré-existentes para produzir aumentos exponenciais em conhecimento de marca, com processos similares à extensão de uma epidemia.
Através da divulgação para os contatos do contato enviado, a divulgação do conteúdo cresce a uma taxa exponencial, ou seja, a taxa reprodutiva é (bem) maior do que um. Com uma taxa de crescimento exponencial, rapidamente todo mundo fica sabendo.
Assim, o marketing viral se calça da idéia de divulgação por parte das pessoas, em que cada contato transmitirá a mensagem os seus contatos.
Até aqui nada de muito novo. A questão central é: Como isto acontece?
Um conteúdo ou produto divulgado apresenta uma taxa de penetração que depende das barreiras encontradas pelos nodos da rede (no caso nós, comunicadores). Caso um comunicador decida retransmitir a mensagem por algum motivo, o possível viral aumenta a probabilidade de virar viral.
A explosão de divulgação acontece quando o conteúdo compartilhado atinge na rede de contatos (ou rede social) um ponto de ruptura (ponto disruptivo), no qual a curva de crescimento se acentua muito mais rapidamente. A chave para tornar algo viral é atingir o ponto de ruptura.
Eu mesmo tive um exemplo interessante sobre a disseminação de uma das minhas colunas aqui no Baguete. Hoje, a coluna A Diferença entre Eficiência e Eficácia já ultrapassa os 70 mil acessos em cerca de 2 anos, enquanto as outras colunas giram a 5% disso. O que foi que aconteceu?
Em algum momento, esta coluna assumiu o ponto de ruptura. Ao se procurar hoje no Google pelas palavras Eficiência e Eficácia, a coluna aparece em terceiro lugar. Em algum momento, houve uma divulgação, a coluna foi mais acessada e caiu nas graças do Google, o que fez aumentar exponencialmente o número de acessos em função da visibilidade.
Malcolm Gladwell, em seu fabuloso livro Tipping Point (Ponto da Virada), dá dicas excelentes de como conquistar este ponto:
- Conheça os contaminadores e transmita o seu conteúdo a eles. Gladwell chama este perfil de conectores. Estas pessoas são formadoras de opinião, pois tem fácil capacidade de socialização;
- Atinja os experts no assunto em questão. Eles são especialistas, possuem credibilidade no assunto e provavelmente os contaminadores os conhecem;
- Transmita sua mensagem aos vendedores. São altamente carismáticos e persuasivos;
- Tire proveito do poder do contexto. Uma idéia a ser transmitida tem o seu timming, que deve estar em acordo com o contexto atual. Uma epidemia é muito sensitiva às circunstâncias do contexto.
Como sempre, acabamos falando de pessoas, que são essenciais para o sucesso na disseminação de qualquer negócio.
Fonte: Baguete
"Minha mulher disse que nem com um milhão de 'curtir' nosso filho se chamaria Jaspion. Então cliquem no botão curtir para eu realizar este desejo". "Banho pelado às 6 da manhã no Guaíba no dia 8/7".
Estes são textos e convites que estão sendo compartilhados por milhares (ou milhões) de usuários no Facebook, que clicam em curtir e repassam o texto aos seus contatos, disseminando estas idéias (um tanto absurdas por sinal).
Fora das redes sociais, temos o Rebolation do Parangolé, que por um tempo foi escutado em qualquer avenida na praia e visto por mais de 6 milhões de pessoas no Youtube em menos de um ano.
Saindo dos exemplos um tanto inúteis e direcionando o raciocínio para o mercado real, podemos citar os Is da Apple: IPhone, IPad, IPod. Filas se formaram na Apple Store em NYC para comprar esses aparelhos no dia do lançamento. E além, é claro, do Facebook, que de uma hora para outra todos os meus amigos estavam utilizando (inclusive eu).
Por que alguns produtos / piadas / músicas viram febre?
Não sei se viral é a nomenclatura mais adequada, mas é o que está se usando nas redes sociais. Um viral é aquele hit que rapidamente se espalha e todo mundo usa ou pelo menos todo mundo já ouviu falar. O pessoal de marketing criou o termo marketing viral, que segundo o Wikipedia refere-se a técnicas de marketing que tentam explorar redes sociais pré-existentes para produzir aumentos exponenciais em conhecimento de marca, com processos similares à extensão de uma epidemia.
Através da divulgação para os contatos do contato enviado, a divulgação do conteúdo cresce a uma taxa exponencial, ou seja, a taxa reprodutiva é (bem) maior do que um. Com uma taxa de crescimento exponencial, rapidamente todo mundo fica sabendo.
Assim, o marketing viral se calça da idéia de divulgação por parte das pessoas, em que cada contato transmitirá a mensagem os seus contatos.
Até aqui nada de muito novo. A questão central é: Como isto acontece?
Um conteúdo ou produto divulgado apresenta uma taxa de penetração que depende das barreiras encontradas pelos nodos da rede (no caso nós, comunicadores). Caso um comunicador decida retransmitir a mensagem por algum motivo, o possível viral aumenta a probabilidade de virar viral.
A explosão de divulgação acontece quando o conteúdo compartilhado atinge na rede de contatos (ou rede social) um ponto de ruptura (ponto disruptivo), no qual a curva de crescimento se acentua muito mais rapidamente. A chave para tornar algo viral é atingir o ponto de ruptura.
Eu mesmo tive um exemplo interessante sobre a disseminação de uma das minhas colunas aqui no Baguete. Hoje, a coluna A Diferença entre Eficiência e Eficácia já ultrapassa os 70 mil acessos em cerca de 2 anos, enquanto as outras colunas giram a 5% disso. O que foi que aconteceu?
Em algum momento, esta coluna assumiu o ponto de ruptura. Ao se procurar hoje no Google pelas palavras Eficiência e Eficácia, a coluna aparece em terceiro lugar. Em algum momento, houve uma divulgação, a coluna foi mais acessada e caiu nas graças do Google, o que fez aumentar exponencialmente o número de acessos em função da visibilidade.
Malcolm Gladwell, em seu fabuloso livro Tipping Point (Ponto da Virada), dá dicas excelentes de como conquistar este ponto:
- Conheça os contaminadores e transmita o seu conteúdo a eles. Gladwell chama este perfil de conectores. Estas pessoas são formadoras de opinião, pois tem fácil capacidade de socialização;
- Atinja os experts no assunto em questão. Eles são especialistas, possuem credibilidade no assunto e provavelmente os contaminadores os conhecem;
- Transmita sua mensagem aos vendedores. São altamente carismáticos e persuasivos;
- Tire proveito do poder do contexto. Uma idéia a ser transmitida tem o seu timming, que deve estar em acordo com o contexto atual. Uma epidemia é muito sensitiva às circunstâncias do contexto.
Como sempre, acabamos falando de pessoas, que são essenciais para o sucesso na disseminação de qualquer negócio.
Fonte: Baguete
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Proposta obriga provedores de redes sociais a seguirem leis brasileiras
Uma proposta em tramitação na
Câmara torna nulos contratos de provedores de aplicações na internet
(como as redes sociais) que prevejam como foro para resolução de
conflitos juizados localizados em países estrangeiros. A norma está
prevista no Projeto de Lei 4565/12.
O texto é de autoria do ex-deputado Professor Victório Galli (PMDB-MT). Pela proposta, todos os documentos que requeiram a adesão de usuário residente no Brasil assegurarão a defesa do consumidor na forma e nos termos da legislação brasileira.
De acordo com Galli, o Brasil conta hoje com 58 milhões de usuários do Facebook, 30 milhões do Orkut, 18 milhões do Wordpress e 7 milhões do LinkedIn. Diante deste contingente, ele defende que as empresas têm plena capacidade para manter representante no Brasil e sujeitar-se às leis brasileiras. “Podem, portanto, dirimir controvérsias em juízo no Brasil, o que representaria uma atitude de respeito com o consumidor brasileiro”, afirma.
Atualmente, conforme ressalta o deputado, a maioria dos provedores desses serviços são empresas estrangeiras e oferecem seus serviços a partir do exterior. Com isso, o usuário brasileiro adere a contratos ou a termos de uso baseados na legislação dos países-sede das organizações, onde possíveis controvérsias legais devem ser solucionadas.
Tramitação
O projeto foi apensado ao PL 5403/01, que trata do acesso a informações na Internet. As duas propostas tramitam em regime de urgência e estão prontas para entrar na pauta do Plenário.
O texto é de autoria do ex-deputado Professor Victório Galli (PMDB-MT). Pela proposta, todos os documentos que requeiram a adesão de usuário residente no Brasil assegurarão a defesa do consumidor na forma e nos termos da legislação brasileira.
De acordo com Galli, o Brasil conta hoje com 58 milhões de usuários do Facebook, 30 milhões do Orkut, 18 milhões do Wordpress e 7 milhões do LinkedIn. Diante deste contingente, ele defende que as empresas têm plena capacidade para manter representante no Brasil e sujeitar-se às leis brasileiras. “Podem, portanto, dirimir controvérsias em juízo no Brasil, o que representaria uma atitude de respeito com o consumidor brasileiro”, afirma.
Atualmente, conforme ressalta o deputado, a maioria dos provedores desses serviços são empresas estrangeiras e oferecem seus serviços a partir do exterior. Com isso, o usuário brasileiro adere a contratos ou a termos de uso baseados na legislação dos países-sede das organizações, onde possíveis controvérsias legais devem ser solucionadas.
Tramitação
O projeto foi apensado ao PL 5403/01, que trata do acesso a informações na Internet. As duas propostas tramitam em regime de urgência e estão prontas para entrar na pauta do Plenário.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
‘Gangnam Style’ gerou US$ 8 milhões em publicidade
Ele ostentou o primeiro lugar em visualizações no YouTube com o hit
"Gangnam Style" e colheu vultuosos frutos do famoso clipe. Segundo
informações divulgadas por um executivo do Google, a página do vídeo
mais famoso de Psy gerou nada menos que US$ 8 milhões em publicidade - e
toda a receita é dividida com os criadores dos conteúdos. O que
significa que o rapper sul-coreano também recebeu muito dinheiro.
O vídeo da dancinha do cavalo ultrapassou um bilhão de visualizações no YouTube em dezembro do ano passado - menos de seis meses após ser postado -, um recorde na história da internet. O sucesso da música que exalta o rico estilo de vida do bairro de Gangnam, em Seul, ganhou inúmeras paródias (sendo a última dos jogadores e da comissão técnica da LDU).
Já o rapper, cujo nome real é Park Jae-Sang, passou a ser considerado ícone na Coreia do Sul e recebeu uma das altas honras do país, a Ordem Okgwan ao Mérito Cultural.
O vídeo da dancinha do cavalo ultrapassou um bilhão de visualizações no YouTube em dezembro do ano passado - menos de seis meses após ser postado -, um recorde na história da internet. O sucesso da música que exalta o rico estilo de vida do bairro de Gangnam, em Seul, ganhou inúmeras paródias (sendo a última dos jogadores e da comissão técnica da LDU).
Já o rapper, cujo nome real é Park Jae-Sang, passou a ser considerado ícone na Coreia do Sul e recebeu uma das altas honras do país, a Ordem Okgwan ao Mérito Cultural.
domingo, 27 de janeiro de 2013
Eleitores americanos confiam nas redes sociais tanto quanto nas mídias tradicionais para notícias de política, diz pesquisa
Os eleitores americanos confiam nas redes sociais tanto quanto nas mídias tracionais como fonte de notícias de política, diz uma nova pesquisa.
O site Politico divulgou uma pesquisa da George Washington University Graduate School of Political Management/ORI segundo a qual as notícias de política compartilhadas nas redes sociais são tão consideradas tão confiáveis quanto as distribuídas por jornais e emissoras de rádio e TV.
De acordo com o levantamento, 71% dos eleitores com 25 anos menos disseram ter nível alto de confiança nas notícias compartilhadas nas redes sociais, informou o Politico. Os americanos mais velhos são um pouco mais desconfiados - apenas 36% consideram as redes sociais fontes confiáveis de notícias sobre política.
John Kagia, diretor estratégico do ORI, disse ao Politico que a rapidez com as informações erradas são esclarecidas nas redes sociais reforça sua reputação de fonte confiável de informação.
Kagia destacou ainda que o aspecto pessoal das redes sociais ajuda a estabelecer uma credibilidade. "Quando o conteúdo é postado por pessoas que você conhece, você está mais propenso a confiar nesse conteúdo", disse.
O presidente Barack Obama, que tomou posse para seu segundo mandato na segunda-feira 21 de janeiro, foi pioneiro no uso das redes sociais em campanhas políticas. Segundo a pesquisa, mais pessoas disseram ter visto notícias sobre Obama em seus perfis do que sobre o candidato republicano, Mitt Romney.
As mídias tradicionais também lançaram mão das redes sociais na campanha eleitoral americana, em 2012, usando o Google+ Hangouts, o Foursquare, o YouTube e outras redes para compartilhar notícias.
O Facebook é a rede social mais popular entre os entrevistas (74%), seguida por LinkedIn (32%) e Twitter (24%). Embora a maioria deles tenha apontado o computador como forma de acesso às redes, os aparelhos móveis também tiveram destaque: 46% das pessoas ouvidas disseram acessar as redes sociais por smartphone, contra 37% em 2011.
A pesquisa foi feita com 806 usuários de internet e tem uma margem de erro de 3,45 pontos percentuais para mais ou para menos, segundo o Politico.
O site Politico divulgou uma pesquisa da George Washington University Graduate School of Political Management/ORI segundo a qual as notícias de política compartilhadas nas redes sociais são tão consideradas tão confiáveis quanto as distribuídas por jornais e emissoras de rádio e TV.
De acordo com o levantamento, 71% dos eleitores com 25 anos menos disseram ter nível alto de confiança nas notícias compartilhadas nas redes sociais, informou o Politico. Os americanos mais velhos são um pouco mais desconfiados - apenas 36% consideram as redes sociais fontes confiáveis de notícias sobre política.
John Kagia, diretor estratégico do ORI, disse ao Politico que a rapidez com as informações erradas são esclarecidas nas redes sociais reforça sua reputação de fonte confiável de informação.
Kagia destacou ainda que o aspecto pessoal das redes sociais ajuda a estabelecer uma credibilidade. "Quando o conteúdo é postado por pessoas que você conhece, você está mais propenso a confiar nesse conteúdo", disse.
O presidente Barack Obama, que tomou posse para seu segundo mandato na segunda-feira 21 de janeiro, foi pioneiro no uso das redes sociais em campanhas políticas. Segundo a pesquisa, mais pessoas disseram ter visto notícias sobre Obama em seus perfis do que sobre o candidato republicano, Mitt Romney.
As mídias tradicionais também lançaram mão das redes sociais na campanha eleitoral americana, em 2012, usando o Google+ Hangouts, o Foursquare, o YouTube e outras redes para compartilhar notícias.
O Facebook é a rede social mais popular entre os entrevistas (74%), seguida por LinkedIn (32%) e Twitter (24%). Embora a maioria deles tenha apontado o computador como forma de acesso às redes, os aparelhos móveis também tiveram destaque: 46% das pessoas ouvidas disseram acessar as redes sociais por smartphone, contra 37% em 2011.
A pesquisa foi feita com 806 usuários de internet e tem uma margem de erro de 3,45 pontos percentuais para mais ou para menos, segundo o Politico.
sábado, 26 de janeiro de 2013
Conheça 7 redes sociais que devem surpreender em 2013
Já que 2012 parece ter sido mesmo o ano do Instagram - apesar de o
serviço ter surgido em dezembro de 2010 -, qual será a revelação de
2013, no segmento de redes sociais? A Forbes, que costuma divulgar listas sobre temas variados, fez suas apostas.
São sete aplicativos e o primeiro é o Pheed, que tem uma ideia arrojada sobre como deve funcionar a privacidade numa rede social: se você quer apreciar meu conteúdo, pague por isso. É simples, usuários desembolsam entre US$ 1,99 e US$ 34,99 por mês e, assim, podem acompanhar certas publicações de certos usuários. A rede já faz algum sucesso entre celabridades - como Miley Cyrus e Paris Hilton.
Depois aparece o Thumb, que usa o crowdsource para ajudar os indecisos. Funciona assim: se você vai sair e não sabe qual roupa usar, basta fotografar as peças e deixar que os outros decidam. A Forbes destaca que o nível de engajamento no Thumb impressiona, segurando usuários por, em média, quatro horas ao mês.
A seguir vem o Medium, sobre o qual já falamos aqui no Olhar Digital. É um mix de redes sociais encabeçado pelos criadores do Twitter. Por ora disponível apenas a convidados, o site tem foco no conteúdo e tenta se afastar um pouco das efemeridades das redes convencionais.
Chirpify, o próximo da lista, levou às mídias sociais o conceito da Amazon de 1-Click payments. Você oferece alguma coisa pelo Twitter ou Instagram (roupas, álbuns, ingressos etc.), então o interessado responde com a palavra "buy" (comprar) e pronto, está vendido. Sem cartões de crédito, sem carrinhos, toda a operação é conduzida pela conta do Twitter.
Já a proposta do Flayvr é organizar fotos e vídeos capturados pelos smartphones. Tudo é dividido em pastas por data, localização e evento - casamento de João e Maria na Bahia em janeiro, por exemplo. Pode-se compartilhar as informações em redes sociais e até montar páginas em HTML5 com o conteúdo.
Compartilhamento de arquivos por áudio é o que faz o Chirp. Imagine trocar fotos, vídeos ou mensagens sem precisar de Bluetooth ou e-mail, basta usar uma frequência específica tocada por 2 segundos e os aparelhos habilitados baixam o conteúdo auitomaticamente. O detalhe é que dá pra amplificar isso usando, por exemplo, caixas de som; assim várias pessoas podem fazer download ao mesmo tempo.
Por último ficou o Conversations, recurso do já conhecido HootSuite que leva o conceito de redes sociais ao meio corporativo. É como se fosse um grupo do Facebook em que é possível conversar e trocar informações com pessoas de seu trabalho, separando inclusive por departamento.
São sete aplicativos e o primeiro é o Pheed, que tem uma ideia arrojada sobre como deve funcionar a privacidade numa rede social: se você quer apreciar meu conteúdo, pague por isso. É simples, usuários desembolsam entre US$ 1,99 e US$ 34,99 por mês e, assim, podem acompanhar certas publicações de certos usuários. A rede já faz algum sucesso entre celabridades - como Miley Cyrus e Paris Hilton.
Depois aparece o Thumb, que usa o crowdsource para ajudar os indecisos. Funciona assim: se você vai sair e não sabe qual roupa usar, basta fotografar as peças e deixar que os outros decidam. A Forbes destaca que o nível de engajamento no Thumb impressiona, segurando usuários por, em média, quatro horas ao mês.
A seguir vem o Medium, sobre o qual já falamos aqui no Olhar Digital. É um mix de redes sociais encabeçado pelos criadores do Twitter. Por ora disponível apenas a convidados, o site tem foco no conteúdo e tenta se afastar um pouco das efemeridades das redes convencionais.
Chirpify, o próximo da lista, levou às mídias sociais o conceito da Amazon de 1-Click payments. Você oferece alguma coisa pelo Twitter ou Instagram (roupas, álbuns, ingressos etc.), então o interessado responde com a palavra "buy" (comprar) e pronto, está vendido. Sem cartões de crédito, sem carrinhos, toda a operação é conduzida pela conta do Twitter.
Já a proposta do Flayvr é organizar fotos e vídeos capturados pelos smartphones. Tudo é dividido em pastas por data, localização e evento - casamento de João e Maria na Bahia em janeiro, por exemplo. Pode-se compartilhar as informações em redes sociais e até montar páginas em HTML5 com o conteúdo.
Compartilhamento de arquivos por áudio é o que faz o Chirp. Imagine trocar fotos, vídeos ou mensagens sem precisar de Bluetooth ou e-mail, basta usar uma frequência específica tocada por 2 segundos e os aparelhos habilitados baixam o conteúdo auitomaticamente. O detalhe é que dá pra amplificar isso usando, por exemplo, caixas de som; assim várias pessoas podem fazer download ao mesmo tempo.
Por último ficou o Conversations, recurso do já conhecido HootSuite que leva o conceito de redes sociais ao meio corporativo. É como se fosse um grupo do Facebook em que é possível conversar e trocar informações com pessoas de seu trabalho, separando inclusive por departamento.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Um bom design é essencial para ser Miss
Os estudantes
resolveram assistir o concurso de Miss mesmo, pois como era habitual na
república beberem uma cerveja nas noites e nada de bom passava na
televisão, aos moradores só restou apreciar o design feminino.
Deve-se destacar o
design como uma das ferramentas de marketing cuja utilização é associada
tanto à comunicação como ao produto em si no famoso mix de marketing.
Alguns associam o design ao P de Produto, enquanto outros ao P de
Promoção (Comunicação). Não há uma regra definida e rígida, mas
geralmente o design é ligado à comunicação.
Para os estudantes,
apenas os atributos físicos das candidatas interessava, aliás, sem as
embalagens (rótulos) seria bem melhor analisar o design, cuja
compreensão mais precisa pode ser: algo belo esteticamente com a função
utilitária aplicada. Pode-se resumir assim: belo + utilitário.
Devido a alta
concentração dos rapazes na TV, deve-se buscar outra exemplificação,
como no caso do sabonete. Nos supermercados se encontram sabonetes
quadrados, com contornos curvilíneos e outros até com uma cova para
dentro. Obviamente, todos tem a mesma função básica no banho, mas o
desenho de cada sabonete pode ajudar ou atrapalhar o manuseio e, de
quebra, transmite informações ao usuário. Quanto mais curvilíneo, mais o
usuário tenderá a associar o sabonete à sofisticação ou feminilidade.
Agora, se o desenho do sabonete atrapalhar a utilização, aí terá um
design ruim. Apesar de ser belo esteticamente, possui uma baixa
funcionalidade. Poderá ser um sabonete belo, mas com pouca
característica de utilitário.
No design se observa
uma tendência mais recente à intervenção urbana, depois de tanto pegar
emprestado (vide o grafite e as pichações). As Olimpíadas de Londres é o
melhor exemplo neste sentido quando busca ajudar a mobilidade urbana
dos turistas adotando por toda a cidade o mesmo padrão visual dos
espaços de competição. Além de facilitar na comunicação, conseguiu criar
um clima nos cidadãos revertendo os índices de rejeição à competição
para aceitação na terra da rainha.
Lá na república, o
concurso de Miss só estava sendo acompanhado pelo viés estético mesmo.
Aliás, Augusto propôs aos companheiros enviar como sugestão à
organização a inserção de uma prova onde as candidatas de biquíni
apanhassem sabonetes dentro de uma banheira para os cinegrafistas
fazerem ângulos ginecológicos. Todos apoiaram a ideia.
Prof. Me. Cristiano
Borges Rodrigues é palestrante, consultor em gestão estratégica,
comercial e autor do Livro de Mão da Redação Publicitária (2011) e
Planejamento de Campanha Publicitária (2010).
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Google+ influencia ranking de buscas; saiba como
Para chegar a essa conclusão, foram criados seis sites por uma agência, onde um foi utilizado para controle e cada um dos demais utilizou uma mídia social específica para divulgar suas informações. Após 10 meses de pesquisa, desenvolveu-se uma análise verificando o impacto de tais páginas nos resultados de buscas do Google
Segundo um estudo desenvolvido pela agência americana de marketing digital, Tasty Placement, a utilização das mídias sociais interfere diretamente no posicionamento de uma empresa em sites buscadores.
Para chegar a essa conclusão, foram criados seis sites pela agência, onde um foi utilizado para controle e cada um dos demais utilizou uma mídia social específica para divulgar suas informações. Após 10 meses de pesquisa, desenvolveu-se uma análise verificando o impacto de tais páginas nos resultados de buscas do Google.
A página com mais retornos nas buscas foi a que utilizou o Google+ como mídia de divulgação. Tal constatação revela a crescente relevância que o Google atribui aos usuários dessa rede.
Percebe-se, portanto, que assim como o Facebook e o Twitter, o Google+ merece atenção e participação constante das lojas virtuais. Com um bom trabalho de SEO, somado à presença eficaz do empreendimento nas mídias, as chances de ser encontrado pelo consumidor só irão aumentar!
Fonte: Administradores
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
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