quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Inpi nega à Apple registro da marca iPhone no Brasil
A batalha entre a Apple e a Gradiente pelo uso da marca iPhone ganhou nesta quarta-feira um novo capítulo. O Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi) negou o registro por parte da Apple de quatro marcas de aparelhos no Brasil, todas relacionadas à iPhone, segundo informações da assessoria de imprensa do órgão.
A decisão, porém, não proíbe a Apple de seguir a venda de seu aparelho de telefone no Brasil. "O Inpi não tem esse poder. Apenas o Poder Judiciário pode fazer isso", afirmou um porta-voz do instituto.
Depois de tomar conhecimento da decisão. a Apple também ingressou no Inpi solicitando a caducidade do registro feito pela Gradiente, sob o argumento de que a empresa brasileira não teria comercializado o produto no período de cinco anos a partir da concessão da marca, em janeiro de 2008. Assim, a Gradiente terá de provar que utilizou a marca iPhone comercialmente nos últimos cinco anos. A companhia brasileira tem sessenta dias a partir desta quarta-feira para responder ao orgão. O processo, contudo, só será finalizado após o Inpi analisar as provas apresentadas pela Gradiente. O órgão não tem um prazo específico para divulgar sua decisão.
A Companhia Brasileira de Tecnologia Digital (CBTD), que arrenda a marca Gradiente, lançou em dezembro do ano passado um aparelho com a marca "iphone", com sistema operacional Android, do Google.
A escolha do nome "iphone", segundo a empresa brasileira, é anterior à invenção do smartphone homônimo da Apple. A IGB, dona da Gradiente, fez em 2000 o pedido de registro da marca ao INPI, que o concedeu apenas em 2008.
(Com Estadão Conteúdo)
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Publicidade móvel deve faturar US$ 11,4 bi em 2013
A receita com a publicidade em dispositivos móveis deve chegar a
US$ 11,4 bilhões em 2013, aponta um estudo conduzido pelo instituto de
análise Gartner. O total é 18,75% maior que os US$ 9,6 bilhões
contabilizados no ano passado.
A previsão é de crescimento também para os próximos anos, com a
receita mundial aumentando para US$ 13,5 bilhões em 2014 e US$ 24,5
bilhões em 2016, o que criará, ao longo desse período, novas
oportunidades para desenvolvedores de aplicativos, redes de anúncios e
empresas especializadas em publicidade para essas plataformas.
“O mercado de publicidade móvel decolou antes mesmo do esperado
devido ao aumento do uso de smartphones e tablets, assim como a fusão do
comportamento dos consumidores de computadores e plataformas móveis”,
afirma Stephanie Baghdassarian, diretora de pesquisa do Gartner.
A região que compreende a Ásia e os países do Pacífico é a que mais
vai gerar receita na categoria, com US$ 4,86 bilhões neste ano. Em
segundo lugar vem a América do Norte, com US$ 3,82 bilhões, seguida da
Europa Ocidental, com US$ 1,94 bilhões. As demais regiões, juntas, devem
gerar US$ 788 milhões.
Segundo o relatório, a publicidade online deve crescer na América
Latina, na Europa Oriental, no Oriente Médio e na África à medida que os
dispositivos móveis se popularizarem nas economias emergentes. Esse
crescimento deve ser liderado pelos grandes mercados, como Brasil,
México e Rússia.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
6 mitos sobre marketing em pequenas empresas
As pequenas empresas
de sucesso sabem a importância de levar a marca até os clientes para o
negócio dar certo. Como em um ciclo, se ninguém conhece sua empresa, as
vendas não aumentam e o projeto não se sustenta. “Muitas vezes o pequeno
empresário acha que marketing
é uma ação especifica, desvinculada do restante da empresa”, diz
Eduardo Andrade, professor e coordenador dos cursos de CBA Marketing do
Ibmec/MG.
Mesmo sem uma equipe para isso, os empreendedores precisam investir tempo e dinheiro na área. “A primeira coisa que tem que fazer é entender se sua proposta de valor está certa para o mercado”, ensina Timothy Altaffer, professor de marketing do Insper. Com a ajuda dos professores, EXAME.com selecionou seis expressões que podem indicar que suas ideias sobre marketing estão erradas e a imagem da empresa, prejudicada.
Segundo ele, o resultado pode até ser parecido, mas a fórmula será desgastada com o tempo. “O que deixa de ser novidade o consumidor descarta e, se não há preocupação de se distinguir, você só faz parte da paisagem”, explica. Assim, a campanha deixa de ser uma ação positiva e passa a ser um custo, já que não trará retorno.
Mesmo sem uma equipe para isso, os empreendedores precisam investir tempo e dinheiro na área. “A primeira coisa que tem que fazer é entender se sua proposta de valor está certa para o mercado”, ensina Timothy Altaffer, professor de marketing do Insper. Com a ajuda dos professores, EXAME.com selecionou seis expressões que podem indicar que suas ideias sobre marketing estão erradas e a imagem da empresa, prejudicada.
1. Copiar a concorrência sempre funciona
Se você é daqueles que acha que copiar a estratégia da concorrência é
uma ação esperta, talvez seja hora de rever os conceitos. “A gente
percebe um efeito manada. Se algum concorrente, na percepção do pequeno
empresário, tem sucesso com uma campanha, na sequência, repete-se a
fórmula querendo o mesmo resultado”, afirma Andrade.Segundo ele, o resultado pode até ser parecido, mas a fórmula será desgastada com o tempo. “O que deixa de ser novidade o consumidor descarta e, se não há preocupação de se distinguir, você só faz parte da paisagem”, explica. Assim, a campanha deixa de ser uma ação positiva e passa a ser um custo, já que não trará retorno.
2. Planejamento é perda de tempo
Muitos empresários que não têm uma equipe de marketing caem na
armadilha de fazer tudo sem planejamento. “Precisa entender bem o que o
mercado demanda, o que a concorrência está fazendo, qual preço o cliente
está disposto a pagar, como o produto vai chegar ao mercado e para
quais canais o seu público está olhando”, ensina Altaffer.
3. Minha experiência prática basta
Quando o empreendedor está muito ligado ao negócio, acaba deixando sua
visão distorcer a realidade. “A grande jogada é ter capacidade de
transformar a teoria em prática. Só a prática te leva até onde você já
experimentou, e então há uma dificuldade de saber o que mais existe. O
erro é acreditar que o conhecimento prático se sobrepõe a tudo que
existe”, diz Andrade.
A troca de informações ajuda a evitar esta miopia. “Associações de
classe são instrumentos interessantes para trocas de experiência muitas
vezes poucos utilizados”, afirma o professor do Ibmec/MG.
Segundo ele, muitas vezes, o produto é ideal na cabeça do empreendedor, levando em conta seu modelo mental. “Mas pode estar totalmente incoerente com o que consumidor e o mercado estão querendo. Isso é um erro comum em novos empreendedores”, explica.
Ao falar em vendas, o professor sugere pensar em metas, objetivos, planos e modelos de coordenação de vendas. “Quando o assunto é marketing pode ter abrangência maior, como monitorar concorrência, networking e promoção”, explica.
Fonte: Exame
4. O dono sempre sabe o que o mercado quer
Junto com a ideia de que a visão prática sobrepõe a teórica, está a
ideia errada de que o empresário sabe, por si só, o que o seu mercado
quer. “O pior erro é ter uma visão de dentro para fora. Não estar ciente
do que o mercado quer e pensar que a tua oferta é a melhor possível
levam para uma miopia do mercado”, diz Altaffer.Segundo ele, muitas vezes, o produto é ideal na cabeça do empreendedor, levando em conta seu modelo mental. “Mas pode estar totalmente incoerente com o que consumidor e o mercado estão querendo. Isso é um erro comum em novos empreendedores”, explica.
5. Marketing e vendas são a mesma coisa
Segundo os professores, é comum que os empresários sem muito preparo
confundam marketing e vendas. “É um mito acreditar que marketing é o
mesmo que vendas. Há diversas ferramentas de prática de gestão de
marketing que se diferenciam de vendas”, afirma Andrade.Ao falar em vendas, o professor sugere pensar em metas, objetivos, planos e modelos de coordenação de vendas. “Quando o assunto é marketing pode ter abrangência maior, como monitorar concorrência, networking e promoção”, explica.
6. Divulgar a empresa é um custo
Outro erro básico, na visão dos professores, é colocar marketing como
custo e não como investimento. “Marketing tem muito mais do que
campanhas. Tem relação com a parte financeira, de RH e estratégica. A
primeira coisa que passa na cabeça é acreditar que marketing é mais
custo do que investimento. Para distinguir a diferença tem que medir o
retorno da ação sobre o investimento”, diz Andrade.Fonte: Exame
domingo, 17 de fevereiro de 2013
O Poder da Imagem, o Poder da Propaganda
Quanto vale
uma marca? Quanto vale uma imagem?. Essas são perguntas que todo empresário deve
fazer. Uma coisa parece ser certa a imagem e a propaganda vende o produto. De
que adianta ter o melhor produto do mercado se o consumidor desconhece a marca,
a existência da empresa?
Ter um produto de qualidade é um passo importante para ter um diferencial competitivo, mas depende brutalmente da propagação de sua imagem. A propaganda é essencial na divulgação dos serviços e produtos. Quando falo propaganda, falo tanto da propaganda produzida pela empresa para o seu público de forma comercial como também do próprio público sobre o produto com o famoso boca a boca.
Isso fica evidente ao observar uma empresa X que oferece o melhor produto do mercado com o preço mais em conta e vê seus potenciais clientes comprarem mais caro em empresas com produto igual ou inferior e que apresentam o preço mais elevado. Muitas vezes isso é fruto de uma má divulgação da empresa. Cabe ao administrador direcionar esforços para ganhar espaço na mente de seus potenciais clientes e ganhar mercado.
É por isso que a empresa tem que se mostrar. Ela precisa ser conhecida pelo consumidor final para obter êxito. Observando isso, o marketing tem um papel fundamental para consolidação da imagem da empresa o que, consequentemente, a leva a alcançar melhores resultados.
Pense em um refrigerante 2 litros, 1 litro e até mesmo 290 ml. Em qual refrigerante você pensou? Boa parte que ler isso, talvez até mesmo você, vai pensar logo na Coca-Cola. Eu já vi muita gente chamar refrigerante de Coca-Cola, principalmente crianças. É isso que tem que acontecer com sua empresa. Quando o cliente pensar no produto que a empresa comercializa, ele deve lembrar-se da sua empresa.
Ter um produto de qualidade é um passo importante para ter um diferencial competitivo, mas depende brutalmente da propagação de sua imagem. A propaganda é essencial na divulgação dos serviços e produtos. Quando falo propaganda, falo tanto da propaganda produzida pela empresa para o seu público de forma comercial como também do próprio público sobre o produto com o famoso boca a boca.
Isso fica evidente ao observar uma empresa X que oferece o melhor produto do mercado com o preço mais em conta e vê seus potenciais clientes comprarem mais caro em empresas com produto igual ou inferior e que apresentam o preço mais elevado. Muitas vezes isso é fruto de uma má divulgação da empresa. Cabe ao administrador direcionar esforços para ganhar espaço na mente de seus potenciais clientes e ganhar mercado.
É por isso que a empresa tem que se mostrar. Ela precisa ser conhecida pelo consumidor final para obter êxito. Observando isso, o marketing tem um papel fundamental para consolidação da imagem da empresa o que, consequentemente, a leva a alcançar melhores resultados.
Pense em um refrigerante 2 litros, 1 litro e até mesmo 290 ml. Em qual refrigerante você pensou? Boa parte que ler isso, talvez até mesmo você, vai pensar logo na Coca-Cola. Eu já vi muita gente chamar refrigerante de Coca-Cola, principalmente crianças. É isso que tem que acontecer com sua empresa. Quando o cliente pensar no produto que a empresa comercializa, ele deve lembrar-se da sua empresa.
A grande jogada de marketing da Samsung
Mais de 100 milhões de pessoas passaram a noite de domingo dia 3 de
fevereiro em frente à TV nos Estados Unidos. O que atraiu tanta
audiência, uma das quatro maiores da história da TV americana, foi o
jogo entre Baltimore Ravens e San Francisco 49ers, que disputavam a
final do campeonato nacional de futebol americano, o Super Bowl. Como
acontece todos os anos, comerciais de TV milionários feitos
especialmente para a ocasião viraram uma atração à parte.
Em 2013, cada segundo de espaço na programação custou 125 000 dólares, de longe o valor mais alto da televisão mundial. Neste ano, um dos comerciais que mais chamaram a atenção foi o da coreana Samsung. A empresa investiu 15 milhões de dólares em um filme que durou 2 minutos, o mais longo deste ano. “Sem entrar no mérito do conteúdo, quando uma empresa usa 2 minutos de comercial no Super Bowl, ela mostra, já de saída, que pode fazer frente a qualquer companhia”, diz John Quelch, professor de marketing da Universidade Harvard.
A grande jogada da empresa não foi um lance isolado. É o resultado de uma estratégia agressiva de marketing que a Samsung vem adotando nos últimos anos, depois de décadas de uma postura mais tímida. Seus gastos com anúncios publicitários em 2012 totalizaram 4 bilhões de dólares, disparado o maior entre as grandes empresas de tecnologia.
A Samsung também tem investido em estandes gigantescos nas grandes feiras de tecnologia, como a Consumer Electronics Show, em Las Vegas, e a Mobile World Congress, em Barcelona. Estima-se que a verba global com marketing e promoções chegue próximo a 12 bilhões de dólares. O número supera o investimento que a Samsung faz em pesquisa e desenvolvimento — cerca de 9 bilhões de dólares anuais.
Além de reforçar sua imagem em robustas campanhas na mídia impressa e na TV, a Samsung tem se destacado nos “anúncios virais” — propagandas criadas para a internet que, se bem executadas, passam a ser compartilhadas freneticamente por usuários de redes sociais. O mote da coreana é alfinetar os produtos de sua principal concorrente, a Apple. Curiosamente, essa é a mesma estratégia que a Apple adotou na década de 90 para fazer frente à Microsoft, sua rival histórica.
Um vídeo feito pela Samsung em 2011 ridicularizava os fãs da Apple, que passavam dias na fila para comprar um iPhone. Em setembro do ano passado, a Samsung voltou à carga. Escolheu o dia do início das vendas do iPhone 5 para lançar um vídeo com ironias sobre o aparelho. O objetivo era dizer que as grandes novidades do smartphone da Apple já estavam presentes na linha Galaxy, da Samsung. O anúncio foi assistido mais de 120 milhões de vezes no YouTube e tornou-se a quarta propaganda online com maior audiência em 2012.
“A empresa passou a usar um toque de humor, mais criativo nas propagandas”, diz o diretor do curso de pós-graduação em marketing da ESPM, Edson Crescitelli. “Isso mostra que os coreanos se sentem no mesmo páreo de sua maior concorrente.” Não por coincidência, a Samsung tornou-se em 2012 a empresa de tecnologia com o maior faturamento do mundo (a Apple continua sendo a maior em valor de mercado). De quebra, ainda roubou do iPhone a liderança do mercado. O sucesso da estratégia foi tão grande que o assédio a seus executivos aumentou. O Google é uma das empresas que conseguiram atrair profissionais da área de marketing da fabricante de eletrônicos.
Em 2013, cada segundo de espaço na programação custou 125 000 dólares, de longe o valor mais alto da televisão mundial. Neste ano, um dos comerciais que mais chamaram a atenção foi o da coreana Samsung. A empresa investiu 15 milhões de dólares em um filme que durou 2 minutos, o mais longo deste ano. “Sem entrar no mérito do conteúdo, quando uma empresa usa 2 minutos de comercial no Super Bowl, ela mostra, já de saída, que pode fazer frente a qualquer companhia”, diz John Quelch, professor de marketing da Universidade Harvard.
A grande jogada da empresa não foi um lance isolado. É o resultado de uma estratégia agressiva de marketing que a Samsung vem adotando nos últimos anos, depois de décadas de uma postura mais tímida. Seus gastos com anúncios publicitários em 2012 totalizaram 4 bilhões de dólares, disparado o maior entre as grandes empresas de tecnologia.
A Samsung também tem investido em estandes gigantescos nas grandes feiras de tecnologia, como a Consumer Electronics Show, em Las Vegas, e a Mobile World Congress, em Barcelona. Estima-se que a verba global com marketing e promoções chegue próximo a 12 bilhões de dólares. O número supera o investimento que a Samsung faz em pesquisa e desenvolvimento — cerca de 9 bilhões de dólares anuais.
Além de reforçar sua imagem em robustas campanhas na mídia impressa e na TV, a Samsung tem se destacado nos “anúncios virais” — propagandas criadas para a internet que, se bem executadas, passam a ser compartilhadas freneticamente por usuários de redes sociais. O mote da coreana é alfinetar os produtos de sua principal concorrente, a Apple. Curiosamente, essa é a mesma estratégia que a Apple adotou na década de 90 para fazer frente à Microsoft, sua rival histórica.
Um vídeo feito pela Samsung em 2011 ridicularizava os fãs da Apple, que passavam dias na fila para comprar um iPhone. Em setembro do ano passado, a Samsung voltou à carga. Escolheu o dia do início das vendas do iPhone 5 para lançar um vídeo com ironias sobre o aparelho. O objetivo era dizer que as grandes novidades do smartphone da Apple já estavam presentes na linha Galaxy, da Samsung. O anúncio foi assistido mais de 120 milhões de vezes no YouTube e tornou-se a quarta propaganda online com maior audiência em 2012.
“A empresa passou a usar um toque de humor, mais criativo nas propagandas”, diz o diretor do curso de pós-graduação em marketing da ESPM, Edson Crescitelli. “Isso mostra que os coreanos se sentem no mesmo páreo de sua maior concorrente.” Não por coincidência, a Samsung tornou-se em 2012 a empresa de tecnologia com o maior faturamento do mundo (a Apple continua sendo a maior em valor de mercado). De quebra, ainda roubou do iPhone a liderança do mercado. O sucesso da estratégia foi tão grande que o assédio a seus executivos aumentou. O Google é uma das empresas que conseguiram atrair profissionais da área de marketing da fabricante de eletrônicos.
Os rankings globais de marcas mais valiosas mostram que a Samsung,
apesar das recentes conquistas, ainda tem muito chão pela frente. Na
lista organizada pela consultoria americana Interbrands, os coreanos
aparecem em nono lugar em termos de valor de marca, sete posições atrás
da Apple, que só perde para a Coca-Cola. Mesmo com todo o investimento
em tecnologia, a Samsung sofre com a fama de copiadora.
É comum ouvir que seus produtos são avançados, mas não inovadores. A
Sony inventou o walkman. A Apple transformou o segmento de smartphones
com o iPhone e criou o mercado de tablets. Qual é a invenção
revolucionária da Samsung? Há também uma desvantagem na liderança. A
Apple conta com o trunfo de ter sua imagem atrelada à de Steve Jobs,
morto em 2011.
À frente da Samsung está o nada carismático Lee Kun-hee, um senhor de mais de 70 anos famoso por ter sido condenado na Coreia pelo crime de evasão fiscal. O fato de ter escapado da prisão graças a um perdão presidencial não ajudou a melhorar sua imagem. Ou seja, falta muito para a Samsung passar a Apple no imaginário do consumidor. Mas é bom não subestimar a vontade dos coreanos de derrubar a Apple do pedestal. Ao contrário do Super Bowl, essa partida está apenas no começo.
À frente da Samsung está o nada carismático Lee Kun-hee, um senhor de mais de 70 anos famoso por ter sido condenado na Coreia pelo crime de evasão fiscal. O fato de ter escapado da prisão graças a um perdão presidencial não ajudou a melhorar sua imagem. Ou seja, falta muito para a Samsung passar a Apple no imaginário do consumidor. Mas é bom não subestimar a vontade dos coreanos de derrubar a Apple do pedestal. Ao contrário do Super Bowl, essa partida está apenas no começo.
sábado, 16 de fevereiro de 2013
Boas práticas são responsáveis pelo sucesso das campanhas de e-mail marketing
![]() |
| Email Marketing Boas Maneiras |
Em tempos de Oscar e grandes estreias, começo a pensar no quanto a boa propaganda pode influenciar um negócio. Mesmo no cinema, vem destaca-se como favorito um filme de baixo orçamento, com grandes estrelas, chamado “O Lado Bom da Vida”. Se você ainda não assistiu, as apostas populares, em blogs, enquetes e redes sociais, torcem pelo filme sair vencedor nas categorias de elenco e roteiro original. A história tem pitadas tragicômicas,e a propaganda, por incrível que pareça, teve o tão famoso boca-a-boca como um grande aliado, assim como aconteceu com Pequena Miss Sunshine e Juno em anos anteriores.
Este não é um fenômeno tão inusitado assim. Ao promovermos um conteúdo, temos que ter em mente o público que queremos atingir. Se a propaganda não corresponder à realidade de quem a recebe, as repercussões negativas irão prejudicar a sua imagem.Porém, assim como no cinema, no e-mail marketing, além da propaganda, o sucesso depende muito do conteúdo e da relevância da mensagem. Muito já foi feito no passado para que se apresentem mesmices. É preciso inovar para se destacar, sempre!
Uma campanha exitosa chamará a atenção se estiver inserida em um contexto de relacionamento relevante e se for trabalhada adequadamente. Assim como em “O Lado Bom da Vida”, ao respeitarmos as características e utilizarmos o e-mail marketing para as finalidades para as quais ele foi desenvolvido, em conformidade com as boas práticas, nos tornaremos unanimidades. Simplesmente não haverá equivalentes no mercado.
Não sou só eu que digo isto. O e-mail marketing foi protagonista no último E-mail Evolution Conference, realizado em Miami. Mais de 75% dos participantes apontaram a ferramenta de envio como a melhor forma de uma empresa entrar em contato com o público, mesmo diante da concorrência acirrada das mídias sociais.
O “lado bom” da reputação
Uma reputação impecável será conquistada com o tempo e a confiança dos provedores dependerá de planejamento, subdividido em estratégias passo a passo, em grande parte porque os provedores estão estreitando cada vez mais os filtros de spam para impedir que mensagens irrelevantes alcancem a caixa de entrada de seus usuários.
Da mesma maneira, o público dos cinemas também já não se deixa impressionar somente pelo que a mídia decide promover. As redes sociais e os blogs revelam verdadeiros especialistas na sétima arte – ou seja, não há possibilidade de fazer as pessoas acreditarem em algo que elas assistem e não gostam, tentando dissuadi-las. Elas interagem em sites, no Facebook e em tantos canais abertos para reportar o que as agrada ou desagrada.
Estas pessoas não aceitarão positivamente suas campanhas ao se sentirem incomodadas. Se o conteúdo for ofensivo ou o usuário não tiver solicitado a inclusão de seu e-mail na base de contatos, prepare-se: os filtros de reputação, sofisticados o bastante para bloquear e-mails com base em feedback, engajamento e uma variedade de outras métricas advindas do usuário, irão agir!
Por isso, vale a pena o esforço de atuar dentro das regras de boas práticas do e-mail marketing e garantir que suas mensagens cheguem ao usuário sempre na caixa de entrada. Vá além do domínio das boas práticas, focando na criação de valor para o usuário por meio da divulgação de conteúdo relevante.
O engajamento do seu público-alvo será proporcional ao seu esforço em entregar o melhor.
Fonte: Administradores
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Convergência digital: como melhorar o acesso à internet dos aparelhos móveis
Por Dane Avanzi
A UIT - União Internacional de Telecomunicações - agência da ONU
dedicada ao desenvolvimento das telecomunicações em âmbito mundial,
apontou que o Brasil ocupa o sexagésimo lugar no índice de
desenvolvimento do uso da internet. Os dados desse estudo foram
mensurados entre 2010 e 2011 e levaram em consideração o acesso ao
serviço de internet tanto em dispositivos móveis como em dispositivos
fixos.
Embora o uso das tecnologias esteja bastante facilitado, seja pelas
opções de parcelamento ou pelo aumento do nível de renda da população
economicamente ativa, o número de acessos ainda pode crescer muito,
especialmente nas ocasiões dos eventos esportivos que se aproximam.
Visando a melhoria da qualidade do serviço de telefonia móvel, novas
arquiteturas de rede integrando redes LAN (local area network) com as
redes de LTE (Long Term Evolution), chamadas simplesmente de 4G,
assinalam que a convergência tecnológica para o protocolo TCP/IP
(conjunto de protocolos de comunicação entre computadores em rede) é
irreversível.
Nessa nova arquitetura de rede as estações radio-base da nova geração
(que são os equipamentos de retransmissão de sinal) serão híbridas, o
que significa que operarão com as duas tecnologias quando implantadas em
local de alta densidade de pessoas e poderão garantir o acesso à
internet e garantir que a telefonia móvel tenha cada vez mais qualidade,
uma vez que a velocidade do 4G estará dimensionada à quantidade de
hotspots (antenas que captam o sinal do aparelho celular dos assinantes,
permitindo seu acesso à rede).
Para que tudo isso se torne realidade e o consumidor perceba a
diferença de qualidade durante os grandes eventos que o país receberá, é
preciso percorrer um longo caminho. Os equipamentos devem ser
homologados pela Anatel e liberados para instalação em locais
estratégicos.
A construção e instalação de torres tornou-se um assunto espinhoso para
as operadoras que estão obrigadas a obedecer a normas de saúde e meio
ambiente, que são mais rigorosas em ambientes urbanos. Obras de
lançamento de cabos de fibra ótica conectando essas torres ao backbone
central devem ser efetivadas e concluídas em tempo hábil.
O sucesso dessa empreitada depende do trabalho árduo das operadoras, da
Anatel e da Telebrás, empresa responsável pela fibra ótica que faz
parte do Plano Nacional de Banda Larga. Mais do que nos preparar para os
grandes eventos esportivos, o trabalho tem que ser feito para evitar
que a saturação do atual sistema entre em colapso. Atualmente muitas
outras aplicações industriais e comerciais estão sendo associadas ao
serviço de telefonia móvel, como suporte a transações bancárias,
monitoramento de patrimônio à distância por empresas de alarmes,
rastreamento de pessoas e veículos, sem falar da tendência de "cloud
computing" (computação na nuvem) que armazena dados em servidores que
são acessados via internet, tais como fotos, vídeos e documentos de
todas as espécies. Na prática, tudo para funcionar precisa de internet
que cada vez mais está sendo acessada através de dispositivos móveis.
Dane Avanzi, e advogado e empresário de engenharia civil, elétrica e de
telecomunicações e diretor presidente do Instituto Avanzi, ONG de
Defesa do Consumidor de Telecomunicações.
sábado, 2 de fevereiro de 2013
Anderson Silva encarna Rocky Balboa em campanha do Magazine Luiza
A
antológica cena do lutador Rocky Balboa, interpretado por Sylvester Stallone no
filme Rocky, concluindo seus treinos na escadaria do Museu de Arte da
Filadélfia, nos Estados Unidos, serviu de inspiração para a nova campanha do
Magazine Luiza.
Para encarar o desafio de homenagear uma das cenas mais marcantes da história do cinema, o convidado foi Anderson Silva, lutador de artes marciais mistas e atual campeão mundial da categoria peso médio do UFC.
“O
Anderson Silva agrega muito valor ao espírito da campanha, pois é uma pessoa
batalhadora, que lutou contra todas as dificuldades e saiu vencedor. E tudo
isso reflete o que fazemos para oferecer as melhores oportunidades para as
pessoas realizarem seu sonho de consumo conosco”, afirma Rogério Bruxellas,
diretor de marketing do Magazine Luiza.
Para encarar o desafio de homenagear uma das cenas mais marcantes da história do cinema, o convidado foi Anderson Silva, lutador de artes marciais mistas e atual campeão mundial da categoria peso médio do UFC.
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