segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
‘Gangnam Style’ gerou US$ 8 milhões em publicidade
O vídeo da dancinha do cavalo ultrapassou um bilhão de visualizações no YouTube em dezembro do ano passado - menos de seis meses após ser postado -, um recorde na história da internet. O sucesso da música que exalta o rico estilo de vida do bairro de Gangnam, em Seul, ganhou inúmeras paródias (sendo a última dos jogadores e da comissão técnica da LDU).
Já o rapper, cujo nome real é Park Jae-Sang, passou a ser considerado ícone na Coreia do Sul e recebeu uma das altas honras do país, a Ordem Okgwan ao Mérito Cultural.
domingo, 27 de janeiro de 2013
Eleitores americanos confiam nas redes sociais tanto quanto nas mídias tradicionais para notícias de política, diz pesquisa
O site Politico divulgou uma pesquisa da George Washington University Graduate School of Political Management/ORI segundo a qual as notícias de política compartilhadas nas redes sociais são tão consideradas tão confiáveis quanto as distribuídas por jornais e emissoras de rádio e TV.
De acordo com o levantamento, 71% dos eleitores com 25 anos menos disseram ter nível alto de confiança nas notícias compartilhadas nas redes sociais, informou o Politico. Os americanos mais velhos são um pouco mais desconfiados - apenas 36% consideram as redes sociais fontes confiáveis de notícias sobre política.
John Kagia, diretor estratégico do ORI, disse ao Politico que a rapidez com as informações erradas são esclarecidas nas redes sociais reforça sua reputação de fonte confiável de informação.
Kagia destacou ainda que o aspecto pessoal das redes sociais ajuda a estabelecer uma credibilidade. "Quando o conteúdo é postado por pessoas que você conhece, você está mais propenso a confiar nesse conteúdo", disse.
O presidente Barack Obama, que tomou posse para seu segundo mandato na segunda-feira 21 de janeiro, foi pioneiro no uso das redes sociais em campanhas políticas. Segundo a pesquisa, mais pessoas disseram ter visto notícias sobre Obama em seus perfis do que sobre o candidato republicano, Mitt Romney.
As mídias tradicionais também lançaram mão das redes sociais na campanha eleitoral americana, em 2012, usando o Google+ Hangouts, o Foursquare, o YouTube e outras redes para compartilhar notícias.
O Facebook é a rede social mais popular entre os entrevistas (74%), seguida por LinkedIn (32%) e Twitter (24%). Embora a maioria deles tenha apontado o computador como forma de acesso às redes, os aparelhos móveis também tiveram destaque: 46% das pessoas ouvidas disseram acessar as redes sociais por smartphone, contra 37% em 2011.
A pesquisa foi feita com 806 usuários de internet e tem uma margem de erro de 3,45 pontos percentuais para mais ou para menos, segundo o Politico.
sábado, 26 de janeiro de 2013
Conheça 7 redes sociais que devem surpreender em 2013
São sete aplicativos e o primeiro é o Pheed, que tem uma ideia arrojada sobre como deve funcionar a privacidade numa rede social: se você quer apreciar meu conteúdo, pague por isso. É simples, usuários desembolsam entre US$ 1,99 e US$ 34,99 por mês e, assim, podem acompanhar certas publicações de certos usuários. A rede já faz algum sucesso entre celabridades - como Miley Cyrus e Paris Hilton.
Depois aparece o Thumb, que usa o crowdsource para ajudar os indecisos. Funciona assim: se você vai sair e não sabe qual roupa usar, basta fotografar as peças e deixar que os outros decidam. A Forbes destaca que o nível de engajamento no Thumb impressiona, segurando usuários por, em média, quatro horas ao mês.
A seguir vem o Medium, sobre o qual já falamos aqui no Olhar Digital. É um mix de redes sociais encabeçado pelos criadores do Twitter. Por ora disponível apenas a convidados, o site tem foco no conteúdo e tenta se afastar um pouco das efemeridades das redes convencionais.
Chirpify, o próximo da lista, levou às mídias sociais o conceito da Amazon de 1-Click payments. Você oferece alguma coisa pelo Twitter ou Instagram (roupas, álbuns, ingressos etc.), então o interessado responde com a palavra "buy" (comprar) e pronto, está vendido. Sem cartões de crédito, sem carrinhos, toda a operação é conduzida pela conta do Twitter.
Já a proposta do Flayvr é organizar fotos e vídeos capturados pelos smartphones. Tudo é dividido em pastas por data, localização e evento - casamento de João e Maria na Bahia em janeiro, por exemplo. Pode-se compartilhar as informações em redes sociais e até montar páginas em HTML5 com o conteúdo.
Compartilhamento de arquivos por áudio é o que faz o Chirp. Imagine trocar fotos, vídeos ou mensagens sem precisar de Bluetooth ou e-mail, basta usar uma frequência específica tocada por 2 segundos e os aparelhos habilitados baixam o conteúdo auitomaticamente. O detalhe é que dá pra amplificar isso usando, por exemplo, caixas de som; assim várias pessoas podem fazer download ao mesmo tempo.
Por último ficou o Conversations, recurso do já conhecido HootSuite que leva o conceito de redes sociais ao meio corporativo. É como se fosse um grupo do Facebook em que é possível conversar e trocar informações com pessoas de seu trabalho, separando inclusive por departamento.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Um bom design é essencial para ser Miss
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Google+ influencia ranking de buscas; saiba como
Para chegar a essa conclusão, foram criados seis sites por uma agência, onde um foi utilizado para controle e cada um dos demais utilizou uma mídia social específica para divulgar suas informações. Após 10 meses de pesquisa, desenvolveu-se uma análise verificando o impacto de tais páginas nos resultados de buscas do Google
Segundo um estudo desenvolvido pela agência americana de marketing digital, Tasty Placement, a utilização das mídias sociais interfere diretamente no posicionamento de uma empresa em sites buscadores.
Para chegar a essa conclusão, foram criados seis sites pela agência, onde um foi utilizado para controle e cada um dos demais utilizou uma mídia social específica para divulgar suas informações. Após 10 meses de pesquisa, desenvolveu-se uma análise verificando o impacto de tais páginas nos resultados de buscas do Google.
A página com mais retornos nas buscas foi a que utilizou o Google+ como mídia de divulgação. Tal constatação revela a crescente relevância que o Google atribui aos usuários dessa rede.
Percebe-se, portanto, que assim como o Facebook e o Twitter, o Google+ merece atenção e participação constante das lojas virtuais. Com um bom trabalho de SEO, somado à presença eficaz do empreendimento nas mídias, as chances de ser encontrado pelo consumidor só irão aumentar!
Fonte: Administradores
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Privacidade, a caixa preta das redes sociais
Redes sociais não deixam claras quais são suas políticas de privacidade, colocando o consumidor em riscoARTE CRIAÇÃO
RIO — O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) avaliou as informações disponíveis nas políticas de privacidade e nos termos de uso das redes sociais Facebook, Google+ e Twitter, que estão entre as mais populares no país. A conclusão é de assustar até mesmo o mais precavido dos usuários: as redes não deixam claras quais são suas políticas de privacidade, colocando o consumidor em risco.
A análise, conforme mostra a tabela ao lado, levou em conta padrões internacionais de proteção da privacidade, a legislação nacional, como o Código de Defesa do Consumidor (CDC), e os princípios de proteção de dados pessoais dos usuários previstos no anteprojeto de lei elaborado pelo Ministério da Justiça.
Com esse levantamento, o Idec pretende conscientizar o usuário sobre a relação de consumo, por vezes imperceptível, que existe entre o internauta e a empresa que controla a rede. O instituto escolheu Google+, Facebook e Twitter para a avaliação porque o negócio principal deles é a própria rede social.
— Embora a rede não cobre pelo serviço, os usuários são obrigados a fornecer seus dados pessoais sem saber o que será feito com eles. E também aceitam as condições de uso. Ficam expostos a todo tipo de publicidade. Não é um serviço gratuito, é uma relação de consumo, sujeita ao CDC — diz Gustavo Varella, advogado do Idec.
Segundo ele, há uma dinâmica nas redes que o consumidor não tem acesso nem controle. As empresas lucram com a publicidade, mas a maioria dos usuários das redes não se dá conta de como participa desse processo. Embora as empresas digam que prezam pela privacidade de seus usuários, no Brasil, diferentemente do que ocorre na Europa, não existe uma agência reguladora que garanta a proteção dos dados.
— Com uma agilidade muito grande, essas empresas coletam, tratam e devolvem os dados na forma da publicidade que parece ter sido feita sob medida para nós. É uma indústria baseada na coleta de dados pessoais. Os textos nos sites dessas redes não são claros quanto a isso — argumenta o advogado do Idec.
Segundo Guilherme Varella, as informações disponíveis nos sites não esclarecem, por exemplo, o que é feito com os dados do usuário que cancela a conta:
— O Facebook diz que as informações são repassadas apenas às empresas afiliadas, mas não se sabe exatamente o que isso significa. O Google+ diz que dados de contas desativadas podem permanecer na rede por determinado tempo, mas isso também não é muito claro.
Ao usuário resta usar as redes com bom senso, evitando a super exposição, e ficar atento às configurações de privacidade e segurança. E, como ressalta o advogado do Idec, saber que as empresas controladoras das redes sociais têm que se responsabilizar pela segurança da infraestrutura tecnológica do site, “como ocorre nos sites dos bancos”, compara Varella.
Uma enquete realizada com internautas, por meio do site do Idec logo após a conclusão da pesquisa revelou outro dado preocupante. Desta vez, sobre o comportamento do usuário brasileiro nas redes. A maioria não conhece as regras do jogo: 84% dos cerca de 500 participantes da enquete disseram não ter lido os termos de privacidade dos sites de que participam.
— Por uma questão cultural, o brasileiro não liga muito para a privacidade nas redes. Ele só se dá conta quando é vítima de algum incidente. Quando, por exemplo, uma foto pessoal dele vazar na internet. Já soube de sequestros planejados a partir de informações coletadas pelos criminosos nos perfis das vítimas. A própria polícia confirmou isso. As pessoas devem evitar expor sua vida para o mundo — diz Fabio Assolini, analista da Kaspersky Lab, empresa de segurança na web.
As medidas de precaução não foram suficientes para evitar que o produtor cultural Ricardo Ferreira tivesse sua conta no Facebook invadida por um hacker. Há um mês, ele foi obrigado a desativar o perfil onde mantinha quase mil contatos:
— Havia amigos e muitos contatos profissionais. Com a nova conta, ainda não consegui encontrar nem a metade, estou apenas com uns 300. Tive prejuízo. O mais estranho é que sempre fui muito cuidadoso, troco as senhas com frequência. Quando percebi que estava sem controle sobre a página, que ficou lotada de anúncios, recorri às recomendações do Facebook, mas não deu certo. Tive que desativar a conta e levei três dias para conseguir.
De acordo com o advogado do Idec, Guilherme Varella, em um caso como esse, o consumidor poderia até recorrer à Justiça para buscar ressarcimento por danos morais, já que teve prejuízos profissionais. Mas, para Fabio Assolini, quem não concordar com as condições impostas pelas empresas, não deve participar de redes sociais:
— O usuário deve saber que suas informações são negociadas. Esse é o modelo de negócio das redes sociais no mundo todo. Você é o produto. A rede é um meio de comunicação muito importante, mas é preciso usar com responsabilidade. A primeira regra é fechar o perfil, permitindo que apenas pessoas conhecidas tenham acesso a suas informações. Mas isso não basta se a pessoa compartilhar dados ou imagens sobre locais que frequenta, onde mora, estuda ou trabalha. Não temos controle sobre o compartilhamento na rede.
Segundo o Idec, o resultado do levantamento foi enviado às três empresas, mas nenhuma respondeu. A reportagem também procurou as empresas, que optaram por não comentar.

