quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Flamengo. Um prenuncio de uma Tempora de sofrimento. Parte 01


Não tem outra, nos últimos anos (talves podemos tirar o ano de 2009. Que foi salva com o titulo do brasileiro) vimos os dirigentes rubros negros privilegiarem as suas beneces pessoais em detrimento ao nosso grande patrimonio "O Flamengo". O inicio deste ano é um grande exemplo disso, guerra pública entre dirigentes, jogadores andando em campo (pelo menos foi o que senti nos jogos treinos. Pra não falar no jogo de ontem pela Libertadores), jogador abandonando o time e pra nao ficar muito extenso eu paro por aqui.

Ha muito tempo o Flamengo não tem esquema tatico, sobrevive de momentos de brilhos de algumas de suas estrelas, quem na grande maioria das vezes so jogam uma partida mediana fazendo com que apenas empate, diga-se de passagem o time que mais empatou no ano passado, talves poderiamos chamar o time do "Clube de Empates do Flamento", que não seria nada ironico. Melhor ser ainda Ironico ao ver a verganho do time jogando a Copinha, que sai de Campeão em 2011 para ser eliminado na primeira rodada por times nada expressivos.

O que dizer de uma maquina chamada Flamengo, com a maior torcida do Brasil, com capacidade de ser tornar o produto mais cobiçado, para ser tornar em grande fiasco de Marketing. A prova e o Programa Socio Torcedor que não vinga, não conseguimos uma unica Ação de Marketing de peso que envolvece o nome Ronaldinho.
Ha muito tempo o Flamengo tem um grande problema defensivo, bola alçada na area e gol. E não tivemos a capacidade de resolver o problema, no jogo de ontem a saga tinha uma tonelada de concreto nos pes.

Uma vez Flamengo, Sempre Flamengo. Mais será que essa turma que esta la dirigindo o nosso Mengão são realmente torcedores, ou esta la apenas para vantagens pessoais. Simplismente não da para entender, a situação do time nesse momento.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Sexta-feira 13. Supertições e suas Origens


A origem de 9 superstições comuns

Por Natasha Romanzoti

Algumas superstições são tão arraigadas nas sociedades modernas que todo mundo, de leigo a cientista, sucumbe a esses atos insensatos (ou, pelo menos, se sente um pouco desconfortável se não o faz).
Mas por que não andamos debaixo de escadas? Por que, depois de expressar otimismo, batemos na madeira? Por que as pessoas não religiosas pedem que “Deus abençoe” um espirro? E por que evitar a todo custo abrir um guarda-chuva dentro de casa? Conheça essas e outras origens de superstições comuns:

1 – Dá azar abrir um guarda-chuva dentro de casa

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Embora alguns historiadores acreditem que esta crença vem de tempos antigos egípcios, as superstições a cerca dos guarda-sóis dos faraós eram realmente muito diferentes e, provavelmente não relacionadas a crença moderna do guarda-chuva. A maioria dos historiadores acha que o alerta contra guarda-chuva dentro de casa se originou muito mais recentemente, na Inglaterra vitoriana.
Em “Extraordinary Origins of Everyday Things” (tradução livre, “Origens Extraordinárias de Coisas Cotidianas”) (Harper, 1989), o cientista e autor Charles Panati escreveu: “Em Londres do século XVIII, quando os guarda-chuvas à prova d’água de metal começaram a se tornar uma visão comum, o seu mecanismo rígido tornava um verdadeiro perigo para ser aberto dentro de casa. Um guarda-chuva abrindo de repente em um quarto pequeno poderia ferir gravemente um adulto ou uma criança, ou quebrar um objeto. Mesmo um acidente menor poderia provocar palavras desagradáveis ou uma briga, sinal de má sorte em uma família ou entre amigos. Assim, a superstição surgiu como um elemento para impedir as pessoas de abrirem um guarda-chuva dentro de casa”.

2 – É má sorte andar debaixo de uma escada inclinada

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Esta superstição realmente tem origem há 5.000 anos no Egito antigo. Uma escada encostada a uma parede forma um triângulo, e os egípcios consideravam esta forma sagrada (como exibida, por exemplo, por suas pirâmides). Para eles, triângulos representavam a trindade dos deuses, e passar por um triângulo era profaná-los.
Essa crença fez seu caminho através dos tempos. “Séculos mais tarde, os seguidores de Jesus Cristo usurparam a superstição, interpretando-a à luz da morte de Cristo”, explicou Panati. “Como uma escada descansou contra o crucifixo, tornou-se um símbolo de maldade, morte e traição. Andar sob uma escada trazia desgraça”.
Na Inglaterra, em 1600, os criminosos eram obrigados a caminhar debaixo de uma escada em seu caminho para a forca.

3 – Espelho quebrado dá sete anos de azar

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Na Grécia antiga, era comum que as pessoas consultassem “videntes de espelho”, que diziam suas fortunas através da análise de suas reflexões. Como o historiador Milton Goldsmith explicou em seu livro “Signs, Omens and Superstitions” (tradução livre, “Sinais, Presságios e Superstições”) (1918), “a adivinhação era realizada por meio de água e um espelho. Isto era chamado catoptromancia. O espelho era mergulhado na água e uma pessoa doente era convidada a olhar para o copo. Se sua imagem aparecia distorcida, ela corria o risco de morrer; se clara, ela viveria”.
No primeiro século d.C., os romanos acrescentaram uma ressalva para a superstição. Naquela época, acreditava-se que a saúde das pessoas mudava em ciclos de sete anos. Uma imagem distorcida resultante de um espelho quebrado, portanto, significava sete anos de má saúde e infortúnio, em vez de morte.

4 – Quando você derramar sal, jogue um pouco sobre seu ombro esquerdo para evitar azar

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Derramar sal tem sido considerado azar por milhares de anos. Cerca de 3.500 a.C., os sumérios antigos anulavam a má sorte de derramar sal jogando uma pitada sobre seus ombros esquerdos. Este ritual se espalhou para os egípcios, os assírios e, mais tarde, os gregos.
A superstição, em última análise, reflete o quanto as pessoas valorizavam (e ainda valorizam) o sal como tempero para o alimento. A etimologia da palavra “salário” mostra o quão altamente valorizamos isso. De acordo com Panati, “O escritor romano Petrônio, no Satyricon, originou ‘não vale o seu sal’ como opróbrio para os soldados romanos, que recebiam subsídios especiais de porções de sal, chamados salarium – “dinheiro sal” -, a origem da nossa palavra ‘salário’”.

5 – Bater na madeira para evitar a decepção

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Embora os historiadores digam que isso pode ser um dos costumes mais prevalentes nos Estados Unidos, sua origem é muito duvidosa. “Alguns atribuem isso ao rito religioso antigo de tocar um crucifixo ao fazer um juramento”, Goldsmith escreveu. Alternativamente, “entre os camponeses ignorantes da Europa, pode ter tido o seu início o hábito de bater bem forte para manter os maus espíritos longe”.

6 – Sempre “Deus abençoe” um espirro

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Na maioria dos países de língua inglesa, é educado responder a um espirro de uma outra pessoa dizendo “Deus te abençoe”. No Brasil, também há o costume de dizer simplesmente “Saúde”.
Apesar de encantamentos de boa sorte terem acompanhado em todas as culturas os espirros durante milhares de anos (todos em grande parte ligados à crença de que o espirro expulsa espíritos malignos), esse costume em particular começou no século VI d.C., por ordem expressa do Papa Gregório, o Grande.
A peste terrível estava se espalhando através da Itália na época. O primeiro sintoma era espirros crônicos graves, e isso muitas vezes era rapidamente seguido de morte. O Papa Gregório pediu que os saudáveis orassem pelos enfermos, e ordenou que respondessem a espirros, ao invés do normal “Que você possa desfrutar de boa saúde” pelo mais urgente “Deus te abençoe!”.
Se uma pessoa espirrasse quando estivesse sozinha, o Papa recomendou que dissesse para si mesma uma oração em forma de “Deus me ajude”.

7 – Pendurar uma ferradura em forma de U para a boa sorte

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A ferradura é considerada um amuleto de boa sorte em uma ampla gama de culturas. A crença em seus poderes mágicos remonta aos gregos, que pensavam que o elemento ferro tinha a capacidade de afastar o mal. Não só o ferro, mas a forma da lua crescente para os gregos no século IV era um símbolo de fertilidade e boa sorte.
A crença nos poderes talismânicos de ferraduras passou dos gregos para os romanos, e deles para os cristãos. Nas Ilhas Britânicas na Idade Média, quando o medo da bruxaria era galopante, as pessoas penduravam ferraduras de cabeça para baixo em suas casas e portas. As pessoas pensavam que as bruxas temiam cavalos, e fugiam de qualquer lembrança deles.

8 – Um gato preto cruzar seu caminho é sorte/azar

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Muitas culturas concordam que os gatos pretos são presságios poderosos – mas eles significam coisa boa ou má?
Os antigos egípcios reverenciavam todos os gatos, pretos ou não, e foi lá que começou a crença de que um gato preto cruzar seu caminho traz boa sorte. Sua reputação positiva é registrada novamente muito mais tarde, no início do século XVII na
Inglaterra: o rei Charles I tinha um gato preto como animal de estimação. Após a sua morte, ele disse ter lamentado que sua sorte tinha ido embora. A suposta verdade da superstição foi reforçada quando ele foi preso no dia seguinte e acusado de alta traição.

Durante a Idade Média, as pessoas em muitas outras partes da Europa tinham uma crença bastante oposta. Elas achavam que os gatos pretos eram os “familiares”, ou companheiros, de bruxas, ou mesmo as próprias bruxas disfarçadas, e que um gato preto cruzar seu caminho era uma indicação de má sorte – um sinal de que o diabo estava vendo você.
Esta parece ter sido a crença dominante que os peregrinos trouxeram quando vieram para a América, o que talvez explique a forte associação entre os gatos pretos e a bruxaria que existe no país até hoje.

9 – O número 13 dá azar

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O medo do número 13 tem suas origens na mitologia nórdica. Em um conto bem conhecido, 12 deuses foram convidados para jantar no Valhalla, a sala do banquete magnífico em Asgard, a cidade dos deuses. Loki, o deus da discórdia e do mal, chegou de bicão, aumentando o número de participantes para 13. Os outros deuses tentaram expulsar Loki, e na luta que se seguiu, Balder, o favorito entre eles, foi morto.
Os escandinavos evitavam jantares de 13 membros e não gostavam do número 13 em si, crença que se espalhou para o resto da Europa. Ela foi reforçada na era cristã pela história da Última Ceia, em que Judas, o discípulo que traiu Jesus, foi o décimo terceiro convidado da ceia.
Muitas pessoas ainda se assustam com o número, mas não há evidências estatísticas de que 13 dá azar.[Life'sLittleMysteries]

Olhe fixamente e veja o que acontece...


  

 

Está de frente ou de lado?

 

 

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Novas estratégias no marketing digital

Nada como uma boa estratégia de marketing digital para temperar os mercados e trazer resultados positivos para seu negócio. Mas, para obter excelência é necessário possuir informações relevantes à seu comportamento, e o que lhe faz mudar de hábitos, as tendências. Essas são informações imprescindíveis para entender melhor seu nicho e dar a ele aquilo que ele quer e pode utilizar.

marketing digital

Segundo dados do E-bit, 75% dos e-consumidores estão cursando ou já cursaram o ensino superior, correlacionado ao fato de que 86% tem mais de 25 anos. Óbvio ou não, fica observado que informações como essas devem ser tidas como relevantes para sua estratégia de marketing digital. É importante considerar fatores que podem ditar o rumo de seus empreendimentos on-line, como que 98% dos usuários utilizam o sistema operacional Windows, enquanto o Internet Explorer (49,87%), navegador nativo desse sistema operacional já vem sentindo a aproximação do Mozilla (31,5%) e do Google Chrome (11,54%).

A tecnologia avança, e com ela o poderio dos concorrentes, os desejos dos consumidores e a escassez de recursos. E para ganhar sua fatia de mercado, a investigação a respeito de cada passo dado pelo consumidor, deve ser analisada minuciosamente com investimentos em SEO e pleno desenvolvimento do marketing 3.0 proposto por Kotler (2010).

Empresas de sucesso respiram pesquisa e expiram resultados. Toda nova marca ao entrar no mercado, tem seu tempo para mostrar sua competência e laçar o consumidor de alguma forma. Não adianta entrar com uma página mal elaborada, com pouco conteúdo relevante, um planejamento de marketing mal definido e ficar aguardando resultados para posteriormente evoluir seu e-commerce. O único resultado que irá obter é uma marca queimada pelo boca-a-boca da internet, que acontece de forma exponencial e pode destruir seus negócios.

O e-consumidor hoje está atento não só a preço, mas ao valor agregado de outros atributos ligados à sua marca. Responsabilidade social e ambiental, hoje são chaves para o desenvolvimento de seus produtos/serviços, visto que o consumidor está preocupado, e sentindo-se na obrigação de fazer algo para ajudar o planeta, por exemplo. Campanhas do WWF, Green Peace, e o Salve a Amazônia, estimulam esse desejo humanitário do consumidor, o que é uma oportunidade para empresas aproveitarem para ‘dançar conforme a música’ como Bradesco, Unilever, FIAT, entre outros já fazem.

Para lançar sua página na internet, seja ela corporativa ou não, deve-se planejar com intensidade antes de colocá-la no ar, valendo lembrar que é o primeiro passo do PDCA (Plan, Do, Check, Action). Um erro gravíssimo que ocorre na internet é de novos blogueiros, que criam uma página e no mesmo instante, ainda sem conteúdo, divulgam a todos seus amigos e contatos. Isso é um erro, pois o visitante está aberto para qualquer coisa, cria uma expectativa, e quando entra na página e se depara com um portal sem teor, com um layout ainda indefinido e bagunçado, sem conteúdo, muito provavelmente não voltará, e criará uma imagem negativa de sua marca.

O primeiro passo para fortalecer sua nova marca, partindo do zero, é realmente ter um conteúdo relevante e útil para seu público. Não adianta entrar no mercado sem uma boa estratégia para crescimento, o que vai destruindo sua marca em poucos dias. Inicialmente, é interessante que se faça um trabalho à surdina. Adaptar o layout, fazer testes, colocar todas as ferramentas que lhe serão úteis, rechear de conteúdo, investir em SEO, ou seja, configurar tudo antes de fazer sua inauguração.

Certifique-se de que tudo em seu portal está funcionando corretamente, confira com frequência, peça a amigos que entendem do assunto para entrarem para lhe dar dicas (muitas vezes não conseguimos enxergar) e, obviamente, corrija-os e volte a testar. Não tenha pressa, faça tudo no tempo necessário para que tudo esteja primoroso. É natural ouvir novos blogueiros falarem “não está muito bom, mas com o tempo vou melhorando” ou “quase ninguém visita, por isso quase não mexo”. Frases como essa mostram que a pressa em lançar o site, destruiu a ideia principal que talvez fosse genial, que devastou todo seu investimento e sua marca. O que levaria um visitante a voltar em sua página, sendo que ele conhece dezenas de páginas semelhantes e melhores que a sua?

O marketing de conteúdo, em fusão com outros componentes, ajuda a formar o marketing digital. Não é preciso dizer que o produto de seu site, é seu conteúdo. Não adiantaria continuarmos falando em estratégias de SEO, investimento em redes e mídias sociais e parcerias, senão deixasse claro que o usuário está na sua página apenas a procura de informação útil e relevante.

Entretanto muito mais do que encher sua página de muito (e qualquer) conteúdo é interessante ter um nicho, e de forma imprescindível, conhecê-lo. Para entender as necessidades e desejos de seus visitantes é necessário coletar dados sobre o seu comportamento, para que consiga trabalhar no ponto chave.

Investimento em pesquisa cai muito bem, adicionado de plataformas gratuitas que lhe informam estatísticas de seu visitante, como: páginas de entrada e saída, tempo da visita, número de páginas navegadas, palavras-chave numa busca orgânica que acabaram encontrando sua página (em sites de busca), palavras-chave numa busca dentro de seu próprio site, etc. Essas palavras-chave utilizadas para encontrar seu site são importantíssimas para saber o que o seu consumidor procura, e se isso pode ser encontrado em sua página. A partir dessa análise, é possível entender se está no caminho certo no seu planejamento de marketing, ou se precisará traçar novas rotas.

 

fonte/ netstudio

9 Tendencias do Marketing DIgital em 2012

Vira ano e não só as tendências de moda e beleza mudam: o marketing também!

A Agência Hive vasculhou o mundo do marketing digital estudando cases e opiniões de gurus no assunto e separou algumas das principais tendências para você que quer ter sucesso em 2012 utilizando a tecnologia digital e a internet. Vamos lá!

1. Mídias Sociais Marketing não irá mais existir!
Calma, não se apavore. Social Media Marketing passará a ser uma obrigação das empresas e constituirá o mix de marketing integralmente, assim como já ocorreu com o e-mail marketing e o SEO, as mídias sociais serão outra ferramenta da caixa!

2. Mais utilização das Mídias Sociais com foco em SAC
Uma pesquisa realizada e divulgada pelo Estadão em 2011 já anunciavam: O Twitter é 8 mil vezes mais eficiente que o Twitter frente a reclamações dos consumidores. Porém em 2012 não basta apenas atender as reclamações, será preciso mais. Será preciso solucionar não só problemas, mas sugerir e aperfeiçoar a relação tornando as mídias sociais verdadeiros helpdesks para o cliente.

3. As Mídias Sociais irão influenciar as vendas como nunca até então
Em 2012 as mídias sociais se tornarão o principal meio de pesquisa do consumidor antes de ele realizar uma compra. Se até agora o Google era o centralizador das pesquisas de qualidade de produto isso irá mudar, pois os consumidores irão direto ao ponto: O que outros consumidores falam sobre o produto comprado?

4. O investimento em Marketing na Internet irá aumentar
E este investimento irá ser pautado principalmente por mais budget focado no trabalho realizado em Mídias Sociais. Parte deste investimento será para relações públicas em blogs, fóruns e comunidades virtuais e a maior parte do bolo será para a gestão de suas próprias Redes Sociais em sites externos como Facebook, Twitter e Linkedin.

5. A utilização dos anúncios pagos e no Facebook e Google serão tendência
As empresas não investirão só em páginas de revista ou rodapés de jornal. Assim como as Mídias Sociais serão uma ferramenta integral do Marketing, os anúncios pagos no Facebook (Facebook Ads) e Google (Adwords) serão elementos obrigatórios no orçamento de mídia das empresas.

6. O Facebook irá ultrapassar o número de 1 bilhões de membros
Os países com mais de 20 milhões de pessoas, onde o Facebook ainda tem pouca penetração irão ser os principais responsáveis deste crescimento em 2012. Adicione a isto o crescimento ainda constante em países como Brasil, Rússia, Argentina e outros e a rede social chegara a 1.1 bilhões de usuários facilmente. E ah, este cálculo não inclui a China.

7. Do Social para o Espacial
Com o crescimento fulminante da internet móvel através dos smartphones o marketing quebrará a barreira do social virtual e invadirá o mundo físico. As empresas se beneficiarão disto através de novos e inteligentes cartões de fidelidade e outras inúmeras possibilidades que a mobilidade irá possibilitar ao usuário.

8. Sua identidade é o que você compra
Cada vez mais as empresas estão investindo na compra da opinião. A opinião do usuário virou moeda de troca, e vale mais que  dinheiro (ou barras de ouro, parafraseando Silvio Santos). Trocar postagem em blogs por produtos para que blogueiros falem bem da marca, disponibilizar um livro gratuitamente em troca do Twitter são os novos tipo de transação de valor sem moeda que vieram para ficar.

9. O vídeo é a bola da vez
O YouTube vai bombar como nunca antes nenhum site bombou no Brasil. Com o fácil acesso a banda larga de alta velocidade e o aumento dos dispositivos móveis conectados a internet os vídeos como forma de marketing serão a principal arma das empresas para convencer o consumidor  e gerar conteúdo relevante. Câmera, ação!

Estas tendências vieram pra ficar e a Hive já esta colocando em prática. Você também não quer ficar pra trás né? Fica ligado no nosso blog que mais novidade vem por aí.

O marketing digital e as campanhas vencedoras

 

Conheça as estruturas, perfis e boas práticas para criar uma interação eficiente com os clientes e aumentar as taxas de conversão e satisfação.

Antes de entender o que é marketing digital vamos aos princípios básicos aplicados ao marketing:

  • Conheça o seu cliente e seus concorrentes;
  • Defina seu segmento-alvo;
  • Seja bem claro sobre as prioridades de sua mensagem e posicionamento.

Infelizmente não é só isso, marketing digital não é apenas mais um canal, exige uma nova abordagem e uma nova compreensão do comportamento do cliente.

Ele é uma série de ações que visa um objetivo final como a venda de produto ou serviços ofertados e/ou divulgados em ambientes digitais.

Por que é diferente?

O marketing digital inclui uma grande variedade de meios de contato com seu cliente. Cada meio tem suas características e é fundamental saber distingui-las dos canais tradicionais:

  • Duração - recursos on-line podem ser permanentes, isto é, a campanha não está limitada a um determinado espaço de tempo. É importante lembrar: o material online pode repercutir pela web mesmo depois que sua campanha ou site tenha encerrado.
  • Interatividade – o visitante busca informações. Cada um escolhe quando iniciar o contato, quanto tempo permanecer e quais as páginas a serem visitadas e quando seguir em frente.
  • Interesse - você precisa atrair as pessoas para o seu conteúdo, ao invés de empurrar conteúdo para elas. O tempo “publique e eles virão” se foi. Você vai precisar de orientação sobre como promover usando motor de busca, rede sociais, link patrocinado.
  • Conteúdo - a amplitude e profundidade de seu conteúdo podem variar de acordo com o público e a região. A adequação deste conteúdo requer conhecimento de usabilidade e conceitos de design.
  • Mensuráveis – É preciso analisar as métricas. Na verdade, o truque é saber quais métricas são importantes para você.

O resultado final de tudo isso é a necessidade de uma nova abordagem. Temos um novo modelo no qual o controle está com consumidor. Profissionais de marketing digital precisam se comunicar com os clientes finais de forma amigável e aos poucos.

Um mundo de escolhas

Temos cada vez mais opções disponíveis. O consumo na mídia digital está mais verticalizado, por isso a importância de entender e conhecer como seu negócio se comporta no mercado segmentado.

Considere quais meios estão apropriados para a sua marca ou site em termos de necessidades e preferências dos seus clientes. O que funciona para um site pode não funcionar para outro, não caia na cilada de seguir modismos e replicar regras sem um estudo completo de mercado, concorrência e público. Lembre-se sempre: a web é um mercado dinâmico, não há regras pré-estabelecidas

 

Fonte/ Webinsider

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Qual o papel de um gerente de marketing digital?

Talvez você ache um pouco estranho que eu, uma pessoa que construiu - e continua construindo - a sua carreira em agências, vir falar sobre o papel de um gerente de marketing digital dentro de uma empresa. Entretanto, o profissional de planejamento é, dentro da agência, aquele deve ser o mais próximo do gerente de marketing da empresa-cliente, pois ambos precisam se preocupar com as estratégias para atingir os objetivos – que sempre terminam no foco em vendas. 

O profissional de marketing digital tem que, acima de tudo, pensar na estratégia do negócio em que atua, na construção e no posicionamento da marca da sua empresa. É ele que vai pensar e encontrar a melhor forma para ampliar as vendas, entrar em novos canais, em como usar a web para melhorar a rentabilidade do negócio. Inclusive, a palavra “rentabilidade” está no jargão desse profissional, pois ele é cobrado por isso, e não é algo diário, é mais no sistema da Tele Sena, de “hora em hora”.

E o gerente de marketing digital, assim como o seu par “offline”, tem a responsabilidade de vender cada vez mais o produto ou serviço de sua empresa, independentemente do que seja e do seu valor, a única diferença é que a web é a sua plataforma de comunicação. 

Normalmente o profissional de marketing digital é uma pessoa que trabalhava com o offline e migrou pro online. No entanto, nem sempre ele está preparado para isso – quantas vezes você já ouviu um caso de alguém que era “bom no Facebook e no Twitter” e, por isso, foi trabalhar com digital? E, infelizmente, temos visto muito esse perfil no mercado. Gente que se acha muito preparada mas que não faz pesquisa, que não sabe o que é segmentação, que não sabe dizer se uma ação que “apenas eleva o número de acessos do site” valeu a pena ou não. E, se elevou o número de acessos, mas não as taxas de conversão, alguma coisa está errada, certo? 

Um bom gerente de marketing digital deve entender, respirar, comer, sonhar com o digital. Analisar as campanhas online do mercado, testar, se preocupar com o site e performance da marca no online. Não achar que o Google Analitycs é um bicho de sete cabeças e nem que só o Google resolverá todos os problemas de comunicação e vendas da empresa. 

É dele o papel de cobrar da agência (ou do profissional interno da empresa) as análises e a inteligência nos resultados. E isso vai muito além de uma planilha ou um gráfico bonito. E é dele, também, o papel de analisar todos esses relatórios e propor as ações inovadoras – porque inovar é preciso, e ter coragem para isso, também. E a web permite isso. 

Portanto, se você quer ser um bom gerente de marketing digital, converse mais com a sua agência, pense diferente, abra a cabeça. Saia do modelo “banner na home de portal”, isso não dá mais resultados! Não sozinho. Esse banner deve fazer parte de uma estratégia mais ampla. Pense nas palavras relacionamento, engajamento, presença e conteúdo como pilares das suas ações. A partir daí, faça a diferença. A web é um campo aberto e há muito ainda  ser explorado. Olha a oportunidade que você tem em mãos...

Fonte: Imasters

Humor - A melhor do ano até agora disparado!!!

 

 

 

Um homem passa pela porta do plenário do Senado e escuta uma gritaria que saía lá de dentro:
- "Filho da P....., Ladrão, Salafrario, Assassino, Traficante, Mentiroso, Pedófilo, Vagabundo, Sem Vergonha, Preguiçoso de Merda, Vendido, Assaltante..."

Assustado o homem pergunta ao segurança parado na porta:
- O que está acontecendo aí dentro, estão brigando?

- Não! responde o segurança. EU ACHO QUE ESTÃO FAZENDO A CHAMADA!!!

 

 

 

A Perspectiva Atual do Marketing Mix

O Que Significa os Quatro C’s? Quais São as Críticas ao Marketing Mix? Como Obter Uma Vantagem Competitiva Sustentável?

Algumas décadas atrás estudiosos de marketing identificaram algumas atividades empresariais que poderiam influenciar o comportamento dos consumidores de seus produtos. Neil Borden (da Universidade de Harvard) sugeriu que essas atividades se denominassem "mix de marketing" e que elas deveriam ser planejadas para obter o máximo de impacto e lucro.

Na década de 60, outro professor (Jerome Mc Carthy) propôs que o mix de marketing consistisse em quatro (4) P's – Produto, Preço, Ponto e Promoção. A estrutura dos quatro P's impõe que as empresas decidam sobre o produto – e suas características –, definam o preço praticado, decidam como distribuí-lo e selecionem métodos para promovê-lo.

Outros estudiosos de marketing acreditam que essa estrutura de quatro P's comete o pecado de não enfatizar certas atividades importantes como os serviços, o atendimento, as embalagens e a venda pessoal, por exemplo.

A questão não é se deveriam haver quatro, seis ou mais P's, mas sim qual seria a estrutura mais adequada para projetar a estratégia de marketing de um produto – ou serviço.

Existe uma crítica a qual divulga a idéia de que os quatro P's enxergam o mercado sob o ponto de vista do vendedor e não do comprador. Para esses críticos os quatro P's poderiam ser descritos sob o ponto de vista do comprador como "os quatro C's": (a) valor para o Cliente; (b) menor Custo; (c) Conveniência; (d) Comunicação.

Dessa forma, enquanto os marketeiros se vêem como vendedores de um produto, os consumidores se enxergam como compradores de um valor ou como compradores de uma solução de problemas. Estão mais interessados no custo total de obtenção do que apenas em preço. Eles exigem que o produto (ou serviço) esteja disponível da forma mais conveniente possível e, além disso, os consumidores não desejam promoção – eles querem comunicação bidirecional.

Sendo assim, os profissionais de marketing devem pensar primeiramente em atender aos quatro C's e, em seguida, utilizá-los como plataforma para o desenvolvimento dos quatro P's. Diante disso, examinaremos abaixo cada um dos P's:

A) Produto: O principal objetivo de uma empresa é oferecer ao seu público-alvo produtos (ou serviços) diferenciados, embora possam variar quanto ao grau de diferenciação. De um lado temos as commodities (como os hortifrutigranjeiros) e os produtos altamente diferenciáveis em termos físicos (veículos, por exemplo). O desafio está em criar uma diferenciação relevante e singular, as quais podem se basear em diferenças físicas, de disponibilidade, diferenças de serviços, de preços ou de imagem. Porém, qualquer diferenciação bem sucedida poderá ser imitada e, quando os imitadores lançam versões mais baratas, passam a exercer pressão sobre o pioneiro, o qual tem três alternativas:

Baixar os preços para proteger seu marketing share e se conformar com margens de lucros menores.Manter o preço e correr o risco de perder seu marketing share e lucros.Encontrar uma nova base para diferenciar seu produto e manter o preço.

OBSERVAÇÂO: A 3ª opção nos parece mais adequada, embora a empresa deva buscar constantemente uma vantagem competitiva mais sustentável e duradoura.

B) Preço: O preço difere dos outros três elementos do Marketing Mix, porque ele gera receitas e os outros geram custos e, conseqüentemente, as empresas tentam elevar o preço de seus produtos até onde a diferenciação permitir. Ao definir preços para seus produtos algumas organizações acrescentam um markup (margem de lucro bruta) aos seus custos, embora muitas empresas já componham seus preços baseados exclusivamente "em valor". Ou seja, elas estimam o valor máximo que o consumidor pagaria pelo seu produto (ou serviço) e cobram um pouco menos (preço de valor), a fim de dar a impressão aos consumidores que eles levaram vantagem.

C) Ponto: Cada fornecedor deve decidir como tornar seus produtos disponíveis no mercado e, nesse cenário, deverá optar entre vender diretamente aos consumidores ou através de intermediários. No mundo moderno as pessoas estão sendo pressionadas pela falta de tempo e, em função disso, aumentam as compras via internet em detrimento daquelas feitas nas lojas.

Sendo assim, o grande desafio dos varejistas é trazer os consumidores de volta às suas lojas e, nesse sentido, os varejistas criativos devem se engajar na melhoria da experiência de compra dos consumidores e acrescentar divertimentos, shows ou outras atrações para tentar mantê-los.

D) Promoção: O quarto "P" cobre todas aquelas ferramentas de comunicação que levam uma mensagem aos consumidores (Propaganda, Publicidade, Promoção de Vendas, Merchandising, Relações Públicas e Venda). A Propaganda é a ferramenta mais poderosa na promoção da conscientização de consumidores sobre uma organização, um produto, um serviço ou uma idéia

EUA: lei contra pirataria coloca redes sociais em risco

 

A Associação de Notícias Online (ONA, na sigla em inglês) entrou para a crescente lista de opositores do Ato Contra a Pirataria Online (conhecido como SOPA, por sua sigla em inglês), argumentando que a proposta de lei, em discussão no Congresso americano, "tiraria sites do ar de maneira inapropriada, interromperia o livre fluxo de informação legítima e limitaria os norte-americanos de exercer os direitos garantidos pela Primeira Emenda Constitucional".


Além de colocar em risco o futuro das redes sociais e os conteúdos gerados pelos usuários, segundo carta do presidente da ONA.
A Sociedade Americana de Editores de Notícias já havia se pronunciado contra o SOPA, que, para seus críticos, iria impor a censurar na internet e ameaçar a liberdade de expressão. De acordo com o controverso projeto de lei, serviços de busca e provedores de internet teriam que proibir o acesso dos internautas a sites com conteúdos pirateados. Para muitos, isso equivale a censura.


O Poynter destacou o que os "jornalistas devem saber sobre o SOPA", incluindo declarações de especialistas segundos os quais "os jornalistas devem ser a favor de ajudar a proteger os conteúdos que eles ajudam a criar". Para outros, "permitir que uma Corte decida se um conteúdo ou site deve ser bloqueado abriria espaço para que os juízes decidam quem é um jornalista e quem não é".


Ao Poynter, James Losey, uma analista de políticas da Open Technology Initiative, da Fundação New America, argumentou que o SOPA "representa controle demais sobre que tipo de informação circula na internet... Isso não é mais apenas um debate sobre direitos autorais. O projeto de lei trata da maneira como as pessoas utilizam a internet todos os dias. Tem a ver com a forma como nos relacionamos com o nosso governo e com as notícias... Se você começa a interferir na interação básica com a internet e a minar a liberdade de expressão, está efetivamente manipulando todos os aspectos da vida online, incluindo o acesso à informação".


Enquanto isso, o Facebook, o Twitter e o Google demonstraram apoio a um projeto de lei alternativo, conhecido como o Ato OPEN, que "encaminharia todas as queixas de infração de patentes contra sites estrangeiros à Comissão Internacional de Comércio (ITC)", autorizada a cortar anúncios e pagamentos a sites estrangeiros desonestos, explicou o The Hill.
Jimmy Wales, fundador da Wikipedia, já propôs o fechamento temporário do portal para protestar contra o SOPA, segundo o Telegraph. Além disso, crescem os rumores de que o Google, o Facebook, o Twitter e outras empresas de internet adotariam uma "alternativa nuclear" e "sairiam simultaneamente do ar para protestar contra o projeto de lei, destacando, assim, o risco fundamental que ele representa para o funcionamento da Internet", informou o ExtremeTech. O Senado americano deve retomar a discussão do SOPA em 24 de janeiro.


Fonte: jornalismo das Américas