quinta-feira, 29 de novembro de 2012
4 lições que um bombeiro me ensinou sobre marketing digital
“Eu sou bombeiro.”
Será que um bombeiro realmente poderia saber tanto assim sobre marketing digital? Será que eu poderia aprender algo com ele?
Para poder lhe contar esta história, eu preciso antes lhe perguntar:
Alguém alguma vez já tentou lhe perguntar mais sobre o que você faz exatamente ou que diabos são todos aqueles artigos com um monte de siglas que você insiste em postar no Facebook?
Ou perdeu um bom tempo tentando explicar como o marketing digital funciona e como, na verdade, não é tão complicado assim?
Mas mesmo depois de toda explicação invariavelmente as pessoas acabam com aquela cara de:
“Mas, hein!?”
Pois é. Eu sei como é.
Por muito tempo tento explicar para as pessoas como eu trabalho 100% online e como, por causa disso, estou me mudando temporariamente para a Tailândia. Estou indo para lá para iniciar uma viagem ao redor do mundo levando o meu, “escritório” (aka, meu laptop), nas costas.
Como trabalho online, que diferença faz se estou aqui ou perdido em algum templo budista?!
(Contanto que esse tenha uma conexão de 10+ Mbs claro.)
Mas mesmo assim as pessoas parecem não entender direito como tudo funciona.
“Ésse-o quê?! Otimização de sites? Mas de onde vêm o tráfego? Google? Não é tipo uma loja no Mercado Livre? Ahh então é um site de compras coletivas … não?!”
Não.
Exatamente por essa dificuldade enorme e para me economizar pelo menos uns bons 30 minutos TODA vez que alguém me pergunta exatamente o que eu faço, que eu decidi resolver isso. Não podia perder tanto tempo e algo deveria ser feito. Felizmente achei uma solução. Simples, rápida e indolor (na maioria dos casos).
Hoje, toda vez que alguém me pergunta o que eu faço, eu simplesmente respondo:
“Eu sou bombeiro.”
Pronto.
Simples. Prático. Entendível em menos de 5 segundos.
Perfeito.
Por um tempo experimentei responder que eu era “cientista”, mas essa na maioria das vezes era PIOR. Gerava mais e mais perguntas e a vida das formigas africanas vermelhas não parecia me interessar muito para falar.
Mas enfim, problema resolvido.
Só que após isso eu comecei a me perguntar por que tantas pessoas têm TANTA dificuldade em entender o “mundo online”. Quase como se fosse um mundo diferente do que elas estão acostumadas a viver. E pior ainda:
Por que as pessoas têm tantas dificuldades de utilizar a web para seus negócios ou até criar um negócio na internet?
Claro, há diversas diferenças, mas a maioria das regras de marketing e de negócios se aplicam tanto no mundo real como na internet. É questão de adaptar as mesmas regras para o mundo virtual – e isso nem é tão difícil!
Então aqui vão algumas dicas e lições que aprendi durante todo este tempo que trabalhei como “bombeiro” que realmente me ajudaram. 5 dicas rápidas que você pode começar a aplicar hoje mesmo e catapultar os seus resultados.
É MUITO mais fácil você vender para um cliente que já provou com dinheiro, e não com simples intenções ou em respostas em pesquisas, algum outro produto seu do que tentar conquistar um novo cliente e passar por todo processo de novo. Claro, ainda antes de tudo, você tem que se certificar que o seu mercado de atuação REALMENTE possui um alto potencial de lucro e é rentável. Basicamente saber se há ou não um pote cheio de ouro no final do arco-íris.
Numa comparação para deixar mais claro, qual é mais fácil:
Essa é a PIOR maneira de se pedir um favor ou se vender algo.
O segredo está em primeiro se construir uma relação com seu possível e futuro cliente. Ai depois podemos fazer uso do que o mestre Robert Cialdini cita em seu brilhante livro “Influência” chama de “Reciprocidade”. Isto não é nada mais do que aquele sentimento que sentimos de quase uma “dívida” com alguém se esta nos faz um favor ou nos traz algum benefício.
E para fazermos isso da melhor maneira, devemos seguir a lição número 3:
Pensou?
Simples.
Eu (do meu ponto de vista). Você (do seu ponto de vista).
O que eu quero dizer é que para aumentar exponencialmente as suas chances de sucesso, você deve esquecer completamente o que VOCÊ quer, o que VOCÊ pretende e o que VOCÊ deseja. O que você deve fazer é se concentrar no que ELES querem, no que ELES precisam e no que ELES desejam.
É fundamental que você comece sempre pelos seus clientes. Para isso, você precisa definir exatamente quais os problemas que os seus clientes estão enfrentado e ajudá-los a resolver da melhor maneira possível.
Nas palavras do sábio Zig Ziglar:
Já aconteceu de você publicar algo que você tem certeza absoluta que é útil e realmente poderia ajudar muitas pessoas… e parecer que só você acha isso!?
Quer saber como resolver esse problemas?
Simples.
Conecte o emocional com o informacional.

Não fale somente “vou lhe ensinar agora uma técnica para fazer o seu cachorro parar de latir em menos de 30 minutos”, que num primeiro olhar pode parecer suficiente, mas sim:
“Vou lhe ensinar agora uma técnica para fazer o seu cachorro parar de latir em menos de 30 minutos para que não só a sua mulher, finalmente, pare de reclamar e ameaçar “Ou eu, ou ele!” e seus vizinhos parem de lhe ameaçar com multas por barulho, mas também para que você não perca seu emprego por não conseguir dormir direito a noite.”
Bingo.
Agora você deu um motivo real e emocional do porquê o cidadão deve prestar atenção no que você tem a ensinar. E isso faz TODA diferença do mundo.
Estas são somente algumas das técnicas que aprendi durante esses anos trabalhando com marketing digital. Elas com certeza vão lhe ajudar a melhorar seus resultados na internet e você pode começar a aplicá-las HOJE mesmo.
Agora, de onde veio estas obviamente há muitas outras.
Por isto, se tiver interessado em aprender não só quais são os melhores mercados para se trabalhar na internet, como achar o seu espaço em QUALQUER mercado (mesmo naqueles mais concorridos com maior potencial de lucro!) e muito mais, então recomendo imensamente que você dê uma olhada na série de vídeos que disponibilizei em meu site.
Nele você irá aprender isso e muito mais!
Será que um bombeiro realmente poderia saber tanto assim sobre marketing digital? Será que eu poderia aprender algo com ele?
Para poder lhe contar esta história, eu preciso antes lhe perguntar:
Alguém alguma vez já tentou lhe perguntar mais sobre o que você faz exatamente ou que diabos são todos aqueles artigos com um monte de siglas que você insiste em postar no Facebook?
Ou perdeu um bom tempo tentando explicar como o marketing digital funciona e como, na verdade, não é tão complicado assim?
Mas mesmo depois de toda explicação invariavelmente as pessoas acabam com aquela cara de:
“Mas, hein!?”
Pois é. Eu sei como é.
Por muito tempo tento explicar para as pessoas como eu trabalho 100% online e como, por causa disso, estou me mudando temporariamente para a Tailândia. Estou indo para lá para iniciar uma viagem ao redor do mundo levando o meu, “escritório” (aka, meu laptop), nas costas.
Como trabalho online, que diferença faz se estou aqui ou perdido em algum templo budista?!
(Contanto que esse tenha uma conexão de 10+ Mbs claro.)
Mas mesmo assim as pessoas parecem não entender direito como tudo funciona.
“Ésse-o quê?! Otimização de sites? Mas de onde vêm o tráfego? Google? Não é tipo uma loja no Mercado Livre? Ahh então é um site de compras coletivas … não?!”
Não.
Exatamente por essa dificuldade enorme e para me economizar pelo menos uns bons 30 minutos TODA vez que alguém me pergunta exatamente o que eu faço, que eu decidi resolver isso. Não podia perder tanto tempo e algo deveria ser feito. Felizmente achei uma solução. Simples, rápida e indolor (na maioria dos casos).
Hoje, toda vez que alguém me pergunta o que eu faço, eu simplesmente respondo:
“Eu sou bombeiro.”
Pronto.
Simples. Prático. Entendível em menos de 5 segundos.
Perfeito.
Por um tempo experimentei responder que eu era “cientista”, mas essa na maioria das vezes era PIOR. Gerava mais e mais perguntas e a vida das formigas africanas vermelhas não parecia me interessar muito para falar.
Mas enfim, problema resolvido.
Só que após isso eu comecei a me perguntar por que tantas pessoas têm TANTA dificuldade em entender o “mundo online”. Quase como se fosse um mundo diferente do que elas estão acostumadas a viver. E pior ainda:
Por que as pessoas têm tantas dificuldades de utilizar a web para seus negócios ou até criar um negócio na internet?
Claro, há diversas diferenças, mas a maioria das regras de marketing e de negócios se aplicam tanto no mundo real como na internet. É questão de adaptar as mesmas regras para o mundo virtual – e isso nem é tão difícil!
Então aqui vão algumas dicas e lições que aprendi durante todo este tempo que trabalhei como “bombeiro” que realmente me ajudaram. 5 dicas rápidas que você pode começar a aplicar hoje mesmo e catapultar os seus resultados.
4 lições em marketing digital… por um “bombeiro”
Vamos lá:#1: Um cliente já existente vale de 3 a 10x mais que um cliente novo
Isso é fundamental! As pessoas insistem e insistem em tentar atrair novos clientes quando na verdade elas deveriam estar cuidando dos que ela já tem!É MUITO mais fácil você vender para um cliente que já provou com dinheiro, e não com simples intenções ou em respostas em pesquisas, algum outro produto seu do que tentar conquistar um novo cliente e passar por todo processo de novo. Claro, ainda antes de tudo, você tem que se certificar que o seu mercado de atuação REALMENTE possui um alto potencial de lucro e é rentável. Basicamente saber se há ou não um pote cheio de ouro no final do arco-íris.
Numa comparação para deixar mais claro, qual é mais fácil:
- Você levar para cama e praticar a antiga arte do amor com a sua namorada de anos OU
- Uma garota que você conheceu hoje a noite?!
#2: Crie uma relação antes de tudo
Outro dia, alguém que eu mal conheço e mal conversei apareceu, DO NADA, com a seguinte mensagem:Essa é a PIOR maneira de se pedir um favor ou se vender algo.
O segredo está em primeiro se construir uma relação com seu possível e futuro cliente. Ai depois podemos fazer uso do que o mestre Robert Cialdini cita em seu brilhante livro “Influência” chama de “Reciprocidade”. Isto não é nada mais do que aquele sentimento que sentimos de quase uma “dívida” com alguém se esta nos faz um favor ou nos traz algum benefício.
E para fazermos isso da melhor maneira, devemos seguir a lição número 3:
#3: Esqueça você, o que importa são os outros
Responda rápido: quem é pessoa mais importante do mundo, hoje?Pensou?
Simples.
Eu (do meu ponto de vista). Você (do seu ponto de vista).
O que eu quero dizer é que para aumentar exponencialmente as suas chances de sucesso, você deve esquecer completamente o que VOCÊ quer, o que VOCÊ pretende e o que VOCÊ deseja. O que você deve fazer é se concentrar no que ELES querem, no que ELES precisam e no que ELES desejam.
É fundamental que você comece sempre pelos seus clientes. Para isso, você precisa definir exatamente quais os problemas que os seus clientes estão enfrentado e ajudá-los a resolver da melhor maneira possível.
Nas palavras do sábio Zig Ziglar:
“Você pode conseguir absolutamente TUDO o que você deseja em sua vida … contanto que você ajude um número suficiente de pessoas a conseguirem o que ELAS querem!”Ponto.
#4: conecte o emocional com o informacional
Outro erro comum que vejo muitos cometerem é o fato de achar que simplesmente por ter algo importante ou de valor a ensinar, basta escrever e puf!, tudo vai dar certo. Artigos serão compartilhados, convites para aparecer no Jô serão feitos … talvez até no Altas Horas!Já aconteceu de você publicar algo que você tem certeza absoluta que é útil e realmente poderia ajudar muitas pessoas… e parecer que só você acha isso!?
Quer saber como resolver esse problemas?
Simples.
Conecte o emocional com o informacional.
Não fale somente “vou lhe ensinar agora uma técnica para fazer o seu cachorro parar de latir em menos de 30 minutos”, que num primeiro olhar pode parecer suficiente, mas sim:
“Vou lhe ensinar agora uma técnica para fazer o seu cachorro parar de latir em menos de 30 minutos para que não só a sua mulher, finalmente, pare de reclamar e ameaçar “Ou eu, ou ele!” e seus vizinhos parem de lhe ameaçar com multas por barulho, mas também para que você não perca seu emprego por não conseguir dormir direito a noite.”
Bingo.
Agora você deu um motivo real e emocional do porquê o cidadão deve prestar atenção no que você tem a ensinar. E isso faz TODA diferença do mundo.
Estas são somente algumas das técnicas que aprendi durante esses anos trabalhando com marketing digital. Elas com certeza vão lhe ajudar a melhorar seus resultados na internet e você pode começar a aplicá-las HOJE mesmo.
Agora, de onde veio estas obviamente há muitas outras.
Por isto, se tiver interessado em aprender não só quais são os melhores mercados para se trabalhar na internet, como achar o seu espaço em QUALQUER mercado (mesmo naqueles mais concorridos com maior potencial de lucro!) e muito mais, então recomendo imensamente que você dê uma olhada na série de vídeos que disponibilizei em meu site.
Nele você irá aprender isso e muito mais!
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Olimpíada tira Reino Unido da recessão
Entre todas as medalhas que os britânicos conquistaram nos Jogos
Olímpicos de 2012, a mais importante - pelo menos para a sobrevivência
do governo - foi anunciada apenas nesta quinta-feira. Alavancada pela
Olimpíada, a economia do país superou a recessão mais longa em 60 anos e
viu o Produto Interno Bruto (PIB) crescer 1% no terceiro trimestre, a
maior expansão em cinco anos. Economistas e oposição, porém, advertem
que o impacto do evento esportivo não sobreviverá aos último trimestre
de 2012.
A recuperação é um forte contraste com a contração de 0,4% observada
no segundo trimestre, confirmando que a dupla queda da economia
britânica - em 2009 e 2012 - era a mais longa desde os anos 50. Além
disso, o PIB britânico vinha em queda desde o quarto trimestre de 2011. O
evento esportivo na capital britânica em meados do ano permitiu que a
taxa de crescimento superasse as previsões do mercado, que esperava
crescimento de 0,6%.
Há dois dias, os organizadores dos Jogos Olímpicos de Londres já haviam anunciado que o evento ficou abaixo do orçamento previsto, numa indicação de que os esforços de redução de custos funcionaram.
Ontem, o primeiro-ministro David Cameron não desperdiçou a ocasião para capitalizar o anúncio. "Esses números do PIB mostram que estamos no caminho correto e nossa economia está se recuperando."
Crescimento zero
Mas entre analistas de mercado a avaliação é de que eventos extraordinários - como os Jogos Olímpicos e as festas pelos 60 anos de reinado de Elisabeth II - camuflaram uma realidade ainda preocupante. Em comparação com o terceiro trimestre de 2011, o aumento do PIB foi zero. Em 2012, o crescimento da economia é de apenas 0,3% e o PIB do país continua 3,1% abaixo dos níveis de 2008.
Ao contrário do que o governo tenta argumentar, analistas e oposição dizem que o impacto da Olimpíada não deve ser mantido no médio prazo e os números de ontem não significam que a crise tenha sido superada. Para muitos, as promessas de que os Jogos dariam novo impulso à economia não serão confirmadas.
O setor de serviços britânico - que responde por mais de três quartos do PIB - subiu 1,3% no terceiro trimestre, depois de cair 0,1% no segundo. Já a produção industrial cresceu 1,1%, a alta mais forte desde o segundo trimestre de 2010. Mas o setor da construção - que representa 7% do PIB - recuou 2,5%.
Para a City londrina, dificilmente os mesmo números se repetirão nos próximos meses. "O perigo é de que esses números alimentem uma crença de que a economia esteja sendo arrumada, quando na verdade não há nenhum sinal nessa direção", alertou Chris Williamson, da empresa Markit. Segundo ele, há um risco real de uma nova contração já no quarto trimestre.
No próprio Tesouro britânico, economistas admitem que a taxa de expansão dificilmente se repetirá. "Os dados são bem-vindos", disse Howard Archer, da consultoria IHS Global Insight. "Mas não significam em hipótese alguma que a crise esteja sendo superada."
Para a oposição, a comemoração do governo pode ser prematura e o ouro da medalha pode não durar por muito tempo. Ed Balls, um dos líderes da oposição, diz que o país não pode depender de eventos isolados, como os Jogos Olímpicos. "O crescimento continua fraco e a economia está no mesmo lugar que há um ano."
Há dois dias, os organizadores dos Jogos Olímpicos de Londres já haviam anunciado que o evento ficou abaixo do orçamento previsto, numa indicação de que os esforços de redução de custos funcionaram.
Ontem, o primeiro-ministro David Cameron não desperdiçou a ocasião para capitalizar o anúncio. "Esses números do PIB mostram que estamos no caminho correto e nossa economia está se recuperando."
Crescimento zero
Mas entre analistas de mercado a avaliação é de que eventos extraordinários - como os Jogos Olímpicos e as festas pelos 60 anos de reinado de Elisabeth II - camuflaram uma realidade ainda preocupante. Em comparação com o terceiro trimestre de 2011, o aumento do PIB foi zero. Em 2012, o crescimento da economia é de apenas 0,3% e o PIB do país continua 3,1% abaixo dos níveis de 2008.
Ao contrário do que o governo tenta argumentar, analistas e oposição dizem que o impacto da Olimpíada não deve ser mantido no médio prazo e os números de ontem não significam que a crise tenha sido superada. Para muitos, as promessas de que os Jogos dariam novo impulso à economia não serão confirmadas.
O setor de serviços britânico - que responde por mais de três quartos do PIB - subiu 1,3% no terceiro trimestre, depois de cair 0,1% no segundo. Já a produção industrial cresceu 1,1%, a alta mais forte desde o segundo trimestre de 2010. Mas o setor da construção - que representa 7% do PIB - recuou 2,5%.
Para a City londrina, dificilmente os mesmo números se repetirão nos próximos meses. "O perigo é de que esses números alimentem uma crença de que a economia esteja sendo arrumada, quando na verdade não há nenhum sinal nessa direção", alertou Chris Williamson, da empresa Markit. Segundo ele, há um risco real de uma nova contração já no quarto trimestre.
No próprio Tesouro britânico, economistas admitem que a taxa de expansão dificilmente se repetirá. "Os dados são bem-vindos", disse Howard Archer, da consultoria IHS Global Insight. "Mas não significam em hipótese alguma que a crise esteja sendo superada."
Para a oposição, a comemoração do governo pode ser prematura e o ouro da medalha pode não durar por muito tempo. Ed Balls, um dos líderes da oposição, diz que o país não pode depender de eventos isolados, como os Jogos Olímpicos. "O crescimento continua fraco e a economia está no mesmo lugar que há um ano."
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Os (des)mandamentos das redes sociais
E outro dia o Facebook anunciou ter alcançado a marca
de um bilhões de usuários. Isso mesmo, você fez a conta certo, de cada
seis pessoas que habitam este planeta, aproximadamente uma tem uma
página na rede social criada por Mark Zuckerberg. Com tanta gente
envolvida, mais cedo ou mais tarde os desmandos, maus modos e falta de
noção que pululam no nosso dia a dia migrariam do mundo real para o
virtual. Pois bem, infelizmente foi mais cedo. Exemplos de mau uso das
redes sociais não faltam.
Postar um milhão de fotos de bichinhos fofinhos com frases inspiradoras ou de autoria questionável é outro deslize que me faz considerar seriamente parar de receber as atualizações de certas pessoas. Caio Fernando Abreu, Clarice Linspector e Drummond JAMAIS escreveriam aquelas coisas e se tivessem escrito não gostariam que suas palavras viessem acompanhadas da foto de um filhote de cachorro. Se isso não for razão suficiente para você abandonar esse hábito, pensa que essas imagens são cafonas, muito cafonas. Tipo apresentação de Power Point com parábolas bíblicas. Se você ainda manda e-mails com apresentações em Power Point com parábolas bíblicas, pare de ler esse texo agora mesmo e volte para os anos 90. A humanindade agradece.
Compartilhar coisas que não são de interesse público é outra coisa que convém evitar. Outro dia uns amigos comentavam que a página deles foi invadida pelas fotos da cirurgia do menisco de um colega em comum. Eu, de verdade, não consigo imaginar o que passa pela cabeça do sujeito para ele achar que as pessoas vão curtir ver o joelho dele todo aberto. A dica é simples: a vida pessoal continua pessoal. Tente limitar o conteúdo das postagens a algo que realmente pode ser útil para quem recebe suas atualizações.
Tópicos muito específicos devem ser compartilhados com pessoas que se interessam pelo tema. Se você é super fã daquela banda finlandesa que faz múscia a partir de latas de sardinha, ótimo. Isso não quer dizer que eu vou achar super legal receber notificações sobre cada um dos videoclipes dos caras que você postar. Futebol, religião e novelas são assuntos que costumam gerar situações assim. Gente, o facebook permite que você separe seus contatos em justamente para evitar esse tipo de aborrecimento. Bora aprender a usar esse recurso e parar de encher o saco dos outros porque o seu time ganhou a partida do final de semana ou a Carminha levou uma surra do Tufão.
Ok, algumas causas são universais e devem ser defendidas por todos nós, mas as pessoas têm o direito de escolher até que ponto querem se envolver. Eu sou contra a violência doméstica ou contra crianças e animais, e não perco a oportunidade de alertar as pessoas sobre esses problemas. Mas prefiro não ver as fotos de um cão que apanhou até morrer ou assistir o video de uma criança sendo espancada pela babá. Esses são os meus limites. Seria elegante respeitá-los.
Marcar os outros em posts e fotos sem autorização também é pisar feio na bola. O mesmo vale para os aplicativos que mostram os lugares que você visitou. A pessoa tem o direito de não querer que saibam onde ela jantou ou o tanto que ela bebeu na última balada. Se para você não tem problema, tudo bem, mas tem gente que prefere não se expor tanto nas redes sociais. Na dúvida pergunte antes se pode associar as imagens e informações ao profile do outro.
No fundo, minha gente, é sempre sobre respeitar o espaço do outro e se colocar no lugar dele. Tipo civilidade, sabe? Pode parecer frescura no começo, mas todo mundo sai ganhando no final. Pode apostar.
Fonte. yahoo
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
“Agências não querem que os grandes anunciantes migrem para o digital”
Marcos Henrique Facó – Esta migração é uma evolução e não uma mudança brusca. É a evolução de uma estratégia que adotamos desde 2007, quando começamos a investir mais forte no digital. Mas na realidade, realizamos ações de Marketing na internet desde 2003. Sendo que naquela época tinhamos duas ferramentas apenas, o banner e o e-mail marketing. De lá para cá, acompanhamos e aprendemos sobre como funciona o meio digital. E por isso nos últimos anos estamos investindo cada vez mais.
Mundo do Marketing – Os resultados foram positivos?
Marcos Henrique Facó – Sim. O perfil do nosso aluno possui características que vão ao encontro do que nós oferecemos. Nosso público está na internet e recebe bem este tipo de comunicação. É na internet onde ele escolhe o curso que vai fazer. Estes alunos não tomam a decisão sem pesquisar. E quanto mais alto o custo do curso, mais intensas são as pesquisas. Temos análises do próprio Google apontando que a escolha de um curso de MBA, por exemplo, gera até seis meses de pesquisa online. O nosso target está online. Nada mais interessante do que investir cada vez mais. E temos o retorno disso. Dados do Ibope de 2011 mostram que 6% do investimento em mídia no Brasil vão para a internet. Nos Estados Unidos a média é um pouco maior. Nosso online representa até 65% do montante total investido em mídia e para algumas ações específicas, o percentual do online chega até 80%.
Mundo do Marketing - Quais são as principais ferramentas hoje dentro do investimento em digital?
Marcos Henrique Facó –
Marcos Henrique Facó - As redes sociais não são ainda tão importantes, mas serão. O Foursquare, por exemplo, é apenas uma brincadeira no Brasil. Lá fora, existe uma cultura de cupons de desconto que faz desta rede uma plataforma muito interessante para as marcas. Ainda há muita coisa para ser definida neste cenário. As mudanças são tão rápidas que eu, como professor do MBA em Marketing Digital, sou obrigado a revisar constantemente meu material de aula. As próprias plataformas concorrentes se integram. Por exemplo: posto um vídeo em nosso canal do YouTube, que pertence ao Google, e o compartilho usando o Facebook. Mais uma razão para investirmos neste aprendizado.
Mundo do Marketing - Como é o investimento nos canais mobile?
Marcos Henrique Facó – Temos ações no mobile. Inclusive, nosso número de acessos cresceu 400% no mobile. Somos case do Google para as melhores práticas em canais mobile. Há uma integração muito grande entre todas essas plataformas e isso dificulta um pouco a mensuração, pois como saber exatamente qual foi a plataforma responsável por determinado resultado?
Mundo do Marketing - A mensuração das ações no universo digital ainda é uma dificuldade?
Marcos Henrique Facó - Quando olhamos, por exemplo, apenas o Facebook, as métricas mostram que ele não converte. Ao mesmo tempo, temos alguns vídeos do Desafio FGV onde grandes empresas postam conteúdo na nossa fanpage convidando os usuários a participar e as melhores respostas ganham prêmios. Só este ano, tivemos 200 mil views para estes vídeos. Isso não impactou muito em visitações no nosso hotsite, porém gerou 20% a mais de candidatos para o vestibular realizado no Rio de Janeiro. Temos todas as métricas e olhamos para todas elas. Porém, como são muitas variáveis e elas mudam o tempo todo, fica difícil atribuir um determinado resultado a esta ou aquela ação. Cruzamos os resultados das campanhas realizadas no Rio, em São Paulo e em Brasília. Isso nos gera números fantásticos, mas a problemática está em entender de onde veio tal resultado e porque ele aconteceu. Este é um desafio para o qual a maioria dos profissionais de Marketing tem resistência em investir.
Mundo do Marketing – Qual a razão de tanta resistência?
Marcos Henrique Facó - O digital te dá dados. E é preciso analisá-los, mas para isso o profissional tem que entender do assunto. Quando se investe na TV, por exemplo, é muito mais fácil. Colocamos todo o dinheiro lá e não temos trabalho nenhum. Para as agências, situação semelhante acontece: a agência recebe a sua comissão de veiculação, faz o comercial, coloca na TV e nos principais veículos e pronto. O problema do cliente está resolvido. Agora é preciso entender de Google, de Facebook, de online, das métricas e todo o resto. As agências não querem que os grandes anunciantes migrem para o online, pois dá muito mais trabalho. Uma métrica importante que quase ninguém olha é o bounce rate. As agências não olham, até porque não é responsabilidade delas e sim do Marketing da empresa. Fazer o digital bem feito é bem mais complicado e ainda prevalece a máxima: ninguém será demitido por anunciar na Globo. No digital, o seu resultado está ali, para qualquer um ver. E muitas empresas levam um verdadeiro “tapa na cara” do internauta. Este é um risco para quem está presente na web. Por isso é tão importante a questão do aprendizado. Temos 140 mil usuários em nossa fanpage. É a maior fanpage de uma instituição de ensino. No Twitter, perdemos apenas para o perfil da USP em número de seguidores. Uma coisa muito legal é que no Marketing digital, estamos praticamente no mesmo nível do que é feito lá fora.
Mundo do Marketing – Qual o caminho para o profissional de Marketing se manter atualizado em meio a tudo isso?
Marcos Henrique Facó – É um ambiente complexo e isso gera para o profissional uma ansiedade muito grande, pois ele precisa estar sempre acompanhando lá na ponta tudo o que está acontecendo. Porém, o mais importante é entender de comunicação e Marketing. Vejo os mais jovens investindo e abrindo agências digitais, mas sem o devido entendimento de Marketing. Não acredito em agências online e offline. Existem agências que fazem só TV, só revistas ou só jornais? Por que existe essa divisão no online? Eu acredito na comunicação integrada. A comunicação tem que ser a mesma independente no canal. Faz sentido um profissional especialista em Marketing Mobile? Ou uma agência que só fala para o mobile? O caminho é para a convergência. Antes havia apenas a TV, a mesma TV para todos os públicos. Hoje a audiência está em múltiplos canais. Ela é fragmentada. O jovem da classe C interage com um smartphone da mesma forma que um jovem da classe A? No passado, a TV era a mesma para todos. Marketing antes era tido como uma piscina rasa: qualquer um podia entrar sem grandes riscos de se afogar. Mas agora a piscina está cada vez mais funda e muita gente vai morrer afogada. Por isso muitos profissionais se agarram com tanto afinco à maneira tradicional de se trabalhar com a comunicação e o Marketing.
fonte Mundo do Marketing
As 10 melhores ferramentas de negócios do Google+
Provavelmente, sua empresa está presente
no Facebook, assim como no Twitter. Mas, e quanto ao Google+? Você deve
estar sofrendo à exaustão com as mídias sociais, mas tenha em mente que
uma ampla estratégia social abraça a todas as plataformas, e o Google+ é
uma comunidade ativa e vibrante. Resumindo, é um ambiente que você não
deve ignorar.
Ok, voltando a realidade. Não vamos
fingir que o Google+ está numa corrida cabeça a cabeça com o Facebook,
não. Isso não acontecerá tão cedo.
O Google anunciou em julho que sua rede
social de um ano de idade tinha 250 milhões de usuários, número que
realmente impressiona no papel. Porém alguns analistas, entretanto,
questionaram os crescentes números. Em maio, por exemplo, a RJMetrics
empurrou algumas campanhas publicitárias para 40 mil usuários aleatórios
do Google+ e descobriu que o engajamento por lá é bastante morno. Outro
ponto: 30% dos usuários que postaram algo não voltaram a publicar
qualquer outra coisa. E, em média, as postagens continham um +1
(semelhante ao Like, do Facebook), menos de uma resposta e menos de um
recompartilhamento.
O engajamento por lá pode ter melhorado
desde então, mas é muito claro que o Google+ não é o Facebook. A Fan
Page do McDonald’s, por exemplo, conta com 22 milhões de “likes”. Na
página do Google+? Abaixo dos 16,3 mil +1. É óbvio quem é que está
amando mais tudo isso.
E, novamente, o Google+ é uma plataforma
com muito potencial para marketing e redução de custos. O Google
continua a implementar funcionalidades sociais de seus serviços,
incluindo videoconferência e ferramentas para trabalho colaborativo, que
são muito úteis para empresas que rodam o Google Apps.
Porém, como os seguidores e fãs dos
sites sociais podem ajudar o seu bottom line? Bem, eles estão bem mais
dispostos em comprar seu produto ou serviço. O BestBuy, por exemplo,
obteve um benefício enorme com sua presença no Facebook, de acordo com a
Forrester.
“Sendo um fã da página da BestBuy no
Facebook, a chance de compra pelo consumidor aumenta cerca de 5,3 vezes;
o mais próximo desse número são os consumidores de eletrônicos, que
aumentam as chances de compra em cerca de 1,4 vezes”, disse Josh
Bernoff, analista da Forrester.
Curiosamente, esse comportamento é
notado em todas as marcas. “Por exemplo, ter um Walmart próximo de você
dobra a chance do usuário considerar uma compra por lá, mas sendo um fã
da página do Walmart, pode-se somar mais um quarto de expectativa”,
escreveu Bernoff em um post no blog da Forrester.
O mesmo tipo de dinâmica, combinada com o
poder de pesquisa do Google, deve valer para que as organizações se
estabeleçam no Google+, podendo crescer com a rede. O seu negócio já se
ajustou para o Google+? Abaixo, as 10 melhores ferramentas de negócios
para a plataforma social do Google.
Use os Hangouts para reuniões em vídeo
Não conta com uma solução cara para
videoconferência? Os Hangouts, ferramenta de colaboração online do
Google, permite que você faça uma reunião por vídeo com mais de 10
participantes. É excelente para rodar slideshows com clientes, usuários e
qualquer outro tipo de pessoa fora da empresa. E devido ao fato de
poder adicionar um documento do Google Docs na reunião, os Hangouts são
ideias para sessões de edição colaborativa com seus pares. Com o
aplicativo do Google+, usuários do iPhone e iPads podem, também, se
juntar a conversa e, naturalmente, há uma versão para usuários do
Android.
Hangouts On Air
Os Hangouts são mais do que uma
ferramenta para videoconferência, pois também ofertam a possibilidade
dos Hangouts On Air, que permite a você fazer streaming ao vivo com as
pessoas que seguem o perfil de sua empresa no Google+, canal do YouTube
ou website. De forma orgânica, essa modalidade é mais usada por músicos e
outros entretenimentos ao vivo, mas também é útil para empresas,
incluindo aquelas que querem mostrar a demo de um novo produto ou
serviço.
E se ninguém assistir ao seus live
stream? Esse é, de fato, uma preocupação real, claro, mas como os
eventos do Hangouts On Air são automaticamente gravados em sua conta no
YouTube, seus seguidores no Google+ podem pegar o vídeo mais tarde.
Compartilhamento privado
Algumas mensagens compartilhadas nas
redes sociais devem atingiar apenas seus amigos, e não o público em
geral. Os usuários do Google Apps têm compartilhado controles que os
permitem limitar postagens e comentários no Google+ apenas para quem faz
parte da empresa. Mesmo que você escolha por postar de forma externa, a
informação estará disponível a apenas as pessoas que você selecionou.
Da mesma forma, você pode restringir Hangouts para apenas suas empresas
de forma padrão. De acordo com o Google, algumas funcionalidades
premiun do Google+, como a colaboração e compartilhamento de
configurações para o Google for Business, Educação e Governo, ficarão de
graça até o final de 2013.
Ripples
Você é um daqueles compulsivos por
postagens? Os influenciadores das redes sociais estão compartilhando e
recompartilhando seu conteúdo, ou você tem sido massivamente ignorado? O
Google Ripples é uma ferramenta para visualização que rapidamente te
permitirá descobrir essas respostas. Ela cria um gráfico interativo dos
compartilhamentos públicos de um post ou um URL no Google+. Quando algo é
captado pelo Ripple, uma janela pop-up mostra mais informações sobre a
pessoa que está divulgando seu post.
O Ripples apenas capta os
compartilhamentos públicos, não sendo possível ver exatamente toda a
atividade relacionada ao post. Ainda assim, o Ripples conta com uma
poderosa demonstração do poder de alcance do Google+ – e, sobretudo,
quanto o seu post está tendo o impacto que você gostaria que ele
tivesses.
Relatórios Sociais
Qual é o impacto que as redes sociais
estão tendo sobre seu negócio? O Google Analytics mensura não apenas o
papel do Google+ em seus esforços de marketing online, mas também o
impacto de outras redes sociais.
Por exemplo, o Google Analytics mostra
qual artigo em seu site foi o mais compartilhado, e quais os botões
sociais seus visitantes mais costumam usar para compartilhar. O
Conversions (conversor) mostra quanto valeu todo o compartilhamento e o
alcance, um benefício para empresas que querem medir o retorno dos
investimentos (ROI) em redes sociais. O Social Sources mostra qual a
rede social mais te dá tráfego – e te ajuda a redefinir sua estratégia
sociail.
Laços mais estreitos com o Google Apps
É justo dizer que o Google+ não pegou,
exatamente, fogo no mercado consumidor, mas com a completa integração
com o Google Apps, você pode aumentar sua popularidade entre as
organizações que também usam a suíte de produtividade do Google. Em
julho, por exemplo, o Google tornou possível que os usuários do Gmail
convidassem mais de nove pessoas para um Hangout no Google+. E, no final
de agosto, o Google Apps ganhou a possibilidade de adicionar Hangouts
para um evento no calendário. Os participantes podem entrar na sessão
diretamente, usando, apenas, o convite.
Extensões sociais
As pessoas gostam de saber o que seus
amigos “curtiram” online, então é bom que as empresas os ajudem a
descobrir isso. Para as empresas no Google+, isso significa ajudar os
usuários verem seus amigos e um pouco do comportamento. O Google explica
como adicionar uma pequena porção de códigos em seu site para permitir
essa função, e como sua publicidade pode permitir extensões sociais no
AdWords.
Os círculos
As empresas podem usar os círculos do
Google+ da mesma forma que o usuário final: separando os seguidores em
ambientes diferenciados, baseados em grupos ou interesses específicos.
Uma pequena empresa, por exemplo, poderia agrupar por localização ou
talvez criar círculos diferentes para empregados e clientes. O benefício
para você é a capacidade de enviar mensagens personalizadas para
atender às necessidades exclusivas de seus seguidores. Exemplo: os
funcionários se preocupam com um dia voltado para a parabenização deles,
mas seus clientes, provavelmente, não.
A integração do API
Ferramentas de terceiros podem te ajudar
a gerenciar a sua página de negócios no Google+. Muitas organizações
utilizam agências de gerenciamento de mídia para executar suas operações
sociais através de vários serviços, incluindo o Facebook e outros. Em
novembro de 2011, o Google anunciou que permitiria que seis empresas
(Buddy Media, Context Optional, Hearsay Social, HootSuite, Involver e
Vitrue) pudessem usar as suas ferramentas de gestão no Google+. Em julho
de 2012, o Google anunciou que estava abrindo um novo conjunto de APIs
de gerenciamento de centenas de provedores de ferramentas. Para as
empresas e marcas, isso significa mais maneiras de desenhar uma página
voltadas para necessidades específicas.
URL Personalizada
O Google+, assim
como o Facebook, oferta a possibilidade de personalizar, de forma muito
fácil, o URL de sua fan Page. Essa modalidade começou a rodar no último
mês, e é uma ótima notícia para empresas que pretendem se estabelecerem
no Google+
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Opinião: Salto de austríaco foi grande ação de marketing
Quem mais sai ganhando com o salto de Felix Baumgartner não é a
humanidade, mas o patrocinador que bancou a aventura na estratosfera,
afirma o jornalista esportivo Stefan Nestler.
Que as imagens transmitidas ao vivo pela internet ou televisão para todo
o mundo foram impressionantes, não se discute: o homem na cápsula, o
olhar a partir da estratosfera, o mergulho, o corpo caindo como um
pontinho branco, a velocidade estonteante em direção à Terra, o rápido e
temeroso giro no ar, a recuperação e, ao final, a aterrissagem sem
problemas.
E, apesar de toda a tecnologia de ponta envolvida, o salto foi também um notável feito esportivo. Felix Baumgartner, de 43 anos, comprovou grande coragem ao saltar de uma altura de 39 quilômetros, pois havia uma margem de risco que poderia ter lhe custado a vida. O paraquedista profissional da Áustria caiu numa velocidade máxima de 1.342 quilômetros por hora, claramente mais rápido do que o som. E ele resolveu todos os problemas que apareceram no caminho – a experiência foi bem-sucedida, o paciente vive.
Mas tudo isso não deve desviar a atenção do fato de que se tratou de uma gigantesca campanha publicitária, um megaevento midiático. Os estrategistas de marketing do patrocinador fizeram um excelente trabalho. Não à toa a equipe em terra chamou-se Mission Control e estava perfilada como cientistas da Nasa acompanhando um voo espacial.
Stefan Nestler
A mensagem era clara: o salto da estratosfera tem uma dimensão
semelhante à da chegada do homem à Lua. Vejam: aqui está um homem que
arrisca sua vida pelo bem da humanidade! Combinava com isso a câmera que
mostrava a torcida dos familiares de Baumgartner.
Quem mais sai ganhando com esse salto não é a humanidade, mas o patrocinador que bancou a aventura na estratosfera e cujo logotipo podia ser visto por toda a parte. A Missão Estratosfera era também uma Missão Refrigerante. O efeito midiático mundial para o fabricante de bebidas da Áustria deve ter superado em muito os custos. E estes foram elevados. Estimativas dizem que a empresa bancou entre 25 milhões e 50 milhões euros nesse projeto, que se encaixa tão bem no nosso mundo midiático e conectado.
O tão propalado benefício científico é no mínimo questionável e deve primeiramente ser comprovado. Até lá, o salto cheio de recordes de Baumgartner fica sendo uma aventura dentro de uma grande estratégia de marketing.
Autor: Stefan Nestler (as)
Revisão: Roselaine Wandscheer
E, apesar de toda a tecnologia de ponta envolvida, o salto foi também um notável feito esportivo. Felix Baumgartner, de 43 anos, comprovou grande coragem ao saltar de uma altura de 39 quilômetros, pois havia uma margem de risco que poderia ter lhe custado a vida. O paraquedista profissional da Áustria caiu numa velocidade máxima de 1.342 quilômetros por hora, claramente mais rápido do que o som. E ele resolveu todos os problemas que apareceram no caminho – a experiência foi bem-sucedida, o paciente vive.
Mas tudo isso não deve desviar a atenção do fato de que se tratou de uma gigantesca campanha publicitária, um megaevento midiático. Os estrategistas de marketing do patrocinador fizeram um excelente trabalho. Não à toa a equipe em terra chamou-se Mission Control e estava perfilada como cientistas da Nasa acompanhando um voo espacial.
Stefan Nestler
Quem mais sai ganhando com esse salto não é a humanidade, mas o patrocinador que bancou a aventura na estratosfera e cujo logotipo podia ser visto por toda a parte. A Missão Estratosfera era também uma Missão Refrigerante. O efeito midiático mundial para o fabricante de bebidas da Áustria deve ter superado em muito os custos. E estes foram elevados. Estimativas dizem que a empresa bancou entre 25 milhões e 50 milhões euros nesse projeto, que se encaixa tão bem no nosso mundo midiático e conectado.
O tão propalado benefício científico é no mínimo questionável e deve primeiramente ser comprovado. Até lá, o salto cheio de recordes de Baumgartner fica sendo uma aventura dentro de uma grande estratégia de marketing.
Autor: Stefan Nestler (as)
Revisão: Roselaine Wandscheer
sábado, 1 de setembro de 2012
sábado, 18 de agosto de 2012
Moradores de rua se sentem aceitos em redes sociais, diz estudo
Uma pesquisa da Universidade de Dayton, nos Estados Unidos,
revela que moradores de rua que usam redes sociais encontram nelas
condições mais igualitárias e um contexto de maior aceitação. O estudo,
conduzido pelo sociólogo e criminologista Art Jipson, será apresentando
durante o 107º Encontro Anual da American Sociological Association, de
17 e 20 de agosto na cidade de Denver, EUA.
Jipson entrevistou diversos moradores de rua e descobriu que eles usam o Facebook e outros sites de relacionamento não só para criar páginas de ajuda, mas também para consultar questões práticas, como onde conseguir a próxima refeição, encontrar lugares seguros e quentes para dormir, além de pesquisar serviços sociais que os interessem.
"Eu tenho tanto direito a isso (usar o Facebook) quanto qualquer outra pessoa. Só porque eu sou sem-teto não significa que eu não me importe com essas coisas, sabe? Minha família está no Facebook. Meus amigos estão no Facebook. As pessoas que se preocupam comigo estão no Facebook", disse um dos entrevistados.
O sociólogo também percebeu que alguns moradores de rua veem as redes sociais como uma espécie de refúgio, um lugar onde podem interagir com outras pessoas sem serem julgados. "Ninguém na internet se importa se eu tomei banho ontem, ou se tenho algum cheiro. Eles não me julgam, sabe?... Eu me sinto aceito. Eu sou aceito", declarou outro entrevistado.
"Para os usuários sem-teto de redes sociais - uma população em crescimento - o maior valor é a comunidade online em si, que é muito igualitária", constatou Jipson, acrescentando que, apesar de todos os objetivos comerciais inclusos nos sites de relacionamento, ainda assim há espaço para que usuários sem nenhum apelo mercadológico possam desfrutar dos mesmos benefícios destes serviços.
Segundo o sociólogo, a inspiração para o estudo veio por acaso, enquanto ele apresentava um programa de rádio que mantém na universidade. Ao pedir o nome e a localização de um ouvinte que havia ligado para o programa, descobriu que ele era um morador de rua, mas tinha um telefone celular.
O pesquisador marcou um encontro com o ouvinte, que o levou a ter contato com um grupo de moradores de rua. Jipson então descobriu que a maioria deles usava o Facebook, e que cada um tinha em média 100 contatos adicionados na rede social.
Jipson entrevistou diversos moradores de rua e descobriu que eles usam o Facebook e outros sites de relacionamento não só para criar páginas de ajuda, mas também para consultar questões práticas, como onde conseguir a próxima refeição, encontrar lugares seguros e quentes para dormir, além de pesquisar serviços sociais que os interessem.
"Eu tenho tanto direito a isso (usar o Facebook) quanto qualquer outra pessoa. Só porque eu sou sem-teto não significa que eu não me importe com essas coisas, sabe? Minha família está no Facebook. Meus amigos estão no Facebook. As pessoas que se preocupam comigo estão no Facebook", disse um dos entrevistados.
O sociólogo também percebeu que alguns moradores de rua veem as redes sociais como uma espécie de refúgio, um lugar onde podem interagir com outras pessoas sem serem julgados. "Ninguém na internet se importa se eu tomei banho ontem, ou se tenho algum cheiro. Eles não me julgam, sabe?... Eu me sinto aceito. Eu sou aceito", declarou outro entrevistado.
"Para os usuários sem-teto de redes sociais - uma população em crescimento - o maior valor é a comunidade online em si, que é muito igualitária", constatou Jipson, acrescentando que, apesar de todos os objetivos comerciais inclusos nos sites de relacionamento, ainda assim há espaço para que usuários sem nenhum apelo mercadológico possam desfrutar dos mesmos benefícios destes serviços.
Segundo o sociólogo, a inspiração para o estudo veio por acaso, enquanto ele apresentava um programa de rádio que mantém na universidade. Ao pedir o nome e a localização de um ouvinte que havia ligado para o programa, descobriu que ele era um morador de rua, mas tinha um telefone celular.
O pesquisador marcou um encontro com o ouvinte, que o levou a ter contato com um grupo de moradores de rua. Jipson então descobriu que a maioria deles usava o Facebook, e que cada um tinha em média 100 contatos adicionados na rede social.
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Aumentar a segurança de sua conta no Google é facial.
É fácil adicionar uma camada extra de segurança a seus serviços online e evitar o acesso indevido às suas informações
Há alguns dias o jornalista de tecnologia norte-americano Mat Honan foi vítima de um brutal ataque que dizimou sua presença online, bem como alguns de seus aparelhos. Usando engenhosidade e um pouco de engenharia social, crackers conseguiram acesso à sua conta no iCloud e apagaram remotamente todos os dados de seu iPhone, iPad e MacBook, além de sua conta no Google.
O ataque envolveu múltiplos passos, entre eles uma invasão da conta de Honan na Amazon, e então o uso da informação exibida lá para entrar em sua conta no iCloud. A partir daí as coisas foram de mal a pior. Mas o ponto inicial foi o recurso de recuperação de senha oferecido pelo GMail: se ele tivesse configurado o sistema de autenticação em duas etapas no serviço da Google, nada disso teria acontecido.
Entendendo a autenticação em duas etapas
Primeiro, vamos esclarecer como a autenticação em duas etapas no Google funciona. Depois que o recurso for ativado seu próximo login em sua conta do GMail, por exemplo, iniciará como sempre: com você digitando seu nome de usuário e senha. Mas antes de ganhar acesso à sua caixa de entrada, a Google irá pedir um código extra.
A princípio você não saberá qual é esse código, e ele muda a cada login. O código, que tem seis dígitos, será enviado para seu celular via SMS. Só depois de confirmar este código extra você terá acesso à sua caixa de entrada.
A Google diz que esse processo combina “o que você sabe” (seu nome de usuário e senha) com “o que você tem” (seu celular). Mesmo que alguém descubra sua senha do GMail, sem o seu celular e os códigos enviados a ele essa pessoa não terá acesso à sua conta.
No geral o processo parece simples, mas há um problema: alguns programas como clientes de e-mail e até mesmo smartphones Android não suportam a autenticação em duas etapas. Então será necessário configurar senhas especiais de exceção para cada caso, para que você possa continuar usando estes programas. Vamos mostrar como fazer isso, mas antes veja como ativar a autenticação em duas etapas.
Habilitando a autenticação em duas etapas
Entre em sua conta do GMail, clique em sua foto no canto superior direito da tela e no item Configurações da conta. No menu à esquerda escolha a opção Segurança. Clique no botão Editar em frente ao item Verificação em duas etapas.
Nesse ponto a Google irá pedir para você fazer login novamente, por motivos de segurança. Digite sua senha e clique em Login. Depois a Google irá pedir seu número de telefone. Informe o número do celular onde você irá receber as mensagens de texto com os códigos. Você também pode informar uma linha fixa e pedir um código em uma mensagem de voz, mas isso não será muito útil quando você precisar fazer o login no GMail e estiver longe de casa. Clique em Enviar código.

Confirme o código recebido para ativar a verificação em duas etapas
Depois disso, em poucos segundos você deverá receber uma mensagem de texto com um código. Digite-o na página e clique em Verificar.
A seguir você pode definir seu computador como sendo “confiável”, ou
seja, uma máquina a partir da qual você pode fazer o login sem precisar
de um código de verificação. Só habilite esta opção em seus computadores
pessoais. Clique em Próximo, e na página seguinte no botão Confirmar. Pronto! A autenticação em duas etapas está ativada.

Um PC "confiável" não exige a confirmação de um segundo código
Conserte o que deixou de funcionar
Como já dissemos, alguns aplicativos não suportam autenticação em duas etapas e códigos de verificação. Se você usa um programa de e-mail (como o Thunderbird) para ler suas mensagens do GMail, por exemplo, ou aplicativos que acessam o Google Reader e o Google Calendar, ou mesmo um smartphone Android integrado à sua conta Google, precisará configurar senhas especiais para cada um deles.
De volta ao GMail acesse as configurações do sistema de verificação em duas etapas: clique em sua foto no canto superior direito da tela, em Configurações de Segurança e em Segurança no menu à esquerda da página, e depois no botão Editar em frente ao item Verificação em duas etapas. Clique em Gerenciar senhas específicas dos aplicativos.

Você terá de gerar senhas especiais para que alguns aplicativos continuem funcionando
Você pode gerar quantas senhas quiser. Basta identificá-las com um
nome para referência (ex: “Senha do smartphone Android”), e então a
Google irá lhe informar uma sequência de 16 dígitos. Anote-a, pois você
nunca poderá recuperá-la caso a perca (mas poderá gerar uma nova se
quiser) e use-a em seu programa de e-mail, leitor de feeds ou
smartphone.
As senhas específicas podem ser revogadas a qualquer momento. Assim, se seu smartphone foi perdido ou roubado, basta revogar a senha que ele usa para se conectar ao Google e quem estiver com ele não poderá acessar seu GMail ou Calendário.
Tenha um plano B
Depois de ativar a autenticação em duas etapas e criar senhas específicas, há alguns passos adicionais que você deve tomar para garantir acesso à sua conta não importa o que aconteça. A primeira é ter um número de celular de backup onde você possa receber mensagens, caso seu aparelho principal seja perdido, danificado ou roubado.
Acesse as configurações da verificação em duas etapas e clique no link Adicionar um número de telefone em frente ao item Telefones alternativos e informe o número do celular de backup. Você também pode imprimir uma lista de dez códigos de acesso para usar se estiver sem celular, ou em algum lugar sem sinal. Basta clicar no item Mostrar códigos de backup. Imprima a lista e guarde-a em sua carteira. Cada código só pode ser usado uma vez, e depois que você usar todos os oito sempre poderá gerar mais.
Google Authenticator
Em vez de usar mensagens SMS para se autenticar no GMail, você pode usar o aplicativo Google Authenticator, que é gratuito e tem versões para Android e para iOS. Com ele você poderá gerar códigos mesmo quando seu smartphone estiver completamente “offline”, sem sinal de 3G, Wi-Fi ou telefonia.

Use o Google Authenticator para gerar códigos sem depender de mensagens SMS
Para configurar o aplicativo em um smartphone Android abra-o e clique no botão Adicionar uma conta. No PC, volte às configurações da verificação em duas etapas no Google e clique no link que diz Android em frente ao item Aplicativo para celular. Surgirá na tela uma espécie de código de barras (QR Code). No smartphone clique em Ler código de barras (você precisa ter o app Barcode Scanner,
da ZXING, instalado. Se não tiver, o aplicativo lhe oferece o
download). Aponte o smartphone para o código de barras na tela do PC e
você receberá um código numérico de seis dígitos. Insira este código
numérico na página, clique em Verificar e pronto. Agora você já pode usar o Google Authenticator para gerar códigos de acesso.
Vale a pena?
A autenticação em duas etapas pode parecer um incômodo, ter uma configuração um pouco mais complexa e adicionar um passo extra ao processo de login nos serviços da Google. Mas em um mundo onde cada vez mais de nossas vidas, e nossas informações, são armazenados online, a segurança digital é tão importante quanto a segurança física. Você não deixaria a porta da frente de sua casa destrancada, deixaria?
Fonte> IDGNOW
Há alguns dias o jornalista de tecnologia norte-americano Mat Honan foi vítima de um brutal ataque que dizimou sua presença online, bem como alguns de seus aparelhos. Usando engenhosidade e um pouco de engenharia social, crackers conseguiram acesso à sua conta no iCloud e apagaram remotamente todos os dados de seu iPhone, iPad e MacBook, além de sua conta no Google.
O ataque envolveu múltiplos passos, entre eles uma invasão da conta de Honan na Amazon, e então o uso da informação exibida lá para entrar em sua conta no iCloud. A partir daí as coisas foram de mal a pior. Mas o ponto inicial foi o recurso de recuperação de senha oferecido pelo GMail: se ele tivesse configurado o sistema de autenticação em duas etapas no serviço da Google, nada disso teria acontecido.
Entendendo a autenticação em duas etapas
Primeiro, vamos esclarecer como a autenticação em duas etapas no Google funciona. Depois que o recurso for ativado seu próximo login em sua conta do GMail, por exemplo, iniciará como sempre: com você digitando seu nome de usuário e senha. Mas antes de ganhar acesso à sua caixa de entrada, a Google irá pedir um código extra.
A princípio você não saberá qual é esse código, e ele muda a cada login. O código, que tem seis dígitos, será enviado para seu celular via SMS. Só depois de confirmar este código extra você terá acesso à sua caixa de entrada.
A Google diz que esse processo combina “o que você sabe” (seu nome de usuário e senha) com “o que você tem” (seu celular). Mesmo que alguém descubra sua senha do GMail, sem o seu celular e os códigos enviados a ele essa pessoa não terá acesso à sua conta.
No geral o processo parece simples, mas há um problema: alguns programas como clientes de e-mail e até mesmo smartphones Android não suportam a autenticação em duas etapas. Então será necessário configurar senhas especiais de exceção para cada caso, para que você possa continuar usando estes programas. Vamos mostrar como fazer isso, mas antes veja como ativar a autenticação em duas etapas.
Habilitando a autenticação em duas etapas
Entre em sua conta do GMail, clique em sua foto no canto superior direito da tela e no item Configurações da conta. No menu à esquerda escolha a opção Segurança. Clique no botão Editar em frente ao item Verificação em duas etapas.
Nesse ponto a Google irá pedir para você fazer login novamente, por motivos de segurança. Digite sua senha e clique em Login. Depois a Google irá pedir seu número de telefone. Informe o número do celular onde você irá receber as mensagens de texto com os códigos. Você também pode informar uma linha fixa e pedir um código em uma mensagem de voz, mas isso não será muito útil quando você precisar fazer o login no GMail e estiver longe de casa. Clique em Enviar código.
Confirme o código recebido para ativar a verificação em duas etapas
Um PC "confiável" não exige a confirmação de um segundo código
Como já dissemos, alguns aplicativos não suportam autenticação em duas etapas e códigos de verificação. Se você usa um programa de e-mail (como o Thunderbird) para ler suas mensagens do GMail, por exemplo, ou aplicativos que acessam o Google Reader e o Google Calendar, ou mesmo um smartphone Android integrado à sua conta Google, precisará configurar senhas especiais para cada um deles.
De volta ao GMail acesse as configurações do sistema de verificação em duas etapas: clique em sua foto no canto superior direito da tela, em Configurações de Segurança e em Segurança no menu à esquerda da página, e depois no botão Editar em frente ao item Verificação em duas etapas. Clique em Gerenciar senhas específicas dos aplicativos.
Você terá de gerar senhas especiais para que alguns aplicativos continuem funcionando
As senhas específicas podem ser revogadas a qualquer momento. Assim, se seu smartphone foi perdido ou roubado, basta revogar a senha que ele usa para se conectar ao Google e quem estiver com ele não poderá acessar seu GMail ou Calendário.
Tenha um plano B
Depois de ativar a autenticação em duas etapas e criar senhas específicas, há alguns passos adicionais que você deve tomar para garantir acesso à sua conta não importa o que aconteça. A primeira é ter um número de celular de backup onde você possa receber mensagens, caso seu aparelho principal seja perdido, danificado ou roubado.
Acesse as configurações da verificação em duas etapas e clique no link Adicionar um número de telefone em frente ao item Telefones alternativos e informe o número do celular de backup. Você também pode imprimir uma lista de dez códigos de acesso para usar se estiver sem celular, ou em algum lugar sem sinal. Basta clicar no item Mostrar códigos de backup. Imprima a lista e guarde-a em sua carteira. Cada código só pode ser usado uma vez, e depois que você usar todos os oito sempre poderá gerar mais.
Google Authenticator
Em vez de usar mensagens SMS para se autenticar no GMail, você pode usar o aplicativo Google Authenticator, que é gratuito e tem versões para Android e para iOS. Com ele você poderá gerar códigos mesmo quando seu smartphone estiver completamente “offline”, sem sinal de 3G, Wi-Fi ou telefonia.
Use o Google Authenticator para gerar códigos sem depender de mensagens SMS
Vale a pena?
A autenticação em duas etapas pode parecer um incômodo, ter uma configuração um pouco mais complexa e adicionar um passo extra ao processo de login nos serviços da Google. Mas em um mundo onde cada vez mais de nossas vidas, e nossas informações, são armazenados online, a segurança digital é tão importante quanto a segurança física. Você não deixaria a porta da frente de sua casa destrancada, deixaria?
Fonte> IDGNOW
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