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terça-feira, 14 de agosto de 2012

5 habilidades sociais necessárias em profissionais de TI

Conforme as redes sociais se tornam mais arraigadas dentro das empresas, as formas de trabalho mudam. Isso talvez seja dobrado para profissionais de TI, que tanto usam quanto dão suporte às tecnologias, ferramentas e processos sociais. Em resumo, também trabalham juntamente com a empresa para guiar a implantação e gerenciamento de projetos do tipo. Para fazer isso, os profissionais devem ter – ou adquirir – certas habilidades sociais.

No relatório “Reimagining Enterprise IT for an Uncertain Future (Reimaginando a TI empresarial para um futuro incerto), a Accenture nomeou o impacto cultural de TI de consumo – incluindo social – como uma das forças de maior impacto na área. “Smartphones, redes sociais como Facebook e Renren, da China, e outras tecnologias de consumo já transformaram a forma que as pessoas trabalham, se divertem, aprendem, compram, compartilham, conversam e se organizam. Há uma enorme transformação na cultura, atitude e normas do local de trabalho”.
Segundo o relatório, as funções de TI estão prontas para a reinvenção. Então, por onde os profissionais deveriam começar? O The Brain Yard conversou com vários especialistas de negócio social para descobrir qual o foco a ser seguido por esses profissionais. Algumas dessas habilidades e funções podem já existir e precisam apenas ser melhoradas; outras talvez precisem ser aprendidas. Tudo precisa ser considerado.
1. Habilidade de análise de dados
Onde está o social, também está o Big Data (em TI, se trata de um conceito no qual o foco é o grande armazenamento de dados em grande velocidade, N. da T.) desestruturados e bagunçados. “No espaço social, temos mais dados do que nunca sobre como as pessoas lidam com nossas mensagens”, afirmou William Rand, Diretor do Center for Complexity in Business e professor de marketing, operações, TI e ciência da computação no Robert H. Smith School of Business na Universidade de Maryland.
Para ganhar retorno, os profissionais de TI precisarão ter facilidade com avaliação e implementação de sistema de análise de big data.
“Para ajudar o seu e outros departamentos a descobrir informações usando os dados sociais, eles precisam saber juntar as peças do quebra-cabeça, que inclui entender a dinâmica da relação entre dados estruturados e desestruturados, o contexto por trás do conteúdo gerado pelo usuário e como atribuir informação  para diferentes comunidades. Também, precisam entender quais dados precisam ser obtidos para tapar a falha entre as correlações e a causalidade real”, afirmou Ari Lightman, professor na Universidade Carnegie Mellon e diretor do CIO Institute do local.

2. Habilidades Open Stardards (padrões abertos)
O sucesso do social business depende dos padrões, afirmou Ed Brill, diretor de social business da IBM, e a TI deve desenvolver um entendimento sobre como os processos principais funcionam no contexto. “Open standards – como por exemplo o Open Social 2.0 – permitem o intercâmbio contínuo de informações entre aplicativos de negócios, plataformas e dispositivos para promover o compartilhamento de conteúdo e aumentar a comunicação. Nos locais de trabalho atuais – com grande diversidade de conteúdos, processos e dispositivos – os padrões abertos têm um papel conectar vital. Ao adotar esses padrões, a área de TI pode ajudar a sua organização a se tornar mais bem-posicionada não apenas para evoluir no uso de ferramentas de rede social, mas também para ganhar uma vantagem competitiva”.
3. Habilidades de marketing
Os profissionais de TI precisam estar envolvidos em iniciativas de marketing? Não. Mas os executivos de TI precisam estar intrinsicamente alinhados com o CMO (Chief Marketing Office)? Sim. O departamento de marketing é como o fronte social de sua organização e a área de TI deve estar acostumada com essa área – bem como outros departamentos – os acionando por questões técnicas. Os profissionais de TI devem demonstrar habilidade e boa-vontade para ter profundo conhecimento do papel e necessidades dos outros departamentos para poderem fornecer de forma eficaz não somente suporte, mas também orientação.
“Investimentos em TI já são há muito tempo domínio do CIO e sua equipe, mas isso está mudando conforme CMOs e suas equipes de marketing afetam os investimentos de TI no mundo digital e social. Devido ao realinhamento de negócios entre marketing e tecnologia, o CMO e o CIO, juntamente com suas equipes, não podem mais se dar ao luxo de operar de forma distinta. Apesar de suas origens e culturas diferentes, as áreas estão no mesmo barco. Um precisa do outro cada vez mais. juntos, podem abordar o social business como um sistema essencial da empresa que leva à inovação, resultados e melhor experiência do consumidor”, afirmou Brill, da IBM.
  1. 4. Habilidades de colaboração social
Profissionais de TI que dão suporte e guiam a tecnologia juntamente com iniciativas sociais terão muito valor. “Eles precisam ter compreensão completa das plataformas sociais das empresas, incluindo regras para inscrição, mecanismo de adoção, moderação da comunidade, etc. Isso não pode ser só teórico, mas também conhecimento tático, ou seja, precisam ser praticamente sociais”, afirmou Lightman.
Isso inclui promover – e disponibilizar – suas habilidades em canais sociais.
  1. 5. Habilidades pessoais
Os profissionais de TI precisam de um novo nível de habilidades pessoais para que possam ajudar a empresa no uso da tecnologia social e outras, cujo uso é dirigido pelos próprios usuários e as mudanças são incrivelmente rápidas.

Tradução: Alba Milena, especial para o IT Web | Revisão: Adriele Marchesini

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

As mídias sociais podem refletir na carreira profissional

Em um mundo cada vez mais conectado, a linha entre a vida pessoal e profissional fica cada vez mais tênue. Segundo números do Ibope Nielsen Online, das 63,5 milhões pessoas com acesso à internet, 48 milhões são usuários ativos em casa ou no trabalho.

Outra pesquisa, lançada no começo de janeiro, mostra que o Brasil já é o quarto país do mundo a ter mais perfis no Facebook e, quando se trata de Twitter, ocupamos a terceira posição.

Inevitavelmente, entre tantos amigos dessas e outras redes, muitos são colegas de trabalho e, se você não quiser queimar o seu filme na web e nem no seu emprego, o cuidado com os posts deve ser constante - ainda mais se você trabalhar em áreas que envolvam o uso frequente da internet.

Segundo Ana Luiza Mano, consultora de RH e integrante do NPPI (Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática da PUC-SP), as redes sociais podem ter peso decisivo na hora da contratação de um funcionário.

“Seleções têm várias etapas, uma delas é identificar o comportamento do candidato nas redes sociais. Uma vez, organizei uma seleção em que 100 pessoas concorriam a uma vaga e só um deles tinha LinkedIn [rede social específica para contatos profissionais]. Claro que ele acabou saindo na frente", conta a especialista.

Alguns chefes costumam ficar de olho no perfil de seus empregados. Por isso, é importante procurar saber qual é a política de uso das redes sociais da empresa em que você trabalha.

Para Ana Luiza, se o profissional procura usar a rede social a seu favor, também é essencial pensar muito bem no teor de seus posts.

"Fale algo que seja relevante. Por isso, é necessário refletir antes de postar. O que você posta não é mais seu, é de todo mundo. E por mais que você bloqueie o seu perfil ou coloque filtros, alguém pode invadi-lo e ver o seu histórico."

Segundo Ana Luiza, pega bem fazer uma autopromoção, discretamente, em páginas pessoais. Assim, o profissional se sai bem com a chefia ou atrai a atenção de profissionais da área.

Outra dica dela é mentalizar que, a partir do momento que se é funcionário de algum lugar, o profissional passa a representar o empregador. "Já vi casos de pessoas que foram demitidas por falarem coisas que não condizem com a empresa ou elogiarem um concorrente", explica.
Relevância

Apesar da crescente importância das redes sociais para o profissional, as páginas não fazem milagres e boa apresentação e currículo continuam sendo indispensáveis.

Portanto, não é necessário se preocupar  demasiadamente com o seu desempenho nas redes; aja naturalmente e saiba o que está acontecendo nas páginas pessoais do momento.

Segundo Carolina Stilhano, gerente de Comunicação da Catho Online, o rendimento nas entrevistas é a característica mais relevante na hora de conseguir um emprego.

A representante do site de empregos brasileiro também afirma que “as redes sociais na carreira ainda não são tão impactantes no Brasil” e, de acordo com a pesquisa "A Contratação, a Demissão e a Carreira dos Executivos Brasileiros 2011" --realizada pela empresa no ano passado, em território nacional--, as redes sociais apresentam apenas 0,2% de relevância na hora de conquistar um emprego.

Ainda de acordo com os dados do relatório, a cada 100 profissionais desempregados, cerca de 28 procuram empregos em redes sociais.

Na hora de divulgar as vagas, essas páginas da web têm apenas 3% de importância, sendo a indicação de pessoas de dentro da empresa o método mais comum na hora de comunicar a existência de um novo posto, com 47,6%.
Apesar dos números desanimadores, a headhunter Joyce Cerigner, da JC Consultores, destaca a importância da atuação dos profissionais na web.

"Realmente, ficamos de olho ou colocamos algum anúncio específico para cada função nessas páginas", afirma a consultora.

Dez dicas para usar as redes sociais a seu favor:

Em um mundo cada vez mais conectado, a linha entre a vida pessoal e profissional fica cada vez mais tênue. Segundo números do Ibope Nielsen Online, das 63,5 milhões pessoas com acesso à internet, 48 milhões são usuários ativos em casa ou no trabalho.

Outra pesquisa, lançada no começo de janeiro, mostra que o Brasil já é o quarto país do mundo a ter mais perfis no Facebook e, quando se trata de Twitter, ocupamos a terceira posição.

Inevitavelmente, entre tantos amigos dessas e outras redes, muitos são colegas de trabalho e, se você não quiser queimar o seu filme na web e nem no seu emprego, o cuidado com os posts deve ser constante - ainda mais se você trabalhar em áreas que envolvam o uso frequente da internet.

Segundo Ana Luiza Mano, consultora de RH e integrante do NPPI (Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática da PUC-SP), as redes sociais podem ter peso decisivo na hora da contratação de um funcionário.

“Seleções têm várias etapas, uma delas é identificar o comportamento do candidato nas redes sociais. Uma vez, organizei uma seleção em que 100 pessoas concorriam a uma vaga e só um deles tinha LinkedIn [rede social específica para contatos profissionais]. Claro que ele acabou saindo na frente", conta a especialista.

Alguns chefes costumam ficar de olho no perfil de seus empregados. Por isso, é importante procurar saber qual é a política de uso das redes sociais da empresa em que você trabalha.

Para Ana Luiza, se o profissional procura usar a rede social a seu favor, também é essencial pensar muito bem no teor de seus posts.

"Fale algo que seja relevante. Por isso, é necessário refletir antes de postar. O que você posta não é mais seu, é de todo mundo. E por mais que você bloqueie o seu perfil ou coloque filtros, alguém pode invadi-lo e ver o seu histórico."

Segundo Ana Luiza, pega bem fazer uma autopromoção, discretamente, em páginas pessoais. Assim, o profissional se sai bem com a chefia ou atrai a atenção de profissionais da área.

Outra dica dela é mentalizar que, a partir do momento que se é funcionário de algum lugar, o profissional passa a representar o empregador. "Já vi casos de pessoas que foram demitidas por falarem coisas que não condizem com a empresa ou elogiarem um concorrente", explica.